PPV: todos os números da pesquisa 2008

Nos últimos anos os dirigentes dos clubes reclamavam que os direitos referentes ao PPV deveriam ser pagos conforme os índices de compra dos pacotes de transmissão de cada torcida. Uma demanda justa, claro, mas com algumas dificuldades de ordem operacional colocadas, pelo que sei, não pela GLOBOSAT, e mais pelas empresas que vendem e distribuem o sinal, cujo número aumentou nesse período. Além disso, havia um contrato em vigor e mudar suas regras no meio do jogo era algo que daria muito pano pra manga.

Com a discussão do novo contrato de venda dos direitos de TV, ficou acordado que a partir de 2009 os clubes receberiam o dinheiro do PPV de acordo com essa vontade, ou seja, a cada um de acordo com a participação de seus torcedores na compra das assinaturas. Aqui é bom recordar que as decisões tomadas pelo Clube dos Treze não o são por uma cabeça ou por duas, elas são frutos de reuniões que contam com a presença de todos os clubes associados à entidade. Parece inútil falar isto, mas frequentemente os torcedores imaginam que decisões são tomadas à revelia ou contrárias aos interesses de seus clubes. À revelia não acontece, uma vez que todos participam e têm direito a voto. Quanto a interesses contrariados isso acontece, com certeza, mas é algo natural em qualquer tipo de organização em que as decisões são tomadas por maioria de votos. Quem perde uma votação sempre fica contrariado, algo inerente ao regime democrático.

Para definir o percentual de cada um, novamente surgiram problemas de ordem operacional, embora pareça simples cada comprador identificar seu clube do coração no momento da compra. Entretanto, é já bem grande o número de assinantes que já estão nas renovações automáticas, de ano para ano. Independentemente dessa e outras colocações, os clubes optaram por definir suas participações a partir de pesquisa entre os compradores. Na verdade, a partir de duas pesquisas separadas, ambas realizadas por institutos idôneos e altamente capacitados, o Datafolha e o IBOPE.

Na tabela que virá a seguir, vocês encontrarão três diferentes índices para cada clube: o primeiro é o índice que vale para efeito de distribuição dos recursos; ele corresponde á média entre os resultados para cada clube das duas pesquisas. O segundo percentual refere-se à pesquisa IBOPE; o terceiro, apresenta os percentuais levantados pela pesquisa Datafolha.

As margens de erro foram de 1,6 e 2,0 respectivamente. Como já foi apresentado no post anterior sobre esse assunto, em 15 de dezembro, o número de entrevistados foi altíssimo – 8.193 compradores. Ora, num universo com cerca de 550.000 pessoas, essa é uma amostra altíssima, pouco usual, inclusive, na realização de pesquisas. Isso, na minha opinião, confere enorme credibilidade aos resultados, o que se comprova, de forma indireta, pela virtual ausência de reclamações a respeito dos resultados por parte dos maiores interessados, os clubes. Uma das poucas reclamações que tomei conhecimento teve como motivo o elevado número de jogos de um time pelas emissoras de sinal aberto ou fechado, que teria levado os torcedores a comprarem menor número de assinaturas do PPV.

Uma reclamação discutível, com a qual, particularmente, não concordo, mesmo porque as decisões de compra das assinaturas são tomadas, em grande parte, antes da distribuição da tabela com a escala dos jogos que serão transmitidos pelos diferentes sistemas. Além disso, há também o fato dos assinantes optarem pela compra conjunta do Brasileiro e do estadual.

Vamos, então, à tabela.

Clube Média IBOPE Datafolha Diferença
Flamengo 13,84 13,14 14,53 - 1,39
Corinthians 9,77 10,25 9,29 + 0,96
São Paulo 9,21 8,44 9,98 - 1,54
Palmeiras 8,23 8,24 8,21 + 0,03
Grêmio 8,17 7,75 8,58 - 0,83
Internacional 6,87 7,00 6,74 + 0,26
Cruzeiro 6,56 6,87 6,25 + 0,62
Vasco da Gama 6,46 6,45 6,47 - 0,02
Atlético Mineiro 5,94 6,48 5,40 + 1,08
10º Fluminense 5,55 5,45 5,65 - 0,20
11º Botafogo 4,67 5,50 3,84 - 1,66
12º Santos 2,42 2,26 2,57 - 0,31
13º Atlético Paranaense 1,59 1,29 1,88 - 0,59
14º Figueirense 1,42 1,36 1,48 - 0,12
15º Coritiba 1,41 1,65 1,17 + 0,48
16º Sport 1,21 1,14 1,27 - 0,13
17º Vitória 1,05 1,03 1,06 - 0,03
18º Bahia 0,93 1,09 0,77 + 0,32
19º Náutico 0,70 0,69 0,70 - 0,01
20º Goiás 0,68 0,78 0,58 + 0,20
21º Avaí 0,68 0,64 0,71 - 0,07
22º Paraná 0,55 0,53 0,56 - 0,03
23º América Mineiro 0,51 0,33 0,68 - 0,35
24º Santa Cruz 0,38 0,43 0,32 + 0,11
25º Vila Nova 0,35 0,36 0,34 + 0,02
Outros 0,90 0,88 1,00 - 0,12
Total Geral 100,0 100,0 100,0

Os números entre as duas pesquisas são muito parelhos, chegando, praticamente, à igualdade em alguns casos, como nos percentuais de torcedores/compradores de Palmeiras, Vasco, Vitória e Náutico.

As maiores diferenças estão entre os índices de Botafogo, São Paulo, Flamengo e Atlético Mineiro.

A princípio essa pesquisa valeria por todo o ano de 2009, mas ficou aberta a possibilidade dos clubes optarem pela realização de novo levantamento em junho, que valeria, então, para o segundo semestre desse ano.

De maneira geral, esses números refletem a realidade das pesquisas sobre o tamanho das torcidas brasileiras. Mostram, também, o grande crescimento dos dois clubes de Porto Alegre, principalmente o Grêmio, assim como a consolidação do Cruzeiro numa posição muito boa. Em condições normais de pressão e temperatura, a posição do Vasco seria colada à do Palmeiras e à do Grêmio. O fato de estar alguns pontos abaixo é reflexo, na minha opinião, dos problemas vividos pelo clube no final da gestão de seu ex-presidente. Se nova pesquisa for realizada em junho, será interessante observar o comportamento do torcedor vascaíno em relação à nova direção de seu clube.

Finalmente, causa espanto o percentual baixo de torcedores santistas que adquiriram os pacotes da TV. Dirigentes e torcedores reclamaram muito depois da divulgação dos primeiros números dessa pesquisa, dizendo que a culpa por essa baixa colocação era das emissoras, que transmitiram grande número de jogos do Santos ao vivo, e poucos com exclusividade do PFC. Como disse acima, eu não acredito nessa hipótese.

O que fazer com uma pesquisa?

Ler e guardar?

Ler e criticar quem a fez?

Ou, quem sabe, ler, analisar e traçar um plano de trabalho em cima de seus dados, visando corrigir falhas e melhorar resultados?

Nesse momento, fosse eu dirigente de clube, independentemente da colocação da minha entidade eu já teria realizado uma reunião com profissionais de marketing para discutir os resultados. Um dos primeiros passos práticos seria a realização de discussões em grupo com torcedores, os “group discussion”, conduzidos de forma profissional por empresas da área, para descobrir o que motiva ou não o torcedor a assinar o PPV. Três clubes, talvez mais que outros, deveriam já estar pensando, e melhor ainda, trabalhando nessa linha: Santos, Botafogo e Fluminense.

As emissoras disputam acirradamente ponto a ponto a audiência do telespectador, pois elas sabem que um ponto a mais ou a menos significa mais ou menos dinheiro em caixa.

O mesmo raciocínio se aplica aos clubes, hoje mais que nunca: um ponto a mais na participação dos compradores de PPV significa um bom dinheiro em caixa. Cabe, portanto, conhecer melhor o torcedor, conhecê-lo como consumidor, e atender às suas necessidades.

Esse é um bom e seguro caminho para o crescimento.

 

FONTE

Suvinil patrocina Corinthians na Copa SP

A Basf, fabricante de tintas que detém a marca Suvinil, anunciou um acordo de oportunidade com o Corinthians. Sem divulgar valores, a empresa vai estampar sua marca no peito da camisa do time júnior do clube, que disputa a fase semifinal da Copa São Paulo de Futebol.

“Uma boa gestão de marca inclui o gerenciamento eficaz das oportunidades de divulgação. Estampar a marca em uniformes de times e participar de ações de revitalização dos estádios confirma a nossa missão de estar sempre próximo ao consumidor, independente da modalidade e do time de coração”, disse Eugênio Luporini Neto, diretor de marketing da Suvinil.

O apoio, que a princípio se restringe à Copa São Paulo, pode durar no máximo dois jogos. Ainda nesta sexta-feira, a equipe alvinegra enfrenta o Avaí na semifinal da competição. Caso elimine os catarinenses, enfrentará o vencedor de Atlético Paranaense e São Paulo no domingo.

Além do apoio ao Corinthians, a Suvinil também é parceira da Federação Paulista de Futebol na revitalização de dois estádios utilizados no torneio. Antes do pontapé inicial, a marca forneceu 4,7 mil litros de tinta para as novas pinturas das praças de Guaratinguetá e Mogi Mirim.

Até maio, o logotipo da Suvinil também estará presente nas mangas do uniforme do Palmeiras. Na última segunda-feira, o clube apresentou, oficialmente, a camisa com a Samsung como nova patrocinadora. Uma das exigência dos coreanos foi a “limpeza” da propriedade que a fabricante de tintas possuía.

Mais um patrocínio
Até o fim da Copa São Paulo, os jogadores do Corinthians também usarão uniformes com a logomarca da SYL, empresa que fabrica pastilha de freios. A companhia patrocinará as mangas das camisas alvinegras no torneio de juniores. Assim como no caso da Suvinil, os valores desse acordo não foram revelados.

Fonte.

BB leva Falcão para autógrafos em São Paulo

Patrocinador oficial do jogador, o Banco do
Brasil vai trazer o ala Falcão para uma tarde de autógrafos na próxima
quarta-feira, em São Paulo. O craque, que atualmente defende o Malwee
Jaraguá, de Santa Catarina, fará um tour pela capital paulista e
atenderá os fãs no shopping Campo Limpo.

A visita incluirá uma passagem no hospital municipal de Campo Limpo
e também na sede da Associação Atlética Banco do Brasil, tradicional
clube de futsal da cidade que possui ligação histórica com a
instituição financeira.

A escolha do marketing do banco pelo shopping em questão é,
evidentemente, estratégica. Recentemente, o Banco do Brasil inaugurou
uma nova agência no local, e pretende promovê-la com uma de suas
maiores estrelas esportivas.

Além de Falcão, a instituição também patrocina a própria
Confederação Brasileira de Futebol de Salão. Fora da modalidade, possui
recall considerável no vôlei, com apoio à Confederação Brasileira de
Vôlei, ao jogador Giba e a outros nomes como o do velejador Robert
Scheidt e o ex-tenista Gustavo Kuerten.

Fonte.

Sportv anuncia transmissões na internet

O Sportv, braço da Rede Globo na TV por assinatura, deve inaugurar um novo site em breve. A grande novidade, que ainda está em fase de estudos e é administrada pelo recém-criado departamento de novos negócios do canal, é a possibilidade de transmissão de jogos pela rede mundial.

“Ele será o maior fornecedor de conteúdo esportivo em vídeo da internet brasileira. Temos certeza de que será um sucesso”, disse Gustavo Freudenfeld, responsável pela divisão.

Todo o processo, porém, é tratado com certo mistério pela emissora, já que os detalhes verdadeiramente não foram definidos. Não se sabe, por exemplo, qual será a ligação entre o site da Sportv e o portal “Globoesporte.com”, braço oficial da gigante carioca na internet.

Fonte.

Sem master, Timão quer estender “tampão”

Com problemas para fechar seus principais contratos de patrocínio, o Corinthians conseguiu estender parte de seu apoio “tampão” nesta quarta-feira. Depois de uma tarde de reuniões, o departamento de marketing do clube confirmou a Locaweb como parceira para, pelo menos, os dois primeiros jogos do Campeonato Paulista.

A empresa de hospedagens de sites vai continuar pagando cerca de R$ 150 mil por um espaço nas mangas do uniforme alvinegro. Isso já havia acontecido no amistoso do último sábado, diante do Estudiantes, no Pacaembu.

As “companheiras” da Locaweb na ocasião, aliás, se dividiram nas negociações com o Corinthians, que pretende manter os apoios oportunos enquanto não consegue anunciar um parceiro master.

A Ford, que estampou o peito do clube do Parque São Jorge, está bem próxima de um acerto, pelo valor de R$ 250 mil por confronto. Já a Vivo, que esteve nos ombros dos jogadores, decidiu não permanecer com o negócio.

O primeiro jogo oficial do Corinthians acontecerá já nesta quinta-feira, contra o Barueri. No domingo, o clube encara o Bragantino, na partida que pode marcar o fim, ou não, da era dos “tampões” no uniforme alvinegro.

Fonte.

São Paulo lança setor VIP no Morumbi

As obras já estão em andamento. Entretanto, ainda não se criou nenhum estardalhaço sobre a iniciativa. O São Paulo deve inaugurar no dia 12 de fevereiro deste ano, quando jogará contra a Ponte Preta pelo Campeonato Paulista, o Espaço Unyco, setor VIP do Morumbi.

Alugado a uma empresa, o espaço está sendo construído no andar térreo do Morumbi, atrás de uma das bandeirinhas de escanteio. Trata-se de uma área com camarotes, lounge e cadeiras, com capacidade para acomodar até mil pessoas.

A criação do espaço faz parte de um projeto do São Paulo para tornar o Morumbi viável economicamente. A expectativa da diretoria tricolor é investir cerca de R$ 100 milhões no estádio até o fim de 2010 para a construção de um centro de lazer e convivência. Essa iniciativa tem previsão de receita de R$ 15 milhões por ano.

O projeto de criação de uma área comercial no estádio ainda está incluído nas obras que o São Paulo pretende fazer no espaço para torná-lo adequado às exigências da Copa do Mundo de 2014, no Brasil. A arena tricolor é a representante da candidatura de São Paulo, que ainda postula a condição de sede do torneio e já se candidatou a receber a abertura – a definição das 12 praças que receberão o evento deve ser anunciada pela Fifa em março deste ano.

“Nós já temos o Santo Paulo bar e a megaloja do São Paulo. Estamos acertando os últimos detalhes para a inauguração da livraria em parceria com a Nobel, e o espaço Unyco será a ação seguinte no Morumbi”, enumerou o diretor de marketing do clube, Adalberto Baptista.

O espaço Unyco terá ar condicionado, segurança, telas de plasma e cardápio com comida e bebida, além de serviços como catering, limpeza e recepção. A idéia da diretoria do São Paulo é transformar o espaço em uma opção mais confortável para os torcedores de poder aquisitivo maior em dias de jogos, assim como o espaço criado pela Visa em alguns estádios – posteriormente, o Morumbi também receberá camarotes criados pela empresa de cartões de crédito.

O foco principal da nova área VIP do Morumbi, no entanto, não é a recepção de torcedores mais abastados em dias de jogos. O espaço também funcionará quando o Morumbi sediar shows e grandes eventos, e será alugado para ações comerciais. O projeto abarca desde reuniões de empresas até festas infantis.

“Nós vamos oferecer a possibilidade de realização de jantares ou encontros comerciais com visão para o campo. Além disso, o espaço Unyco funcionará para reunir torcedores que quiserem acompanhar jogos do São Paulo fora do Morumbi”, relatou Baptista.

Fonte.

São Paulo estréia livraria no Morumbi

Acertada desde agosto do ano passado, a parceria entre o São Paulo e a livraria Nobel vai ser colocada em prática a partir desta quinta-feira. Ainda em caráter experimental, o novo estabelecimento do Morumbi Concept Hall contará também com uma franquia do Café Donuts.

A inauguração oficial deve acontecer já nas próximas semanas, com todos os 225m² liberados para o público. O local, que ficará próximo do Santo Paulo Bar e da loja temática do clube, oferecerá vista do campo atrás de uma das traves do Morumbi.

Como não poderia deixar de ser, os títulos esportivos ganharão destaque especial no estabelecimento, assim como produtos licenciados do São Paulo, como agendas, cadernos e outros artigos.

Fonte.

Brasileirão é o preferido

Apenas um a cada 14 torcedores no Estado de São Paulo tem o Campeonato Paulista como seu torneio predileto de futebol.

Pesquisa TNS, concluída no final de 2008 e divulgada nesta quarta-feira (21), revela que o Paulistão é apenas o quarto na preferência dos paulistas, com 6,94% dos votos.

O Campeonato Brasileiro aparece como o favorito, apontado por 60,85% dos entrevistados, seguido da Taça Libertadores da América (16,17%) e da Copa do Brasil (11,76%).

Os Estaduais também ocupam a última colocação na preferência dos torcedores em âmbito nacional.

Dos 7007 entrevistados em 356 municípios do país, 8,03% afirmaram gostar mais da competição local.

O Brasileirão também é o líder nacional de indicações, com 56,67%.

Tecnicamente empatados, Copa do Brasil e Libertadores foram citados por 13,77% e 13,70% dos entrevistados, respectivamente.

O Campeonato Pernambucano é o Estadual com maior apelo entre os torcedores de sua região (16,8%). Na sequência, o Cearense (11,5%) e o Baiano (10%).

Entre os de menor predileção entre o público local estão o Paranaense (6,72%), o Gauchão (6,86%) e o Paulistão.

Entre os grandes clubes de São Paulo, o Corinthians é aquele cujo torcedor mais aprova os estaduais (7,77%). Santos (6,74%), São Paulo (5,74%) e Palmeiras (5,38%) completam a relação.

No ranking nacional, a lista é encabeçada por Fluminense (10,34%), Internacional (9,54%) e Atlético-MG (8,09%).

Fonte.

Muricy é aposta de marketing do São Paulo

Nem um jogador do elenco tricampeão brasileiro, tampouco um dos seis reforços contratados para esta temporada. A grande aposta do São Paulo para fazer ações de marketing em 2009 é o treinador Muricy Ramalho.

Contratado no início de 2006, Muricy foi um dos principais artífices da hegemonia nacional do São Paulo nos últimos anos. Por isso, a diretoria resolveu começar a testar o potencial de venda do comandante.

A primeira iniciativa com esse intuito foi a criação do modelo de camisas para a comissão técnica. Assim como os uniformes de treino dos jogadores, que possuem a numeração de cada um no braço esquerdo, a versão que será utilizada por Muricy tem as iniciais MR na manga.

“Nós vamos usar isso até para ver o apelo que um produto totalmente vinculado ao Muricy pode ter. Ele é um dos personagens mais importantes da história do São Paulo”, classificou o vice-presidente de comunicação e marketing do clube, Júlio Casares.

A segunda ação focada em Muricy deve ser a produção de bonecos miniatura do treinador. O São Paulo pretende lançar uma coleção desses brinquedos ainda em 2009, e deve iniciar a produção com o atual treinador e Telê Santana.

Entretanto, a utilização do treinador como protagonista de campanhas de marketing não é novidade no futebol paulista. No ano passado, o Corinthians lançou um linha de camisetas com a frase “sou mano do Mano” em alusão a seu comandante, Mano Menezes. O produto não teve boa receptividade e vendeu pouco.

Fonte.

Marketing do Peixe se mexe e Santos vende camisas do Léo já nesta quinta-feira

Depois de um longo e tenebroso inverno, o Departamento de Marketing do Santos finalmente promove uma campanha decente. Após quase ignorar a chegada de craques como Giovanni, Zé Roberto e Kléber Pereira, o clube lança a promoção “Léo, o retorno”. Uma iniciativa simples, mas de muito valor para quem admira o “Guerreiro da Vila”.

A partir das 9h desta quinta-feira, a loja de produtos oficiais do Santos anexa à Vila Belmiro irá colocar à venda camisas do Peixe com o número 3 e o nome do ídolo, no valor de R$ 145,00. Quem adquirir o produto terá direito a autógrafos e fotos com o jogador, em uma outra ocasião, a ser comunicada aos compradores.

Fonte.

Por grife, RBK leva São Paulo à Oscar Freire

Desde que anunciou a criação da SAO Store, a Reebok deixou clara uma idéia de que o projeto não contemplava apenas a criação de uma linha de lojas oficiais; aquele era o embrião de uma nova grife inspirada no São Paulo, time que a multinacional patrocina. Nesta semana, os parceiros anunciaram mais uma ação com esse intuito: a criação de uma unidade na rua Oscar Freire, pólo do mercado de luxo paulistano.

A rua dos Jardins será a sede da quarta SAO Store, e tem inauguração prevista para o fim de março ou começo de abril. As três primeiras unidades já estão funcionando, todas em shoppings (Ibirapuera, Center Norte e Paulista, em ordem de inauguração).

“O São Paulo virou uma marca fashion, e não existe endereço mais fashion no Brasil do que a Oscar Freire. A próxima SAO Store será aberta lá, até para reforçarmos essa idéia”, explicou Tullio Formicola Filho, diretor de marketing da Vulcabras, empresa responsável pela produção da Reebok no Brasil.

A localização da nova loja corrobora o planejamento da Reebok para a marca SAO. Desde o lançamento, a empresa mostrou preocupação com a transformação das lojas e da coleção com esse logotipo em uma grife. Apesar de ser um centro de produtos oficiais do clube, o espaço conta com artigos exclusivos e coleções limitadas, com foco no público de maior poder aquisitivo.

“Como algumas outras lojas na Oscar Freire, não estamos criando isso com a idéia de ter um grande lucro. Isso faz parte de um planejamento, porque ter uma loja naquela região fortalece a idéia de que somos uma marca de grande potencial”, ponderou o diretor da Vulcabras.

O anúncio da nova unidade da SAO Store foi feito na última segunda-feira, no evento de lançamento dos uniformes da equipe tricolor para a temporada 2009. Dentro do plano de negócios para essa iniciativa, a idéia do clube é abrir a quinta unidade no interior do Morumbi. Depois disso, a Reebok começará a vender franquias.

“Uma das apostas dessa parceria entre Reebok e São Paulo é que nós nunca paramos. O clube sonha, e nós trabalhamos para viabilizar alguns desses sonhos. Estamos juntos em todas as iniciativas, pensando sempre na próxima ação para surpreender”, finalizou Formicola Filho.

Fonte.

Com Palmeiras, Samsung volta ao futebol

A Samsung está de volta ao futebol. Nesta segunda-feira, em evento realizado no salão nobre do Parque Antarctica, a multinacional coreana anunciou patrocínio ao Palmeiras, time com o qual assinou por três temporadas. Assim, encerrou um período de um ano de afastamento da modalidade no Brasil.

Até dezembro de 2007, a Samsung estampava sua marca nas camisas do Corinthians. O time alvinegro recebia US$ 6,7 milhões (aproximadamente R$ 15 milhões) pelo acordo, e o documento continha cláusula de redução em caso de rebaixamento. Quando a queda da equipe à segunda divisão do Campeonato Brasileiro foi consumada, a diretoria não aceitou diminuir o aporte de capital e isso afastou a empresa. Posteriormente, a Medial desembolsou R$ 16,5 milhões para patrocinar os paulistas por um ano.

Sem o Corinthians, a Samsung focou seu patrocínio em modalidades olímpicas durante a temporada passada. A empresa apostou no “time medalha azul”, conjunto de atletas como o nadador César Cielo, a ginasta Daiane dos Santos e o jogador de vôlei Giba, para ocupar espaço na mídia a despeito de estar distante do futebol masculino – Marta, melhor do mundo entre as mulheres, também integra o “casting” da multinacional.

O investimento em outras modalidades durante 2008 justificou-se pela realização das Olimpíadas de Pequim. Sem um evento desse porte neste ano, a Samsung resolveu voltar ao futebol. E para isso, escolheu o Palmeiras como plataforma.

“Sabemos que o mundo vive um momento complicado no setor financeiro, mas é nessas horas que você percebe quais são as grandes empresas. A Samsung é uma marca forte, que sempre esteve ligada ao futebol. Tínhamos um interesse de voltar, e acreditamos muito nessa parceria que foi realizada com o Palmeiras”, avaliou José Roberto Campos, vice-presidente executivo da empresa no Brasil.

A Samsung ofereceu R$ 15 milhões para ter exclusividade na camisa do Palmeiras – a Fiat, que patrocinava o time até o fim de 2007, fez uma proposta de R$ 12 milhões para ter seu nome apenas no peito e nas costas. Contudo, o clube tem contrato com a Suvinil, que paga R$ 3 milhões por espaço nas mangas, até o fim de abril.

“Vamos honrar esse compromisso, porque é assim que essa diretoria se comporta. Nós valorizamos os nossos parceiros, e isso pode ser visto na disputa da Copa São Paulo de juniores. Não temos mais um acordo com a Fiat, mas não deixamos de mostrar a marca deles”, lembrou Luiz Gonzaga Belluzzo, diretor de planejamento do Palmeiras.

Fonte.

Santos leva mais torcida ao Pacaembu do que o Corinthians

O amistoso do Santos contra a Portuguesa Santista neste domingo, no Pacaembu, teve um público maior que o presente no também amistoso entre Corinthians e Estudiantes, da Argentina, no sábado, no mesmo estádio.

O time da Vila Belmiro, que venceu por 2 a 1, levou ao estádio 20.230 torcedores, praticamente todos eles torcedores do Santos. Foram 14.330 pagantes e mais 5.900 não pagantes.

Já os corintianos, que derrotaram os argentinos por 5 a 1, jogaram para um público de 15.218 torcedores, sendo 13.956 pagantes. No entanto, por ter ingressos mais caros, a renda do amistoso do Corinthians foi maior: R$ 290.344,50 contra R$ 149.170,00 arrecadados pelos santistas.

“É uma beleza. Cerca de 20 mil pessoas é um número muito considerável. Vou retribuir e devido a esse público voltaremos em um mês. Jogaremos com o Botafogo-SP (pelo Campeonato Paulista) aqui (no Pacaembu) no dia 21 de fevereiro”, disse o presidente Marcelo Teixeira, em entrevista à rádio Jovem Pan.

Fonte.

Palmeiras confirma Samsung por 3 anos

O Palmeiras saiu na frente dos rivais e exibirá a marca da Samsung em sua camisa pelos próximos três anos. O acordo foi confirmado na noite desta quinta-feira pelo presidente do clube, Affonso Della Monica, durante o lançamento da bola que será usada no Campeonato Paulista de 2009, produzida pela Topper.

O dirigente não deu detalhes sobre o acordo e fez segredo sobre possíveis mudanças na logomarca da nova parceira – em que predomina a cor azul – para não destoar do tradicional verde palmeirense.

“Vamos apresentar a nova camisa na próxima segunda-feira. Vocês saberão de todos os detalhes do contrato neste evento”, afirmou Della Monica em entrevista exclusiva à Máquina do Esporte.

O contrato irá render R$ 15 milhões anuais aos cofres do clube. Desse montante, R$ 12 milhões serão pagos pelo peito do uniforme até o mês de maio, quando vence o atual acordo com a Suvinil, detentora das mangas. Depois disso, a gigante coreana de eletrônicos deverá aumentará o valor do aporte pela “exclusividade” de sua marca na camisa.

O apoio da marca de tintas foi apenas um dos fatores que prolongaram a negociação. Além disso, parte da diretoria do Palmeiras entendia que a Samsung queria espaço demais no Palestra Itália, o que chegou a dar vantagem à Fiat, parceira do clube em 2008, na briga pelo patrocínio.

Um entrevero, no entanto, pode ter impedido o acerto. A montadora italiana “deve” o pagamento de um bônus pela conquista da vaga na Libertadores, segundo o clube. A Fiat entende, no entanto, que só deve pagar o combinado depois que a equipe de Vanderlei Luxemburgo superar o Real Potosí, em jogo válido pela fase eliminatória da competição continental.

A Samsung volta a patrocinar um dos grandes de São Paulo após uma temporada. Entre 2005 e 2007, a empresa esteve associada ao Corinthians. No ano passado, a multinacional fechou com a Federação Paulista de Futebol (FPF).

Fonte.

Torcida bancará Amoroso no Guarani

O retorno do atacante Amoroso ao Guarani após 14 anos, anunciado na última segunda-feira, tem um sabor especial para o departamento de marketing do clube. A contratação será integralmente bancada pelo projeto de sócio-torcedor, que rende mensalmente cerca de R$ 160 mil aos cofres do time de Campinas.

Com cerca de quatro mil associados, o projeto – um dos pilares da reestruturação financeira do clube – também ajudou na manutenção de parte do plantel de 2008 para a próxima temporada, inclusive as revelações Fernando Gaúcho e Henrique.

“Não tem nenhuma empresa envolvida na negociação. Ele se prontificou a jogar sem ganhar nada, mas não achamos justo. Fizemos uma oferta que está dentro da realidade do clube. Nossos principais atletas ganham em torno de R$ 12 mil e ele será bonificado dentro desse patamar”, afirma Mercival Piron, vice-presidente de marketing do Guarani.

“O sócio-torcedor viabilizou essa contratação, que é o resgate da tradição de um atleta que joga por amor. Estamos nos reestruturando graças à estabilidade do projeto. Nossos meses voltaram a ter 30 dias”, completa o executivo.

A volta do ídolo, que assinou contrato para a disputa do Campeonato Paulista, também deverá ajudar nesse processo. O Guarani pretende capitalizar a presença de Amoroso com a venda de produtos licenciados e bilheteria. A meta é levar entre 12 e 15 mil pagantes aos jogos disputados no estádio Brinco de Ouro da Princesa. A média de público no Campeonato Brasileiro da Série C deste ano era de cinco mil torcedores.

Além disso, o clube quer vender cerca de 2,5 mil camisas com o nome do jogador nos próximos três meses, gerando uma receita de aproximadamente R$ 247 mil.

“Já estamos formatando com nossos parceiros algumas ações de marketing com a marca Amoroso. Ele ganhará royalties desses produtos e iniciará a fase de individualização do nosso departamento. Queremos fazer esse trabalho com os nossos principais atletas”, destaca Piron.

A imagem de Amoroso será usada ainda para negociar os contratos de patrocínio para a próxima temporada. No momento, o clube tem assegurado apenas o apoio da Lupo, que estampa sua marca nos calções do time, para 2009.

“Ter alguém como o Amoroso no elenco, certamente, nos ajudará nas negociações com as empresas. Pretendemos anunciar o dono da nossa cota master ainda na primeira semana do ano”, conclui o vice-presidente de marketing do Guarani, que não descartou a continuidade da marca EMS na camisa. Já a FYM Motos retirou o apoio ao clube em virtude da crise financeira.

Fonte.

Band “tira” audiência da Globo no futebol

Após duas temporadas compartilhando a transmissão do futebol com a Bandeirantes, a Globo não tem o que comemorar. Desde que iniciou a “divisão” dos direitos de TV dos principais campeonatos nacionais com o canal do Morumbi, a emissora viu sua audiência despencar e, conseqüentemente, acompanhou o crescimento da parceira.

A Globo fechou 2008 com os piores índices dos últimos quatro anos. A média, não divulgada oficialmente pelo canal, deve ficar abaixo dos 23 pontos, número registrado no ano passado. Na temporada de 2005, por exemplo, a emissora cravou 27,5 pontos e média e 47,2% de share.

Em contrapartida, a Bandeirantes saiu de 4,2 de pontos de média e 7,3% de participação em 2007 para 5,1 de média e 8,7% de share neste ano.

A trajetória das duas emissoras também é inversa no que se refere ao período em que os jogos são transmitidos. Enquanto a Globo leva vantagem nas partidas disputadas à noite (média de 25,7 em 2008), a Band obtém melhores resultados na faixa vespertina (média de 5,2 pontos).

A queda na audiência, contudo, não esfriou o interesse da Globo em manter o modelo vigente de parceria. O contrato com o canal paulista foi renovado por mais dois anos no último mês de outubro. Além do pacote tradicional, com Brasileiro, Paulista, Copa do Brasil e Sul-Americana, o canal paulista terá o direito de transmitir o Campeonato Carioca em 2009 e 2010.

A “cereja do bolo”, no entanto, é a divisão da Copa do Mundo de 2010, que será disputada na África do Sul, selada há duas semanas por valores não revelados. A principal competição do futebol mundial será o último evento de grande porte transmitido pela Globo, no mínimo, até 2014.

Os direitos dos Jogos Pan-Americanos de 2011, que será realizado em Guadalajara, e dos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres, pertencem à Record. O canal de Edir Macedo vislumbrava a possibilidade de fechar um negócio para, em troca da cessão das Olimpíadas, abocanhar o Mundial. O acordo entre Globo e Band, porém, praticamente sepultou as negociações nesse sentido.

Cada ponto no Ibope equivale a 54 mil domícilios na Grande São Paulo, região de referência para o mercado publicitário.

Fonte.

Após 10 anos, Beckham rompe com Pepsi

Após 10 anos, David Beckham deixará de ser garoto-propaganda da Pepsi. O jogador decidiu renunciar ao acordo de US$ 3 milhões anuais para se dedicar a novos projetos, segundo informou o tablóide britânico “The Sun”.

A necessidade de vincular sua imagem a produtos mais saudáveis para crianças teria sido uma das razões que motivaram o rompimento do acordo por parte do inglês, apresentado no último dia 20 de dezembro como novo astro do Milan.

“Tenho apenas boas recordações dessa associação com a Pepsi. Interpretei um gladiador, um cowboy e um surfista [em campanhas comerciais], e tive o prazer de trabalhar com estrelas como Beyoncé e Jennifer López. Espero que as pessoas que viram meu trabalho com a empresa tenham aproveitado tanto quanto eu”, disse Beckham.

Em comunicado, a Pepsi exaltou a parceria de uma década com o atleta, a quem definiu como “um dos jogadores mais brilhantes e inspiradores de todos os tempos”.

“O legado de David no futebol continuará, e todos dentro da Pepsi seguiremos apaixonados por seu sucesso, assim como aconteceu nos últimos dez anos. Desejamos sucesso em sua nova jornada e esperamos voltar a tê-lo como parceiro em algum momento”, afirmou a empresa.

Ainda de acordo com o “The Sun”, Beckham voltará suas atenções para a nova campanha mundial da Vodafone, uma de suas patrocinadoras pessoais, ainda sem data definida para estréia.

Fonte.

TV digital cria ESPN interativa nos EUA

Ainda no papel para o mercado brasileiro, a TV digital, que promete revoluções em termos de interatividade, já está sendo aproveitada nos Estados Unidos. No começo de 2009, a ESPN deve lançar três serviços distintos aproveitando o novo sistema, com tecnologia acessível a grande parte do país.

Além de agregar valor à marca, os serviços ESPN My Vote, ESPN in Game Extra e My Bottom Line também devem trazer um retorno financeiro considerável, uma vez que permitem uma utilização maior dos espaços pelos anunciantes.

“O mercado entende bem essa nova tecnologia e a necessidade da TV digital. Ele entende o valor disso”, disse Sean Bratches, vice-presidente executivo de marketing e vendas do braço esportivo da Disney.

O sistema de exploração das três propriedades ainda não está completamente definido, mas sabe-se que o consumidor poderá acessar mini-sites das empresas patrocinadoras pelo controle remoto. O serviço deve ser incluído no My Bottom Line, que permitirá ao telespectador controlar o conteúdo da barra de informações que fica na parte inferior da tela.

Já as outras duas novidades devem ganhar mais importância em transmissões ao vivo. O ESPN My Vote permitirá a participação pela televisão em enquetes e aferições dos programas, enquanto o ESPN in Game Extra fornecerá informações complementares dos jogadores em questão.

Fonte.

Canal cresceu 139% com Pequim-08

A boa fase na Bandeirantes com a audiência de eventos esportivos não se restringe ao futebol. Entre 8 e 24 de agosto, quando foram disputados os Jogos Olímpicos de Pequim, o canal viu seus índices aumentarem 139% em relação ao mesmo período do mês anterior, somando mais de dez milhões de telespectadores.

Durante a madrugada, “fértil” em competições em função do fuso horário para a China, o crescimento foi de 360%.

A Globo, por sua vez, aumentou sua audiência em 31% nas duas semanas de transmissão do evento e liderou a fila do Ibope em todo o período. A faixa com maior ascensão foi a matutina, habitualmente problemática para a emissora: 99%. Entre meia-noite e 6h, a subida foi de 33%.

Record, SBT e Rede TV! caíram, respectivamente, 15%, 8% e 2% enquanto as Olimpíadas foram disputadas na capital chinesa.

Fonte.

Com bandeiras e camisas retrô, futebol brasileiro olha para o seu passado

Em 2008, o futebol brasileiro contrariou a velha máxima que fala da nossa memória curta. Ao mesmo tempo em que celebrou a capacidade do hexacampeão São Paulo de pensar no futuro e se planejar, soube olhar para o passado e valorizar feitos e ídolos.

Nas arquibancadas, multiplicaram-se bandeiras e faixas com jogadores de dez, 20 e até 50 anos atrás. Nas ruas, viraram febre as camisas retrô – produzidas pelos fabricantes atuais com base em modelos usados no passado. Algumas razões explicam o sucesso dessas camisas.

- Elas me remetem ao tempo em que os ídolos existiam e eram identificados com o clube. Hoje não temos mais isso. Naquela época, se você falasse em Zico, falava também em Flamengo, e vice-versa – teoriza o torcedor André Tozzini, que tem 35 anos e já comprou duas camisas do Flamengo, duas da seleção brasileira (de 1978 e 82) e uma da União Soviética.

camisasretro

O professor Marcelo Caldas, de 29 anos, tem outra explicação:

- Na verdade, eu ia só comprar uma do Fluminense para a minha ex-namorada, mas acabei vendo duas que tinham menos cara de camisa de futebol e serviam como uma opção de blusa com estilo – diz Marcelo, que saiu da loja com um exemplar da União Soviética e outro da China.

Confira galeria de fotos com camisas retrôs

Para comemorar o seu centenário em 2009, o Inter lançará mais dois modelos retrô, ainda não divulgados, que se juntarão à camisa de 1954 (quando o time goleou o Grêmio na inauguração do Olímpico) e à de 1975 (em homenagem ao gol de Figueroa que garantiu o primeiro título brasileiro).

- Virou um ícone de moda. Você não vê tanto essas camisas em dias de jogo, mas, sim, à noite. E elas ainda remetem a fatos históricos – explica o diretor de marketing do Inter, Jorge Avancini.

Quatro modelos comemorativos formam um número bem razoável. O Atlético-MG foi mais longe em seu centenário: lançou oito modelos neste ano, um referente à cada década entre 1910 a 1980. Há uma quantidade ainda maior de camisas do Flamengo nas ruas, mas com um dado curioso: é raro encontrar uma que seja do fabricante oficial de uniformes. Ou seja, o clube pouco fatura com esse mercado.

O diretor de marketing Ricardo Hinrichsen explica que sempre teve dificuldade em lançar linhas retrô por uma questão de contrato, até que conseguiu convencer a Nike a lançar uma camisa referente ao título mundial de 1981. Mas a quantidade, pequena, esgotou-se em três semanas.

- No ano passado, já havíamos procurado a Nike para fabricar camisas em alusão ao título brasileiro de 1987, aproveitando a polêmica (sobre o penta, com o São Paulo). Mas não houve acordo. Quando dizemos que a relação (com a Nike) é difícil, as pessoas não acreditam. Mas a situação é surreal. Toda semana havia coisas desse tipo.

No fim das contas, o Flamengo emprestou sua marca para que Zico lançasse uma linha do título mundial de 1981 e para que Júnior produzisse a sua, aproveitando a conquista do Brasileiro de 1992. E há ainda camisas não oficiais e, claro, os produtos piratas.

- A pirataria é ágil. Se você não lança o produto, alguém vai se dar bem.

O sociólogo Ronaldo Helal, que trabalha com esporte, vê o sucesso das camisas retrô como uma forma de idealização do passado. Ele diz que esse fenômeno acontece em outras áreas da sociedade e cita os filmes de Indiana Jones como exemplo: encarados como comerciais quando foram lançados, na década de 80, passaram a ser cultuados mais de 20 anos depois.

A linha retrô também agrada aos torcedores que não gostam de publicidade no uniforme. Helal lembra que a propaganda nasceu como um elemento negativo, para depois mudar de conotação.

- Quando a publicidade foi liberada nas camisas, em 1982, iniciou-se uma discussão se isso iria macular a imagem sagrada do time. Com o tempo, o torcedor passou a comprar a camisa com propaganda justamente porque era a mais oficial. Ou seja, sacralizava o que era profano.

A única exceção nesse sentido entre as camisas retrô é um exemplar, referente ao fim da década de 80, do Palmeiras. O patrocinador, o mesmo da época, é diferente do atual. Segundo o clube, houve acordo entre o fabricante de uniformes e a empresa que estampa atualmente a sua marca na camisa.

Assim como as camisas retrô, também fizeram sucesso bandeiras e faixas, nas arquibancadas, com desenhos de velhos ídolos. O movimento de volta ao passado começou em 2007, com cânticos parecidos com os usados em outros tempos, mas ganhou força de vez neste ano.

faixa

Foram homenageados ídolos de décadas atrás, como o botafoguense Garrincha e o time santista de 1962, ou de um passado nem tão distante assim, caso do vascaíno Juninho Pernambucano. A onda se espalhou de tal forma que chegou a dirigentes (como o colorado Fernando Carvalho), técnicos (o gremista Luiz Felipe Scolari) e até compositores (Cartola, no Fluminense, e Lupicínio Rodrigues, no Grêmio).

Fonte.

São Paulo cria pacote para jogos de 2009

O São Paulo lançou nesta terça-feira uma nova etapa de sua parceria com a Visa. Além de criar um espaço de convivência exclusivo no Morumbi, a empresa ajudará o clube a estruturar um pacote de ingressos para todas as partidas de 2009.

O projeto, chamado de “passaporte tricolor” pela diretoria do clube paulista, consiste em uma venda única para todos os jogos do São Paulo na temporada, incluindo Campeonato Paulista, Copa Libertadores e Brasileiro. Os torcedores poderão comprar assentos no início do ano e terão lugares reservados até para partidas que tiverem lotação completa.

Há dois planos disponíveis: os são-paulinos podem pagar R$ 650 por lugares atrás dos gols do Morumbi ou R$ 1 mil por arquibancadas centrais (nos dois casos, há uma taxa de conveniência de 10%). Cada pessoa só poderá comprar um máximo de cinco pacotes. O clube e a Visa terão monitores no estádio para garantir que os locais sejam respeitados – as cadeiras serão marcadas com o nome do comprador.

“Estamos dando um passo importante, inovando, até porque os nossos antecedentes não frutificaram. É importante pagar toda a dívida que temos com os torcedores, que são maltratados rotineiramente nos estádios”, disse o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, em entrevista coletiva.

A expectativa do São Paulo é lucrar R$ 2 milhões com a venda de carnês para todo o ano – as compras poderão ser parceladas em dez vezes, e haverá 5 mil assentos disponíveis para esse segmento. Além disso, o clube aposta nessa iniciativa para colocar sua marca em um patamar europeu – os clubes do Velho Continente têm a comercialização de pacotes para toda a temporada como prática comum.

“É um patamar inicial para uma mudança de cultura. Existem muitas falhas, cambistas, ingressos falsos, e isso precisa ser corrigido. Queremos criar um novo processo, mais próximo do conforto e da comodidade que os torcedores encontram na Europa”, confirmou Juvêncio.

Time gaúcho fecha parceria com a Ambev

A companhia de bebidas Ambev é a nova parceira do Novo Hamburgo. O time gaúcho chegou a um acordo com a empresa para uma iniciativa de desenvolvimento conjunto para as marcas, e o projeto terá início em 2009.

A partir do próximo ano, a Ambev vai criar anúncios de seus produtos vinculados à marca do Novo Hamburgo para serem colocados diretamente nos pontos de venda. Além disso, a marca terá placas publicitárias no interior do clube.

Como contrapartida, o Novo Hamburgo receberá geladeiras da Ambev para colocar em sua copa, na secretaria e nos camarotes do estádio. O clube ainda passará a vender apenas produtos da marca em suas dependências (a restrição vale para cervejas, refrigerantes, chás, isotônicos e água).

A parceria com o Novo Hamburgo corrobora o direcionamento de marketing da Ambev para o Rio Grande do Sul. A empresa já possui acordos similares com Grêmio e Internacional, principais equipes do Estado.

Fonte.

Campeão também nos negócios

Na festa da vitória que sagrou o São Paulo Futebol Clube campeão brasileiro pela sexta vez (terceira consecutiva), no dia 7 de dezembro, poucos torcedores celebraram tanto quanto o publicitário Júlio Casares. São-paulino fanático e vice-presidente de marketing do clube, Casares comemorava mais do que o título: para ele, a vitória sobre o Goiás credenciava o São Paulo a negociar o maior contrato de patrocínio da história do futebol brasileiro, objetivo que ele vem acalentando há pelo menos seis meses e que deve ser concluído nas próximas semanas. Agora, para ter seu logotipo estampado na camisa do clube, o principal patrocinador da equipe paulista terá de pagar cerca de 30 milhões de reais, o dobro do que a fabricante de eletroeletrônicos coreana LG paga atualmente ao São Paulo. Empresas como Philips, Samsung, AOC, Emirates Airlines e a própria LG estão entre os possíveis patrocinadores e, de acordo com pessoas próximas à negociação, as duas últimas são as mais fortes candidatas a ganhar o contrato. “Em termos de exposição na mídia, o São Paulo oferece hoje um retorno dez vezes maior do que o valor do investimento”, diz Casares.

Tanto quanto exposição, patrocinadores de equipes esportivas como o São Paulo buscam associar suas marcas a um histórico de vitórias. Essa é a essência do marketing esportivo e é o que explica fenômenos como o patrocínio milionário a times como Milan e Barcelona ou a atletas como o golfista Tiger Woods. O São Paulo não é o time mais popular do Brasil nem o que tem o maior número de torcedores. Também não chega a ter estrelas de primeiríssima grandeza em sua equipe. Seu maior atrativo, em matéria de marketing, é justamente seu recente histórico de conquistas e o grau de profissionalismo de seus gestores. Dos 17 títulos disputados nos últimos quatro anos, o São Paulo ganhou seis, incluindo um campeonato mundial e uma Libertadores da América.

Longe de se tratar de dois eventos isolados, a conquista de um título inédito e a assinatura do maior contrato de patrocínio entre um clube brasileiro e uma empresa são, na realidade, a consagração de uma minuciosa – e audaciosa – estratégia de marketing traçada pelo próprio Casares. Quando ele chegou ao clube, em 2002, o São Paulo não diferia muito dos demais times do país. Sem uma estrutura profissionalizada para negociar seus contratos de publicidade, os acordos eram fechados com base nas relações pessoais dos dirigentes e sem nenhum tipo de planejamento. A primeira medida adotada por Casares foi unir a diretoria de futebol em torno de um objetivo: o retorno do time à Copa Libertadores da América, da qual o São Paulo estava fora havia quase uma década. A idéia era dar ao clube visibilidade internacional e, conseqüentemente, aumentar o valor das cotas de patrocínio. Com base nessa aposta, Casares buscou parceiros que tinham estratégias para os mercados interno e externo e acabou assinando contratos com Reebok e Coca-Cola. Com isso, estima-se que o valor total que o São Paulo recebe com patrocínio tenha passado de 11 milhões de reais em 2002 para mais de 30 milhões em 2008. Com mais dinheiro em caixa, o clube investiu na contratação de jogadores e na melhoria das instalações do departamento de futebol. Os resultados obtidos nos últimos anos são, em grande medida, conseqüência dessa fórmula. “Não há projeto de marketing que resista a um time que não ganha campeonatos”, diz Bertie Mullin, presidente da The Aspire Group, consultoria americana especializada em marketing esportivo.

Na estratégia de Casares para transformar o São Paulo numa máquina de ganhar dinheiro – e títulos -, o estádio do Morumbi desempenha papel de destaque. Maior arena privada do país, o Morumbi passou a ser visto como uma poderosa fonte de receita, com potencial muito maior de arrecadação do que o proporcionado pelos jogos de futebol. A Reebok, uma das maiores fabricantes de material esportivo do mundo, investiu 4 milhões de reais na instalação de uma loja no estádio. Entre canetas, chaveiros, camisas e bichos de pelúcia, são quase 800 itens exclusivos do São Paulo. A Coca-Cola investiu 2,5 milhões de reais na construção de um bar temático com vista para o gramado do estádio. A idéia da direção é, até 2010, converter todo o anel inferior do Morumbi em um corredor semelhante ao de um shopping center – com cinema, churrascaria, bufê infantil e centro de convenções. “Trata- se de um modelo sem paralelo no Brasil”, diz Casares. Apenas com os negócios já instalados no estádio, o clube estima fechar 2008 com um lucro de 4 milhões de reais. É pouco em relação ao que outras grandes equipes de futebol do mundo ganham com suas estruturas de marketing. Mas muito diante do histórico de grandes jogadas e maus negócios do futebol brasileiro. Até 2010, a expectativa é que o São Paulo embolse 15 milhões de reais por ano com a operação dessas lojas.

Embora se trate de um conceito inovador no Brasil, a idéia de transformar estádios de futebol em centros de entretenimento permanente por meio da associação com grandes marcas vem sendo adotada por clubes europeus desde o final da década de 90. Os pioneiros foram o britânico Middlesbrough e o holandês PSV. Os dois clubes se associaram a gigantes como British Telecom e Philips para a construção de bares, restaurantes e centros de convenções dentro de suas arenas – e, com isso, garantir a exposição de suas marcas a um público cativo mesmo fora dos dias de jogo. Hoje, esse conceito se espraiou por toda a Europa e o britânico Coventry Club é o melhor exemplo desse tipo de parceria. Seu novo estádio de futebol, o Rico-h (nome da empresa japonesa que patrocina o time), foi inaugurado no final de 2007, mas já desponta como referência para os acordos entre corporações e clubes de futebol. Além dos tradicionais camarotes, a arena do Coventry conta com hotel cinco estrelas com vista para o campo, academia de ginástica, espaço para feiras, supermercado e, de quebra, um cassino. “Com essa estratégia, os dois lados saem ganhando”, diz Simon Chadwick, professor de estratégia de negócios do futebol da Universidade Coventry, na Inglaterra.

O modelo de negócios dos clubes brasileiros sempre se apoiou na venda de jogadores para equipes estrangeiras. O São Paulo talvez tenha sido um dos primeiros a descobrir que, ao se financiar também fora de campo, pode manter jogadores à altura dos times do exterior. Mas já não é o único clube brasileiro a perceber a importância dessa estratégia. O modelo “estádio- shopping”, por exemplo, vem sendo perseguido por outros clubes, como Palmeiras e Coritiba, que já começaram a adaptar suas arenas para atrair grandes patrocinadores. “Os clubes brasileiros estão se dando conta do quanto suas marcas são valiosas”, afirma o economista Ricardo Araújo, especialista em gestão de arenas esportivas. A recente contratação do craque Ronaldo pelo Corinthians é um bom exemplo dessa nova mentalidade. Para que o Fenômeno pudesse engrossar as fileiras do time – e, com isso, aumentar o faturamento -, foi celebrado um acordo inédito no futebol nacional. O jogador terá direito a 80% da receita obtida com a venda dos espaços publicitários nas mangas da camisa e no calção dos jogadores – algo em torno de 10 milhões de reais por ano. A receita com os anúncios no restante do uniforme pertencerá ao Corinthians, que aposta no poder da concorrência entre os possíveis candidatos para elevar seu faturamento. No bilionário negócio do futebol, erguer a taça de campeão é apenas uma parte do desafio. A outra vem antes: arrumar recursos fora de campo que financiem a vitória dentro das quatro linhas.

Fonte.

Inter licencia linha de espumantes

O Internacional fechou parceria com a vinícola Peterlongo para a produção de dois modelos de espumantes com a marca do clube para o fim do ano. O acordo, fechado pela área de Licenciamento e Franquias da agremiação, terá rótulo especial em alusão à conquista do Mundial de Clubes de 2006.

“Somos os pioneiros nesse segmento e pretendemos agregar cada vez mais valor à marca do Sport Club Internacional”, disse Jorge Avancini, vice-presidente de marketing do clube do Beira-Rio.

Os dois modelos, Fino Moscatel e Fino Brut (com preços sugeridos de R$ 15,90 e R$ 17,90, respectivamente), devem ser apenas o início da parceria. As partes já prevêem novas versões em 2009, em comemoração ao ano do centenário do Internacional.

Fonte.

Santos planeja loja em shopping em 2009

Na esteira de Corinthians e São Paulo, que adotaram o expediente no segundo semestre deste ano, o Santos também deve lançar uma loja temática em um shopping center da capital paulista. O projeto, que deve virar realidade somente no fim de 2009, faz parte do novo contrato com a Umbro, que financiaria a aventura.

“A idéia é lançar o primeiro estabelecimento aqui em Santos já no começo do próximo ano e depois levar para São Paulo. Nós ainda não temos o local exato, mas entendemos que o shopping oferece mais segurança e conforto que qualquer outra possibilidade”, disse Alex Fernandes, coordenador de marketing do clube da Vila Belmiro.

As duas lojas vão além do compromisso estabelecido no começo de setembro. Mais que um simples estabelecimento, propriedade incluída no acordo, a Umbro deve dar início a uma rede, que pode chegar até ao norte do Paraná.

A avaliação das possibilidades, no entanto, levará em conta as possibilidades de capitalização do projeto. Em localidades com menos público cativo, o Santos pode criar quiosques, em vez de lojas completas.

O departamento de marketing entende que essa visão específica pode diferenciar o clube dos rivais da capital. Atualmente, o Corinthians possui sete lojas Poderosos Timão, e planeja ter mais de 50 até o fim de 2009, enquanto o São Paulo está presente em três shoppings.

Fonte.

Dicas de Natal: kit chimarrão a boneco do Guiñazu para os colorados

O colorado foi um dos que mais comemoraram em 2008. Foram nada menos do que três títulos conquistados: o Torneio de Dubai, o Campeonato Gaúcho e a Copa Sul-Americana. Talvez por isso este seja um bom momento para presentear um torcedor do Inter com artigos relacionados ao clube. Pensando nisso, o GLOBOESPORTE.COM foi atrás de alguns itens para sugerir a quem quiser comprar.

internacional

Ídolo no Beira-Rio, o argentino Guiñazu foi o primeiro jogador do Inter a ter um minicraque personalizado. O boneco do volante está sendo vendido por R$ 49,90 na loja oficial do clube.

No futebol, a expressão “chinelinho” virou sinônimo de malandragem, usado para jogadores que não gostam de treinar. Como o torcedor pode ser “chinelinho” à vontade, não se incomodaria de receber um chinelo de presente. Principalmente se este for completamente colorado e tiver o escudo do Inter. Vale R$ 22,90.

Para quem gosta de beber, na semana passada o Inter lançou o seu espumante personalizado. E em duas versões: Fino Moscatel (com preço sugerido de R$ 15,90) e Fino Brut (R$ 17,90). O conjunto Long Drink de copos, ao preço de R$ 74,90, pode acompanhar a festa.

Um dos hábitos mais característicos do povo gaúcho também não poderia ficar de fora. O GLOBOESPORTE.COM encontrou no site do Inter um kit chimarrão completo. Quem se interessar terá que gastar R$ 370,00.

Fonte.

Cruzeiro e Fiat não avançam sobre acordo

A reunião que poderia determinar a renovação do patrocínio entre Fiat e Cruzeiro ou a migração da montadora para o peito manteve as tratativas estagnadas. Ainda sem acordo para a mudança, a empresa demonstrou vontade de permanecer de qualquer forma, mas está longe de um acerto.

O desacordo pode ter o seu desfecho na próxima segunda-feira, quando os diretores da Fiat vão apresentar a pedida do clube para a presidência. Caso a montadora não avalize o acerto pela cota master (peito e costas), ela ainda pode permanecer com a premium (mangas).

Essa possibilidade, porém, deve adiar o fechamento dos negócios. O Cruzeiro só vai fechar o patrocínio menor depois do contrato principal, para não inviabilizar nenhum acordo, o que dá conta de que outra empresa do mesmo ramo também pode negociar.

Fonte.

Santos lança ônibus de turismo com ídolos

O Santos lançou, nesta sexta-feira, seu ônibus temático de turismo na Vila Belmiro. Decorada com caricaturas de ídolos do passado, a nova propriedade vai levar torcedores e visitantes em geral para passeios na cidade durante a alta temporada de verão, e deve virar atração fora da cidade no resto do ano.

Com investimentos de Umbro, Central de Fretes e apoio do Birô da Costa da Mata Atlântica, o ônibus de dois andares fará três trajetos distintos por Santos, e terminará todos os passeios na Vila Belmiro, com direito a entrada para o Memorial das Conquistas da agremiação.

A iniciativa não tem ligação com a parceria existente com a Volkswagen, que vai produzir um ônibus especial para a equipe profissional no início de 2009. Decorado com ídolos históricos como Pelé, Pepe, Zito, Diego e Robinho, o veículo pode virar atração por si só com o passar do tempo.

“Ele pode ser facilmente adaptado, até porque é muito grande. A idéia é levá-lo para grandes eventos, como, por exemplo, a Oktoberfest, em Santa Catarina, ou para o interior de São Paulo. E aí ele passa a ser o grande destaque, com artigos históricos dentro dele”, disse Alex Fernandes, coordenador de marketing do Santos.

O potencial de capitalização já está incluído. Para agregar valor ao passeio e lucrar com a novidade, o clube incluiu uma pequena versão de sua loja oficial no veículo, e pode ampliar o leque de produtos no caso de grandes viagens.

Fonte.

Para pesquisa, título da UCL vale 110 mi

Um sorteio realizado nesta sexta-feira, na Suíça, definiu os cruzamentos das oitavas-de-final da Liga dos Campeões da Europa. E assim, mostrou às 16 equipes que ainda disputam o título a próxima etapa em uma caminhada que vale 110 milhões de euros (R$ 370 milhões).

O valor foi determinado por uma pesquisa da Universidade de Conventry, na Inglaterra. Liderado pelo professor Simon Chadwick, o estudo analisou o potencial de premiação e receitas das equipes até o fim da Liga dos Campeões.

“Esses dados reforçam, em tempos de crise, que o esporte é um dos setores mais lucrativos do mundo atualmente. Trata-se de um setor que concentra atenções e investimentos”, apontou Chadwick em entrevista coletiva.

A simples presença entre os 16 melhores times da Europa rendeu 40 milhões de euros (R$ 135 milhões) a cada uma das equipes. Se passarem por essa eliminatória, arrecadarão outros 9,4 milhões de euros (R$ 32 milhões) com premiações.

“Temos de lembrar novamente do momento atual. Com um cenário de crise e perspectivas nada animadoras, esse valor representa um acréscimo considerável ao caixa e ao planejamento das equipes”, finalizou o pesquisador.

Fonte.

Figueirense lança energético oficial

Após Cruzeiro e Portuguesa, que anunciaram iniciativas semelhantes em julho deste ano, o Figueirense resolveu lançar uma linha de energéticos com sua marca. O clube fechou um acordo com a empresa Sport Drinks, que será responsável pela produção das bebidas a partir do próximo ano.

Inicialmente, a Sport Drinks disponibilizará um lote com 25 milhões de unidades do energético do Figueirense. Cada um será vendido por R$ 3,50, e o clube ainda não divulgou nenhuma campanha de mídia específica para o produto.

Além do lucro direto com a venda, o lançamento de bebidas energéticas com o logotipo e as cores do clube é uma forma de aproximação com um público segmentado. O produto tem como principal alvo a população jovem de classes média e alta, nicho considerado estratégico pelos departamentos de marketing dos clubes.

Essa perspectiva levou Cruzeiro e Portuguesa a lançarem seus energéticos neste ano. O clube mineiro criou sua bebida em parceria com a Rock Art Brasil, enquanto o time rubro-verde recorreu ao mesmo produtor do Figueirense.

Na Portuguesa, o lançamento do energético fez parte de um projeto da diretoria para aproximar o clube dos jovens. Além da bebida, a equipe rubro-verde criou uma terceira camisa com o selo da grife Cavalera, que tem como alvo a mesma faixa etária.

Fonte.

Tenda deixa Cruzeiro, e Fiat pode assumir

Uma reunião marcada para esta sexta-feira pode definir uma mudança no patrocinador master do Cruzeiro para a próxima temporada. O posto era ocupado até este ano pela construtora Tenda, que não vai permanecer, e a Fiat surge como favorita à substituição.

A Fiat patrocinou as mangas das camisas do Cruzeiro em 2008 (cota premium). No encontro desta sexta-feira, a empresa fará uma proposta para migrar para o peito e as costas (cota master), posto que já ocupou em anos anteriores. “O interesse existe, mas não sei se vai se confirmar. Vamos ouvir o que eles falarão na reunião e ver o que acontece”, disse o vice-presidente de marketing da equipe mineira, Antonio Claret.

Da lista de possíveis patrocinadores master, o nome da empresa italiana é o único que o Cruzeiro trata abertamente. No entanto, o clube mineiro salienta a existência de outros concorrentes nessa briga. O presidente Zezé Perrella chegou a dizer que “empresas da Ásia” demonstraram interesse na possibilidade de estampar a camisa da equipe.

Essa briga pelo espaço no peito e nas costas da camisa do Cruzeiro surgiu porque a saída da Tenda, que atualmente ocupa esse espaço, é dada como certa. A construtora passou por mudanças administrativas neste ano, foi negociada para outro grupo e tem um novo presidente. Com isso, já perdeu o período de preferência para a renovação do contrato, que vence no fim de 2009, e ainda não sinalizou sobre a chance de continuar.

“É uma mudança muito grande, e acredito que eles não devem manter o investimento no esporte. Ao menos no momento, o mais provável é que eles aproveitem um tempo para resolver questões internas. Estamos trabalhando com várias opções, e espero resolver isso o quanto antes”, ponderou Claret.

Caso a Fiat ratifique a migração da cota premium para o posto de patrocinador master, o Cruzeiro ainda deve encontrar facilidade para encontrar um substituto para suas mangas. A empresa de componentes automotivos Aephra já fez uma oferta à diretoria para voltar a esse espaço, desde que a primeira negociação tenha andamento positivo.

“A Fiat é o maior cliente deles. Então, a Aephra espera essa definição. Se a Fiat não fechar o peito e as costas da camisa, tem a preferência para continuar nas mangas”, explicou Claret. “Espero que essas negociações coloquem o Cruzeiro na lista dos principais clubes do Brasil na questão de patrocínio, que é onde ele deve estar”, completou.

Fonte.

Carling renova patrocínio a copa inglesa

A fabricante de bebidas Coors anunciou, nesta quinta-feira, a extensão de seu contrato de naming rights com a Copa da Liga inglesa. Pelo novo acordo, a competição continuará sendo chamada de Carling Cup até 2012.

Os valores não foram oficialmente divulgados, mas a marca de cerveja deve pagar mais que os 15 milhões de libras (R$ 53,2 milhões) por temporada que constam no atual compromisso, que termina no fim de 2008.

“A Carling Cup continua sendo uma importante fonte de renda para os clubes em todos os níveis do jogo profissional. Esse novo acerto vai aumentar ainda mais a reputação do torneio”, disse Lord Mawhinney, presidente da Liga Inglesa de Futebol.

Em 2009, o novo contrato vai representar um incremento importante nas receitas da entidade, que também comemora a assinatura, realizada ainda no ano passado, de um novo contrato de televisão com a BBC, que envolve também o Campeonato Inglês. Antes da crise mundial, a Liga conseguiu 264 milhões de libras (R$ 937 milhões) da emissora, valor 135% maior que o anterior.

“Considerando o clima econômico cercado de tensão, é extremamente positivo que tenhamos a continuidade do patrocínio de uma marca importante como a Carling”, concluiu o dirigente.

A preocupação com a instabilidade econômica, no entanto, não pode sair da vista do futebol britânico. Além dos clubes mergulhados em diversas dívidas, o país mais rico da modalidade ainda pode ver o patrocinador master do Campeonato Inglês não renovar seu acordo em 2010. Nesta quinta-feira, o banco Barclays adiantou que pode rever sua estratégia por causa da crise.

Fonte.

Ronaldo vai vestir a 99 em setembro

A diretoria de marketing do Corinthians confirmou, nesta quinta-feira, que o atacante Ronaldo deve usar a camisa 99 em setembro. O uniforme vai homenagear a idade do clube do Parque São Jorge no mês de aniversário da agremiação.

A numeração especial é um indício do que a agremiação está preparando para 2010, quando o Corinthians comemorará seu centenário. Em entrevista à “TV Bandeirantes”, o diretor de marketing Luís Paulo Rosemberg revelou a idéia de renovar o compromisso de Ronaldo por mais uma temporada e vesti-lo com a camisa 100.

Esta vai ser a segunda vez do atacante com o 99. No Milan, seu último clube, o “Fenômeno” não conseguiu manter sua camisa mais usual, que era de Filippo Inzaghi, e “dobrou” a marca registrada.

A estratégia deve turbinar ainda mais as vendas de camisa da contratação mais badalada do futebol brasileiro. Além dos três uniformes disponíveis com nome e número de Ronaldo, o Corinthians também comercializa o modelo “Dois mil e 9 fenomenal”.

A estratégia não é, no entanto, inédita no Brasil. Em 2006, o Flamengo estampou 111 na camisa do também atacante Luizão, e anunciou que dali em diante faria a mesma coisa em todas as temporadas. A idéia não foi adiante, mas serviu de inspiração para o Internacional, que criou o modelo 99 para o argentino D’Alessandro na atual temporada.

Fonte.

Atlético-MG fala em troca de patrocínio

O Atlético Mineiro divulgou, nesta quinta-feira, nota oficial sobre o reinício das conversas sobre renovação de patrocínio com a Fiat. O resultado da primeira reunião com a montadora, no entanto, é uma incógnita, já que o presidente Alexandre Kalil, responsável pelas tratativas, deixou que claro que está disposto a ouvir mais empresas.

“Nós estamos abertos a trocar de patrocínio caso alguém pague mais. Hoje [quinta-feira] aconteceu apenas a primeira reunião, e eles falaram números e ouviram números”, disse o mandatário, sem informar sobre os valores tratados.

Patrocinadora do clube desde o início do ano, a Fiat também negocia a renovação do patrocínio com outros nove clubes, entre eles Cruzeiro e Palmeiras. A demora no início das conversas entre a presidência e a montadora já fazia parte do planejamento de Kalil desde que ele havia assumido a presidência do Atlético no fim de outubro.

Em entrevista exclusiva à Máquina do Esporte, o dirigente explicou que só trataria o marketing como prioridade depois que remontasse o futebol. Cerca de 15 dias depois, Kalil desativou o departamento e assumiu as negociações, que só entraram na pauta depois da contratação do técnico Émerson Leão.

Fonte.

Esporte Interativo terá “futebol mobile”

A TV Esporte Interativo renovou seus direitos de transmissão dos Campeonatos Sul-Americanos sub-20 e sub-17, que acontecem no início de 2009. No segundo ano em que exibe as competições, a emissora ainda vai oferecer um pacote de interatividade na internet e pelo celular, que vai incluir jogos ao vivo sob demanda.

A informação, divulgada pelo site “Meio & Mensagem”, dá conta de que o conteúdo será disponibilizado para usuários das operadoras Claro, Tim e Oi. Além das partidas completas, o usuário também poderá requisitar melhores momentos e vídeos especiais.

A iniciativa faz parte da aposta na interatividade que norteou os trabalhos da TV Esporte Interativo nos últimos tempos. Pelo celular e pela internet, os telespectadores poderão trocar mensagens entre si e com os narradores e comentaristas, prática estimulada em toda a grade da emissora.

No começo de 2007, a transmissão do Sul-Americano sub-20, que aconteceu no Paraguai e garantiu o Brasil no torneio de futebol dos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, registrou picos de 11 pontos de audiência no Ibope, ainda segundo o “Meio & Mensagem”.

Fonte.

Crise pode tirar Barclays do Inglês

Um dos maiores bancos europeus, o Barclays, patrocinador master do Campeonato Inglês desde 2001, pode rever seu patrocínio à competição em 2010. No meio da crise financeira mundial, a instituição já abriu espaço para capital do Oriente Médio e pode cortar verba dos aportes no esporte para reduzir gastos.

“Haverá uma revisão de nossos patrocínios a fim de avaliar se estamos tendo forte retorno dos investimentos internacionais”, Libby Chambers, membro do departamento comercial e de marketing do Barclays.

O contrato atual com o Campeonato Inglês vai até o fim da temporada 2009/10, e vale cerca de 65 milhões de libras (R$ 233 milhões) por ano. Além da competição, o Barclays também patrocina o torneio final da Associação de Tenistas Profissionais (ATP), com valor de US$ 7 milhões anuais (R$ 16,5 milhões) por cinco anos.

No fim de outubro, o Federal Reserve (banco central dos Estados Unidos) chegou a abrir uma linha de crédito de US$ 30 bilhões (R$ 71 bilhões) para o Barclays e o Royal Bank of Scotland (RBS), que também vive situação complicada.

Para evitar um agravamento de sua situação, o banco aceitou, no último mês de novembro, um aporte de US$ 10,5 bilhões (R$ 24,8 bilhões) de um fundo de investimentos do Oriente Médio. Em troca, os executivos dos Emirados Árabes Unidos e do Qatar assumiram 32% das ações do Barclays.

Fonte.

Deputado quer mudar Lei Pelé

O deputado José Rocha (PR-BA) apresentou ao ministro do Esporte, Orlando Silva Júnior, uma proposta para fortalecer os clubes formadores de atletas e brecar o êxodo de talentos esportivos brasileiros para o exterior. O relatório, que ficou conhecido como Lei do Clube Formador, é uma proposta de alteração para alguns pontos da Lei Pelé.

A Lei do Clube Formador trata basicamente de oito pontos. Primeiramente, institui a figura das equipes de base, que terão obrigações sobre a estrutura que oferecem para os jovens, precisarão oferecer um complemento educacional e receberão como contrapartida o direito de estabelecer vínculo com eles.

Além disso, o projeto atribui à entidade regulamentadora da entidade o trabalho de fiscalizar e cobrar os clubes formadores. Os garotos vinculados às equipes de base passariam a ter contratos e bolsa atleta específica, mas cederiam ao empregador a prioridade de assinatura do primeiro contrato profissional por cinco anos, a partir dos 16 – contratos de formação seriam liberados a partir dos 14.

Outro ponto que José Rocha pretende alterar na Lei Pelé é a renovação do primeiro contrato profissional dos atletas. Atualmente, essa decisão cabe unicamente ao esportista. Segundo o projeto do deputado, o clube formador teria prioridade, mas não poderia assinar por um prazo superior a três anos.

O projeto de lei ainda fala sobre mudanças no repasse a clubes formadores quando os jogadores são negociados, dos atuais 0,5% para 5%, e institui cláusulas específicas da profissão no contrato de trabalho para atletas (liberação para trabalho à noite e nos fins de semana, por exemplo).

O último – e mais polêmico – tópico do relatório é a criação de monitores, que seriam ex-atletas com experiência de trabalho de formação. Esses profissionais atuariam nas categorias de base, transmitindo seus conhecimentos empíricos e teóricos a fim de completar a formação dos garotos.

A expectativa é que o projeto seja votado em março pela Câmara dos Deputados. O projeto que altera a Lei Pelé é uma das bandeiras de Orlando Silva Júnior, que se mostra constantemente preocupado com o êxodo precoce de atletas.

Fonte.

NBC vai inserir “grade” no Super Bowl

Um dos principais palcos de publicidade no mercado esportivo, o Super Bowl vai ser permeado de chamadas diferenciadas da programação da NBC, que este ano transmite o evento. Mais que veicular comerciais de suas principais séries, a emissora deve produzir peças somente para a final da liga de futebol americano (NFL).

A idéia está no planejamento da NBC desde o fim do ano passado. Com pequena desvantagem para suas principais concorrentes, a rede quer criar um novo público por meio de grandes eventos esportivos, como o próprio Super Bowl ou os Jogos Olímpicos.

O que vai diferenciar a final da NFL de 2009 para as outras ações é a inovação tecnológica e o pensamento mercadológico da produção. A série “Heroes”, por exemplo, vai ganhar um episódio 3-D na segunda-feira à noite, que será “vendido” durante o Super Bowl.

“Os espectadores querem uma versão ‘trailer’ do que vai acontecer, e essa é a idéia. Nós também estamos planejando uma propaganda diferente para chamar atenção. É o tipo de coisa que vai direto para o YouTube no dia seguinte”, disse John Miller, chefe do departamento de marketing da NBC.

Outras séries do canal, como “Medium”, “Chuck” e até a veterana “E.R.” também devem estrelar o horário comercial garantindo seu espaço na segunda seguinte. Já “The Office” terá um episódio especial de uma hora de duração logo após o Super Bowl, e também será promovido no evento.

Fonte.

Por R$ 3 mi, Cruzeiro fecha com Reebok

O Cruzeiro acertou, na tarde desta quarta-feira, a troca de seu fornecedor de material esportivo. A Vulcabras, com a marca Reebok, vai substituir a marca alemã Puma, que não renovou seu compromisso com o clube celeste. O contrato terá duração de três anos e custará cerca de R$ 3 milhões por temporada para a empresa, valor obtido com exclusividade pela Máquina do Esporte.

As conversas entre as partes começaram em novembro, quando a Puma perdeu seu direito de preferência. Desde então, o Cruzeiro vem conversando com a atual fabricante, a Nike e a Reebok, mas optou pela última opção.

“Nós estávamos muito satisfeitos com a Puma, que foi uma empresa que nos atendeu muito bem durante esses anos e sempre nos forneceu um material de altíssima qualidade. Porém, esse contrato com a Reebok é o melhor da história do Cruzeiro tanto em questão financeira quanto de material”, afirmou Antonio Claret, vice-presidente de marketing do clube mineiro.

Desde o início das tratativas, a diretoria de marketing do clube tem tratado o acordo como prioridade, já que o compromisso com a Puma vai somente até o fim de 2008. Parceira do Cruzeiro há quase dois anos, a marca alemã agora só possui contrato com o Grêmio, que também chegou a cogitar uma mudança em agosto deste ano, insatisfeita com o valor recebido.

Já a Reebok, com o negócio, volta a fornecer uniforme para três clubes no país. Em novembro, a empresa teve o contrato com o Vasco rompido, após a Champs fazer proposta de cerca de R$ 6 milhões anuais para patrocinar o clube carioca.

Com a mudança, curiosamente, a empresa conseguiu uma “promoção” de sua marca. Em vez de estar com um clube na Série B do Campeonato Brasileiro, conseguirá estampar sua marca em partidas na Copa Santander Libertadores.

“O Cruzeiro tem a cara da Reebok e a Reebok tem a cara do Cruzeiro. É um time de primeira linha no futebol brasileiro, de grande organização interna, tanto no futebol quanto no marketing e no comercial. Sem contar a torcida, que é fantástica e apaixonada pelo clube”, disse o diretor de marketing esportivo da Vulcabras, Tullio Formicola Filho.

Fonte.

Pelé protagonizará filme indiano

Figurinha carimbada nas telas de cinema, Pelé voltará a ser destaque na sétima arte em 2010. O tricampeão mundial de futebol fechou contrato com a Compact Disc India para estrelar um filme de animação dedicado ao esporte, segundo nota protocolada junto à Bolsa de Valores de Mumbai (antiga Bombaim).

“Vamos produzir um filme de animação baseado no futebol, com Pelé como personagem central. Entretanto, é cedo demais para falar em roteiro ou argumento”, afirmou Suresh Kumar, presidente da Compact Disc India.

O acordo também foi confirmado à agência de notícias “Reuters” pela Prime Licensing, que detém os direitos exclusivos sobre a marca Pelé.

“Sentimos que um filme de animação seria a forma ideal de alcançar uma platéia importantíssima para nós, a de adolescentes e crianças”, disse Paulo Ferreira, presidente-executivo da empresa. “Pretendemos que o filme saia no primeiro semestre de 2010. Pelé terá a palavra final sobre o roteiro, e também será responsável pela promoção do filme”, completou.

Além de aparições em filmes nacionais, como “Os Trombadinhas” (1979), “A Marcha” (1972), “Os Estranhos” (1969), “Pedro Mico” (1985), “Trapalhões e o Rei do Futebol” (1986), entre outros, Pelé já participou da indústria cinematográfica de Hollywood, com a película “Fuga para a Vitória”, lançada em 1981 e estrelada por Sylvester Stallone e Michael Caine.

O mais famoso título ligado ao maior jogador de futebol da história, porém, foi o documentário “Pelé Eterno”. A Universal Pictures, responsável pela distribuição do vídeo, foi condenada em primeira instância pela Justiça brasileira a pagar mais de R$ 10 milhões por descumprir cláusulas do contrato com a Anima, produtora do filme, e com o próprio Pelé.

A indústria de cinema indiana é a maior do mundo em termos de venda de bilhetes e número de filmes produzidos. Em julho do ano passado, o Clube dos 13 firmou vários acordos internacionais para expandir as ações comerciais na Ásia e na África. Entre as ações programadas estava a produção de um filme que retratasse o futebol brasileiro na Índia. Não há, no entanto, previsão para o lançamento.

Fonte.

Sport divulga fotos de uniforme dourado

Tratado como segredo até a noite da última sexta-feira, o novo uniforme do Sport ganhou a mídia do eixo Rio-São Paulo nesta terça-feira. Para promover a quarta camisa, que será utilizada apenas na Copa Libertadores, o clube pernambucano divulgou fotos oficiais do modelo produzido pela Lotto.

sport

Como já havia sido anunciado anteriormente, a cor dourada tomou o lugar do tradicional rubro-negro. Em dois níveis distintos, a nova tonalidade toma conta do uniforme, que ainda conta com números em preto e contornos vermelhos na manga, além de adereços do escudo oficial bordados com fios metalizados.

O lançamento oficial do modelo aconteceu na última sexta-feira à noite, no teatro Beberibe, em Recife, quando o Sport também anunciou o DVD comemorativo da conquista da Copa do Brasil e a criação de sua agência de viagens.

Fonte.

Comunicado nega bilheteria para Ronaldo

O diretor de marketing do Corinthians, Luís Paulo Rosemberg, disse na última segunda-feira que o atacante Ronaldo teria direito a uma parte do valor arrecadado pelo clube com a venda de ingressos para numeradas durante o próximo ano. Nesta terça, porém, a equipe do Parque São Jorge divulgou comunicado para explicar que a relação não será tão direta assim.

Ronaldo assinou contrato com o Corinthians por uma temporada, até o fim de 2009. Além de um salário mensal de R$ 400 mil (R$ 144 mil em carteira), o atacante terá direito a participação em uma série de propriedades de marketing que o clube pretende desenvolver. Se a equipe conseguir patrocínios para mangas das camisas ou calções, por exemplo, o jogador ficará com 80% do valor arrecadado.

Na segunda-feira, Rosemberg declarou que o Corinthians usaria a bilheteria como forma de pagar parte dos R$ 400 mil mensais ao atleta. Ronaldo receberia R$ 20 de cada ingresso vendido para numeradas, somaria isso a um valor fixo e chegaria ao montante anunciado anteriormente.

“O planejado pela direção de marketing do clube é ter um aumento no valor cobrado pelos ingressos de numerada e, com isso, um acréscimo na arrecadação com bilheteria para ajudar a pagar o salário fixo do atacante”, contestou a nota oficial divulgada pelo Corinthians.

Fonte.

Lotto patrocina outro jogo beneficente

Para manter a linha de suas principais ações de marketing no segundo semestre de 2008, a Lotto vai patrocinar mais uma partida beneficente neste fim de ano. Organizada pelos jogadores Denílson e Carlos Alberto, a disputa entre astros de televisão e ex-atletas acontece no dia 26 de dezembro, na Arena Barueri, e terá sua renda revertida para o projeto Reconstruindo Santa Catarina.

O plano é promovido pelo Instituto Record de Responsabilidade Social (Ressoar), que cobrará R$ 5 de cada um dos espectadores. A Lotto, como já havia feito em pelo menos duas oportunidades desde junho, vai fornecer os uniformes oficiais.

Além dos organizadores da partida, o piloto de Fórmula 1 Felipe Massa, o jogador de futsal Falcão, os ex-atletas César Sampaio, Paulo Sérgio e Viola, o goleiro Marcos e o atacante Kleber, ambos do Palmeiras, teriam confirmado presença, além de uma lista de atores da Record.

“É uma satisfação para a Lotto apoiar um evento esportivo que tem como finalidade dar uma pequena contribuição a pessoas que perderam suas casas nesta tragédia. Gente de todo o Brasil está doando roupas e alimentos. Agora, o segundo passo é começar a reconstrução das casas que foram levadas pela água”, disse Luciano Augusto, gerente de marketing da Lotto no Brasil.

No fim de agosto, a marca anunciou que forneceria uniformes para uma partida beneficente da Record no Dia de Fazer a Diferença 2008, que doou recursos para instituições de caridade. Já em novembro, a ação foi realizada com o Santos, que reuniu empresários e ex-jogadores do clube na Vila Belmiro, todos com camisas da Lotto.

Fonte.

TV chinesa deixa de transmitir futebol

A CCTV-5, emissora estatal chinesa, anunciou que deixará de transmitir o campeonato local de futebol na próxima temporada. Segundo a direção do canal, os resultados frustrantes de audiência motivaram a decisão.

A suspensão, no entanto, não afetará a transmissão da Liga dos Campeões da Ásia, cujos direitos pertencem à CCTV-5 até 2012.

“A situação do futebol chinês ofende a qualquer um. O esporte cria muitas más notícias, cheias de violência, casos de doping e coisas do tipo. Por isso, só voltaremos a exibí-lo na televisão quando ele mudar de forma radical”, afirmou a emissora em comunicado oficial.

Apesar da popularidade e do grande número de investidores, o futebol nunca teve bons resultados na TV chinesa. Em 2006, inclusive, dois times locais – Changchun Yatai e o Beijing Guoan – tentaram, sem sucesso, adiar a aposentadoria de Zinedine Zidane para atrair mais torcedores aos estádios e ajudar no desenvolvimento da modalidade no país.

O esporte mais popular entre os chineses, que sediaram a última edição dos Jogos Olímpicos, é o tênis de mesa.

Fonte.

Ante dívida, clube não aposta em Ronaldo

Você é responsável pela administração financeira de um clube de futebol que tem R$ 96,3 milhões em dívidas. Quando está prestes a fechar o planejamento para o ano seguinte, fica sabendo que sua equipe contratou o atacante Ronaldo, maior artilheiro da história das Copas do Mundo e uma das marcas mais valiosas do esporte mundial. Motivo suficiente para incluí-lo em um plano para amortização dos débitos? Não no Corinthians. O time paulista estuda estratégias para reduzir o montante de seu rombo financeiro a partir da próxima temporada, mas não pretende contar com a presença do jogador para isso.

“De toda a dívida, pretendemos amortizar de R$ 20 milhões a R$ 22 milhões em 2009. Esse já era um planejamento que pensávamos antes do Ronaldo, e seguiremos com a mesma coisa depois de fechar com ele. Precisamos ser comedidos nisso”, explicou Raul Corrêa e Silva, diretor financeiro do clube alvinegro.

A principal aposta da diretoria para diminuir o montante da dívida é uma seqüência dos resultados financeiros positivos obtidos em 2008. O Corinthians fechou a temporada com superávit de R$ 13 milhões, enquanto o ano anterior havia apresentado R$ 23,2 milhões de déficit.

“É claro que a presença do Ronaldo pode mudar radicalmente o cenário, mas a nossa tarefa é preparar o clube para o pior cenário possível. Queremos diminuir essa parte da dívida sem contar com o impacto que a presença dele pode causar”, confirmou Corrêa e Silva. Enquanto o diretor acompanhava a apresentação do jogador, no Parque São Jorge, três funcionários de seu departamento trabalhavam sobre o planejamento para 2009.

O problema é que o balanço financeiro final do Corinthians em 2008 apresenta um crescimento superior a R$ 3 milhões na dívida durante o último triênio. E os empréstimos, que estavam na casa dos R$ 36 milhões, chegaram a R$ 44 milhões.

“Quando fazemos empréstimos, nosso pensamento é prolongar um parcelar um pagamento. Temos dívidas urgentes, que precisam ser resolvidas. Pegamos dinheiro para aquele momento, mas negociamos um pagamento em longo prazo”, defendeu-se o diretor financeiro do clube.

Excluído do planejamento, o lucro que o Corinthians pretende ter com a presença de Ronaldo só tem certeza sobre seu destino. A atual direção trabalha com três centros de custo individualizados, e todos precisam se sustentar. Da mesma forma, o dinheiro gerado pelo futebol fica restrito ao futebol, sem ligação com os esportes aquáticos e terrestres ou com a parte social.

Fonte.

Oposição questiona gastos com Ronaldo

Pouco mais de dois meses antes de realizar eleições presidenciais diretas pela primeira vez em sua história, o Corinthians anunciou a contratação do atacante Ronaldo, maior artilheiro da história das Copas do Mundo. A partir disso, tornou-se impossível dissociar a presença do astro no elenco da corrida pelo comando do clube. E apesar do impacto que o jogador representa, a oposição usa o alto custo para manter esperança sobre uma derrota de Andrés Sanchez.

Sanchez assumiu o poder em outubro do ano passado, em eleição para o restante do período de Alberto Dualib, que havia sido deposto. Como o novo estatuto do clube impede um mandatário de participar dos dois processos eleitorais seguintes, ele pode ser o último a ocupar a presidência por mais de um ciclo.

Em seu primeiro ano à frente do clube, Sanchez viveu emoções como o rebaixamento à segunda divisão do Campeonato Brasileiro, a segunda posição da Copa do Brasil e o título da Série B. A ascensão do Corinthians à elite nacional foi potencializada pelo acerto com Ronaldo, que assinou com o clube até o fim de 2009.

“O problema é o custo disso. Sabemos que o Ronaldo aceitou um modelo de parceria com o Corinthians, mas os R$ 400 mil de salário sairão da receita do clube. Como alguém que não tem dinheiro investe isso em um atleta?”, questionou Osmar Stábile, que deve ser um dos opositores de Sanchez na próxima eleição.

Além do salário mensal, Ronaldo terá uma participação em lucros do Corinthians na próxima temporada. Se o clube alvinegro conquistar patrocínios para mangas das camisas ou calções, por exemplo, o jogador ficará com 80% do valor arrecadado.

“Como torcedor, estou bastante empolgado com a presença do Ronaldo no Corinthians. É um jogador de valor incrível. O que não pode acontecer é isso se transformar em uma manobra eleitoral. E isso nós só vamos saber durante o próximo ano”, projetou Stábile.

A eleição presidencial do Corinthians será realizada no dia 15 de fevereiro. Para reduzir a possibilidade de fraude no processo, o clube alvinegro já anunciou que os votos de mais de 12,5 mil sócios aptos serão registrados em urnas eletrônicas.

Fonte.

Guarani fecha patrocínio para a base

A equipe do Guarani que disputará a Copa São Paulo de Futebol Júnior terá o patrocínio da CPN Engenharia na camisa. O acordo, fechado na última semana, valerá ainda para todo o departamento de futebol amador do clube.

“É um patrocínio inédito no clube, um investimento destinado apenas para a base. Ele será importante para reformarmos os alojamentos e vestiários das equipes de baixo”, disse Marcelo Mingone, que dirige as categorias de base do Guarani, ao jornal “Correio Popular”.

Os valores do contrato, válido apenas para a competição, não foram divulgados. No entanto, o presidente da empresa, Carlos Pinto Neto, afirmou que pretende prorrogar o apoio ao clube de Campinas até o fim do ano.

“Espero que possamos servir de exemplo para que outras empresas invistam no Guarani”, concluiu o empresário, que prometeu prêmio extra para os atletas caso o clube se classifique às fases finais da Copa São Paulo.

Fonte.

PPV “muda” ranking das torcidas

A Globo anunciou, nesta segunda-feira, os resultados da primeira pesquisa encomendada aos institutos Datafolha e Ibope sobre a preferência clubística de seus assinantes do sistema de pay-per-view. O índice, que decidirá a divisão do montante mínimo da propriedade para os próximos três Campeonatos Brasileiros, mostrou um panorama conhecido nas quatro primeiras posições da “tabela”, mas uma composição inusitada nas posições subseqüentes.

Flamengo, Corinthians, São Paulo e Palmeiras, pela ordem, lideram a lista. A partir da quinta posição, porém, o ranking não segue a “lógica” das maiores torcidas do país.

O maior prejudicado é o Vasco. Apontado como o quinto clube de maior torcida no Brasil pela última pesquisa Datafolha, com 6% da preferência, a agremiação de São Januário é apenas a oitava na aferição do PPV, com 6,46% das lembranças.

A diferença está na ascensão de Grêmio, Internacional e Cruzeiro, que passaram à frente com 8,17%, 6,87% e 6,56%, respectivamente. O resultado avaliza o mau momento do Vasco, que depois de ter sido rebaixado à segunda divisão do Campeonato Brasileiro tentou evitar o corte de 50% de suas cotas de televisão (padrão no Clube dos 13), sem sucesso.

Destacado como uma das maiores ascensões, o Grêmio também ratificou o apoio que vem recebendo da torcida nos últimos anos. Na última edição do nacional, o clube do Olímpico teve a segunda melhor média de público, com 31.725 pessoas por partida.

“A gente sabe que tem uma torcida diferente. Se você pegar o Datafolha e o Ibope, nós estamos sempre bem colocados, assim como na Timemania. Desta vez ultrapassamos até o Vasco”, disse César Pacheco, vice-presidente de marketing do clube gaúcho, que esteve presente na reunião do Clube dos 13 em que foram apresentados os resultados.

Líder isolado com 13,84% da preferência, o Flamengo mantém a ponta de maneira confortável, mas não tanto quanto nos tradicionais índices de torcida. Ao contrário dos seis pontos percentuais sobre o Corinthians (17% contra 12%, segundo a última pesquisa Datafolha), os cariocas tiveram de se contentar com cerca de quatro, já que os paulistas obtiveram 9,77% das lembranças.

“O Flamengo já esperava isso. Nós tínhamos a notícia de que éramos os maiores vendedores, mas como São Paulo tem mais cobertura da Globo poderia dar um resultado mais apertado, o que acabou não acontecendo”, disse Márcio Braga, mandatário do clube da Gávea, que considerou o resultado melhor que o esperado.

O São Paulo, por sua vez, ratificou seu poderio econômico e se aproximou do Corinthians, com 9,21% da preferência, contra 8% da última pesquisa Datafolha sobre torcidas. Atlético-MG e Fluminense, com 5,94% e 5,55%, respectivamente, completaram a lista.

Confira a lista dos dez clubes mais citados na pesquisa do PPV feita pelo Ibope:

1- Flamengo – 13,84%
2- Corinthians – 9,77%
3- São Paulo – 9,21%
4- Palmeiras – 8,23%
5- Grêmio – 8,17%
6- Internacional – 6,87%
7- Cruzeiro – 6,56%
8- Vasco – 6,46%
9- Atlético-MG – 5,94%
10- Fluminense – 5,55%

Fonte.

Ronaldo terá participação em ingressos

O modelo de parceria criado pelo Corinthians para ter o atacante Ronaldo em seu elenco vai influenciar até a venda de ingressos. O jogador ficará com R$ 20 de cada entrada vendida para numeradas das partidas da temporada 2009.

Ronaldo assinou contrato com o Corinthians para receber uma parte fixa e ter lucro com todas as iniciativas do departamento de marketing do clube após sua chegada. Um exemplo é a negociação de patrocínio: a equipe alvinegra ficará com 100% do que arrecadar para estampar o peito e as costas de suas camisas, mas cederá 80% ao jogador se conseguir parceiros para mangas e calções.

Os ingressos seguirão esse padrão. A diretoria do Corinthians aumentará o valor das numeradas para a próxima temporada – o clube cobrou R$ 50 em 2008 -, e usará essa inflação para pagar parte do salário de Ronaldo.

A receita fixa do jogador com o clube alvinegro será de R$ 400 mil. Desse montante, apenas R$ 144 mil aparecerão registrados em carteira, como salário. O restante será composto por direitos de imagem, propriedades de patrocínio e a receita de bilheteria.

“Parte da remuneração fixa que ele vai ganhar sairá desse aumento da numerdada. O presidente vetou um aumento dos ingressos populares, mas precisamos elevar essa carga”, explicou Luís Paulo Rosemberg, diretor de marketing do Corinthians, em entrevista à Rádio Record.

Fonte.

Fla fecha com Petrobras e só espera INSS

O Flamengo já está comercialmente fechado com a Petrobras. Segundo Márcio Braga, presidente do clube, a renovação por mais três anos com a estatal já foi acordada, e a assinatura do novo contrato depende apenas da renovação de uma certidão negativa de débito do INSS, que já foi solicitada pela agremiação e estaria próxima.

A negociação, que se arrasta desde o início de outubro, não teve os valores revelados pelo mandatário, que indicou apenas que o aporte da Petrobras deve ser maior que os atuais R$ 16,2 mi por temporada. Segundo Márcio Braga, essa informação será divulgada quando as partes firmarem o contrato, o que deve acontecer somente em janeiro.

“A negociação está terminada. Nós podemos assinar o contrato a qualquer momento desde que o Flamengo apresente a documentação necessária. Eu tenho para mim que isso vai acontecer só em 2009, até porque eu mesmo vou viajar. Mas como já está tudo fechado e o contrato só termina no fim de janeiro não tem pressa”, disse o dirigente, em entrevista exclusiva à Máquina do Esporte.

Por ser uma estatal, a Petrobras não pode assinar contrato de patrocínio com um clube que tenha dívidas com o Governo. No último semestre, a petrolífera deixou de pagar algumas mensalidades pelo débito do Flamengo com a Prefeitura do Rio de Janeiro, que cobrava cerca de R$ 55 milhões pelo não-pagamento do Imposto Sobre Serviço (ISS).

A situação é semelhante àquela que vive o Vasco. Na última semana, a Eletrobras anunciou ter feito uma proposta de R$ 14 milhões por ano. O acordo, porém, depende do pagamento de dívidas acumuladas pela gestão Eurico Miranda no último ano.

Segundo o departamento financeiro da Gávea, o documento que isentaria o clube do ISS já foi obtido recentemente, e a pendência agora é sobre o INSS. A certidão negativa de débito que o Flamengo possui estaria vencida, e uma renovação foi solicitada ainda nesta segunda-feira.

O acerto modifica um panorama que parecia insolúvel no fim de setembro, quando a agremiação chegou a publicar uma nota recusando a proposta inicial da estatal. Desde o início da negociação, a Petrobras entendeu que a pedida do Flamengo (R$ 20 milhões anuais) era muito alta, e esperou 15 dias para se “reconciliar” com a direção rubro-negra.

Neste momento de crise, o agravante para a relação foi a suspensão dos pagamentos mensais. Além da dependência do documento a respeito do ISS, a Petrobras também pedia esclarecimentos sobre a não-utilização de sua logomarca em um campeonato de ginástica e uma viagem do time profissional de futebol à Curitiba.

Ronaldo é mais querido do que Tevez

O atacante Ronaldo tem mais prestígio entre os corinthianos do que qualquer atleta do elenco campeão da Série B e supera até o argentino Carlitos Tevez, maior ídolo do clube nesta década, revela nova pesquisa TNS Sport do Brasil concluída no final de novembro.

7.007 pessoas de 356 municípios responderam de forma espontânea à pergunta “Qual seu atleta de futebol predileto?”.

Entre aqueles que se declararam torcedores do Corinthians, o maior artilheiro do Brasil em Copas do Mundo superou ídolos alvinegros como Felipe, Douglas, Dentinho, Herrera e Tevez antes mesmo de ser apresentado como novo reforço do clube paulista.

Ronaldo foi o quinto atleta mais lembrado pelos corinthianos. Kaká, Ronaldinho Gaúcho, Robinho e Cristiano Ronaldo ocupam as quatro primeiras posições.

“O impressionante é que Ronaldo jamais atuou no Estado de São Paulo, estava no exterior havia 14 anos e se recupera de contusão há nove meses. A tendência é que a Ronaldomania supere em muito o fenômeno que ocorreu com Tevez. O Ronaldo tem tudo para se firmar como o atleta mais querido dos corintianos em curto prazo”, afirma César Gualdani, sócio-diretor da TNS Sport, braço esportivo da empresa mundial de pesquisas de mercado.

O artilheiro foi citado por 3,15% dos entrevistados quando ainda não se cogitava sua contratação pelo clube paulista. “A tendência é que o número aumente significativamente em nossa próxima pesquisa”, diz Renato Mahfuz, também sócio-diretor da TNS Sport.

O goleiro Felipe, no Parque São Jorge há duas temporadas, foi o atleta mais lembrado entre os que levaram o Corinthians ao título da Série B, com 3,04% de preferência. Dentinho (2,83%), Douglas (1,74%) e Herrera (1,74%) vêm em seguida. Tevez, campeão brasileiro em 2005, ficou em décimo lugar, com 1,41%.

Fonte.

Traffic negocia aquisição de 30% do PSG

A Traffic resolveu ampliar o foco de sua atuação no mercado do futebol. O novo objetivo da empresa é colocar sua marca na Europa, e para isso já teve início uma negociação de aquisição de uma porcentagem do Paris Saint-Germain.

Em 2008, o PSG passou por um dos períodos mais conturbados de sua história recente. O clube da capital sofreu ameaça de rebaixamento, mas terminou o Campeonato Francês na 16ª posição e se safou. Além disso, o presidente Alain Cayzac se demitiu em abril.

A idéia inicial da Traffic, segundo nota publicada pela revista “Veja”, é adquirir 30% do controle acionário do PSG. A negociação está sendo conduzida diretamente com Morgan Stanley, dono de 33% das cotas. Carlos Alberto Parreira, que trabalha como diretor do grupo de investimentos, já esteve em Paris para falar sobre o assunto.

A aquisição do PSG faz parte de um plano da Traffic para ganhar mais mercado. Em vez de negociar os jogadores dos clubes com os quais tem parceria diretamente com o mercado europeu, a empresa pode enviá-los ao clube parisiense para um período de adaptação ao continente e depois repassá-los a outros centros.

Na Europa, a Traffic já tem parceria com o Manchester United. No Brasil, os parceiros da empresa são Avaí, Botafogo, Ituano, Palmeiras e Santa Cruz.

Fonte.

Eleições mantêm marketing de Inter e Palmeiras

Os resultados dos pleitos do último fim de semana foram diametralmente opostos para Internacional e Palmeiras, mas os dois departamentos de marketing seguem trabalhando, pelo menos a princípio, de maneira inalterada. Com a situação mantida no poder, os gaúchos voltaram a tocar os projetos para 2009, enquanto os paulistas, com perspectiva de eleições presidenciais para janeiro, também mantêm suas negociações pela distância das urnas.

A calmaria no Internacional se deve à reeleição de Vitório Píffero, que garantiu seu segundo biênio consecutivo com 91,51% dos 7.473 votos válidos do último sábado. Já o Palmeiras viu a Assembléia Geral de sócios reprovar a mudança no estatuto que permitia a prorrogação do mandato do atual presidente Afonso Della Monica.

Os resultados distintos nas urnas, porém, foram sentidos da mesma maneira nos dois departamentos de marketing. No Internacional, o vice-presidente do setor, Jorge Avancini, até coloca seu cargo à disposição a partir de janeiro, mas entende que mesmo em caso de troca o trabalho será mantido.

“Não há uma ruptura nos projetos. Quando entra em um novo grupo, a tendência é de mudança. Se ele [Vitório Píffero] me convidar é ótimo, maravilhoso. Caso ele entenda que tem de haver um rodízio, eu vou acatar, mas o mais importante é que a pessoa que vier para o meu lugar vai encontrar tudo preparado para o centenário”, disse o dirigente.

No Palmeiras, o segredo para a manutenção momentânea dos trabalhos é o tempo até a nova votação, que ainda não tem data marcada e deve confrontar o grupo de Della Monica (ainda sem candidato) com a oposição, encabeçada por Roberto Frizzo. O principal problema do departamento, a renovação do contrato de patrocínio com a Fiat, que termina ainda em 2008, deve continuar caminhando.

Fonte.

Corinthians manterá camisa roxa em 2009

A idéia pode não ter encontrado aprovação total da torcida, mas o Corinthians seguirá apostando no roxo para seu terceiro uniforme em 2009. A cor faz parte do planejamento da Nike para os novos modelos de camisas da equipe alvinegra, que serão lançados no segundo semestre.

Em 2008, as mudanças estéticas que a Nike provocou no uniforme do Corinthians provocaram polêmica. A camisa titular, por exemplo, adicionou finas listras pretas à tradicional predominância branca, em layout muito próximo do que sempre foi adotado pelo modelo reserva.

A camisa suplente causou ainda mais furor. As listras brancas sumiram e a predominância preta só era quebrada por um retângulo branco com a marca da Medial, principal patrocinadora da equipe paulista.

Nenhuma delas, porém, chamou tanta atenção quanto a camisa roxa, criada para ser um terceiro uniforme. Esse modelo e as camisas pretas chegaram a ser criticadas em fórums na internet, mas tiveram respaldo da diretoria alvinegra.

Satisfeita com o resultado, a diretoria do Corinthians já admitiu a permanência do roxo como terceiro uniforme em 2009. Os modelos já foram mostrados ao clube pela Nike, mas só serão lançados no fim do primeiro semestre.

A grande dúvida da nova camisa do Corinthians, portanto, é a marca que será estampada nela. A Medial não renovará seu contrato, que termina em dezembro de 2008. O clube alvinegro busca empresas para assumirem o peito e as costas de seus uniformes, além de acordos para mangas e calções (o atacante Ronaldo, contratado para o próximo ano, terá participação nos dois últimos tipos).

Fonte.

Copa-14 tem aval de 79% dos brasileiros

A realização da Copa do Mundo de 2014 em território nacional tem a aprovação de 79% dos brasileiros, conforme pesquisa divulgada pelo Datafolha no jornal “Folha de S.Paulo” desta segunda-feira. O instituto ouviu 3.486 pessoas entre 25 e 28 de novembro.

De acordo com o levantamento, cuja margem de erro é de dois pontos percentuais, apenas um em cada dez entrevistados é contra a competição no país. Outros 5% são indiferentes, e 6% não souberam responder ou se recusaram.

O índice de aprovação ao Mundial brasileiro superou os 70% em todas as faixas etárias, escolaridade, renda familiar, sexo e regiões do país. Os mais entusiasmados com o torneio são os jovens entre 16 e 18 anos: 86% são a favor da Copa-14. Já os mais reticentes são os que já passaram dos 60 anos (71%).

A renda média não teve influência no resultado, ao contrário do quesito moradia, que teve os nordestinos como os mais empolgados com a Copa brasileira: 86% de aprovação. Entre os sulistas, esse número cai para 72%.

Ainda de acordo com a pesquisa, os paulistanos têm o maior índice de rejeição ao evento: 17%. Outros 72% dos moradores da cidade de São Paulo, que deve abrigar o jogo de abertura da Copa de 2014, deram o aval para a realização do torneio.

O Datafolha também levou em consideração a preferência partidária, a opinião sobre o governo Lula, a cor da pele e o clube de coração. O índice de aprovação em todos esses itens também superou os 70%.

Fonte.

Champs vai patrocinar Náutico e Vitória

Patrocinadora do Avaí, time que em 2009 voltará à elite do Campeonato Brasileiro, a Champs acertou com outros dois integrantes da elite nacional. A partir da próxima temporada, Náutico e Vitória também vestirão roupas produzidas pela marca paulista – os clubes tinham acordo, respectivamente, com Wilson e Penalty.

O Náutico manteve o mistério sobre seu novo fornecedor até o dia da apresentação dos novos uniformes. Os conjuntos que serão utilizados no próximo ano foram mostrados à torcida nesta terça-feira, em um bar de Recife, e o evento revelou a presença da marca Champs.

Essa apresentação, aliás, não se limitou a diretores e à mídia local. O Náutico vendeu ingressos por R$ 200. Além de buffet completo, os torcedores que adquiriram entradas receberam uma unidade da camisa nova, sem logotipos de patrocinadores – a expectativa da diretoria é fechar acordos para o uniforme até janeiro.

Assim como aconteceu na divulgação do nome do novo fornecedor, o Náutico faz mistério sobre termos do contrato com a Champs. Nesse caso, porém, é acompanhado pelo Vitória. Nenhuma das equipes anunciou quanto receberá para ostentar a marca, mas especula-se que os pernambucanos terão uma receita de R$ 1 milhão por esse acordo.

Após fechar com Náutico e Vitória, a Champs ainda está muito perto de concluir uma negociação com a Ponte Preta. A equipe de Campinas já recebeu uma proposta oficial da empresa, e uma resposta deve ser anunciada nos próximos dias.

A situação do acordo com a Ponte Preta é similar ao que aconteceu com Náutico e Vitória. Desde quando acertou com o Vasco, a Champs já trabalhava com a possibilidade de fechar com as duas equipes.

A Champs possui três times patrocinados na Série A do Campeonato Brasileiro de 2009: Avaí, Náutico e Vitória. Na Série B, a lista de clientes é ainda maior: Bragantino, Guarani, São Caetano e Vasco.

Fonte.

Calendário aproxima Nike do Corinthians

A apresentação do atacante Ronaldo, que assinou contrato com o Corinthians por uma temporada, foi o momento de maior repercussão internacional do clube em 2008. O evento foi acompanhado por placas de publicidade da Nike, parceira alvinegra. Tudo para corroborar uma aproximação entre a diretoria e seu atual fornecedor de material esportivo, que está cada vez mais perto de uma renovação para o ano de centenário do clube.

Até o fim da temporada passado, a relação entre Corinthians e Nike era bastante conturbada. O contrato termina em dezembro de 2009, e, na época, uma renovação era vista como hipótese extremamente remota. Contudo, o cenário mudou radicalmente.

A aproximação entre Nike e Corinthians começou por uma melhora no diálogo entre as duas diretorias. Além disso, a empresa norte-americana solucionou pontos que o parceiro vinha reprovando no fornecimento de peças para os atletas – o goleiro Felipe chegou a esgotar seu estoque de camisas azuis na temporada passada, mas não houve problemas semelhantes em 2008.

O novo cenário da relação Corinthians/Nike ainda conta com uma mudança no planejamento da empresa, que terá um novo formato de calendário a partir de 2010. No ano do centenário do clube, a fornecedora de material esportivo deixará de promover um lançamento unificado de modelos para todas as instituições que patrocina.

“Em 2009, a Nike ainda fará um lançamento mundial para seus patrocinados a partir do calendário europeu. As peças serão usadas a partir do segundo semestre. Isso vai mudar em 2010, quando passaremos a trabalhar com a temporada brasileira e usar nossas camisas de janeiro a dezembro”, contou Caio Campos, gerente de marketing do Corinthians.

A adaptação do calendário era um dos principais apelos da diretoria corintiana à Nike. Com o lançamento voltado ao segundo semestre, o clube alvinegro perdia a chance de apresentar um modelo novo a seus adeptos em janeiro, época favorável à venda de camisas.

Com tantas mudanças, a relação positiva entre Corinthians e a empresa ficou evidente. O clube alvinegro aproveitou a apresentação de Ronaldo, que também é patrocinado pela Nike, e espalhou placas com duas campanhas dos parceiros pelo Parque São Jorge: “Dar a volta por cima” e “Rala que rola”.

“As duas idéias têm muito a ver com o momento do Ronaldo, que sofreu uma lesão no joelho e tenta se recuperar. Falamos isso para a Nike e demos a idéia de colocar as duas campanhas assim, juntas. É algo muito complementar”, apontou Campos.

A parceria com a Nike foi exaltada até de forma implícita no discurso do diretor de marketing do Corinthians, Luís Paulo Rosemberg. Ao comentar a contratação de Ronaldo na apresentação, o dirigente utilizou a campanha da empresa: “Ele está com aquela mentalidade do rala que rola, do trabalho para voltar”.

Após Ronaldo, clube quer inspirar rivais

O departamento de marketing do Corinthians possibilitou algo que parecia impossível: maior artilheiro da história das Copas do Mundo, o atacante Ronaldo foi apresentado como reforço do clube nesta sexta-feira, no Parque São Jorge. Empolgada com o sucesso dessa empreitada, a equipe do Parque São Jorge fala até em transformar o caso em exemplo para rivais nos próximos anos.

Ronaldo receberá cerca de R$ 400 mil por mês para jogar no Corinthians – menos da metade em carteira. Além disso, para viabilizar a contratação do atacante, o clube alvinegro precisou criar um modelo de sociedade com o jogador, que terá porcentagens em patrocínios e produtos licenciados.

“Bolamos a idéia de calção e mangas das camisas, por exemplo, e também apostamos na venda de artigos com a união das duas marcas”, confirmou Luís Paulo Rosemberg, diretor de marketing do Corinthians. Se o clube encontrar empresas que aceitem colocar suas marcas nessas partes do uniforme, o jogador ficará com 80% da receita.

A idéia inicial do Corinthians é amealhar cerca de R$ 12 milhões pelas cotas de patrocínio para mangas e calções – desse montante, Ronaldo ficaria com R$ 9,6 milhões. Além disso, o atacante tem participação na comercialização de produtos com seu nome. Nesta sexta-feira, a equipe paulista mostrou uma nova linha de camisetas comemorativas, que terão receita dividida meio a meio.

‘É um movimento novo no futebol brasileiro. Mostramos que existe uma alternativa viável para termos astros no nosso país, ou então para que eles voltem depois da consagração. Criamos uma ecologia favorável para segurar grandes valores”, apontou Rosemberg.

A principal razão para o Corinthians alardear tanto o modelo de negócios adotado na contratação de Ronaldo é que o jogador se esforçou para defender o clube – ele assinou com o time do Parque São Jorge até o fim de 2009.

“O que é mais importante nisso é que o Ronaldo quis jogar no Corinthians”, lembrou Caio Campos, gerente de marketing da equipe paulista. “Estamos falando de um grande jogador, que soube reconhecer a grandeza do clube e defender um projeto que tem tudo para dar certo”, completou o presidente Andres Sanchez.

Fonte.

Corinthians veta elitização de ingressos

A presença de Ronaldo criará uma elite de torcedores do Corinthians nos estádios, mas não elevará o custo para todos os adeptos. A promessa foi feita pelo presidente da equipe alvinegra, Andres Sanchez, durante a apresentação do novo reforço, nesta sexta-feira, no salão nobre do Parque São Jorge.

Sanchez confirmou que o Corinthians venderá ingressos mais caros durante a próxima temporada, quando Ronaldo defenderá o clube – o atacante, maior artilheiro da história das Copas do Mundo, assinou contrato por uma temporada. Entretanto, o presidente rechaçou a idéia de essa inflação permear todos os setores dos estádios.

“Nós garantimos um mínimo de aumento nas numeradas, mas o nosso presidente Robin Hood não quis nem falar sobre mexer no preço das arquibancadas populares”, explicou Luís Paulo Rosemberg, diretor de marketing do Corinthians, comparando Andres Sanchez ao personagem fictício que roubava dos ricos para dar aos pobres.

A idéia do Corinthians para elevar o preço dos ingressos é privilegiar os membros do programa Fiel Torcedor, conjunto de descontos e facilidades oferecidos ao público que paga anuidades à equipe alvinegra. O projeto já tinha as categorias “Minha vida”, “Minha história” e “Meu amor”, e começou a vender agora o “Meu ingresso”.

O plano “Meu ingresso” cobra anuidade de R$ 75, que pode ser paga em até três vezes. Com esse investimento, o torcedor tem direito a descontos progressivos de até 30% na compra de ingressos.

“A idéia é aumentar menos para as pessoas que fazem parte do Fiel Torcedor. Eles sentirão menos a diferença, e as outras pessoas precisarão investir um pouco mais para ver os jogos da próxima temporada”, explicou Caio Campos, gerente de marketing do Corinthians.

Apesar de o valor já ter sido definido, a diretoria do Corinthians ainda evita falar sobre os preços que serão praticados em 2009. Um anúncio oficial deve ser feito apenas no início do ano.

Fonte.

De saída, Medial “celebra” Ronaldo

Entre todos os rostos, símbolos e marcas presentes na apresentação de Ronaldo ao Corinthians nesta sexta-feira, poucos tinham tanto a comemorar quanto a Medial Saúde. A empresa foi presenteada com a visibilidade gerada pelo atacante a menos de 20 dias do encerramento do contrato com o clube.

Ronaldo concedeu entrevista coletiva vestido com a camisa da temporada de 2008, que tem a marca do plano de saúde estampada no peito. Atrás dele, o backdrop também mostrava o logo da Medial para a imprensa de todo o mundo. Equipes de TV italianas, espanholas, árabes, entre outras nacionalidades, estavam no Parque São Jorge para o evento.

“O Ronaldo conseguiu levar a Medial para a esfera internacional. E isso aconteceu em um mês habitualmente morno, já que o time está de férias e não joga. A marca não apareceria na TV se não fosse por ele. E caso alguma emissora decidisse exibir o VT de alguma partida, isso aconteceria nos canais fechados. Hoje não. Ele apareceu em rede nacional com a marca da empresa no peito”, afirma Rafael Plastina, diretor da Informídia Pesquisas Esportivas.

Desde que se aliou ao Corinthians, em dezembro do ano passado, a Medial só cresceu. Nos primeiros nove meses do ano, o número de clientes aumentou 5,2% em relação ao mesmo período em 2007, passando de 1.358,2 para 1.428,2 beneficiários.

A receita total da empresa ascendeu de R$ 1,1 milhão para R$ 1,4 milhão entre setembro de 2007 e setembro de 2008, num total de 22,4%. O lucro subiu 55,6%, saindo de R$ 40,8 milhões para R$ 63,5 milhões. O balanço do último trimestre, que incluirá a chegada de Ronaldo ao clube paulista, só será divulgado em janeiro do ano que vem, mas a estimativa é de que, proporcionalmente, o crescimento seja maior do que em todo o período de vigência do acordo.

“Certamente, será o melhor mês de dezembro da história da Medial. É impossível mensurar ainda o retorno disso. A boa campanha na Série B gerou bons resultados durante todo o ano, mas o Ronaldo fará com que a empresa supere seus próprios números”, avalia Plastina.

Nos bastidores do clube, a informação é de que a antecipação do término do contrato com a Medial poderia gerar mais dividendos. Assim, o Corinthians teria assinado com outra empresa apenas para a apresentação do jogador por valores elevados. A proposta, no entanto, foi prontamente rejeitada pela diretoria.

“Temos um contrato em vigência, a 20 dias do término, e não fazia sentido encerrá-lo antes. Isso serve para mostrar como a nossa diretoria trabalha. Nós honramos o que acertamos”, destaca Luís Paulo Rosemberg, diretor de marketing corintiano. Caio Campos, que gerencia o departamento, seguiu a mesma linha:

“A Medial foi parceira. Eles apoiaram o Corinthians quando estávamos em uma situação complicada, com uma proposta altíssima e um sentido de aliados mesmo. Não podíamos fechar os olhos para isso agora”.

A Medial, por meio de sua assessoria de imprensa, afirmou à Máquina do Esporte que não pode fazer nenhuma relação direta entre o crescimento da empresa e o patrocínio ao Corinthians. No entanto, espera que a exposição “inesperada” gerada pela contratação de Ronaldo, tão próximo do fim da parceria, tenha impacto no balanço anual que será divulgado em 2009.

Os executivos da empresa também foram procurados, mas não puderam atender à reportagem porque estavam participando de um encontro de gestores promovido pela Medial.

Corinthians e Medial fecharam o maior contrato de patrocínio de camisa do Brasil no fim do ano passado, logo após o rebaixamento do clube para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro. O acordo rendeu R$ 16,5 milhões aos cofres corintianos ao longo da temporada.

Há menos de um mês, porém, a empresa informou que teria de rever seus investimentos devido à crise global e anunciou que não permaneceria no posto de patrocinadora principal do Corinthians em 2009. O contrato se encerra no fim de dezembro.

Fonte.

Corinthians já produz com marca Ronaldo

Ronaldo foi apresentado como reforço do Corinthians nesta sexta-feira e ainda não tem previsão de estréia. Apesar disso, o clube alvinegro já começou a explorar comercialmente a imagem do atacante, maior artilheiro da história das Copas do Mundo, com quem fechou contrato por uma temporada. Para isso, aposta em camisetas, bonecos e torpedos SMS.

A primeira iniciativa ligada ao nome de Ronaldo foi mostrada ainda na entrevista coletiva de apresentação do jogador. O Corinthians venderá uma linha de camisetas alusivas à contratação, com dois modelos muito similares. Ambos são brancos, estampados com a mesma fonte, com a mensagem “2009 fenomenal”. A diferença é que um deles usa o começo da data por extenso (“Dois mil e 9″), enquanto o outro adota grafia numérica (“2000 e 9″).

As camisetas, que terão lucros divididos igualmente entre o jogador e o clube, foram mostradas por Ronaldo e pelos diretores do Corinthians que participaram da apresentação (o presidente Andres Sanchez, o diretor de marketing Luís Paulo Rosemberg e o diretor de futebol Mário Gobbi). Os quatro posaram para fotos com os produtos a fim de alavancar o início da comercialização.

O atacante é o segundo personagem homenageado pelo Corinthians com uma linha de camisetas nesta temporada. Anteriormente, o clube alvinegro lançou coleção focada no treinador Mano Menezes, com a estampa “Sou mano do Mano”. Contudo, as vendas não tiveram ritmo significativo.

“A demanda da camisa oficial com o nome do Ronaldo depois do anúncio mostra o quanto essa marca é forte e o quanto pode ser explorada. Estamos trabalhando com um símbolo”, lembrou Rosemberg.

Ávida por lucros advindos da exploração da imagem do atacante, a diretoria do Corinthians já trabalha outras formas para fazer a contratação render antes mesmo de Ronaldo estrear. O clube alvinegro quer lançar uma linha de bonecos do jogador, que devem ser feitos em parceria com a fabricante de brinquedos Estrela. Para isso, depende apenas de aprovação do reforço.

A grande dúvida do Corinthians sobre a confecção do boneco de Ronaldo é o perfil do brinquedo. O time paulista considera a possibilidade de usar a caricatura do atacante, que esteve no site alvinegro desde o anúncio da contratação e no salão nobre do Parque São Jorge nesta sexta-feira. Caso o jogador prefira usar sua imagem real, o desenho deve ser explorado de outra maneira.

Outra idéia da diretoria do Corinthians é vender conteúdo exclusivo sobre Ronaldo por mensagens SMS. O projeto faz parte de um esforço para impulsionar o Alô Timão, serviço similar com informações sobre o que se passa no clube.

“O Corintihans não é um dos clubes mais ricos do Brasil. Portanto, precisamos criar uma riqueza para trazer o Ronaldo. Empregamos um conceito novo, uma idéia de risco e exploração dessa união. Tivemos uma unidade imediata”, contou Rosemberg.

Fonte.

Botafogo fecha parceria com a Traffic

A nova diretoria do Botafogo, liderada pelo presidente eleito Maurício Assumpção, acertou as bases do contrato com a Traffic para a gestão de um fundo de investimento que ajudará o clube na contratação de jogadores. A partir de 2009, a agência de marketing esportivo também cuidará do gerenciamento financeiro da agremiação carioca.

MFD e Ability Sports, que já trabalhavam com o Botafogo, são as outras empresas que irão compor o fundo, cujo aporte inicial será de R$ 20 milhões. Torcedores ilustres e outros investidores poderão se unir ao trio no futuro.

“Senti uma grande receptividade da empresa. É um fundo de investimento. E, nesse caso, o produto é o atleta. Estamos trazendo um profissional para ser gestor financeiro do clube”, disse Cláudio Good, vice-presidente de finanças do Botafogo, em entrevista à “Rádio Tupi”.
Em reunião realizada na noite da última quinta-feira, ficou acertado que o clube terá 20% de participação nos lucros quando os jogadores contratados pelo fundo de investimento forem negociados.

Com modelos de atuação diferentes, a Traffic mantém ainda parcerias com Palmeiras, Avaí, Vitória, Ituano e Manchester United, sendo que a última está voltada exclusivamente para as categorias de base. A empresa negocia ainda com o Fluminense para a próxima temporada.

Fonte.

Ronaldo mobiliza TVs e pára trânsito em São Paulo

A apresentação de Ronaldo ao Corinthians dominou as grades das emissoras de TV na manhã desta sexta-feira. Durante a entrevista coletiva, Globo, Record, Rede TV!, Gazeta e Bandeirantes interromperam suas programações para transmitir o primeiro pronunciamento do jogador com a camisa do clube.

Entre os canais fechados, SporTV e ESPN Brasil acompanharam integralmente toda a festa preparada para receber o atacante, bicampeão mundial com a seleção brasileira nas Copas de 1994 e 2002. O BandSports, por sua vez, abriu espaço no programa “Beting & Beting”, que ganhou meia hora para mostrar a entrevista de Ronaldo.

A mobilização da mídia também pôde ser comprovada no anfiteatro do Parque São Jorge, onde cerca de 120 jornalistas de todo o mundo se aglomeraram para acompanhar o retorno do jogador ao futebol brasileiro. A assessoria de imprensa do Corinthians recebeu mais de 500 solicitações de credenciamento.

A euforia em torno da apresentação de Ronaldo ao clube paulista também fez com que a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) preparasse um esquema especial de trânsito nas proximidades da sede corintiana, localizada na zona leste da capital paulista.

Algumas faixas de ruas próximas ao Parque São Jorge foram bloqueadas. A CET interditou uma das três faixas da Avenida Condessa Elizabeth de Rubiano, que é a pista local da Marginal Tietê que passa em frente ao clube.

Devido ao volume de torcedores, no entanto, o trânsito no local era lento no final desta manhã. O congestionamento nas marginais Pinheiros e Tietê alcançou 30 km por volta das 11h30 desta sexta-feira.

Fonte.

Base copiada guia ano de ouro do Sport

O Sport vai lançar, nesta sexta-feira, sua camisa comemorativa da participação na Copa Libertadores do ano que vem. Cercada de mistério, o novo desenho vai contar com mais elementos dourados, cor escolhida pelo departamento de marketing do clube para nortear a temporada especial. A iniciativa, no entanto, apenas complementa o processo de estruturação do setor na Ilha do Retiro, que passa, assumidamente, pela construção de uma base “sulista” que não existia.

A festa de lançamento do quarto uniforme, produzido pela Lotto, vai acontecer no teatro Beberibe, em Recife, acompanhada de mais outras duas novidades. O DVD do título da Copa do Brasil, prometido logo após a conquista do meio do ano, e a Sport Tur, a agência de turismo do clube pernambucano, também ilustrarão a cerimônia.

Nenhuma das três iniciativas é novidade dentro do futebol brasileiro. O modelo alternativo de camisa é segundo do próprio clube, que conta com uma versão preta como terceira opção, mantida para 2009. A transformação de um troféu em filme e até o incremento da logística de transporte para torcedores mais fanáticos também já são costumeiras em diversos clubes das regiões Sudeste e Sul do Brasil.

A falta de novidade, no entanto, é vista como diferencial pela diretoria de marketing do Sport. Partindo do pressuposto que a torcida rubro-negra pede as mesmas vantagens de suas rivais, os responsáveis pela área entendem que precisam igualar as condições com os clubes mais ricos do país para, depois, poderem inovar.

“Essas iniciativas que você citou também foram copiadas. São Paulo, Grêmio, Corinthians e os outros são copiadores de Barcelona e Real Madrid, por exemplo. Vocês que estão longe não têm a dimensão da realidade do clube aqui. Você ficaria espantado com o atraso em relação aos clubes do Sul, e isso só está mudando nessa nossa gestão”, disse Carlos Frederico, vice-presidente de marketing do Sport.

No próximo ano, mais “cópias” chegarão à Ilha do Retiro. Duas, em especial, estão em fase final de acabamento. Em 2009, o Sport pretende estreitar sua relação com a torcida por meio de um canal de comunicação por celular e um programa de benefícios para o sócio-torcedor, também explorados à exaustão em diversos estados brasileiros.

“Mesmo nessas condições a gente choca muita gente aqui dentro pelo ineditismo. Imagine quando a gente começar a criar alguma coisa. É preciso fazer essa base copiada para, depois disso, poder pensar em mudar alguma coisa”, concluiu.

Fonte.

Fla retoma com IMG sem exclusividade

A relação estremecida entre Flamengo e a agência de marketing esportivo IMG está se revigorando, mas sem a mesma força do início do ano. A informação, publicada pelo jornal “Folha de S. Paulo” nesta quinta-feira, foi confirmada pela direção do clube rubro-negro, que voltou a conversar com a empresa sobre a concessão conjunta do Maracanã, mas, agora, sem exclusividade.

“Eles chegaram a voltar atrás em algumas coisas importantes por causa da crise econômica, mas agora houve uma reunião e eles mudaram novamente. Vamos conversar novamente, mas agora estamos abertos a novas empresas”, disse Ricardo Hinrichsen, vice-presidente de marketing do Flamengo e um dos responsáveis pelo acordo, assinado no início de 2008 e que também envolve a Confederação Brasileira de Futebol e o Fluminense.

A idéia é dividir a privatização do Maracanã entre as três entidades, que teriam o compromisso de utilizá-lo para seus jogos, enquanto a IMG cuidaria da administração da praça esportiva. No protocolo de intenções conjunto, a empresa também se comprometeu em aportar quantias para cada uma das partes, e teria decidido retrair os investimentos em meados de outubro em virtude da crise financeira mundial.

Nesse cenário, o Flamengo utilizou uma das cláusulas do documento e saiu da negociação, que passou a ter fim incerto contando apenas com a CBF e o Fluminense como catalisadores de público. A mudança no planejamento, no entanto, permite que o clube da Gávea abra espaço para outras agências, já que não possui mais vínculo com a IMG.

“O protocolo previa que qualquer uma das partes podia deixar o compromisso, precisando apenas de um aviso prévio. Nós fomos sondados [por outros possíveis interessados], mas nada oficial. Só agora que essa notícia ganhou força é que devemos ouvir mais gente”, concluiu Hinrichsen.

O resultado da situação é a volta à estaca zero. Sem um compromisso firmado, o consórcio precisa costurar novamente seus laços para voltar a pleitear a concessão do Maracanã, e o Flamengo não sabe dizer como fica a situação da parceria caso ele deixe o projeto. Fluminense e CBF foram procurados pela reportagem, sem sucesso, para comentar o caso.

Fonte.

Coritiba se anima com reunião por estádio

O Coritiba divulgou, na última terça-feira, as primeiras imagens do novo Couto Pereira, que foram apresentadas em uma reunião com a Secretaria de Urbanismo da capital paranaense. Depois do encontro, os responsáveis pelo projeto saíram animados com o prazo de 30 dias de avaliação pedido pela pasta do município.

“Foi muito bom. A receptividade foi fantástica. Fizemos a entrega dessas imagens e do anteprojeto, que contempla tudo que será feito. Estamos animados”, disse Marcos Hauer, vice-presidente do Coritiba, em entrevista à “Gazeta do Povo”.

O encontro foi o primeiro passo para a aprovação do plano do novo Couto Pereira, que será construído pela WTorre. Em um mês, uma comissão especial avaliará os detalhes, que incluem a construção de um anfiteatro, um hotel, um centro comercial e um centro de convenções.

Essa avaliação foi proposta em reunião realizada no começo de novembro com o prefeito Beto Richa, que montou a comissão de urbanismo que agora irá aprovar, ou não, o projeto.

“Não estamos agredindo nenhuma norma municipal urbanística. Não sou técnico no assunto e sei que será preciso ter alguma tolerância em certos pontos, mas não há nenhuma agressão, nenhum atentado contra a cidade”, disse Hauer.

Depois do aval da prefeitura, o Coritiba ainda terá de vencer a resistência do seu Conselho Deliberativo e da própria torcida. A diretoria, no entanto, não está tão preocupada. “A receptividade tem sido excepcional por parte do público”, concluiu o dirigente, ainda em entrevista à “Gazeta do Povo”.

Fonte.

Ronaldo eleva preço de ingressos

O primeiro efeito prático da contratação de Ronaldo pelo Corinthians deverá ser sentido no bolso do torcedor alvinegro. Na última terça-feira, o vice-presidente de marketing do clube paulista, Luis Paulo Rosemberg, afirmou que pretende aumentar o valor do ingresso para os jogos corintianos em 2009.

“Acho que teremos de nos engajar numa atividade de Robin Hood. Ou seja, vamos ter de subir sim o preço da numerada, dos lugares privilegiados, mas sem afetar o pessoal das organizadas, que são a pólvora do nosso rojão”, afirmou o dirigente.

A idéia é fazer com que os setores de maior luxo do estádio tenham o valor do ingresso aumentado para evitar com que cambistas tenham mais acesso ao bilhete e, também, consiga conter a euforia dos torcedores em adquirir entradas para as partidas.

“Na verdade é um regulador. Para eu não ter aquelas filas, não ter o cambista faturando em cima da paixão do torcedor, fazemos isso. A gente compensa o aumento da demanda com o ingresso mais caro”, disse.

Outro caminho que o clube deve traçar é a mudança no sistema de sócio-torcedor, dando mais ênfase para que o associado tenha facilidades em comprar pacotes de ingressos para mais de uma partida. A idéia é permitir que o torcedor associado adquira entrada para até nove partidas.

“Nós vamos retificar o sócio-torcedor de tal forma que vai baratear o custo para o torcedor ficar sócio e ainda oferecer descontos substanciais para a aquisição de ingressos”, disse Rosemberg, que espera ter até 80% dos bilhetes vendidos por antecipação com Ronaldo e afirma que continuará a usar o estádio do Pacaembu para mandar suas partidas.

“O Morumbi nos recebe com uma fraternidade excepcional, mas a análise econômica mostra para nós que, se a previsão de público para o jogo for de 25 mil pessoas, é melhor usar o Parque São Jorge com 17 mil pessoas, mas sem pagar aluguel e podendo explorar camarotes. Da mesma forma, se o jogo for para até 50 mil pessoas, é melhor usar o Pacaembu. Só acima disso que valeria usar o Morumbi”.

Fonte.

Dívida separa Vasco da Eletrobrás

A negociação entre Vasco e Eletrobrás, que começou em outubro, pode estar perto do fim. Nesta quarta-feira, José Antonio Muniz, presidente da estatal, declarou, durante sessão da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), que fez uma proposta de R$ 14 milhões por cada um dos quatro anos de contrato para o clube, que depende da quitação de uma dívida de um ano com o poder público para fechar o acordo.

A situação é semelhante àquela que viveu o Flamengo no início do segundo semestre, quando deixou de receber mensalidades da Petrobras. Endividado com a Prefeitura do Rio de Janeiro, o clube precisava, entre outras coisas, da quitação do débito para voltar a receber cerca de R$ 1,6 milhão por mês.

“É uma notícia animadora para todos. O clube agora tem de apresentar uma documentação pertinente à negociação com uma estatal. É assim que vamos proceder daqui em diante”, disse José Henrique Coelho, vice-presidente de marketing do Vasco, em entrevista exclusiva à Máquina do Esporte.

O Vasco não divulga, no entanto, o tamanho do problema que tem em mãos. O levantamento das dívidas públicas deixadas pela gestão Eurico Miranda desde meados de 2007 já foi feito por Luiz Américo, vice-presidente jurídico do clube. O dirigente diz que não tem permissão para divulgar valores, mas diz que é possível superar a situação.

“Já está tudo catalogado aqui, mas eu não tenho permissão para liberar essa informação. O que eu posso dizer é que só estávamos esperando o posicionamento da Eletrobrás para fazer o pagamento, que é viável, mas com muito esforço”, disse o dirigente.

Em outubro de 2007, os clubes brasileiros entregaram os documentos de reconhecimento de suas dívidas para o Ministério do Esporte, que parcelou os débitos com a Caixa Econômica Federal em troca da participação na Timemania e a liberação de uma certidão negativa de débito. Depois disso, porém, a administração Eurico Miranda teria acumulado mais dívidas, que invalidam o documento obtido no ano passado.

Ainda segundo José Henrique Coelho, a MRV, atual patrocinador do uniforme cruzmaltino, já foi avisada do acordo, que deve entrar em vigor logo após o fim do atual, que se encerra em 31 de dezembro. Dos R$ 14 milhões, cerca de R$ 1,8 milhões serão destinados aos esportes olímpicos e paraolímpicos.

Caso seja realmente fechado, o acordo entre Vasco e Eletrobrás vai ser o quarto maior do Brasil no momento, atrás de Corinthians (R$ 16,5 mi com a Medial Saúde), Flamengo (R$ 16,2 mi com a Petrobras) e São Paulo (R$ 16 mi com a LG) e logo à frente do Palmeiras (R$ 12 mi com a Fiat).

Fonte.

Reebok paga “dívida” em nova loja

Mais do que a inauguração da terceira loja SAO Store, a Reebok pagou, na noite da última terça-feira, uma promessa feita em meados de setembro. Além do estabelecimento no shopping Pátio Paulista, a fabricante de material esportivo lançou uma camisa em homenagem a Chicão, volante de sucesso do clube na década de 1970, que morreu no dia 10 de outubro.

“A Reebok produziu essa linha especial e, para homenagear de forma ainda melhor a memória e a história dele estão aqui o Hernanes e o Jean, junto à família desse grande jogador”, disse Júlio Casares, vice-presidente de comunicação e marketing do São Paulo.

A promessa foi feita durante o lançamento da nova rede de lojas. Questionado pelo superintendente de futebol do clube, Marco Aurélio Cunha, sobre a possibilidade, Tullio Formicola Filho, diretor de marketing da Vulcábras, detentora da marca Reebok, afirmou:

“Não sei se consigo preparar [as camisas] a tempo para o lançamento da primeira loja, mas prometo que colocaremos nas outras duas unidades. Isso vai ser feito.”

chicao
O modelo segue a linha de outras homenagens feitas pela Reebok ao São Paulo, com um tecido diferente e o número cinco nas costas. Assim como as outras duas lojas da rede, nos shoppings Ibirapuera e Center Norte, o espaço novo conta com mais homenagens a ídolos históricos do clube do Morumbi. O maior deles é Telê, que ganhou outra parede decorada com charges suas.

Fonte.

Roxos completa lojas com licenciamento

Na próxima segunda-feira, o Flamengo e a Roxos & Doentes vão inaugurar a primeira FlaShop, a nova rede da parceria, e dar o primeiro passo de peso para o novo departamento de licenciamentos da empresa, conhecida pelo número de lojas de clubes espalhadas pelo país.

A idéia já fez sua “estréia” no Museu do Futebol, que possui uma Roxos & Doentes com produtos como canetas e canecas desenvolvidos, visualmente, pela própria marca. Dentro do planejamento, a FlaShop vai ratificar a presença no novo segmento, com mais artigos e um teste mais criterioso do público.

“Acho que esse vai ser o momento chave dessa nova empreitada. O torcedor dá uma resposta muito melhor para nós sobre o produto, porque ele tem mais paixão que o visitante do museu”, disse Ewerton Ramos, responsável pelo novo núcleo da Roxos.

A criação do departamento é uma resposta à avaliação dos objetos das diversas lojas da empresa. Por entender que havia demanda e poucos produtos de qualidade no mercado, a Roxos resolveu assumir parte do processo para ampliar o mix de produtos de seus estabelecimentos e, com isso, fortalecer a ligação com os torcedores.

Assim como várias outras empresas de licenciamento, a rede de lojas funciona como uma parceira comercial. Ela utiliza seu “know how” de mercado para conseguir fornecedores de canetas, isqueiros, mousepads, canecas e até cantis, alguns dos produtos que têm seu design elaborado pela equipe de criação.

Em um primeiro momento, o retorno financeiro não é a preocupação principal. A Roxos espera, sim, que no futuro o licenciamento assuma parte significante do faturamento, mas concentra seus esforços em costurar acordos semelhantes àqueles travados com o Flamengo com outros clubes parceiros.

“O interesse financeiro sempre existe, até porque a loja depende disso, mas o primeiro passo desse projeto não é tanto isso, mas o fortalecimento das marcas das lojas. Nós não queremos competir com quem já está no mercado, mas completar o serviço oferecido”, concluiu Ramos.

Fonte.

Ronaldo “internacionaliza” clube

O primeiro efeito da contratação de Ronaldo pelo Corinthians já foi sentido pelo clube. Com a presença midiática do jogador, o time alvinegro articula agora o início do processo de internacionalização de sua marca atrelado à imagem de Ronaldo. O primeiro passo será dado no próximo dia 24 de dezembro, com o lançamento de um site exclusivo para o público estrangeiro.

A página terá versões em espanhol, inglês e mandarim. O projeto é antigo e seria levado adiante mesmo sem a presença de Ronaldo. A idéia, no entanto, ganhou força após o anúncio do acerto devido à penetração que o atacante, bicampeão do mundo com a seleção brasileira nas Copas de 1994 e 2002, tem em mercados inexplorados pelo Corinthians, como o asiático.

“O Ronaldo vai causar um rebuliço gigante. Estão tentando compará-lo ao Adriano, mas não dá. Ele tem uma história muito maior no futebol brasileiro. Ainda falta acertar muita coisa, principalmente no que se refere ao contrato de imagem e de como poderemos usá-la dentro do clube, mas ele certamente irá contribuir para que o Corinthians seja reconhecido positivamente no exterior”, afirma Alex Watanabe, assistente de marketing corintiano.

Ao contrário do que aconteceu nos últimos anos, quando ganhou as manchetes de vários veículos fora do Brasil devido aos sucessivos casos de corrupção envolvendo o MSI, seu antigo parceiro, o Corinthians foi destaque na mídia internacional nessa terça-feira apenas pelo lado esportivo.

Na Itália, os principais sites e jornais esportivos abriram espaço para a contratação de Ronaldo, inclusive o tradicional “Gazzetta dello Sport”, que cedeu o a área mais nobre de sua versão online para o retorno do jogador aos gramados brasileiros após 14 anos.

Os espanhóis “Marca” e “As” destacaram que o atacante recusou propostas da Europa para acertar com um dos times mais populares do Brasil. O “Sport”, de Barcelona, citou a trajetória do Corinthians na Série B do Campeonato Brasileiro de 2008 e destacou as previsões de um 2009 “fenomenal” feitas pelo site oficial do clube.

O argentino “Olé”, por sua vez, estampou a frase “Um Timão Poderoso” em sua capa. Ronaldo e Corinthians ainda apareceram no francês “L’Equipe”, no alemão “Bild”, além dos ingleses “The Guardian” e “Daily Mail”, entre outros.

“Era exatamente isso que nós queríamos. O próximo passo, de fato, é internacionalizar o Corinthians. Ao lado da Nike [fornecedora de material esportivo do clube], que tem nos ajudado bastante nesse sentido, vamos nos esforçar para alcançar esse objetivo”, diz Watanabe.

Em entrevista exclusiva à Máquina do Esporte, porém, o gerente de comunicação da fabricante no país, David Grinberg, negou que a empresa tenha qualquer ingerência nas negociações do Corinthians com Ronaldo.

Fonte.

Corinthians agora sonha com Emirates

Após acertar verbalmente a contratação do jogador Ronaldo, a diretoria de marketing do Corinthians planeja agora um salto mais alto: um acordo de patrocínio com a companhia aérea Emirates Airlines, que já tem atuação similar no Arsenal e na Fifa, entre outros.

A companhia, que seguidamente negou o interesse em investir no patrocínio esportivo no Brasil num primeiro momento, poderia fechar com o clube paulista motivada pela presença de Ronaldo. A agremiação paulista, inclusive, já estaria negociando a realização de uma partida amistosa em Dubai com o jogador para 2009, segundo a Máquina do Esporte apurou.

“Para mim, se a gente fecha o contrato com o Ronaldo, aí sim você verá o Corinthians atrás de coisa bem volumosa, atrás de gente grande”, afirmou Luis Paulo Rosemberg, vice-presidente de marketing do Corinthians. Quando questionado se a empresa em questão poderia ser uma companhia aérea internacional, o dirigente confirmou: “Aí sim é um grande nome”.

Até o momento, o clube segue trabalhando em busca de um novo contrato de patrocínio com empresas de outro ramo de atuação além da Emirates. Segundo Rosemberg, existem diálogos com companhias do ramo de transportes, alimentos e varejo. O objetivo é arrecadar cerca de R$ 20 milhões.

Com a presença de Ronaldo, porém, as negociações tendem a voltar-se para companhias de porte internacional, contrariando o que o clube vinha fazendo desde a entrada da Medial Saúde, no final de 2007, buscando empresas brasileiras para fazer negócio.

“A marca Corinthians tem um valor. A marca Ronaldo tem outro valor. Juntas, essas duas marcas valem muito mais”, afirmou o dirigente.

O atleta terá participação nos eventuais contratos que serão fechados a partir de sua contratação, que deve ser oficializada nesta quarta-feira.

Fonte.

Santa abre escolha de camisa à torcida

O Santa Cruz lançou oficialmente, nesta terça-feira, a campanha de escolha dos uniformes da próxima temporada pela internet. O projeto da nova diretoria de marketing pretende, mais uma vez, movimentar a torcida com um hotsite dentro da sua página oficial e votação pelo celular.

Dois modelos estão à disposição dos interessados, um com mais detalhes em branco nas mangas e outro em preto. As duas disposições contam com as tradicionais listras horizontais tricolores, mas fogem à regra dos últimos anos, que sempre tiveram a predominância do branco.

A votação terá duração de dez dias, e, em algumas horas, já conta com cerca de mil mensagens, de acordo com informações oficiais. Além do site especial dentro do endereço oficial do Santa Cruz, a campanha terá veiculação maciça em jornais locais.

Pela internet, a força está na rede de blogs do clube espalhados pela rede mundial. Segundo a diretoria de marketing, a maior parte desses torcedores está apoiando a iniciativa publicando banners em suas páginas.

Todos os anúncios foram feitos pela Arcos/CMK, de Recife, e a estrutura de votos para o celular é organizada pela ComperaNTime.

Fonte.

Milan sela parceria editorial no Brasil

O Grupo DB4, comandado por Diogo Boni, é o novo parceiro editorial do Milan no Brasil. A agência digital ficará responsável pelo conteúdo da versão em português do site oficial do clube, lançada em novembro de 2007. A parceria foi costurada pela Golden Goal Sports Ventures, que atua como braço de marketing dos italianos no país.

Para disponibilizar o conteúdo exclusivo direcionado aos brasileiros, o Grupo DB4 manterá um correspondente em Milão. Além disso, a empresa irá conduzir todo o processo de tradução da TV do Milan e do Live Match, que fazem a transmissão das partidas em tempo real.

“A parceria com o Grupo DB4 reforça o modelo que o Milan busca no país: a convergência entre os produtos do clube com empresas qualificadas e reconhecidas no mercado. Essa parceria trará muito mais conteúdo para o site e em breve os torcedores irão perceber as mudanças”, disse Carlos Eduardo Ferreira, diretor executivo da Golden Goal.

O conteúdo de mídia móbile dedicado aos torcedores brasileiros também será produzido pela DB4, que comanda os projetos das TVs de Flamengo e Corinthians.

“[O acordo] Demonstra ainda que o Milan considera o Brasil como um mercado estratégico. No futuro, o know-how adquirido por aqui será útil para que este projeto seja replicado para outros mercados e países, como a Ásia e Estados Unidos”, finaliza o executivo.

Fonte.

Ronaldo vende dez camisas por hora e movimenta quase R$ 7 mil numa tarde

Ronaldo mal foi anunciado como reforço do Corinthians, mas já dá lucro. Nas primeiras quatro horas após o clube confirmar o acerto, a loja licenciada do Parque São Jorge vendeu 40 camisas do Fenômeno. Em apenas uma tarde, o atacante movimentou R$ 7 mil com a comercialização de produtos.

Minutos depois de a diretoria comunicar a contratação do atleta, por volta de meio-dia, a loja Poderoso Timão já tinha na sua vitrine modelos da camisa corintiana com o número 9 e o nome Ronaldo nas costas. Nas cores branca, roxa e preta, o uniforme custa R$ 169,90.

camisa
Muitos torcedores, assim que souberam da novidade, correram para o clube para comprar a camisa do novo ídolo corintiano.

- Queria ser um dos primeiros a ter a camisa do Fenômeno. Ele tem a cara do Timão, pela superação que sempre mostrou dentro de campo – diz Marcel Camba, de 36 anos, já uniformizado de Ronaldo-9.

O Corinthians possui também lojas no Shopping Metrô Itaquera, Shopping Center Vale, em São José dos Campos (SP), Shopping Aricanduva, Shopping Mauá, Shopping Interlagos, Shopping SP Market, Shopping Metrô Tatuapé e Shopping Taboão.

Fonte.

Imprensa mundial destaca acerto de Ronaldo com o Corinthians

O acerto de Ronaldo com o Corinthians já virou manchete na Europa. Os sites dos principais jornais esportivos do “Velho Continente” destacaram nesta terça-feira a notícia, lembrando que o Fenômeno não atua desde fevereiro, quando sofreu a lesão no joelho pelo Milan.

jornais
Na Inglaterra, o “Daily Mail” citou ainda a revolta de um grupo de torcedores do Flamengo, revelada pelo GLOBOESPORTE.COM. Os organizadores do movimento “Fica, Ronaldo” prometem queimar fotos do jogador na Gávea.

“A lenda brasileira Ronaldo assinou contrato de um ano com o Corinthians, deixando irritados os fãs do Flamengo – clube que diz torcer. Ronaldo indicou mês passado que poderia ir para o Flamengo, mas agora assinou com um dos seus maiores rivais”, diz o “Daily Mail”.

Último país que viu o Fenômeno em ação em jogo profissional, a Itália também destaca a ida do craque para o Timão. O site da “Gazzetta dello Sport” chegou a dar a notícia como manchete principal, com as declarações do empresário Fabiano Farah confirmando a negociação.

Ex-jogador de Real Madrid e Barcelona, Ronaldo também ganhou destaque nos jornais espanhóis. Na capital, o “Marca” e o “As” dizem que o Fenômeno acertou com um dos clubes mais populares do Brasil e recusou propostas da Europa.

Em Barcelona, o “Sport” cita que o Corinthians acabou de deixar a Série B do Brasilierão e que o clube já anuncia no site oficial um “2009 fenomenal”.

Fonte.

Corinthians já vende camisas de Ronaldo

O contrato entre as partes, ao que tudo indica, ainda não foi assinado, o Corinthians já está lucrando com a parceria que deve ser fechada com Ronaldo. Poucas horas depois das primeiras confirmações do acerto, a loja oficial do Parque São Jorge já vende camisas do atacante nos modelos de uniforme de 2008.

Trata-se de um serviço padrão do estabelecimento, que costuma personalizar as camisas dos clientes. Segundo Sílvio Tieppo, gerente da loja, mais de dez exemplares com o nome “Ronaldo” já foram comercializados somente nesta terça-feira.

“É um número acima da média. Normalmente a gente não tem essa procura por um jogador. De vez em quando o pessoal pede que coloque Herrera ou Dentinho, mas nada desse jeito”, disse Tieppo.

A expectativa do responsável por um dos principais pontos de venda de produtos oficiais do Corinthians é que Ronaldo ultrapasse o fenômeno criado por Carlitos Tevez, em 2005, quando o clube chegou ao título brasileiro.

“Naquele tempo, o torcedor entrava direto para comprar o uniforme dele. No primeiro dia, o Ronaldo está tendo até mais impacto, e acho que vai ser assim mesmo. No começo o Carlitos ainda era visto com certa resistência pela torcida por ser argentino. Isso passou rápido, mas nos momentos iniciais ainda pesou um pouco”, concluiu.

Santa Casa em homenagem ao São Paulo

A Y&R criou um anúncio de oportunidade para a Santa Casa, em homenagem ao hexacampeonato conquistado pelo São Paulo neste domingo (07), pelo Campeonato Brasileiro de Futebol.

santacasa

A instituição aproveitou a conquista para estimular os doadores de órgãos.

Fonte.

Pesquisa da Editora Abril estuda jovem

O NúcleoJovem da Editora Abril apresentou, na noite desta segunda-feira (08), em São Paulo, a pesquisa “Novos Consumidores 2″, segundo estudo sobre o tema da editora, que investigou a relação do jovem brasileiro com a publicidade, a partir de dados coletados junto a garotos e garotas de 13 a 24 anos.

Novos Consumidores 2″ falou com jovens de classes A, B e C de diversas cidades brasileiras. O estudo – encomendado à empresa de pesquisas Studio Idéias – investigou a relação deles com os espaços (Casa, Cidade e Corpo) e com as mídias.

De acordo com o estudo, há indícios de uma nova onda de valores inspirando os jovens. Hoje, eles dão mais importância à família, aos afetos e ao prazer no trabalho do que a recompensas financeiras.

Essa geração pode ser conhecida como os “filhos da mãe“. Numa sociedade com 20 milhões de mulheres chefiando as famílias (e muitas delas sozinhas) aparece a marca de um novo matriarcado. Entre as três pessoas mais queridas dos entrevistados da pesquisa do NúcleoJovem, a mãe é a mais citada.

Constatou-se ainda que a casa é onde mais se reconhece formatos publicitários diferentes e o espaço favorito do jovem. Na casa, se obtém liberdade e individualidade. A casa é uma grande confraria de afetos: 77% dos entrevistados citam a casa como o lugar que eles mais gostam de estar na cidade, seguido de cinema/teatro (65%) e shopping/lojas (63%).

Grande parte dos jovens passa muitas horas em casa: 23%, a manhã inteira, 31% a tarde inteira. Lá, há o maior consumo de mídia. São quase 8 horas do dia dedicadas aos principais meios: navegando na internet, 3 horas e 40 minutos; assistindo à TV, 2 horas e 5 minutos; com o rádio ligado, 1 hora e 27 minutos; lendo revista, 37 minutos e lendo jornal, 25 minutos.

A cidade ao mesmo tempo que encanta, assusta; conecta e irrita, ou seja, é o centro dos paradoxos.

Nos grandes deslocamentos que faz diariamente, o jovem vê a cidade como um meio e não como um fim. Ele busca os espaços fechados, temporários, sem memória (cinemas, shoppings, eventos). É uma geração indoor. Ao transitar pela cidade, esse público observa e obtém novas informações (55%), sente que se conecta com o que está acontecendo (30%), sente-se inseguro (22%), fica irritado com trânsito, poluição sonora e visual (22%).

O corpo jovem ganha acessórios para potencializar e expandir os seus sentidos: celular, MP3 player, câmera, vídeo game, DVD portátil, laptop, entre outros recursos, atendem à necessidade de conexão.

A relação dos jovens com as mídias portáveis passa pela idéia de poder, capacitação e expressão. Para eles, o MP3 significa deixar o seu dia mais feliz (36%). Já o celular foi relacionado a “posso ser encontrado a qualquer hora” (59%), “expressa a minha personalidade”(15%). O notebook “me conecta com o mundo” (27%) e “me sinto mais poderoso” (9,27%), responderam os entrevistados.

Especialmente criado para este estudo, o índice NC é fruto da ponderação de resultados de pesquisa quantitativa e qualitativa e aponta como os jovens percebem os formatos publicitários.

Entre os formatos com NC Positivo, os três mais queridos pelos jovens são: eventos (66), TV filmes de 30″ (55) e advergames customizados (48).

Entre os formatos com NC Neutro, os que mais se aproximam dos índices positivos são:

Jingle, Square Banner, Flyer e Mídia no Elevador (20)
Busdoor (19)
Outdoor (18)

Entre os formatos com NC Negativo, os três mais rejeitados são:

Faixa na Rua (-53)
Panfleto (-57)
Pop-up (-81)

Para os profissionais interessados em conferir mais detalhes sobre a pesquisa Novos Consumidores 2, o NúcleoJovem lança o site, que apresenta informações sobre o estudo e os resultados de sua primeira edição apurada em 2005.

Fonte.

Reebok em homenagem ao São Paulo

Com criação da W/Brasil, a Reebok, fornecedora de material esportivo do São Paulo Futebol Clube, homenageia o time pela conquista do Campeonato Brasileiro de 2008 com projeto especial em parceira com o jornal Lance.

reebok

Além da capa do dia que comemora a conquista do hexa, também foram reimpressas na sequência as capas do jornal que comemoraram o penta (2007) e o tetra (2006) .

Logo após as capas, o anúncio da Reebok questiona: “E o seu time? O que ele andou fazendo nos útimos 3 anos?”

Além desse projeto especial será veiculado também anúncio lembrando que dezembro é um mês com poucas novidades: o Natal cai sempre no dia 25, o Reveillon nunca muda de data e o São Paulo é sempre campeão.

Com criação de Marcelo Conde e Eiji Kozaka e direção de criação de Rui Branquinho. Produção gráfica de Julio Coralli. Atendimento de André Rossi, Raphael Pinho e Larissa Menescal. Aprovação de Tullio Formícola.

Fonte.

Eletrobras reduz oferta para Vasco

A queda para a segunda divisão já é sentida nos cofres do Vasco.

A Eletrobras reduziu a oferta para patrocinar o time na próxima temporada.

Os executivos da empresa oferecem R$ 9 milhões por ano para estampar a sua marca na camisa vascaína. Se a equipe fosse mantida na Série A, o Vasco receberia R$ 15 milhões.

A negociação já foi praticamente fechada. Atualmente, o Vasco é patrocinado por uma construtora, que pagou R$ 3 milhões em 2008. O clube terá novo fornecedor de material esportivo.

Fonte.

Título do São Paulo turbina Band e “pausa” Globo

O sexto título do Campeonato Brasileiro conquistado pelo São Paulo no último domingo deu à Bandeirantes a sua melhor audiência do ano no futebol. Com 9 pontos de média e 12 de pico, a partida que decidiu o torneio, disputada contra o Goiás, no Distrito Federal, superou o confronto entre Sport e Palmeiras, pelas oitavas-de-final da Copa do Brasil, que registrou 8 pontos de média e pico de 10.

A Globo, por sua vez, liderou a audiência entre 17h05 e 18h57, período em que a “final” esteve no ar, e cravou os mesmos 26 pontos obtidos na semana passada com a transmissão do empate por 1 a 1 entre São Paulo e Fluminense.

A emissora carioca comemora os resultados das duas rodadas finais da competição, já que nas partidas anteriores os índices não ultrapassaram a marca dos 19 pontos, pouco abaixo da média obtida no mês de outubro – 19,7 pontos – nos duelos dos finais de semana. Às quartas-feiras, a média do futebol é de 21,5 pontos.

O jogo que definiu a sexta edição do Brasileiro da “era” dos pontos corridos também foi transmitida pelo canal a cabo Sportv, da Globosat, que dividiu a audiência com a TV aberta. No mesmo horário, a Record, que exibiu os programas “Tudo é Possível” e “Domingo Espetacular”, ficou com 7 pontos de média. Já o SBT marcou 6 pontos com o “Programa Sílvio Santos”.

Cada ponto no Ibope equivale a 54 mil domicílios na Grande São Paulo, região de referência para o mercado publicitário.

Fonte.

Reebok adapta linha ao título são-paulino

Já reconhecidas pela torcida, as camisas comemorativas da Reebok para os últimos dois títulos brasileiros do São Paulo foram adaptadas após a conquista do tricampeonato, no último domingo, no Gama, no Distrito Federal. Com uma alteração considerável apenas na cor, que agora é branca, as peças “6-3-3″ e “Hexa Code” foram apresentadas ainda no gramado pelos jogadores e pela diretoria do clube do Morumbi.

As duas peças seguem a linha lançada em 2006, ano do primeiro título da atual seqüência. A primeira camisa, e mais conhecida do grande público, representa os seis títulos nacionais, as três Copas Libertadores e os três Mundiais de Clubes. Já a segunda traz, em formato de código de barras, as datas de todas as conquistas são-paulinas em Campeonatos Brasileiros.

Os dois modelos, que serão comercializados a partir do dia 12 de dezembro nas lojas por R$ 99,90 (preço sugerido), são fabricados com a tecnologia “Play Dry”, da Reebok. Só que desta vez, ao contrário do que aconteceu nos últimos anos, o São Paulo vai destacar a cor branca, em vez da vermelha. A mudança serve, entre outras coisas, para combater a pirataria.

Tanto a camisa “6-3-3″ quando a “Hexa Code” trazem as suas inscrições em impressões metálicas douradas. A expectativa da Reebok é que as duas linhas repitam 2007, quando mais de 50 mil modelos da coleção especial foram comercializados.

Fonte.

FutCup cresce com viagem e camping

Sucesso de patrocinadores por envolver alguns dos principais colégios particulares de São Paulo, a FutCup, competição intercolegial organizada pela TTK Marketing Esportivo, quer ampliar seu investimento no conceito de experiência única. Por isso, em 2009, a grande novidade do projeto é a ratificação do FutCup Soccer Camp e do FutStars, que vai levar cerca de 150 crianças para Estados Unidos e Europa.

A idéia segue a linha inicial da competição, que trabalha com a convivência positiva de crianças de classe média alta com o futebol, entrelaçada com diversas ações de patrocinadores como Perdigão, Sony, Centauro, Schin Refrigerantes, Penalty e Rádio Transamérica, que eliminam os custos da maior parte da FutCup.

Durante as férias de janeiro e julho, os alunos dos colégios integrantes do torneio podem participar do acampamento oficial do projeto, que segue os moldes de sucesso do Milan Junior Camp e reúne crianças em uma semana de prática esportiva intensa. Só que, ao contrário da competição principal, que tem duração de dez meses, o camping de uma semana custa R$ 1, 7 mil por pessoa.

“A proposta é juntar diversão com futebol. A gente tem, durante uma semana, a garotada vivendo o dia-a-dia de jogadores profissionais, com cerca de cinco horas diárias de futebol”, disse Marcos Yano, diretor da TTK Marketing Esportivo.

A principal propriedade de 2009, no entanto, é a participação em campeonatos intercolegiais internacionais. Para isso, a equipe técnica da FutCup escolhe os melhores jogadores da competição, que vão compor as oito delegações brasileiras que se dividirão em viagens à Minneapolis e Orlando, nos Estados Unidos, Helsinque, na Finlândia, e Gotemburgo, na Suécia.

Nas viagens, os jovens enfrentam outras crianças de várias partes do mundo em quatro campeonatos, e combinam a prática esportiva com alguns momentos de turismo, como, por exemplo, uma viagem à Barcelona durante a estada européia. A participação, porém, está atrelada à parte financeira, já que os patrocinadores não bancam o investimento.

“Nós não devemos ter problemas com isso, já que os alunos têm uma situação econômica boa. Trata-se de uma experiência única, porque a criança tem a oportunidade de conviver com gente de todo o mundo durante pelo menos uma semana”, disse Yano.

Fonte.

Brasileiro pode “garantir” patrocínio do São Paulo

A inflação no valor de patrocínio de camisa pretendida pelo São Paulo esteve perto de um naufrágio até a semana passada, por causa da retração do mercado esportivo. O tricampeonato brasileiro, porém, pode mudar esse panorama. Julio Casares, vice-presidente de comunicações e marketing do clube, disse que a conquista vai ser utilizada nas negociações.

“Ganhamos um argumento de venda forte. Agora chegaremos nas empresas como único tricampeão consecutivo e o único hexacampeão. Isso tem peso”, disse o dirigente, durante a festa de comemoração do título.

Atualmente, o São Paulo recebe R$ 16 milhões por ano da LG, atrás de Corinthians (R$ 16,5) e Flamengo (R$ 16,2 milhões) na lista dos maiores contratos do país. A pedida inicial do clube era R$ 30 milhões apenas pelo peito, que, somado com contratos menores e a negociação pela manga, chegariam a R$ 100 milhões.

A receptividade do mercado, no entanto, não foi positiva. O clube do Morumbi conversou com diversas empresas, especialmente do setor de eletrônicos, mas a recessão mundial complicou a situação, e o departamento de marketing chegou a cogitar entrar em 2009 com a camisa “limpa”. Agora, o discurso é de que as tratativas estão apenas no início.

“A negociação realmente vai começar agora. Agora é que o São Paulo vai intensificar as conversas”, concluiu Julio Casares.

Fonte.

Inter vê R$ 500 mil com camisas novas

Lançadas em profusão após a conquista da Copa Nissan Sul-Americana, as camisas comemorativas do Internacional podem render cerca de R$ 500 mil aos cofres do clube. Essa é a expectativa do departamento de marketing do Beira-Rio, que celebra o número relevante de encomendas dos três modelos lançados na última quinta-feira.

“Nossa expectativa em termos de valores de royalties para o clube é de R$ 300 mil somente na camiseta “Campeão de Tudo”. As outras devem trazer um incremento significativo, chegando a uma expectativa de R$ 500 mil no médio prazo”, disse Rafael Sailing, gerente de marcas e franquias do Internacional.

A estratégia para essa arrecadação acima da média é semelhante àquela utilizada pelo Corinthians logo após o rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro, no ano passado. Aproveitando-se de um momento de união da torcida, o clube do Parque São Jorge acertou o lançamento do modelo “Eu nunca vou te abandonar” por uma empresa licenciada, que surpreendeu positivamente em termos de faturamento.

No Inter, o projeto é atrelar o número de vendas ao recebimento de royalties, o que não acontece com a camisa “América Colorada”, produzida pela Reebok, que paga um valor pré-determinado por uniforme especial.

Os outros dois modelos, “Campeão da Sul-Americana” e “Campeão de Tudo”, são fabricados por duas empresas licenciadas distintas do Rio Grande do Sul, não reveladas pelo clube. Para faturar mais, o Inter estabelece um valor pré-determinado a receber por unidade de camisa vendida.

“Se nós não fizermos isso, alguém vai fazer, e vai ser o produtor pirata. Por isso, a gente faz essas versões. Mas tudo é bem determinado com a Reebok, que tem um trabalho excelente conosco”, concluiu Sailing.

Fonte.

Habib’s homenageia São Paulo pelo Brasileirão

A Giovanni+DrafFCB criou para o Habib’s, para homenagear o sexto título do Campeonato Brasileiro conquistado pelo São Paulo neste domingo (07), um pôster ilustrado, que está sendo veiculado nos jornais Folha de S. Paulo e Agora SP, nesta segunda-feira (08).

habibs

A peça traz os jogadores do tricolor paulista bocejando, e o seguinte título: “São Paulo Futebol Clube, para variar, campeão Brasileiro.

Serão distribuídos ainda 50 mil pôsteres nas 110 lojas do Habib’s da capital paulista, para aqueles que comprarem uma sobremesa.

O Habib’s é patrocinador oficial do São Paulo.

A criação é de Luiz Kanadani, Marcus Saulnier e Ricardo John, que assina a direção de criação ao lado de Adilson Xavier e Sidney Araújo. Ilustração de Anderson. Atendimento de Mauro Silveira e Larissa Zucatelli e aprovação de Alberto Saraiva e Luiz Trielli.

Fonte.

Botafogo lança camisa em homenagem a Garrincha

Em parceria com uma marca italiana, o Botafogo lançará a camisa em homenagem ao eterno ídolo do clube, Mané Garrincha, destaque entre os anos de 1953 e 1964.  A camisa conta com um visual arrojado e tiragem limitada de apenas 600 peças.

camisagarrincha

A camisa traz no peito a imagem do anjo das pernas tortas, tal como o jogador ficou conhecido mundialmente. Para completar a homenagem, a peça conta com a data de seu nascimento e a sua assinatura.

A camisa está disponível na cor branca e cinza, nos tamanhos P/M/G/GG. O preço sugerido é de R$109,90. A camisa está à venda na loja oficial do clube, a partir desta terça-feira.

Fonte.

Clube deve arrecadar R$ 2 mi com “final”

Após a polêmica envolvendo o preço dos ingressos para o jogo contra o São Paulo, o Goiás comemora a lotação do Estádio Bezerrão, em Brasília, para a “decisão” do Campeonato Brasileiro de 2008. Todos os 19,8 mil bilhetes foram vendidos e deverão gerar ao clube uma renda de R$ 2 milhões, segundo informações da Rádio 730, de Goiânia.

Com média de oito mil pagantes por partida, o Goiás tinha arrecadado R$ 2.356.920,00, de acordo com dados da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), durante toda a competição.

No início da semana, o clube afirmou que o valor de cada entrada seria de R$ 400 para compensar o alto custo do aluguel do estádio no Distrito Federal. Os goianos foram punidos pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) com a perda do mando de campo por três partidas após a briga generalizada nas arquibancadas do Serra Dourada no jogo contra o Cruzeiro.

No entanto, a repercussão negativa fez com que a diretoria recuasse e reduzisse o montante cobrado pelos ingressos, que puderam ser comprados por um preço entre R$ 75 e R$ 250.

Pequim vende grama do Estádio Olímpico

As lojas oficiais dos Jogos Olímpicos de Pequim que ainda permanecem abertas na capital chinesa começaram a venda da grama que estava plantada do Estádio Olímpico, segundo informou a imprensa local nesta sexta-feira.

O valor dos kits, que também contêm uma réplica da tocha olímpica feita com o aço que restou da construção, é de US$ 420. Todo o material é apresentado em um recipiente de vidro, para facilitar a conservação.

Um dos pontos-de-venda do “souvenir” será o Ninho de Pássaro, como ficou conhecido o estádio, que se transformou em uma das principais atrações turísticas da cidade após o encerramento do evento, realizado no mês de agosto.

Fonte.

Neo Química volta ao Goiás após 8 anos

O Goiás anunciou o laboratório Neo Química como seu novo patrocinador para o biênio 2009/10. O logo da empresa já aparecerá no uniforme do clube na partida contra o São Paulo, neste domingo, no Estádio Bezerrão, no Gama, em Brasília.

A marca volta ao Goiás após oito anos. Enquanto esteve associado à Neo Química, o clube conquistou o título do Campeonato Brasileiro da Série B em 1999, além do bicampeonato goiano e a Copa Centro-Oeste de 2000.

Pelo novo acordo, Neo Química desembolsará R$ 250 mil mensais, totalizando R$ 6 milhões ao fim do compromisso. Além disso, haverá bonificações em caso de classificação para a Copa Nissan Sul-Americana, Copa Santander Libertadores da América ou de título na Copa do Brasil do ano que vem. A multa para rescisão unilateral é de R$ 1,5 milhão.

“Nós vemos esta oportunidade como a melhor maneira de divulgarmos a nossa marca, pois acreditamos na conquista de muitos títulos”, disse Marcelo Henrique Gonçalves Filho, vice-presidente do laboratório, que também fechou com o Atlético Goianiense, recém-promovido à elite do futebol nacional.

Além da Neo Química, o Goiás contará com outras duas “estréias” em sua camisa para a última rodada do Campeonato Brasileiro de 2008. O Banco de Brasília e a Uni-Anhanguera pagaram R$ 200 mil e R$ 50 mil, respectivamente, para aparecerem na partida que decidirá o torneio.

Fonte.

Knicks segue como mais valioso da NBA

A despeito dos sucessivos fracassos dentro de quadra, o New York Knicks é, mais uma vez, a franquia mais valiosa da NBA. Pelo quarto ano consecutivo a revista “Forbes” aponta o time, que não vai sequer aos playoffs desde a temporada 2004/05, como o principal da liga em termos financeiros, com valor estimado em US$ 613 milhões (R$ 1,5 bilhão).

Mais que a manutenção no topo da pesquisa, o Knicks conseguiu crescer em relação ao ano passado, apesar de ter enfrentado, no período, uma forte campanha para a demissão do técnico Isiah Thomas e a pior campanha desde a década de 1960. O valor estimado atual é 3% superior à marca obtida em 2008, de US$ 604 milhões (R$ 1,5 bi).

A franquia nova-iorquina ainda vê uma vantagem considerável para o vice-líder Los Angeles Lakers, já que o time do astro Kobe Bryant subiu de US$ 560 milhões (R$ 1,3 bi) para US$ 568 (R$ 1,4 bi). Na terceira colocação, o Chicago Bulls se mantém com US$ 504 milhões (R$ 1,25 bi).

A explicação para a avaliação separada do resultado esportivo é simples. Centro do capital mundial, a cidade de Nova York atrai muita atenção de investidores e veículos de imprensa, assim como Los Angeles, que ainda conta com um histórico considerável na liga (é o segundo mais detentor de títulos, atrás apenas do Boston Celtics).

O quarto lugar do Chicago Bulls, por sua vez, ainda é um reflexo do maior fenômeno da história do esporte. Mesmo longe da franquia desde 1998, Michael Jordan ainda é apontado como principal fator determinante para o bom rendimento da marca.

Confira a lista completa abaixo:

New York Knicks – US$ 613 milhões
Los Angeles Lakers – US$ 584 milhões
Chicago Bulls – US$ 504 milhões
Detroit Pistons – US$ 480 milhões
Cleveland Cavaliers – US$ 477 milhões
Houston Rockets – US$ 469 milhões
Dallas Mavericks – US$ 466 milhões
Phoenix Suns – US$ 452 milhões
Boston Celtics – US$ 452 milhões
San Antonio Spurs – US$ 415 milhões
Toronto Raptors – US$ 400 milhões
Miami Heat – US$ 393 milhões
Philadelphia 76ers – US$ 360 milhões
Utah Jazz – US$ 358 milhões
Washington Wizards – US$ 353 milhões
Sacramento Kings – US$ 350 milhões
Orlando Magic – US$ 349 milhões
Golden State Warriors – US$ 335 milhões
Denver Nuggets – US$ 329 milhões
Portland Trail Blazers – US$ 307 milhões
Atlanta Hawks – US$ 306 milhões
Indiana Pacers – US$ 303 milhões
Minnesota Timberwolves – US$ 301 milhões
Oklahoma City Thunder – US$ 300 milhões
Los Angeles Clippers – US$ 297 milhões
New Jersey Nets – US$ 295 milhões
Memphis Grizzlies – US$ 294 milhões
New Orleans Hornets – US$ 285 milhões
Charlotte Bobcats – US$ 284 milhões
Milwaukee Bucks – US$ 278 milhões

Fonte.

West Ham acerta com casa de apostas

Sem patrocinador desde setembro, quando a XL Holidays foi à falência em meio à crise financeira global, o West Ham anunciou nesta quinta-feira o nome da substituta da agência de viagens: a casa de apostas Sbobet, que estampará sua marca nas camisas do clube até 2010.

A antiga parceira pagava 2,8 milhões de euros por ano aos ingleses, que preferiram manter em sigilo os valores do novo contrato.

“É um ótimo acordo para o West Ham, e espero uma parceria de sucesso com a Sbobet. Encontrar um patrocinador costuma levar até seis meses, mas nos esforçamos e trabalhamos muito neste processo”, disse Scott Duxbury, diretor-executivo do clube.

Enquanto esteve sem patrocínio, o West Ham jogou com o número das camisas dos jogadores no local destinado à cota máster. O clube informou que os torcedores que haviam comprado o uniforme da atual temporada, com a marca da XL, poderão efetuar a troca gratuitamente.

Fonte.

Petrobras não usará Incentivo em 2009

Maior usuária da Lei do Incentivo no primeiro ano de história do benefício, a Petrobras está fora do projeto em 2009. A decisão, tomada no início da semana, exclui um número considerável de projetos, incluindo cinco do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), único beneficiário da estatal nesta temporada.

Desta vez, ao contrário do que havia feito no ano passado, a Petrobras decidiu estudar melhor as propostas apresentadas, e abriu uma concorrência. Por meio do Petrobras Esporte & Cidadania, a empresa pretendia escolher melhor os seus beneficiados, que teriam, para disputarem a verba, de já ter passado pelo crivo do Ministério do Esporte.

O resultado, no entanto, foi desastroso. Cerca de 30% dos cadastrados não se enquadravam nas exigências da Petrobras, e foram de cara descartados. O montante que sobrou também não agradou, já que a grande maioria não continha a abrangência nacional desejada pela empresa e nem mesmo o caráter educativo.

Por isso, a estatal decidiu não investir por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, pelo menos até o meio de 2009. Com um espaço de seis meses para a criação de novos projetos, a Petrobras pretende reabrir o processo de concorrência, mas somente a melhora nos textos pode mudar o panorama já desenhado.

A posição atual da petrolífera vai contra a postura adotada no início do ano, quando liderou a lista de investidores com quase R$ 26 milhões, seguido de longe pelo Bradesco, que investiu, ao todo, R$ 12, 6 milhões. Toda a verba da Petrobras foi destinada à preparação das equipes brasileiras para os Jogos de Pequim, projeto do COB.

Desta vez, a entidade perdeu seu mais provável apoiador em cinco diferentes projetos. O custeio das atividades do Maria Lenk e do Velódromo, a preparação das delegações brasileiras nos Jogos da Lusofonia e Olímpicos de Inverno, o desenvolvimento de jovens atletas e a organização da Semana da Vela custariam, ao todo, R$ 37 milhões, e nem todos já foram aprovado pelo Ministério do Esporte.

Entre todos os citados, apenas o que se refere ao iatismo já está catalogado na página especial da pasta de Orlando Silva Jr. na internet sobre o assunto.

Fonte.

Solidária, Adidas une All Blacks e Milan

A Adidas reuniu dois de seus principais ícones em prol de causas solidárias nesta quinta-feira. A seleção de rúgbi da Nova Zelândia, conhecida como “All Blacks”, esteve no centro de treinamento do Milan, na Itália, para iniciar uma campanha de arrecadação de recursos para a fundação mantida pelo clube.

Os jogadores das duas equipes participaram de um duelo “rúgbi x futebol” e criaram um painel coberto com as marcas de bolas ovais e redondas chutadas por eles. O quadro, que tem no centro a inscrição “Impossible is Nothing”, slogan da Adidas, será leiloado no site do Milan entre os dias 5 e 12 de dezembro.

Além disso, a fabricante lançou uma camiseta especial, que funde as cores dos dois times, para celebrar o encontro. O modelo será comercializado a 36 euros cada um nos pontos-de-venda oficiais da Adidas.

Todo o dinheiro arrecadado será destinado à Fundação Milan, que se dedica atualmente ao desenvolvimento do centro de especialização para diagnóstico e cura das anomalias vasculares na infância do Hospital Buzzi, de Milão.

Na última segunda-feira, a Adidas anunciou a renovação patrocínio à União de Rúgbi da Nova Zelândia (NZRU) até 2019. Já a parceria com o Milan foi prolongada em janeiro por mais nove temporadas.

Fonte.

Reebok e Inter celebram título com camisa

O título da Copa Nissan Sul-Americana, conquistado pelo Internacional na noite da última quarta-feira, ganhou uma camisa comemorativa da Reebok, fornecedora de material esportivo do clube gaúcho.

inter

O modelo – branco, com detalhes vermelhos na gola e nas mangas – foi apresentado pelos jogadores logo após a partida contra o Estudiantes, da Argentina, no Estádio Beira-Rio, e será colocado à venda ainda nesta quinta-feira. O preço sugerido é de R$ 99,90.

A frente da camisa, batizada de América Colorada, traz o mapa do continente sul-americano e o símbolo do clube bordados. Além disso, a peça tem a reprodução em silkscreen das principais taças conquistadas pelo Internacional, como a Copa Santander Libertadores da América, e o brasão da Confederação Sul-Americana (Conmebol) nas mangas.

A edição especial amplia a série de camisas comemorativas confeccionadas pela Reebok para celebrar os últimos triunfos do Inter. Após a vitória sobre o Barcelona no Mundial Interclubes da Fifa de 2006, a marca lançou uma linha oficial para o principal título da história do clube.

Nesta temporada, a empresa comercializou ainda os modelos 38x, em comemoração ao 38º título do Campeonato Gaúcho, e Inter 99, em alusão à contagem regressiva para o centenário do clube, que será completado no dia 4 de abril de 2009. Além disso, também veiculou, logo após a confirmação do título, uma campanha na imprensa gaúcha brincando com o arqui-rival Grêmio, que está disponível no blog da Máquina do Esporte.

Fonte.

Inter recupera audiência da Globo

Com 22 pontos, a vitória do Internacional sobre o Estudiantes na final da Copa Nissan Sul-Americana, em partida disputada na última quarta-feira, fez com que a Globo se recuperasse do fraco desempenho registrado na semana passada, quando “trocou” a primeira partida da decisão pelo filme “Match Point” para quase todo o Brasil, exceto Porto Alegre, e obteve 18,7 pontos no Ibope.

A exibição da partida, porém, não elevou a audiência para os jogos realizados no meio da semana e exibidos na emissora, que é de 21,5 pontos. Aos sábados e domingos, os índices não ultrapassavam os 19 pontos até o último domingo, mas a partida entre São Paulo x Fluminense, que poderia ter assegurado o sexto título do Campeonato Brasileiro ao time paulista, mudou o quadro e chegou à marca dos 26 pontos.

Em contrapartida, a Bandeirantes, que transmitiu sozinha o primeiro confronto decisivo do torneio continental, teve ligeira queda na audiência, baixando de 7,7 para 5 pontos. O pico caiu de 10 para 6 pontos.

O jogo disputado no dia 26 de novembro deu à emissora do Morumbi a sua segunda melhor média no ano, só superada pelo duelo entre Sport e Palmeiras, válido pelas oitavas-de-final da Copa do Brasil, que registrou 8 pontos de média e 10 de pico.

Cada ponto registrado no Ibope equivale a 54 mil domicílios na Grande São Paulo, região de referência para o mercado publicitário.

Fonte.

Heineken renova com rúgbi europeu

A cervejaria Heineken anunciou, nesta quarta-feira, a renovação de seu contrato de patrocínio com a Copa Européia de Rúgbi (ERC, em inglês), que agora vai até 2013. Dona dos naming rights do evento desde 1995, a marca é apontada pelos organizadores como fator fundamental para o crescimento da competição, a maior interclubes do mundo no esporte.

“A parceria entre a ERC e a Heineken cresceu para se tornar algo muito, muito especial no rúgbi. Com o apoio deles nós nutrimos a Heineken Cup e criamos um torneio que hoje possui respeito e admiração de toda a comunidade mundial”, disse Jean-Pierre Lux, presidente da organização esportiva.

Os números comprovam que o crescimento da importância da competição se deu justamente após a chegada da cervejaria. Atualmente, a Heineken Cup reúne os melhores 24 melhores clubes de seis países, contra 12 de cinco em 1995.

A presença de público também cresceu bastante no período, saindo de pouco mais de 2 mil de média na década passada para a marca histórica de 70 mil, que deve ser batida no próximo fim de semana no jogo entre Stade Français e Harlequins.

Apesar do histórico de sucesso, o acordo passa por cima de dois complicadores da atual situação do mercado esportivo. Além da crise financeira, que vem afastando investidores do setor, a Heineken teve de superar a desconfiança da União Européia (UE), que, ventilou, na semana passada, a possibilidade de banir a propaganda alcoólica de eventos esportivos após receber estudos de universidades inglesas a respeito.

Fonte.

Adidas movimenta NBA com “irmandade”

Tratado pelos executivos da NBA como mercado prioritário para a liga nos próximos anos, o Brasil vai entrar de vez no mapa do basquete mundial nos próximos meses. Em ação inédita no país, a Adidas criou a “irmandade” do basquete, que incentiva a movimentação dos fãs da modalidade pela internet e premia com uma viagem para os Estados Unidos.

Toda a promoção gira em torno da internet. No site oficial, o interessado pode cadastrar-se e participar com mensagens no blog, criação de comunidades de relacionamento virtual ou até enviando vídeos.

Cada uma das categorias terá um ganhador, que será escolhido por uma comissão julgadora nos quesitos popularidade, originalidade, projeção, impacto e criatividade, entre outros. O prêmio é uma viagem com direito a dois acompanhantes ao TD Banknorth Garden, em Boston, para a partida entre Boston Celtics e Detroit Pistons, pela temporada regular da NBA.

Além do Brasil, outros oito países também participam da promoção. Fãs da modalidade de Colômbia, Argentina, México, Panamá, Venezuela, Equador, Porto Rico e Costa Rica também estão na disputa.

O olhar apurado da NBA para a América Latina não é uma novidade. Na segunda edição da revista da Máquina do Esporte, Salvatore Larocca, vice-presidente executivo de marketing da liga, tratou o Brasil como prioridade em entrevista exclusiva.

Fonte.

Petrobras cancela incentivo ao esporte

A Petrobras decidiu cancelar programa pelo qual repassaria verba via lei de incentivo fiscal, em 2009, para projetos ligados ao esporte.

Em outubro, a estatal contabilizava R$ 25 milhões que poderiam ser investidos pela lei.

O anúncio acontece no momento em que a estatal sofre acusações de má gestão por causa de empréstimo de R$ 2 bilhões, com prazo de até seis meses para pagamento, na CEF (Caixa Econômica Federal).

A assessoria de imprensa da Petrobras, porém, negou reiteradas vezes qualquer conexão entre a crise global e sua decisão, argumentando que se trata de “uma readequação desse projeto”.

Em comunicado encaminhado aos proponentes de projetos, foi dada a justificativa de que “a seleção pública Petrobras Esporte & Cidadania 2008 não atingiu seus objetivos principais de maior abrangência nacional dos projetos e de privilegiar o desporto educacional“.

Por isso, segue o comunicado, “[a seleção] está sendo cancelada… ao mesmo tempo, novas orientações estão sendo preparadas para 2009“.

Por fim, diz o texto, ”a Petrobras agradece sua participação e espera poder contar com ela também em 2009“.

A empresa informou que não foram cancelados patrocínios já em andamento, como o do Flamengo e o da Confederação Brasileira de Handebol.

Fonte.

Reebok homenageia Internacional

Clique aqui e assista ao filme criado pela W/Brasil para Reebok, fornecedora de material esportivo do Internacional de Porto alegre.

O comercial chega à telinha nesta quinta-feira (04), no Rio Grande do Sul, e é uma homenagem da marca ao clube, que venceu a Copa Sul-americana de 2008.

A ação de oportunidade conta ainda com anúncio.

A criação é de Marcelo Conde e Eiji Kozaka, com direção de Rui Branquinho. Atendimento de André Rossi, Raphael Pinho e Larissa Menescal.

A campanha impressa tem produção gráfica de Julio Coralli.

A produção é da Bossa Nova Films, com direção de Julio Xavier. A produtora de som é a Angels. Aprovação de Tullio Formícola.

Fonte.

Santos fixa a R$ 2 ingresso para sócios e R$ 20 para camarote

A diretoria do Santos decidiu incrementar a promoção de ingressos feita para jogos do time na Vila Belmiro neste Brasileirão. Desta vez, os associados também serão beneficiados. Por R$ 2, o sócio poderá assistir ao duelo entre Santos x Náutico, domingo, às 17 horas, na Baixada.

Torcedores com camisas oficiais ou licenciadas do clube pagam o valor do meio ingresso em todos os setores do estádio. Mulheres entram gratuitamente na arquibancada até as 16 horas.

As vendas terão início nesta sexta-feira, às 9 horas. No setor de arquibancada, o preço do ingresso será R$ 5 (inteira R$ 10). No Setor Vip Visa e nas cadeiras de fundo e lateral as entradas poderão ser adquiridas por R$ 10 (inteira R$ 20).

As vendas acontecem nos guichês da Vila Belmiro, das 9 às 18 horas, e nos pontos de venda autorizados (veja abaixo). Para adquirir os ingressos para o Setor Vip Visa, o torcedor deve acessar o site (www.futebolcard.com) ou então ir ao guichê especial do setor no estádio duas horas antes da partida.

A torcida do Náutico deverá efetuar a compra de ingressos nos guichês do Portão 21 (Rua José de Alencar) da Vila Belmiro. As entradas custam R$10 e a meia-entrada sai a R$ 5. O acesso no dia do jogo acontecerá pelo mesmo local.

Fonte.

Embratel “adia” acerto com Marília

Menos de uma semana depois de ter seu rebaixamento à Série C do Campeonato Brasileiro confirmado, o Marília conseguiu anunciar um novo contrato de patrocínio. A Embratel, suposta parceira, porém, não fez o mesmo, e informou, por meio da sua assessoria de imprensa, que o acordo ainda não foi fechado.

“A Embratel vai ocupar a frente da camisa do Marília na parte superior, enquanto a Marilan segue na parte central. A Lupo continua na frente e nas costas do calção, com Hidrossol na lateral e, provavelmente, ainda a RCG nas mangas”, disse Charles Filgueira, gerente de marketing, em nota publicada no site oficial do clube.

A assinatura, ou não, do contrato, confundiu a própria empresa de telefonia. Procurada pela reportagem da Máquina do Esporte, a assessoria de imprensa informou, em um primeiro momento, que a parceria já havia sido fechada.

Cerca de uma hora depois da publicação da matéria, no entanto, a Embratel comunicou que o Marília teria se precipitado na divulgação do acordo, e que, para 2009, a empresa estaria fechada apenas com Guaratinguetá, Bragantino e Barueri.

Caso seja confirmado, o acordo vai se encaixar na estratégia de marketing adotada pela Embratel nos últimos anos, patrocinando agremiações do interior de São Paulo como forma de fortalecer-se na região.
Além dessas parcerias, a empresa também se destaca por apoiar o piloto Bruno Senna, antigo destaque da GP2 e atual postulante a uma vaga na Fórmula 1 na Honda.

Fonte.

Série A motiva “novo” estádio e DVD

Garantido na Série A do Campeonato Brasileiro do ano que vem, o Avaí terá de ampliar a capacidade do Estádio da Ressacada, estimada em 13 mil torcedores, se quiser mandar seus jogos em casa na elite do futebol nacional. O regulamento do torneio exige que as arenas tenham, no mínimo, 15 mil lugares.

“Essa é uma necessidade imediata. Precisamos reformar o estádio o quanto antes para a Série A”, afirma Amaro Lúcio, diretor de marketing do Avaí.

A obra, que deverá consumir entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão, será conduzida por duas empresas da região: Sul Catarinense e Cassol. Dentro de dez dias, porém, o clube deverá apresentar novidades em relação à reforma total da Ressacada.

“Nós temos um projeto ideal de estádio. Já fizemos uma maquete do que desejamos ter, mas ainda não temos orçamento, nem nada definido em relação a isso”, destaca o executivo.

Além disso, o clube aproveita a visibilidade gerada pelo acesso para colocar no mercado uma série de produtos ligados à sua marca. O primeiro lançamento será o livro “Avaí Futebol Clube”, marcado para o dia 11 de dezembro. A obra, escrita pelo escritor e historiador Alexandrino Barreto Neto, é uma coletânea de dados e curiosidades sobre os 85 anos de história do clube.

O Avaí pretende lançar ainda um DVD com os principais momentos da campanha que marcou o seu retorno à elite. O vídeo está em fase final de produção e conta com os apoios do Canal 3 e da D2K. A previsão é de que o documentário esteja à disposição dos torcedores antes do Natal.

Fonte.

Por SC, clube negocia amistoso com o São Paulo

Para ajudar as vítimas das enchentes em Santa Catarina, Avaí e São Paulo negociam uma partida amistosa que poderá ser realizada logo após o encerramento do Campeonato Brasileiro de 2008.

De acordo com Amaro Lúcio, diretor de marketing do clube catarinense, ainda não há definição sobre a data, tampouco sobre quais jogadores irão atuar no jogo beneficente.

“O presidente [João Nilson Zunino] está falando com o Marco Aurélio Cunha [superintendente de futebol do São Paulo] sobre a possibilidade de realizarmos uma partida para arrecadar donativos aos desabrigados pelas chuvas. Mas não sabemos se o time titular do São Paulo virá a Santa Catarina para a ação. Pode ser que eles escalem uma equipe mista para o amistoso”, revela o dirigente.

Enquanto isso, o clube continua recebendo doações de roupas e alimentos em sua sede. Todos os donativos são encaminhados às vítimas da tragédia.

Fonte.

Topper substitui Puma no Paulista

A Topper é a nova fornecedora de material esportivo do Paulista, que vestiu uniformes da Puma na última temporada. Os detalhes do acordo, porém, só serão apresentados na próxima semana, quando o clube de Jundiaí apresentará todos os seus patrocinadores para 2009, ano em que celebrará 100 anos de sua fundação.

“A Topper é uma grande empresa, que está voltando a nos apoiar como aconteceu em 2004. Eles se colocaram à disposição para participar de ações de marketing do nosso centenário e isso é muito importante. Estamos muito satisfeitos”, declarou Rafael Pedreira, coordenador de marketing do clube.

Para o centenário, o Paulista criou um logotipo especial, em parceria com a agência Da Água Pro Vinho (DAPV), que será usado durante toda a campanha do time no ano que vem.

A primeira utilização do distintivo será na votação da camisa alusiva à efeméride, celebrada no dia 17 de maio, que será confeccionada como terceiro uniforme da equipe. Na camisa oficial de jogo, a logomarca será estampada nas costas, logo acima acima do número de cada jogador.

Fonte.

Na elite, Avaí adapta “lote” do Corinthians

A controversa estratégia do Corinthians de vender cotas de sua camisa aos torcedores ganhou uma nova versão no Avaí, recém-promovido à Série A do Campeonato Brasileiro. Seguindo o mesmo modelo de loteamento utilizado pelos paulistas, o clube irá “imortalizar” o nome de empresas ou pessoas físicas em um painel que será fixado no Estádio da Ressacada com os dizeres ” Onde tem A tem Agradecimento”.

A idéia foi colocada no papel em outubro, quando os 205 conselheiros catarinenses se comprometeram a buscar “micro-investidores” para levantar os recursos necessários para manter o Avaí até o fim do ano. Em reunião extraordinária, ficou acertado que cada um deles deveria apresentar uma empresa ou torcedor disposto a pagar, no mínimo, R$ 1 mil por uma cota.

Para não repetir o fiasco da ação corintiana, o Avaí optou pela flexibilidade. O tamanho do painel poderá ser diminuído ou ampliado de acordo com a aceitação da campanha, que irá vigorar até o fim de dezembro. Dos quatro mil lotes que foram colocados à venda pelo Corinthians, apenas 697 foram comercializados. A saída encontrada pelo clube foi fazer um “replay” das fotos dos torcedores que compraram os espaços.

“Inicialmente, a idéia é arrecadar R$ 205 mil. Mas pode acontecer de um conselheiro vender mais de um lote, aí teremos de aumentar o espaço. Também pode acontecer de alguém ficar sem vender nada, e aí vamos diminuir o painel. Nosso caso tem flexibilidade”, afirma Amaro Lúcio, diretor de marketing do clube, destacando que seis empresas já aderiram ao projeto, lançado há uma semana.

Cada contribuinte irá receber uma camisa comemorativa com a frase “Eu ajudei o Leão a subir para a Série A” e o seu nome ou logomarca grafados. Os conselheiros também serão contemplados com o brinde.

Enquanto busca meios para se manter até o fim da temporada, o clube já renegocia seus contratos de patrocínio visando a elite do futebol nacional. Atualmente, o Avaí possui cinco patrocinadores (Unimed, Pauta Distribuidora, Cimed, Cecomtur Executive Hotel e Champs) e outros 26 parceiros comercias. O objetivo é multiplicar por cinco o faturamento atual, não revelado por Amaro.

“Nós vamos ter um orçamento para um clube da Série A e precisamos cobri-lo. Vamos atrás de receitas que cubram esse orçamento. Evidentemente, temos a noção de que estamos em um novo patamar, ganhamos um plus em exposição de marca,em licenciamento e em todas nossas as propriedades de patrocínio”, conclui o executivo, que afirma ainda não ter estimativas de quanto o retorno à elite após 30 anos irá render para os cofres do Avaí.

Fonte.

Guiñazu estréia nova linha de bonecos

A combinação entre um sucesso esportivo e um novo produto de marketing vai ser a aposta do Internacional para esta quarta-feira, que será marcada pela final da Copa Sul-Americana e o lançamento do boneco de vinil do volante Guiñazu, produzido por uma empresa licenciada do Rio Grande do Sul.

A novidade ganhou espaço na mídia um dia antes de sua disponibilização nas lojas oficias do clube. À venda por R$ 49,90, o boneco deve ser o primeiro de uma série, que não deve, no entanto, ser produzida a curto prazo, já que cada modelo demora cerca de 90 dias para ser desenvolvido.

“Sempre que possível, procuramos utilizar a imagem dos nossos jogadores em novos produtos licenciados, pois isso reforça a identidade do torcedor com o time e com o clube”, disse Jorge Avancini, vice-presidente de marketing do Inter.

O produto não é um sonho novo do clube, que chegou a negociar com uma empresa chinesa em 2007, ano posterior à conquista da Copa Libertadores e do Mundial de Clubes. Problemas contratuais, no entanto, impediram a produção de uma linha naquele momento.

Agora, o sucesso do Guiñazu de brinquedo pode dar início a uma série de outras novidades do tipo. Avancini projeta três séries distintas. Uma com jogadores do elenco atual, como D’Alessandro, Nilmar e Alex, uma com nomes históricos, como Falcão e Claudiomiro, e uma última com os atletas campeões do mundo de 2006, como Alexandre Pato, Fernandão e Adriano Gabiru.

Fonte.

Beira-Rio só terá sócios na Sul-Americana

A final in loco da Copa Sul-Americana será privilégio de torcedores do Estudiantes, da Argentina, e de sócios do Internacional. O clube gaúcho esgotou os ingressos com esse público, e deixará, pela primeira vez, o torcedor comum fora do Beira-Rio, reforçando a estratégia de aposta no seu quadro associativo.

A logística foi a mesma de todos os jogos. Com 78 mil sócios, o Inter é obrigado a destinar 40 mil ingressos para uma modalidade de filiados que tem o direito à gratuidade. Como o estádio comporta apenas 55 mil pessoas, restam apenas 15 mil para as bilheterias, e os outros 38 mil têm preferência na compra.

Essa foi apenas a segunda vez que isso aconteceu desde que o quadro associativo passou a ser prioridade no planejamento do clube – a primeira havia sido na final do Campeonato Gaúcho deste ano, mas sem a ocupação máxima de sócios. Para Jorge Avancini, vice-presidente de marketing do Inter, uma barreira cultural ainda precisa ser superada até que essa exceção vire regra.

“O torcedor brasileiro tem de mudar a sua mentalidade. O futebol é um espetáculo. Porque os ingressos para os shows da Madonna são vendidos seis meses antes?”, disse o dirigente, em entrevista exclusiva à Máquina do Esporte.

O modelo, por si só, gera ressalvas. De acordo com Amir Somoggi, sócio da Casual Auditores Independentes, a ligação direta com uma fatia importante da torcida e a criação de uma nova renda significativa são louváveis, mas ainda falta ao Inter um trabalho de “independência”.

“O Inter dá um passo adiante quando ele cria um grupo com quem ele se relaciona de maneira mais próxima. A média do Brasileiro mostra que ele não fez isso de um jeito europeu. O torcedor apóia o Inter pelo resultado, e não pela relação que ele tem com o clube. Uma média de 18 mil por jogo para um clube que tem 78 mil sócios é muito pouco”, disse o especialista.

Os números comprovam Somoggi. Com pouco mais de 18,6 mil torcedores por jogo, o Internacional é apenas o sétimo no quesito entre os participantes da competição, atrás de times como Coritiba (19,2 mil) e Sport (22 mil) e até do rival Grêmio (31 mil).

Os gaúchos não reclamam, no entanto, quando o assunto é faturamento. Neste ranking, o Inter cai para a nona colocação, com R$ 264 mil por jogo, atrás, por exemplo, do Palmeiras, turbinado pelo setor Visa, que recebeu R$ 470 mil por partida. Apesar de não ser exemplo de arrecadação com bilheteria, o clube se escora no valor superior mensal que recebe dos sócios para avalizar sua aposta.

“Isso garante ao clube uma receita interessante, com o jogo sendo bom ou ruim. Hoje nossa renda com sócios só perde, em termos de importância, para os direitos de televisão”, disse o dirigente do Internacional, que recebeu cerca de R$ 20 milhões de seu quadro associativo no último ano.

Fonte.

Setor privado segue longe da Copa

Vendido desde o pontapé inicial da candidatura brasileira à sede da Copa do Mundo de 2014 como a alternativa para os estádios brasileiros, o investimento do setor privado no Mundial ainda não está tão presente assim como sonhava o presidente da CBF, Ricardo Teixeira.

Até o momento, apenas quatro projetos apresentam um parceiro definido e oriundo da iniciativa privada. A reforma do Palestra Itália, em São Paulo, e a construção de novas arenas para Coritiba, no Paraná, e para o Sport, no Recife, contam com o apoio financeiro da WTorre. Já o Grêmio aposta na OAS para levantar a sua arena.

Curiosamente, esses quatro projetos não fazem parte do plano inicial de estádios que abrigarão jogos da Copa do Mundo. Sem a definição das sedes do Mundial, a participação da esfera privada segue no papel, com apenas algumas pequenas definições, como o estádio do Morumbi, em São Paulo.

Porém o discurso do ministro do Esporte, Orlando Silva Jr., não mudou. Mesmo diante das dificuldades enfrentadas pelo setor privado no lobby por um espaço na Copa do Mundo, Silva Jr. ressalta a importância desse tipo de investidor na organização da competição.

“Nós queremos um modelo [de arenas] que atraia as empresas, porque entendemos que o governo federal tem mais o que fazer do que cuidar de estádios”, disse o político, em repetição ao discurso de Ricardo Teixeira em toda a campanha brasileira.

Apesar desse aparente interesse tanto de quem é o presidente do Comitê Organizador da Copa quanto de quem representa o governo federal no evento, as reformas “privadas” dos estádios no Brasil seguem à margem do Mundial.

O Palmeiras ainda não admite oficialmente, mas sabe que a exigência da Fifa de um estádio por cidade deve tirar o novo Palestra Itália da briga por alguns jogos, em detrimento do Morumbi, cuja reforma ainda está no papel. Já o Coritiba ainda não definiu todos os termos do novo Couto Pereira, e sofre com a forte concorrência da Arena da Baixada, em processo de ampliação e que foi bem avaliada pela comissão da Fifa quando da passagem no Brasil.

Situações um pouco melhores vivem os projetos de Grêmio e Sport. Os gaúchos ainda sonham em ver sua nova arena como palco de jogos da Copa. Inicialmente, apenas o Beira-Rio, do rival Internacional, estava contemplado como sede, mas o lobby tricolor equilibrou a situação.

Agora, o clube aguarda a aprovação do Conselho Deliberativo e assinatura do contrato para entrar de vez na briga, que terá de ser definida até o dia 15 de janeiro, data em que Porto Alegre terá de entregar sua proposta final para o Comitê Organizador.

No Recife, a nova Ilha do Retiro ainda é incipiente, sem um projeto concreto concluído. A ausência de rivais à altura, porém, pode dar vantagem à casa do Sport, uma vez que a candidatura pernambucana ainda não decidiu qual é a melhor opção para a cidade, dividindo-se em três propostas, contando a futura obra da WTorre, depois de ter apostado em uma arena na região limítrofe com Olinda.

Fonte.

Goiás quer R$ 3 mi de renda contra o SP

Elevado ao posto de um dos protagonistas da última rodada do Campeonato Brasileiro de 2008, o Goiás quer arrecadar R$ 3 milhões de renda no jogo mais “caro” do futebol nacional, que será disputado contra o São Paulo, no Estádio Bezerrão, em Gama, cidade-satélite de Brasília, no próximo domingo.

Com ingressos a R$ 400, o clube pretende cobrir o aluguel de R$ 135 mil cobrado pela Federação Brasiliense de Futebol (FBFDF) para ceder o estádio, escolhido pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para o confronto, e igualar o lucro que teria se a partida fosse realizada no Serra Dourada, onde cabem 50 mil pagantes. No Gama, a capacidade é de 20 mil torcedores.

Os goianos foram punidos pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) com a perda do mando de campo por três partidas após a briga generalizada nas arquibancadas do Serra Dourada no jogo contra o Cruzeiro.

“Ser penalizado tecnicamente, tudo bem. Agora penalizado financeiramente é outra coisa. A FBFDF cobrará R$ 135 mil pelo aluguel. E teremos outros custos, como hotelaria, deslocamento de funcionários de Goiânia para Brasília”, afirmou Marcelo Segurado, diretor administrativo do Goiás, em entrevista à “ESPN Brasil”.

A medida, classificada como oportunista, gerou protestos. O São Paulo considera o valor abusivo e ameaça ir à Fundação de Proteção ao Consumidor (Procon) para reverter a situação. A Secretaria de Esportes do Distrito Federal, por sua vez, teme o esvaziamento do estádio e espera um posicionamento da CBF para rever o preço dos bilhetes.

Já o diretor de competições da entidade, Virgílio Elísio, informou que as providências já estão sendo tomadas e que não aceita os preços propostos pelo Goiás.

O Goiás, no entanto, se defende das acusações. Em entrevista ao “Sportv” na manhã desta terça-feira, o vice-presidente do clube, Edmo Pinheiro, disse que não está descumprindo o regulamento do torneio com a cobrança.

“O regulamento do campeonato é claro, o preço mínimo (do ingresso) é de R$ 10. O Goiás está cumprindo o regulamento”, destacou Pinheiro. “A gente precisa entender que um show de uma banda custa até R$ 1 mil. Não é um preço exagerado para uma decisão em um local para 20 mil pessoas”, explicou o dirigente.

O valor dos ingressos para o amistoso entre Brasil e Portugal, disputado há duas semanas na “reestréia” do Bezerrão, variou entre R$ 180 e R$ 250. Para amenizar o quadro, a assessoria de imprensa do Goiás confirmou que a doação de agasalhos, brinquedos ou alimentos fará com que o torcedor pague “apenas” R$ 200. Os donativos, entregues nos portões estádio, serão enviados às famílias vitimas das enchentes em Santa Catarina.

Fonte.

Casa da Moeda homenageará o Coritiba

A Casa da Moeda confirmou que lançará medalhas comemorativas aos 100 anos do Coritiba em 2009, que serão completados no dia 12 de outubro. As peças serão produzidas em ouro, prata e bronze, com preços diferentes para cada modelo.

Todas terão acabamento em alto relevo, aplicação manual de patina e estojos especiais. Haverá ainda uma quarta versão da medalha, feita com liga metálica, que será colocada no mercado com um valor mais acessível para os torcedores.

A Casa da Moeda lança anualmente 10 medalhas comemorativas. Estão na lista de projetos aprovados para 2009 o centenário de Carmem Miranda e os 100 anos da inauguração do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

Fonte.

Futebol rende bons índices

A partida de futebol disputada entre São Paulo e Fluminense, no domingo (30/11), rendeu bons índices de audiência para a TV aberta.

O jogo, que poderia definir o campeão do Brasileirão, deu 25 pontos à Globo e 6,2 à Band. Foi mais do que o (23) e o Domingão do Faustão (19).

Fonte.

Canal confirma Inter para a rede

Depois de marcar 18,7 pontos com a exibição do filme “Match Point” na última quarta-feira, a Globo desistiu do cinema e confirmou a transmissão de Internacional x Estudiantes, pela final da Copa Sul-Americana, para toda a rede nesta semana.

A primeira partida da decisão rendeu 7,7 pontos à Bandeirantes, que televisionou sozinha o duelo para todo o país. Foi a segunda melhor média da emissora do Morumbi no ano, só superada pelo confronto entre Sport e Palmeiras, válido pelas oitavas-de-final da Copa do Brasil, que registrou 8 pontos de média e 10 de pico.

Na Globo, a média do futebol às quartas-feiras é de 21,5 pontos. Nos finais de semana, porém, o canal carioca estava com dificuldades para repetir os índices e não ultrapassava os 19 pontos até o último domingo, quando São Paulo x Fluminense chegou à marca dos 26 pontos.

Fonte.

Coca supera crise e reforça patrocínio

A crise financeira mundial, que vem afastando investidores do esporte e causando temor em diversas entidades do setor, não deve tirar a Coca-Cola dos principais eventos. Em meio à instabilidade econômica, a marca de refrigerantes, parceira histórica de instituições como a Federação Internacional de Futebol (Fifa) e o Comitê Olímpico Internacional (COI), reforçou sua permanência no mercado.

“Nós não nos vemos como patrocinadores, mas como parceiros. Os investimentos em Olimpíadas, Copa do Mundo, e Eurocopa vão continuar normalmente”, disse Dominique Reiniche, presidente européia de operações da Coca-Cola.

De contrato recém-renovado com o COI até 2020, a marca de refrigerantes admite que a crise de crédito mundial pode reduzir o valor investido pela companhia no esporte. O discurso, no entanto, ressalta que as essências dos objetivos serão mantidas.

“Nós vamos revisar nosso orçamentos, claro. Como todo mundo, nós temos de nos adaptar e levar em conta nossas realidades financeiras, mas o que eu posso prometer é que vamos nos manter firmes nas nossas filosofias de trabalho, por exemplo, com as Olimpíadas e o futebol”, completou a executiva.

Um dos trabalhos que devem nortear as ações da Coca-Cola é a prevenção da obesidade em todo mundo. Jacques Rogge, atual presidente do COI, já adiantou que essa será uma de suas principais bandeiras em um eventual segundo mandato, que será decidido em 2009.

Fonte.

Barcelona fecha com Font d’Or

O Barcelona apresentou o Grupo Vichy Catalán, detentor da marca Font d’Or, como seu novo patrocinador pelas próximas três temporadas. Os valores do contrato não foram divulgados.

Pelo acordo, a empresa será a fornecedora oficial de água para todas as instalações do Barcelona catalão e, em troca, terá seu logo estampado nas propriedades de publicidade estática do estádio Camp Nou e poderá realizar ações de marketing associadas ao clube.

A água mineral Font d’Or é líder do mercado espanhol em seu segmento. Os Jogos Olímpicos de Barcelona, disputados em 1992, são apontados como um dos principais responsáveis pelo sucesso da companhia, que patrocinou o comitê organizador local.

A marca se une a Nike, Audi, Telefónica, La Caixa, Canal 3 e Estrella Damm no rol de parceiros oficiais do Barcelona, que estampa em sua camisa o logo da Unicef sem qualquer retorno financeiro.

Fonte.

Adidas renova com rúgbi neozelandês

A Adidas anunciou a extensão do patrocínio à União de Rúgbi da Nova Zelândia (NZRU, na sigla em inglês) até 2019. Os valores do contrato não foram divulgados.

Com o novo acordo, a Adidas fornecerá uniformes, chuteiras e bolas para os campeões do Tri Nations, além de patrocinar todas as franquias da NZRU Super 14, principal liga da modalidade no país.

“É a segunda ampliação de contrato que a Adidas nos oferece. Esse apoio nos dá a oportunidade de manter nossos principais jogadores atuando na Nova Zelândia, o que é um investimento para o rúgbi nacional”, afirmou Steve Tew, presidente da NZRU.

A marca patrocina os “All Blacks” desde 1999. A seleção ganhou esse apelido depois que um jornalista britânico escreveu um artigo se referindo ao movimento sistemático dos jogadores como “all backs” (todos na retaguarda). A expressão foi interpretada erroneamente e se transformou em “all blacks” (todos de preto) em alusão aos uniformes negros da equipe.

“Estamos orgulhos dessa nova fase da parceria com os All Blacks, uma das equipes mais talentosas do mundo. Juntos, temos uma história rica e poderemos levar adiante uma herança ao mercado do rúgbi no mundo inteiro”, disse Herbert Hainer, presidente da fabricante alemã de artigos esportivos.

Fonte.

Globo recupera audiência com “final”

Após uma seqüência de maus resultados, a Globo recuperou a audiência do futebol no domingo com a transmissão da “final” entre São Paulo e Fluminense. O jogo, que poderia ter ratificado o sexto título são-paulino no Campeonato Brasileiro, deu 26 pontos de média à emissora.

Nas partidas anteriores, os índices do canal carioca não ultrapassaram a marca dos 19 pontos, pouco abaixo da média obtida no mês de outubro – 19,7 pontos – nos duelos dos finais de semana.

Durante todo o primeiro semestre, as partidas disputadas às quartas-feiras tiveram melhores resultados na emissora. Das 15 maiores audiências do período, apenas quatro foram no sábado ou domingo. O confronto entre Brasil e Argentina, válido pelas eliminatórias sul-americanas da Copa do Mundo de 2010, foi o campeão do primeiro semestre, com média de 40 pontos e 58% de share.

Já a Bandeirantes marcou 6 pontos de média e 8 de pico com o clássico tricolor, o dobro dos índices registrados com a transmissão do duelo entre Internazionale x Napoli pelo Campeonato Italiano. O “Calcio” rendeu 3 pontos de média e 4 de pico à emissora do Morumbi entre 12h02 e 13h53.

Cada ponto no Ibope equivale a 54 mil domicílios na Grande São Paulo, região de referência para o mercado publicitário.

Fonte.

ESPN cria ação para Volkswagen em site

A ESPN criou uma ação em parceria com a Volkswagen para os blogs do site da emissora. A montadora terá direito a uma inserção publicitária nos espaços. A peça foi elaborada pela agência AlmapBBDO.

Entre as mensagens que aparecerão nos blogs está a seguinte frase: “Horóscopo blasé em site de esporte é a primeira vez que você vê. Um sedan como este, também”.

Além do anúncio da Volkswagen, o site da ESPN também terá propagandas da Fiat, que é a patrocinadora master do portal, além de TIM, Oi e Klabin.

Fonte.

Crise afeta público da Premier League

Após perder o status de líder de patrocínios em camisa na Europa para a Bundesliga, a Premier League vê a crise econômica afetar seu público também. Segundo um estudo do jornal inglês “Daily Telegraph”, a média de torcedores presentes nos estádios do país caiu em 920 pessoas por partida.

Um dos motivos dessa queda é a redução na venda de ingressos antecipados das agremiações inglesas. Exemplos disso são os clássicos entre Manchester United e City, e Arsenal e Chelsea neste final de semana, que não tiveram as entradas esgotadas até a última quarta-feira.

De todos os clubes do principal campeonato da Inglaterra, o Newcastle é o mais afetado pelo afastamento do público. Segundo o estudo, o time perdeu 4.631 torcedores por partida.

Outro afetado é o campeão da Premier League da última temporada. O Manchester United não conseguiu lotar o seu estádio, o Old Trafford, em nenhuma partida deste campeonato. A capacidade máxima do local é de 76.180 lugares.

Para se defender dessa perda de público, alguns clubes, como Everton e Liverpool, anunciaram a redução nos valores das entradas para os seus jogos. Isso só foi possibilidade devido à diminuição no imposto sobre o valor agregado cobrado pelo governo inglês.

Nesta mesma semana, um estudo da agência Sport+Markt apontou a queda nos valores de patrocínio da Premier League de 97,5 milhões de euros para 85,5 milhões de euros.

Fonte.

Milan mantém crescimento da Record

A Copa da Uefa foi novamente responsável por um aumento na audiência da Record na última quinta-feira. Desta vez, a competição européia registrou 12 pontos de pico, o maior desta temporada na emissora, e 6 de média, na transmissão da partida entre Portsmouth e Milan.

Com isso, o canal paulista supera suas melhores marcas anteriores tanto na Liga dos Campeões da Uefa e na própria Copa da Uefa. No primeiro caso, o auge dos números foram no jogo entre Real Madrid e Juventus, que 5 de média e 10 de pico.

Já com a Copa da Uefa, a Record vinha obtendo números superiores com jogos do Milan. No entanto, a melhor marca havia sido 7 pontos de média e 11 de pico em um jogo do clube italiano contra o Braga.

Nesta semana, o canal tomou uma iniciativa para aumentar seus investimentos na Copa da Uefa. A emissora anunciou uma alteração em sua programação levando o jogo entre Bordeaux e Chelsea para a Record News para televisionar Schalke 04 e Manchester City, além do jogo do Milan, ambos na quinta-feira (27), na Record.

No entanto, a emissora paulista, por uma estratégia de programação, transferiu a partida entre Schalke 04 e Manchester City também para a Record News, televisionando apenas a partida do Milan.

Na faixa de horário da partida do clube italiano, 18h às 20h, a Record tem pico de 4 pontos de audiência com o “Programa da Tarde” e o “SP Record”. Cada ponto no Ibope equivale a 54 mil domicílios na região da Grande São Paulo, região de referência para o mercado publicitário.

Fonte.

Leverkusen vende obras com jogadores

O Bayer Leverkusen iniciou uma campanha de marketing inovadora para as reformas em seu estádio, o BayArena. O clube alemão utilizou, entre outros jogadores, os brasileiros Renato Augusto e Henrique vestidos de operários com ferramentas nas mãos.

A intenção do time com essa reforma é aumentar a capacidade do estádio de 22,5 mil pessoas para 30 mil e também a construção de um mini-shopping, além de uma modernização das instalações.

Com a reforma, a agremiação mandará suas partidas na cidade de Düsseldorf. Afinal, o projeto prevê que as obras serão finalizadas apenas em junho de 2010.

Além das fotos dos jogadores no site oficial do Bayer Leverkusen, o clube promete novas ações de marketing para promover a reforma de seu estádio.

Fonte.

Branquinho e Ziskind em CD para crianças

Rui Branquinho, presidente e diretor de criação da W/Brasil, dedicou-se durante os últimos dois anos a tirar do papel um projeto: o de um CD infantil que contasse a história do São Paulo Futebol Clube.

O parceiro musical convocado por Branquinho foi ninguém menos do que Helio Ziskind, conhecido pelo trabalho que desenvolveu para séries infantis como Cocoricó, Rá-Tim-Bum etc.

O CD está pronto, mas ainda restam alguns detalhes antes de seu lançamento.

Desculpe usar um adjetivo, mas o resultado ficou emocionante. Branquinho definiu os tópicos – pouco mais de uma dezena - que gostaria de destacar no CD, sobre a história do Clube, e Ziskind criou letra e música para cada um deles.

Assim que o trabalho for lançado, traremos mais infos e uma faixa para degustação, para são-paulinos e simpatizantes de plantão.

Fonte.

Repercussão faz Vasco recuar em camisas

Cercados de polêmica no início da semana, os possíveis novos uniformes do Vasco para a temporada 2009 foram, sim, planejados para servirem como opções principais para a próxima temporada. A repercussão negativa das inovações dos modelos divulgados, no entanto, fez a gestão de Roberto Dinamite recuar, segundo apurou a Máquina do Esporte com fontes ligadas às tratativas entre empresa e clube.

A versão da Champs, fabricante do material, alinhada com a da diretoria do Vasco, é de que os novos desenhos, que trazem inovações na quantidade de estrelas do escudo e na ausência da tradicional faixa diagonal, serviriam como terceiro e quarto uniformes. Nessas condições, teriam sido aprovadas pela presidência e pelo departamento de marketing apenas para causarem estardalhaço na imprensa.

“Essas duas camisas foram cotadas para criarem impacto mesmo. Tem duas camisas que vamos divulgar nos próximos dias e que serão as primeiras. O Vasco quis renovar, soltou duas para impacto e para que, no futuro, o torcedor tenha livre escolha”, disse Mari Leandrini, dona da empresa paulista.

O clube se escora na desinformação dos jornalistas. De acordo com José Henrique Coelho, vice-presidente de marketing, o Vasco anunciou apenas suas três novidades na última sexta-feira, quando a parceria com a Champs foi anunciada.

“Para ser sincero, eu só disse que iam ter três camisas naquela vez, sendo que uma era da torcida. Ninguém me perguntou se elas eram diferentes ou não, então também não falei. Quando divulgamos os desenhos inovadores, publicamos que a Champs continuaria a fazer as tradicionais”, disse o dirigente.

A Máquina do Esporte apurou, no entanto, que o projeto inicial era utilizar as camisas como opções principais, mas a reação negativa da torcida e de opositores, entre eles o ex-presidente Eurico Miranda, fez a atual gestão voltar atrás na decisão.

Logo após o lançamento, que contou com nota no site do clube e liberação de imagens para veículos de comunicação, os modelos passaram a ser alvos de protesto. O ex-presidente Eurico Miranda, em seu programa “Casaca”, na Rádio Bandeirantes, foi um dos primeiros a se manifestar contra.

“Isso não passa. Isso vai ter ação própria. Não vão tirar. A cruz-de-malta e a faixa do Vasco não vão tirar. Não pensem que eles conseguirão fazer essas coisas impunemente”, disse o ex-dirigente.

“O que estão fazendo com o Vasco é que estão acabando com tudo, com a estrutura. Eles estão destruindo o clube em tudo, até nas suas tradições, nas suas origens, nos seus símbolos. Quando você vem com negócio de mudar a camisa, botar risca na camisa, não está certo. É o Vasco ou o Atlético Mineiro?”, provocou.

Durante a semana, o vice-presidente de marketing, José Henrique Coelho, chegou a comentar as declarações contrárias às camisas tratando o Vasco como um clube “fashion”, dando a entender que tinha intenção de usar os uniformes como opções principais.

Fonte.

Clube acena com carta e rebate Reebok

A resposta da Reebok ao anúncio da parceria entre Champs e Vasco gerou uma réplica do clube carioca. Procurado pela Máquina do Esporte, o vice-presidente de marketing do clube, José Henrique Coelho, classificou como “absurda” a nota da fabricante, que alegou não ter sido notificada oficialmente sobre o rompimento do contrato entre as partes, que tem duração de mais um ano.

“É um absurdo porque nós procuramos eles diversas vezes, e nos reunimos também, aqui em São Januário, em Jundiaí [sede da Vulcabrás, empresa que detém os direitos da Reebok no Brasil] e até uma em Porto Alegre. Só não houve formalismo em nenhum desses encontros”, disse o dirigente.

De acordo com Coelho, o Vasco notificou a empresa logo após acertar com a Champs com uma “cláusula de empate”, que daria à Reebok o direito de preferência caso a proposta fosse igualada. A empresa, no entanto, declinou do acordo por entender que não precisava modificar um contrato que já estava em andamento e era válido até o fim de 2009.

“Eu tenho essa carta e posso te enviar por fax. Agora nós estamos preparando um distrato e vamos enviar à Reebok assim que ele for concluído, e nós vamos pagar a multa rescisória [no valor de cerca de R$ 750 mil]“, concluiu Coelho.

O grande motivo para a troca de fornecedores em São Januário é o valor do antigo contrato. A atual direção divulgou, em algumas oportunidades, que o montante anual pago ao clube era de R$ 3,5 mi. A Champs, por sua vez, aportará cerca de R$ 6,5 milhões por temporada, e será responsável pelo pagamento da multa rescisória.

Fonte.

Parceria Visa e Lusa estréia domingo

A parceria entre a bandeira de cartões de crédito Visa e a Portuguesa vai sair do papel neste fim de semana. Fechado ainda no começo de outubro, o acordo ainda dependia de acertos operacionais, e deve estrear no próximo domingo, quando o clube paulista recebe o Sport, pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro.

“É uma parceria importante com um patrocinador de ponta, como a Visa, e mostra que a Portuguesa está acompanhando o ritmo de outros clubes grandes ao oferecer um diferencial para o torcedor”, afirmou Roberto dos Santos, vice-presidente de marketing da Portuguesa.

O diferencial, no entanto, não é o mesmo. Ao contrário de Palmeiras, Santos, Figueirense, Botafogo e, futuramente, São Paulo, a Portuguesa não terá um setor Visa. O benefício para o torcedor consiste na utilização do sistema de comercialização de ingressos, que permite a compra pela internet e o uso de cartões de crédito nas catracas.

Nos outros clubes parceiros da Visa e da Outplan, o interessado fica em um espaço separado do restante das arquibancadas, com cadeiras diferenciadas e conceito de conforto próprio. No Canindé, o cliente também será deslocado para um local restrito, mas a estrutura do estádio não sofreu nenhum tipo de adaptação.

Fonte.

Flamengo lança DVD com títulos recentes

O Flamengo irá relembrar os últimos títulos que conquistou em três DVDs. Os filmes, que serão lançados na próxima quarta-feira, contarão a trajetória do clube na Copa do Brasil de 2006 e os Campeonatos Estaduais de 2007 e 2008.

Os vídeos receberão nomes distintos, porém farão parte do pacote “3X Fla”. Os filmes serão chamados de: “É Campeão”, “Conte Comigo Mengão” e “Vamos Flamengo”.

Nos filmes, que custarão R$ 49,90 nas lojas oficiais do clube, estarão as vitórias do Flamengo sobre o Vasco, nas partidas finais da Copa do Brasil, e as duas contra o Botafogo na competição estadual.

Fonte.

Reebok rejeita “acordo” com Vasco

A fabricante de material esportivo Reebok negou ter chegado a um “acordo” com o Vasco para o término antecipado do contrato entre as partes. Em comunicado distribuído à imprensa, a empresa acusa o clube de romper unilateralmente o acordo, que vai até o fim de 2009, e afirma que continuará a cumprir o contrato estabelecido em 2006, ainda na gestão de Eurico Miranda.

“Em momento algum a Reebok foi comunicada oficialmente pelo Vasco da Gama sobre rompimento ou rescisão do contrato para a entrada de outra empresa fornecedora; a Reebok, surpreendentemente, só tomou conhecimento da decisão do clube através da imprensa”, diz parte do comunicado.

A empresa, que faz parte do grupo Vulcabrás, afirma ainda que não teve oportunidade de diálogo com representantes do Vasco para discutir uma possível alteração do contrato vigente. O clube carioca já chegou a apresentar o modelo que será utilizado em 2009.

Leia a seguir a íntegra do comunicado da Reebok:

Tendo em vista as notícias divulgadas pela imprensa nos últimos dias sobre o anúncio de nova empresa fornecedora de materiais esportivos do Club de Regatas Vasco da Gama, a Reebok, marca da empresa Vulcabras S.A. e atual fornecedora oficial de material esportivo do clube, em respeito aos torcedores, imprensa, consumidores e público em geral, esclarece:

1 – O contrato da Reebok com o Vasco da Gama, para fornecimento de material esportivo, é válido até dezembro de 2009;

2 – Ao contrário do que vem sendo divulgado por representantes do Vasco da Gama na mídia, não existe “comum acordo” entre a Reebok e o Vasco da Gama para rompimento do contrato;

3 – Em momento algum a Reebok foi comunicada oficialmente pelo Vasco da Gama sobre rompimento ou rescisão do contrato para a entrada de outra empresa fornecedora; a Reebok, surpreendentemente, só tomou conhecimento da decisão do clube através da imprensa;

4 – Em momento algum o presidente do Vasco da Gama, senhor Roberto Dinamite, que segundo o contrato é quem tem poderes para agir em nome do clube, ofereceu a oportunidade de diálogo com representantes da Reebok para que o contrato pudesse ser discutido entre as partes de forma clara e ética, contrariando, inclusive, declarações de que o clube honraria todos os contratos em vigência;

5 – A cláusula de “confidencialidade” sobre termos, condições e valores prevista contratualmente foi quebrada inúmeras vezes pelo Vasco da Gama com as decl arações irresponsáveis e incompletas do senhor José Henrique Coelho, diretor do Club de Regatas Vasco da Gama;

6 – A Reebok continuará cumprindo, assim como o vem fazendo desde 01 de julho de 2006, todas as cláusulas e obrigações contratuais em respeito à grande torcida, irretocável tradição do Club de Regatas Vasco da Gama e aos princípios éticos e profissionais que acredita serem inerentes a este tipo de relação.

Fonte.

Parceiro, grupo Sonda mira revelações do Santos

A DIS, do mesmo dono da rede de supermercados Sonda, já instalou-se nas categorias de base do Santos, menina dos olhos da diretoria e dos conselheiros desde a revelação da geração de Diego e Robinho.

A empresa, que agora acena com uma parceria para reforçar o clube da Vila em 2009, comprou, por cerca de 1,2 milhão de euros, no começo deste ano, 25% dos direitos de cinco jogadores revelados no clube.

De acordo com Thiago Ferro, diretor da DIS, a investidora fincou sua bandeira na categoria de base antes mesmo de levar para o clube, em fevereiro, os estrangeiros Molina, Quiñonez, Trípodi e Sebastián Pinto -destes, apenas Molina é titular. Trípodi foi emprestado, e Pinto já deixou o clube.

Um dos jogadores envolvidos na transação com a DIS foi o atacante Tiago Luís. Ferro nem Adilson Duarte, diretor de futebol do Santos, souberam dizer o nome dos outros atletas.

A empresa, porém, já enfrentou contratempos em sua empreitada na Vila Belmiro. Alemão, um dos escolhidos inicialmente pelo grupo, saiu do clube alegando que seu novo contrato era de gaveta – não fora registrado. Jogador e clube agora discutem a questão na Justiça, e a DIS ganhou o direito de escolher outro jogador.

O Santos já recebeu o dinheiro da parceira, mas só agora os contratos que oficializam a empresa como dona de parte dos atletas serão assinados. Os laços entre as duas partes estão mais fortes desde ontem, quando Delcir Sonda, dono dos supermercados, foi ao clube e acertou com o presidente do Santos, Marcelo Teixeira, que colocará mais atletas na equipe no próximo ano.

De quebra, ele defendeu a permanência de Márcio Fernandes, atual treinador e profundo conhecedor das categorias de base do Santos, onde era técnico até substituir Cuca.

“A escolha do treinador é única e exclusiva da diretoria. Ele (Delcir Sonda) é um amigo nosso e pode dar sua opinião, mas a decisão é nossa”, disse o diretor de futebol do Santos.

“Não será uma parceria formal como a da Traffic com o Palmeiras. Seremos parceiros pontuais em alguns jogadores”, falou Ferro. De acordo ele, a DIS deve trazer ao clube quatro jogadores. Só um deles de renome, para ajudar aos mais novos. ‘Nossa preferência é aposta em jovens talentos, que têm mercado maior”, disse.

“Chegamos à conclusão que é melhor não investir num só time. Temos de pulverizar os riscos. Além disso, atuar num só clube gera um desgaste maior com a diretoria e a imprensa”, completou o diretor.

“É uma parceria muito interessante. O Santos hoje não dispõe de espécie para investir. Se der certo, eles ganham e o time também ganha [por ter participação no negócio]“, argumenta Adilson Duarte.

Segundo ele, diferentemente da primeira negociação com Sonda, desta vez o clube terá mais tempo para planejar e analisar o mercado. ‘Eles não vão impor o nome de nenhum jogador, como nós também não vamos obrigá-los a trazer ninguém”, explica o cartola.

“O objetivo é montar um time competitivo para 2009. Este ano foi atípico para nós, não estamos contentes”, completa.

A DIS já tem 70 atletas espalhados por equipes do país. Internacional, clube de coração de Delcir – que trouxe D’Alessandro para o time -, e Corinthians, são os times que têm laços mais estreitos com o grupo.

Fonte.

Parceiro do Santos é um varejista por atacado

Em tudo que o empresário Delcir Sonda colocou a mão até hoje o resultado foi lucro. Por isso, a sua decisão de entrar para o ramo futebolístico há dois anos, quando comprou o atacante Rafael Sóbis, do Inter, por uma ninharia e lucrou milhões meses depois, com a venda do atleta para a Espanha.

Dono de uma rede de supermercados que não pára de crescer a cada ano, Sonda tem origem na lavoura de Erechim (RS) e construiu com mão de Midas seu empreendimento que hoje é comandado da Avenida Paulista, na Capital.

Agora, no Santos, o empresário afirma que chega para montar um time forte para 2009. E pela maneira como toca seus negócios e transforma em muito lucro, não é difícil acreditar que o Peixe pode ter um ano bem diferente em 2009 em relação a 2008.

Fonte.

Track&Field inova no marketing

Na próxima etapa da corrida Track&Field Run Series Shopping Villa Lobos, em São Paulo, os organizadores farão uma ação de marketing para além dos corredores participantes. Os cachorros dos competidores também poderão participar e ganharem kits da marca.

Os animais de estimação dos competidores poderão se inscrever e ganhar prêmios como camisas, caixa de biscoitos da marca Purina Dog Chow, que fez uma parceria com a Track&Field para o evento, e outros artigos.

No entanto, o kit de premiação para os cachorros serão limitados. Além disso, a marca ficará responsável por uma apresentação de cachorros e adestradores mostrando algumas habilidades dos animais.

Fonte.

Champs acerta com São Caetano

Depois de causar furor no mercado esportivo ao confirmar um contrato de R$ 23 milhões com o Vasco na última semana, a Champs acertou com mais um clube nesta terça-feira. Em comunicado oficial, o São Caetano anunciou uma parceria de dois anos com a empresa do ABC, que vestirá a equipe na comemoração dos 20 anos da agremiação, que serão completados em 2009.

“A Champs é sediada na nossa cidade e está crescendo muito no futebol. Sempre tivemos vontade de fazer esta parceria, mas nunca houve oportunidade. Finalmente sentamos e assinamos um projeto que vai beneficiar o time e os torcedores do clube, que terão um material de qualidade nas lojas, e, em breve, pela internet”, disse Nairo Ferreira, presidente do São Caetano.

A nova fornecedora vai substituir a Stadium, que deixa o clube após vesti-lo durante toda a Série B do Campeonato Brasileiro deste ano. Antes de acertar com o futebol profissional, a Champs já vestia toda a rede de escolinhas do São Caetano pelo país.

O grande atrativo para 2009 é a criação de uma camisa comemorativa, que ainda não foi definida. “Já estamos elaborando um terceiro uniforme para os 20 anos e um novo layout dos outros dois já existentes”, concluiu Nairo Ferreira.

Fonte.

Torcida “desenhará” ônibus corintiano

Assim como o Flamengo, o Corinthians anunciou um acordo em que os torcedores “desenharão” o novo ônibus do clube. A parceria para o veículo também é com a Volkswagem Caminhões e Ônibus.

“Graças a esta ação pioneira da Volkswagen Caminhões e Ônibus, os clubes parceiros passam a contar com recursos de transporte equivalentes aos dos clubes europeus”, afirmou Roberto Cortes, presidente da montadora.

A produção desse ônibus será nos mesmo moldes do Flamengo, noticiado pela Máquina do Esporte. Além disso, esse será o segundo veículo feito pela Volkswagen para o Corinthians, que ganhou um em 2008 para o transporte do elenco para os jogos.

A intenção da empresa é estender a parceria e acertar com Santos, Atlético Paranaense e Vasco da Gama. Além de Inter, Grêmio e Flamengo, que já possuem um acordo.

Fonte.

Sonda firma parceria com Santos e quer Fernandes para 2009

O empresário Delcir Sonda, do Grupo Sondas, esteve no CT Rei Pelé, nesta terça-feira, para concretizar parceira com o Santos para a próxima temporada. O fundo de investimento se comprometeu em montar um time competitivo para 2009, contratando vários atletas de ponta, emprestando ou mesmo repartindo os direitos econômicos com o Santos.

“Já estamos analisando reforços com o Santos para o próximo ano. É uma união muito proveitosa. O Santos terá grandes jogadores, jovens e outros já conhecidos”, adiantou Delcir Sonda.

Nomes e valores a serem injetados na Vila Belmiro não foram divulgados pelo empresário e pelo Santos.

Cotado a reassumir o Santos em 2009, o técnico Vanderlei Luxemburgo, porém, é ligado à Traffic, fundo concorrente ao Grupo Sondas.

Ao final do treinamento desta terça-feira, Delcir Sonda conversou por cerca de 20 minutos com o técnico Márcio Fernandes. O atual técnico santista, aliás, é o nome preferido do empresário para o próximo ano.

“Tive bom contato com o Márcio Fernandes. É um nome que agrada e que demonstrou potencial. Acredito que ele possa seguir perfeitamente”, disse o investidor.

A relação entre Santos e Sonda não é inédita. No início da temporada, o empresário emprestou os estrangeiros Maurício Molina, Michael Jackson Quiñonez e Mariano Trípodi. O empresário, entretanto, reconheceu que o acordo foi feito às pressas, durante o Campeonato Paulista e Copa Libertadores.

“Naquela oportunidade, não houve tempo para trabalharmos da forma como gostaríamos. Agora teremos esse final de ano para planejarmos com calma, observando cada jogador, cada investimento a ser feito no Santos”.

Fonte.

Corinthians apresenta nova mascote

O Corinthians apresentou uma versão mais moderna de sua antiga mascote. O mosqueteiro ganhou um novo visual, sem capa e espada, além de um companheiro, chamado de mosquetinho, ambos desenhados por Ziraldo.

ziraldo

A intenção do departamento de marketing do clube é aproveitar o momento da agremiação, que acaba de conquistar a Série B do Campeonato Brasileiro, e popularizar a mascote. Para isso, o time lançará camisas e outros artigos com a marca do personagem.

“A coisa mais querida e abandonada dos últimos tempos é a mascote. Estamos fazendo um trabalho para enraizá-lo. Vamos associar o mosqueteiro com várias causas sociais que vamos promover também”, afirmou Luiz Paulo Rosemberg, diretor de marketing do Corinthians.

Ziraldo também participará de outra ação do clube. A idéia é fazer o desenho de uma rainha que represente o público corintiano feminino.

Fonte.

Vasco troca Reebok pela Champs

Insatisfeito com o valores pagos pela Reebok, o Vasco anunciou a troca de fornecedor de material esportivo a partir de 2009. A Champs, empresa do interior de São Paulo, ocupará o lugar da fabricante de origem britânica, recentemente comprada pela Adidas por US$ 3,8 bilhões.

Pelo novo acordo, o Vasco receberia pouco mais de R$ 500 mil por mês, em um compromisso de três anos e meio. No entanto, o clube terá de pagar à Reebok a multa rescisória, estipulada em R$ 750 mil, e ainda deverá assegurar o período de venda dos produtos da marca em estoque por 90 dias após o término do contrato.

A parceria com a Champs prevê o lançamento de uma coleção de produtos tradicionais, além de uma camisa oficial em versão de baixo custo (máximo de R$ 40 por unidade). Além disso, será realizada uma campanha via internet para escolher o terceiro uniforme do Vasco para a próxima temporada.

“Quanto ao design das novas peças, elas serão apresentadas ao público nos próximos dias e um desfile de lançamento será realizado em dezembro. Para o lançamento do terceiro uniforme, uma campanha pela internet será utilizada para escolher o modelo”, afirmou José Henrique Coelho, vice-presidente de marketing do clube.

Fonte.

Por 105 mi euros, Juventus fará estádio

A Juventus anunciou o projeto para a construção de um novo estádio, que ficará localizado no mesmo lugar do Delle Alpi, atual casa do clube italiano. A intenção da obra é aumentar a capacidade e acabar com as reclamações dos torcedores devido à distância entre o público e o gramado.

O orçamento para a construção da nova casa da Juventus está previsto em 105 milhões de Euros. Desse montante, 75 milhões de euros virão da vendas do “naming rights”.

Com o nome de Degli Agnelli, fazendo referência à família dona da Fiat, patrocinadora do clube, o novo estádio terá uma capacidade de aproximadamente 40,2 mil pessoas, cerca de dez mil a mais que o Delle Alpi, que foi construído para a Copa do Mundo de 1990.

A escolha da empresa responsável pela obra será feita apenas em março do próximo ano. Já a agência de marketing que buscará o patrocinador até abril de 2009 será a Sportfive.

O estádio contará com 4 mil lugares de estacionamento, oito restaurantes, 24 bares, 3 balneários, 459 lugares para imprensa e mais 34 mil metros quadrados da área comercial, todos os estabelecimentos funcionando 24 horas por dia.

Fonte.

‘Ronaldo ficou seduzido’, diz diretor do Timão

O sonho de ter Ronaldo com a camisa do Corinthians na próxima temporada continua. Foi isso que o diretor de marketing, Luis Paulo Rosenberg, garantiu durante a coletiva que apresentou o novo mascote corintiano.De acordo com o economista, as primeiras conversas, no Rio, foram bem recebidas pelo Fenômeno.

– Não quero vender ilusões ao Ronaldo. Ele tem propostas milionárias, mas se sentiu seduzido pela possibilidade de ser carregado pela Fiel – afirmou Rosenberg, que foi incumbido pelo presidente Andrés Sanchez de levantar os números que a contratação do atacante poderia trazer para o clube. Seja em publicidade, amistosos internacionais com sua participação e bilheteria.

– O Marketing viabiliza o que ele quer. Andrés atribuiu ao nosso departamento a missão de ir até o limite para viabilizar essa vinda. O Andrés perguntou se conseguiríamos gerar riqueza adicional pelo fato de ter um Ronaldo com a camisa branca e preta – explicou.

Questionado se o clube estaria passando por cima do Flamengo, grande parceiro comercial, Rosenberg garantiu que foram avisados.

– Tivemos primeiro a autorização para fazer o contato. Jamais conversaríamos com ele sem o Flamengo saber disso – garantiu o dirigente, que ainda citou a estrutura do departamento médico do clube para ajudar na sedução ao jogador.

– O Ronaldo no Corinthians seria a fagulha para botarmos fogo no campeonato de 2009 – disse.

Fonte.

Flamengo faz parceria com Volkswagen

Após Corinthians, Grêmio e Inter fecharem com a Volkswagen Caminhões e Ônibus, o Flamengo apresentou um acerto com a empresa. O acordo será para a produção de um ônibus personalizado para o transporte dos jogadores.

O modelo do ônibus será definido pelos torcedores do clube em uma votação em um site criado exclusivamente para isso. Três distintos veículos estarão disponíveis.

Além disso, a parceria promove um concurso cultural em que camisas oficiais e autografadas da agremiação carioca serão sorteadas para participantes que escreverem frases com a palavra “Volkbus”.

“A Volkswagen Caminhões e Ônibus irá, além de garantir exposição na mídia, relacionar o símbolo do clube à marca Volksbus, que oferece ao mercado produtos para o transporte de passageiros”, afirmou Roberto Cortes, presidente da Volkswagen.

A parte interna do ônibus será customizada de acordo com definições estabelecidas entre a empresa e o departamento de futebol do Flamengo.

Fonte.

Dida leiloará camisa no site do Milan

Mesmo sem ser o titular absoluto do gol do Milan, Dida anunciou que fará um leilão de sua camisa utilizada no Mundial Interclubes pelo clube italiano. O goleiro venderá sua camisa no site da agremiação.

Os participantes darão seus lances na página oficial do Milan e quem comprar a camisa do clube terá o direito de uma dedicatória do goleiro no artigo.

Todo o dinheiro arrecado no leilão da camisa do jogador da agremiação italiana será doado aos projetos da Fundação Cafú, que pertence ao ex-lateral direito do clube.

Fonte.

Câmara opõe TV’s por eventos esportivos

A proposta para que as redes públicas de televisão transmitam eventos esportivos de grande porte foi o principal tema da audiência pública da Comissão de Turismo e Desporto na última quarta-feira. Presentes no encontro, representantes da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), da Rede Globo e da Rede Record discutiram o tema, e discordaram quanto à validade da proposta.

“A TV pública, de um modo geral, e não apenas a EBC, poderá melhor cumprir a sua função social, ou seja, aumentar a oferta de conteúdos se isso for liberado. O que a TV comercial resolveu não exibir, que fique para a TV pública”, disse Tereza Cruvinel, presidente da EBC.

O argumento básico de Globo e Record é que nem todas as emissoras educativas do país se enquadrariam nesta definição. Por isso, as comerciais questionam o teor do projeto de lei que está pronto para ir para a pauta da Câmara dos Deputados.

“Hoje há no país 193 geradoras, sem falar das 597 retransmissoras, que são, em parte, pseudo-educativas, porque não produzem conteúdo educativo, usam estes canais para proselitismo, e fazem comercialização publicitária fora da lei”, disse Marcelo Campos Pinto, diretor da Globo Esporte.

“São contratos confidenciais que exigem garantias, procedimentos e multas para os casos de desvio. As imagens dos eventos têm, por exemplo, um período de utilização e um vencimento”, disse Edu Zebini, da Record.

A defesa das redes públicas é que a nova lei ampliaria o leque de atrações do público que não tem acesso à TV paga. As emissoras comerciais, em contrapartida, entendem que esta demanda pode ser suprida por eventos de menor porte, como competições escolares e universitárias.

“Existem vários torneios que não são cobertos e que tem atletas brasileiros de importância. A TV pública tem um papel de educação e formação, mas temos de admitir que existem limitações para que a TV pública possa assumir alguns compromissos típicos das privadas”, disse Zebini.

Fonte.

Medial oficializa “saída” do Corinthians

Em comunicado, a Medial Saúde oficializou, nesta segunda-feira, que não será a patrocinadora principal do Corinthians no ano que vem. A decisão, que foi influenciada pela crise financeira mundial e por uma reavaliação do planejamento da empresa para 2009, deixa o clube do Parque São Jorge à espera de novos investidores.

O acordo entre as partes havia sido firmado no fim do ano passado, logo após a queda do Corinthians para a segunda divisão. O contrato de um ano, no valor de R$ 16,5 milhões, é o maior já fechado por um clube brasileiro.

De acordo com o documento da empresa de seguros de saúde, a Medial está satisfeita com o resultado da parceria, que se apoiou na visibilidade da segunda maior torcida do país para ratificar seu posicionamento no setor.

A alta pedida do Corinthians, no entanto, atrapalhou a negociação. No início do processo, antes da crise, o clube queria cerca de R$ 22 milhões. Com a instabilidade financeira, o valor foi reduzido, mas não chegou a agradar a Medial.

A ligação entre as partes, porém, pode não ser completamente encerrada, uma vez que a companhia ainda estuda manter a propriedade da manga da camisa, como noticiado pela Máquina do Esporte no início de novembro.

Confira a nota na íntegra:

Após quase um ano de parceria vencedora entre a Medial Saúde e o Sport Clube Corinthians Paulista, a companhia opta por abrir mão do contrato de patrocínio principal ao clube.

A Medial encerra essa parceria satisfeita por ter alcançado o melhor resultado. Com muita saúde para vencer, o Corinthians retornou à elite do futebol, reconquistando o prestígio ao lado de uma torcida apaixonada e confiante. Já a Medial ampliou os horizontes de exposição e construiu uma plataforma de relacionamento com seus públicos por meio de ações que se desdobraram com grande efeito, graças ao patrocínio.

A Medial reconhece a importância deste investimento para o ano de 2008 e traça novas estratégias para 2009, alinhadas sempre a iniciativas que incentivem a qualidade de vida e o bem-estar, como foi o caso do investimento no futebol. A empresa estuda ainda outras formas de parceria com clube.

Fonte.

Inter e Reebok inauguram nova loja

O Internacional e a Reebok, fornecedora de material esportivo do clube, irão inaugurar uma nova loja no Beira-Rio nesta segunda-feira. O estabelecimento contará com todos os produtos oficiais do clube e camisas históricas.

A inauguração da loja, que recebeu o nome de Intersport, contará com a presença de diversos atletas do atual elenco da agremiação, além de Claudiomiro, ex-atacante do clube e responsável pelo primeiro gol do estádio.

“Envolve muito mais que a oferta dos produtos oficiais. É uma loja que respeita e resgata tradições coloradas, tão importantes para o clube e sua torcida, e ao mesmo tempo oferece modernidade, conforto e acesso a uma grande variedade de produtos. Será um espaço dedicado ao torcedor e à paixão pelo Internacional. É uma loja à altura do time campeão do Mundo, da Libertadores e da Recopa”, afirmou Tullio Formicola Filho, diretor da Reebok.

A nova loja contará com uma réplica de uma bandeira da torcida do Inter em sua entrada. Além disso, o clube promete uma homenagem a história da agremiação como o gol de Figueroa, que deu o primeiro título brasileiro ao time contra o Cruzeiro em 1975.

Fonte.

Timão descarta renovação e tem quatro propostas para patrocínio na camisa

O Corinthians vai tentar lucrar ainda mais com seu retorno à Série A do Campeonato Brasileiro. Nesta segunda-feira, o clube confirmou que não renovará o contrato com sua patrocinadora principal e já negocia com outras quatro empresas interessadas em estampar sua marca no uniforme alvinegro.

A intenção da direção é receber R$ 20 milhões por temporada do novo parceiro, cerca R$ 4 milhões a mais do que o atual acordo com a Medial Saúde. O vínculo, porém, não será renovado. Segundo a direção do Timão, a empresa não tem condições de atender ao pedido.

- Estamos liberados para procurar outra empresa. Nosso atual patrocinador cresceu muito e precisar se preparar para atender todo o país. Temos quatro nomes finalistas e vamos estudar qual é a melhor opção – explica o diretor de marketing do Corinthians, Luiz Paulo Rosenberg.

O dirigente não revelou o segmento de atuação dos interessados, mas deixou escapar que uma das propostas foi feita por um banco. Apesar de o Timão estar em alta após a ótima campanha na Segundona, o dirigente espera por uma temporada problemática para encontrar patrocinadores por conta da crise mundial.

- Vai ser difícil para todo mundo. Os investidores estão com medo e será complicado conseguir algo muito maior do que estamos pedindo – acrescenta.

O Corinthians começa também a conversar com a Nike pela possibilidade de renovar o contrato pelo fornecimento de material esportivo. A empresa americana paga R$ 5,5 milhões por temporada. O Timão sonha em dobrar o valor. O contrato termina no final de 2009.

- Eles terão de melhorar muito essa parte financeira, mas nos ajudaram muito no final do ano – completa.

Fonte.

MSN em versão para celular

A Microsoft Brasil coloca no ar, a partir desta quinta-feira, 20, versão para internet móvel do MSN Brasil.

Estarão disponíveis conteúdos dos canais Notícias, Esportes, Cinema, Astrologia, Dinheiro, Entretenimento e Previsão do Tempo.
Para navegar pelas páginas, os usuários podem utilizar qualquer tipo de aparelho celular com acesso à rede de dados, das operadoras Oi e Vivo.

De acordo com a produtora executiva do MSN Brasil, Andrea Fornes, o ambiente do MSN foi totalmente adaptado para essa versão. “O objetivo é oferecer uma experiência única para os usuários, facilitando a leitura do conteúdo uma vez que não é necessário utilizar o scroll ou alterar o tamanho do texto”, disse a executiva.

O anúncio faz parte de estratégia da empresa, que pretende oferecer uma série de serviços online para usuários de aparelhos celulares.

Em outubro, a Microsoft Brasil anunciou parceria com a Oi. A ooeradora passou a oferecer chips com o Windows Live Messenger pré-instalado.

Com a Motorola, a empresa realizou dois lançamentos, o mais recente foi o Motorola Q11 with Live Messenger, primeiro smartphone direcionado ao público jovem com acesso direto ao comunicador instantâneo.

No início do ano, as duas empresas em conjunto com a Vivo passaram a oferecer Messenger, Hotmail e Spaces pré-instalados e para download em diversos aparelhos Motorola, por uma tarifa fixa mensal para uso ilimitado.

No lançamento, o software era compatível com oito modelos. Atualmente, os serviços estão disponíveis para mais de 60 aparelhos.

Fonte.

Marketing do Corinthians investe em filme e em mascote

O Corinthians que realizou diversas ações de marketing ligadas a sua torcida durante este ano, está na fase final de mais uma delas. É um longa metragem sobre a trajetória da equipe em 2008. Na verdade, o filme contará desde a queda do time para a série B do Campeonato Brasileiro, em 2007, até a volta para a elite do futebol nacional.Os torcedores que quiserem participar do longa metragem podem enviar depoimentos em vídeo para o site destinado exclusivamente para a construção do filme, que se chamará “Fiel”, em homenagem à torcida corintiana que acompanhou a equipe em todos os seus jogos.

“De fato, o filme Fiel encarnará, de forma radical, o mote da nova diretoria: o Corinthians para os corintianos! Será pura emoção, idolatria da Fiel, catarse do sofrimento pela queda, euforia exuberante pelo retorno da Série A ao Timão”, afirmou Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing do clube paulista. A previsão de lançamento do filme é para março de 2009.

Outra aposta do departamento de marketing é a nova cara da mascote corintiano: o mosqueteiro. A redefinição visual será realizada pelo cartunista Ziraldo, e apresentada na próxima segunda-feira (24).

Além da mudança de estilo, a diretoria de marketing do Corinthians prepara uma série de ações com o intuito de popularizar o mosqueteiro. A idéia é atrelar a mascote ao momento positivo da equipe, que assegurou o retorno à elite do Campeonato Brasileiro e conquistou o título da Série B.

Fonte.

Dez maiores ídolos do Fla “ganham” livro

A editora Maquinária lançará uma série de livros, escritos por jornalistas, para eternizar os ídolos dos clubes brasileiros. A primeira obra será uma homenagem aos ex-atletas do Flamengo, escrita por Roberto Sander.

capa
Com a capa mostrando jogadores como Zico, Leandro, Zizinho, Domingos, Leônidas, entre outros, a obra, que tem o apoio da Sportv, traz os dez maiores atletas do clube, eleitos também por uma seleção de jornalistas.

No caso do Flamengo, a escolha foi feita por alguns integrantes da imprensa como Renato Maurício Prado, Fernando Calazans, Sérgio Noronha, Ruy Castro, Roberto Assaf, Marcos Eduardo Neves, entre outros.

Além do Flamengo, a editora também homenageará Fluminense, São Paulo, Vasco, Grêmio, Internacional, Cruzeiro, Botafogo, Santos, Atlético Mineiro, Palmeiras e Corinthians. Os dois últimos já tiveram seus dez maiores jogadores definidos.

Fonte.

Nike lança chuteira cor de rosa

A Nike resolveu inovar na coloração da sua nova chuteira de futebol de campo. A aposta da empresa norte-americana é o rosa. Segundo, a própria criadora da chuteira, por ser em um tom forte, ela facilita a visão do jogador para o controle da bola e a identificação pelos companheiros na hora do passe em qualquer condição da partida (dia, noite e chuva, por exemplo).

Para promover a nova cor, vista por muitos como inusitada, a chuteira será utilizada por vários astros do futebol mundial neste fim de semana, em seus respectivos compromissos nos campeonatos que estão disputando.

Denominado Mercurial Vapor IV Cherry, o modelo será parte do uniforme do uniforme dos jogadores brasileiros Marcelo, do Real Madrid e Amauri, da Juventus. Além deles, o italiano Materazzi, da Inter de Milão, os franceses Ben Arfa, do Olimpique de Marselha, e Ribery, do Bayer de Munique, também usarão a chuteira rosa.

Outros que estarão com o calçado neste fim de semana serão o dinamarquês Bendtner, do Arsenal, o tcheco Baros, do Galatasaray, o russo Arshavin, do Zenit, e o sérvio Lazovic, do PSV.

No Brasil, o volante Cristian, do Corinthians, usará o modelo neste sábado, 22, na partida contra o Avaí, no estádio paulistano do Pacaembu. Cristian fará uma homenagem à sua esposa e filha, que faz aniversário na segunda-feira (24).

Com todos esses nomes do futebol utilizando a chuteira rosa da Nike, pode-se dizer que neste fim de semana será feito o lançamento mundial do calçado.

Fonte.

Tendência, clubes divergem sobre ‘elitização’ dos estádios

A pouco menos de seis anos da Copa do Mundo de 2014, o Brasil irá passar por uma onda de revitalização dos estádios. As arcaicas instalações devem receber uma ampla reforma ou mesmo darem lugar a modernas arenas. Todo esse processo, no entanto, tem um preço, e bem alto, e o grande dilema que os gestores esportivos vivem é como pagarem essa conta e ainda ampliarem as receitas, isso tudo sem deixar fora nenhuma faixa da população.

A tão falada “elitização” do futebol é alvo de debate até na raiz do seu termo. Especialistas e dirigentes chegam até a se irritarem com a palavra, alegando que essa nomenclatura é prejudicial para o esporte.

“Chamar de elitização é algo totalmente negativo. A pessoa que inventou esse termo ou é ignorante ou está mal intencionada”, dispara Rafael Plastina, diretor de marketing e comercial da Informidia, empresa que presta consultoria aos principais clubes brasileiros.

A elitização atacada pelo especialista é, na verdade, o aumento no valor dos ingressos de uma partida de futebol. Com o tíquete mais caro, torcedores com baixo poder aquisitivo não teriam condições de assistir a uma partida no estádio. Além de ser um desperdício de receita, essa postura pode expor ainda mais a latente desigualdade social no país.

“Você tem de dar oportunidade, digamos, para que a pessoa de baixa renda vá ao jogo. Já existe tanta exclusão no Brasil, que não podemos excluir as pessoas dos estádios também. Por isso, temos de ter uma disposição no estádio que compreenda todos os torcedores, separando uma parte do estádio para quem pode pagar mais”, analisa Luiz Gonzaga Belluzzo, diretor de planejamento do Palmeiras.

“Em um avião você tem a primeira classe, a executiva e a econômica. Em uma corrida de automobilismo tem o paddock, o setor vip e a arquibancada. Então não dá para tratar da mesma forma os falsos iguais. A pessoa que pode, paga pelo seu conforto”, completa Modesto Roma Junior, supervisor administrativo do Santos.

Enquanto Palmeiras e Santos, clubes que criaram recentemente setores diferenciados com apoio da Visa, falam em democratização, o Atlético-PR vai em uma direção contrária. Primeiro clube a apostar na construção de uma moderna arena, seguindo os padrões europeus, a equipe paranaense não esconde sua postura de aumentar o valor dos ingressos, mesmo que isso signifique excluir parte da sua torcida.

“Os estádios precisam ser melhorados, mas ninguém faz isso sem dinheiro. À medida que entregamos a nossa arena, em 1999, mostramos que tínhamos um espaço limpo, com segurança, com uma praça de alimentação, e é claro que o valor do ingresso aumentou. A população que pode pagar, vai pagar. Quem não pode, não pode. Funciona assim com qualquer produto”, afirma Mauro Holzmann, diretor de marketing do Atlético-PR.

Apesar de o ingresso mais barato da Arena da Baixada custar R$ 30 e o time dentro de campo não fazer uma boa temporada, o Atlético-PR ostenta uma boa média de público e renda neste Campeonato Brasileiro. Com 16.750 torcedores por jogo e arrecadação por partida de R$ 266.557,08, o clube paranaense é o nono colocado em ambos os levantamentos, à frente do Botafogo, por exemplo, que tem cobrado R$ 8 nos tíquetes nas últimas rodadas e que joga no Engenhão, estádio mais moderno do país.

Fonte.

Deu no New York Times

O jornalista americano Larry Rohter trabalhou como correspondente no Brasil em duas ocasiões: a primeira, entre o final da década de 1970 e o começo dos anos 1980, pela revista Newsweek e o jornal The Washington Post; na segunda ocasião esteve no país a mando do New York Times, o mais importante diário do mundo. Ele acaba de lançar um livro que está dando o que falar, principalmente pelos lados do Planalto Central: “Deu no New York Times” (Editora Objetiva, 416 páginas).

Em pelo menos dois capítulos (ainda não tive tempo de começar para valer a leitura do relato de Rohter) o autor volta seu olhar para o futebol brasileiro, mas não para falar dos clubes ou dos grandes craques que desfilam sua arte nos campos tupiniquins. Talvez para despertar o interesse do leitor nova-iorquino, Larry Rohter seguiu pelo caminho do racismo e do preconceito.

O artigo escrito em São Paulo, no dia 19 de setembro de 2006, recebeu o seguinte título: “Briga no futebol aponta o holofote para a divisão racial no Brasil”. Conta o caso de José de Andrade, que em todos os seus anos como jogador e árbitro (alguém se lembra dele?) de futebol jamais sentiu que ser negro o sujeitasse à discriminação, até o episódio ocorrido num jogo pela liga da polícia de São Paulo que ele apitou em 2005, quando um coronel reformado da Polícia Militar o chamou de “macaco” e que sua pele era da cor de excremento.

Andrade apresentou uma queixa criminal contra o coronel Antônio Chiari, acusando-o de calúnia e difamação e incitação ao racismo. Sofreu pressão para retirar a queixa e recusou acordo em dinheiro. Segundo Rohter, queria “apenas respeito”.

Para o jornalista americano a queixa feita por Andrade “atraiu a atenção também por envolver o futebol, a paixão nacional”. O episódio (lamentável) somente envolveu o “futebol” na cabeça de Rohter, pois tratava-se apenas de um jogo amador, semelhante a milhares que acontecem diariamente em qualquer canto do país. Deveria ter sido tratado como um caso das páginas policiais, até porque o autor fornece informações importantes sobre o passado do coronel Chiari.

Já no outro texto, enviado do Rio de Janeiro para o jornal, “Com as mulheres nos campos de futebol, o Brasil desvia o olhar”, de 4 de julho de 1999, coincidentemente a data em que os americanos comemoram a independência do país, Rohter compara o frenesi que o futebol feminino provoca nos Estados Unidos com o descaso dos torcedores brasileiros.

O autor esclarece que o Brasil enfrentaria os Estados Unidos pela semifinal da Copa do Mundo da modalidade e as páginas esportivas nacionais “se concentram quase totalmente nas probabilidades de vitória do time masculino na Copa América e nos motivos pelos quais seu técnico, Wanderley Luxemburgo, deixou artilheiros como Romário e Edmundo fora do time”.

Ora, a realidade é que a seleção pentacampeã mundial de futebol é a masculina! O futebol brasileiro é respeitado em todo o planeta por causa de Pelé, Garrincha, Tostão, Rivelino, Jairzinho, Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Romário e muitos outros. O futebol feminino está se fortalecendo e, aos poucos, passará a merecer o devido destaque por parte da imprensa. Lembro, mais uma vez que o artigo foi escrito há quase 10 anos.

Para endossar a pauta criada, Rohter foi buscar um depoimento da jornalista Renata Cordeiro que lembrou-se, quando ainda era uma adolescente, de uma amiga que pedira à diretora da escola para que o futebol fosse incluído no programa de educação física, ouvindo a resposta “De jeito nenhum. O futebol não é uma atividade própria para meninas”. Pelas minhas contas, isto deve ter acontecido por volta de 1984/85, época em que a CBF mal conseguia organizar o campeonato brasileiro masculino, tanto é que em 1987 tivemos a criação do Clube dos 13 e a realização da Copa União.

Como jornalista astuto que é, Larry Rohter entrevistou, além de Renata Cordeiro, uma técnica em odontologia (!) e o respeitado antropólogo Roberto DaMatta. O professor, sem adivinhar em que contexto seriam usadas suas palavras, obviamente deu seu depoimento com base no profundo conhecimento acadêmico que possui:

“No Brasil, o futebol tem uma demarcação de gênero que o torna um domínio masculino por excelência”, acrescentando que “é um esporte que contém todos os diversos elementos que são tradicionalmente usados para definir a masculinidade: conflito, confronto físico, domínio, controle e resistência”. Vale a observação de que nos Estados Unidos, a maioria das pessoas vê o futebol como um esporte de mulheres.

A técnica em odontologia, Letícia Carvalho de Almeida, disse que nunca foi ao Maracanã e “não pretendo ir lá nunca, de jeito nenhum”. O autor, experiente no uso das palavras, detalha a idade da entrevistada, que é mãe de duas filhas e torcendo o nariz de desgosto para a idéia (como isto é possível?): “Só de pensar em todos aqueles sujeitos suados e fedorentos, xingando alto, brigando e jogando cerveja e mijo uns nos outros me deixa nervosa”.

O autor vai mais além e explora o homossexualismo, ao colocar que “em nível popular há a crença de que qualquer atleta do sexo feminino é em certo grau masculinizada e tem sua feminilidade comprometida” e que para driblar este “problema” Hortência posou para a revista Playboy e que “outras jogadoras de basquete e vôlei, incomodadas com os boatos sobre seu suposto lesbianismo, preferem aparecer com namorados ou maridos e filhos, de rosto maquiados e cabelos feitos, em ensaios de fotos produzidos para revistas de fofocas como Caras ou VIP“.

Ué, mas as MULHERES não se apresentam desta forma, ainda mais quando têm de se apresentar em público? Por que com as atletas isto seria diferente?

Esses dois casos certamente não trazem boa imagem para o país. Atende, é fato, aquilo que os leitores do New York Times gostam de ver. São fatos que merecem atenção, aqui e fora do Brasil, mas o futebol não tem nada a ver com essa história.

E ainda nem li o que ele escreveu a respeito do presidente Lula.


Amistoso não empolga parceiros da CBF

No epicentro de uma das mais dispendiosas iniciativas para a Copa do Mundo de 2014, o jogo entre Brasil e Portugal, que será disputado nesta quarta-feira no Estádio Bezerrão, em Brasília, não teve para o mercado publicitário o mesmo impacto gerado no cenário político. Dos cinco patrocinadores oficiais da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), apenas a Nike investiu de forma mais efetiva no amistoso.

Vivo, Tam e Itaú lançaram ações tímidas relacionadas ao evento. Guaraná Antárctica, por sua vez, não terá nenhuma promoção ou divulgação especial para a partida, que custou R$ 10 milhões aos cofres do governo do Distrito Federal, segundo matéria publicada na última terça-feira na “Folha de S.Paulo”.

Fornecedora de material esportivo das duas seleções, a Nike aproveitou a estada de Cristiano Ronaldo, que também integra seu casting, no país para alçá-lo ao posto de protagonista de uma campanha de marketing viral focada no encontro. Em três vídeos, a marca brincou com o conceito de que o atacante português é, na verdade, brasileiro. As peças estão disponíveis no blog da Máquina do Esporte.

“É uma brincadeira feita com muito humor e respeito, de forma leve, para homenageá-lo. Ele joga como brasileiro, fala português como a gente e adora o país. Daí vem a relação”, afirma David Grinberg, gerente de comunicação da Nike no Brasil.

A fabricante também realizou uma ação de varejo que teve Cristiano Ronaldo e Robinho como protagonistas. As principais lojas em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília levaram todo o material relacionado à seleção nacional para a vitrine, usando o mote “Deus é brasileiro”.

Depois de alardear a renovação do contrato por US$ 15 milhões anuais até 2014, a Vivo apostou em venda casada de planos e ingressos para seus usuários no DF, além de ações isoladas para clientes e fornecedores.

O endomarketing também foi o caminho utilizado pela Tam para ativar o patrocínio. A companhia aérea distribuiu uma cota de bilhetes entre clientes do seu programa de fidelidade, agentes de viagens da região e funcionários.

Já o Itaú, que fará sua “estréia” no posto de parceiro oficial da CBF, lançou um filme institucional no último fim de semana para anunciar o acordo recém-firmado. A peça faz uma relação entre pentacampeonato mundial da seleção brasileira com o fato de o banco usar a expressão cinco estrelas em seu slogan.

Fonte.

Globo pode expor marcas no Paulista-08

O pedido dos clubes por mais atenção da Globo aos backdrops pode ser atendido no Campeonato Paulista do ano que vem, mas por um preço mais caro que aquele pago pelos próximos três Brasileiros. A proposta da emissora carioca, revelada nesta terça-feira pela coluna Painel F.C., do jornal “Folha de S. Paulo”, é ceder a exibição em troca da não utilização dos microfones de coletivas de imprensa para propagandas.

A idéia, no entanto, ainda não foi aprovada pelas agremiações. A reportagem da Máquina do Esporte apurou que a reunião da última segunda-feira na sede da Federação Paulista de Futebol (FPF), que marcou o anúncio de alguns destaques da próxima disputa, não incluiu esse debate.

“Nós não sabemos de nada a respeito. Eu até tentei buscar essa informação, mas naquele dia só foram discutidas algumas deliberações, essa não teve acerto nenhum”, disse Adalberto Baptista, diretor de marketing do São Paulo, que costuma exibir o logo da LG em seu microfone.

O possível acordo, uma resposta da Globo ao pedido de maior visibilidade para os patrocinadores feito pelos clubes, difere daquele que foi feito para o Campeonato Brasileiro. Na competição nacional, a emissora carioca decidiu incluir a propriedade no acordo de TV fechada dos próximos três anos sem cobrar a mesma contrapartida.

Esse diferencial para o Paulista, que poderia não agradar algumas diretorias, não altera, no entanto, o posicionamento de outras, como a do Santos. Como não utiliza o marketing no microfone, o clube da Vila Belmiro se mostra interessado na oferta da Globo.

“Houve mesmo a proposta, que está sendo discutida ainda. Eu acho que ela foi boa. Não posso falar por todos, mas a gente gostou, principalmente porque não costumamos usar este tipo de expediente”, disse José Carlos Peres, responsável pela sub-sede do clube em São Paulo.

Fonte.

Futebol “ativa” doação de sangue em SP

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo fará, até o fim de novembro, uma campanha com os goleiros dos principais clubes da capital paulista para incentivar a doação de sangue. Estrelas da ação, Marcos, Rogério Ceni e Felipe cederam seus direitos de imagem para o órgão, que vai atuar nas sedes de três torcidas organizadas do município. Nos postos de doação haverá panfletos com os atletas estampados.

A iniciativa começou no último domingo, quando a Secretaria instalou um posto móvel de coleta na Dragões da Real, que apóia o São Paulo. No próximo fim de semana, a Gaviões da Fiel, no sábado, e a Mancha Alviverde, do Palmeiras, serão contempladas pela ação.

“O público que vai aos estádios de futebol é formado em grande parte por pessoas jovens e saudáveis, que são o perfil do potencial doador de sangue. Com esta campanha pretendemos mobilizar a população para este gesto importante que ajuda a salvar vidas”, disse Osvaldo Donnini, coordenador da Hemorrede da Secretaria.

Fonte.

Novas arenas nos EUA

O Sports Business Journal dos EUA publicou em sua última edição de outubro uma matéria extensa analisando os 100 anos do investimento em sports facilities no país. A matéria é muito interessante e apresenta uma completa cronologia da evolução das arenas nos EUA, mercado mais desenvolvido sobre o assunto no Mundo.

Mesmo com a atual crise financeira que assola o país, novas arenas estarão prontas em 2009 e 2010 e consumirão bilhões de dólares em investimento. Apenas considerando os principais projetos de sete novos estádios, serão gastos nada menos que US$ 5,8 bilhões, mais de 2,7 vezes o que foi investido na Copa do Mundo da Alemanha.

Segundo o Sports Business Journal há atualmente cerca de 36 novos projetos de estádios, arenas e centros de treinamento em andamento nos EUA, que estarão prontos entre 2009 e 2010.

O NY Yankees na temporada de 2009 já vai mandar seus jogos no novo Yankee Stadium, com custo de construção de US$ 1,3 bilhão e segundo estimativas do mercado norte-americano as receitas anuais com o novo estádio devem crescer cerca de 35% superando US$ 255 milhões em receitas anuais já em 2009. Em 2008 o Yankees levou 4,3 milhões de torcedores a seus 81 jogos em casa.

O estádio que será compartilhado entre os times da NFL, NY Giants e o NY Jets, com custo de construção de US$ 1,7 bilhão que vai ficar pronto em 2010 também deve apresentar profunda evolução em geração de receitas dos times. Atualmente os dois clubes geram juntos cerca de US$ 106 milhões em vendas de ingressos e levaram mais de 1,2 milhão de torcedores em 16 jogos em casa. Há a possibilidade que novo contrato de naming rights do estádio atinja o valor recorde de US$ 900 milhões.

O Citigroup vai pagar US$ 400 milhões em 20 anos pelo naming rights do novo estádio do NY Mets que leva cerca de 4 milhões de torcedores por temporada.

Assim mesmo com a crise no mercado norte-americano e o possível desaquecimento da economia, a perspectiva de geração de receitas para os maiores players do mercado aparentemente está assegurado. Caso isso não se confirme, os times terão sérios problemas para pagar seus financiamentos relacionados à construção dos novos estádios.

Fonte.

Internautas podem colocar vídeos do Youtube no Fórum Santista

O Fórum Santista está cada vez melhor. Gerenciado pelos alvinegros Wesley Gentine e Raphael Vita, o Fórum está com excelentes novidades para melhorar a satisfação e a interação dos santistas.

Uma delas é a possibilidade dos internautas postarem vídeos do Youtube. “É muito simples. Basta pegar a URL do vídeo no Youtube e copiar o código que está após o sinal de =”, explica Wesley. Por exemplo, se o endereço é http://www.youtube.com/watch?v=NmDnXhXfg-A, você copia apenas o código NmDnXhXfg-A.

“Depois disso, você vai no Fórum e, na hora de postar, presta atenção no botão ‘youtube’ que existe ao lado de ‘cor da fonte’, pouco acima das ’smilies’. Basta clicar nesse botão e colar o código que você havia copiado”, conclui Wesley.

As Comunidades Santistas agora têm uma nova ferramenta para facilitar o contato entre os santistas: o Fórum Santista. Já foram criadas salas específicas para vários países e Estados brasileiros. Para participar, basta se cadastrar no Fórum e participar (é rápido e fácil). É mais uma forma de conhecer outros santistas que moram na sua cidade, região ou país.

No espaço destinado a cada Estado, você pode criar a sua cidade através de um tópico. Na hora de criar, coloque somente o nome de sua cidade para identificar o tópico.

Fonte.

Negociação com o Manchester City rendeu R$ 4,6 milhões ao Peixe. Dinheiro está na conta do Clube

O rombo financeiro promovido pela diretoria santista agora é um pouco menor. Já está na conta do Clube o importante valor de R$ 1,57 milhão de euros, que equivale a R$ 4,6 milhões, porcentagem que o Santos tem direito por conta da negociação de Robinho do Real Madri para o Manchester City. O Santos ainda quer provar na Fifa que tem direito a ganhar mais 315 mil euros (R$ 924 mil). Como Marcelo Teixeira se gaba de ter um cargo na entidade máxima do futebol, estranha-se que o Clube ainda não tenha provado.

Por enquanto, a Fifa tem certeza apenas de que Robinho defendeu o Santos dos 15 aos 22 anos, duvidando da fase entre 11 e 14 anos. “Boa parte do dinheiro caiu [na conta santista] na sexta-feira. A Fifa, por enquanto, reconheceu dos 15 aos 22 anos de idade. Mas há uma tratativa dos 11 aos 14 e creio que será definido rapidamente”, comemorou o presidente do Santos, Marcelo Teixeira à rádio Record.

A transação de Robinho representou 42 milhões de euros (R$ 123 mi), sendo que cerca de 4,5% do valor deverá ser repassado ao Santos. O restante ficará com o Real Madrid, também formador do craque brasileiro (Robinho tinha pouco mais de 22 anos quando defendeu o clube espanhol).

Na tentativa de comprovar a condição de dono de Robinho desde os 11 anos de idade, o gerente jurídico do Santos, Mário Mello, colheu assinatura do próprio atleta, em outubro, atestando sua participação na categoria sub-13 do time paulista.

Fonte.

CBF quer rever contrato com AmBev

Depois de brigar por cerca de um ano com a Vivo e conseguir triplicar o valor que recebia da operadora de telefonia celular para 15 milhões de dólares por ano, agora a CBF prepara-se para rever o contrato que tem com a AmBev.

A AmBev paga atualmente 10 milhões de dólares por ano. Ricardo Teixeira, presidente da CBF, já avisou que quer os mesmos 15 milhões de dólares anuais pagos pela Vivo e pelo recém-chegado banco Itaú.

Mas, diferentemente da postura de litígio que marcou a negociação com a operadora, Teixeira já se mostrou mais compreensivo com a AmBev. A bondade de Teixeira tem um motivo: a empresa, que faz parte da InBev, está sendo afetada pela compra da americana Anheuser-Busch e pela crise financeira mundial. A CBF deu quatro meses para voltar a falar sobre o reajuste.

Fonte.

WPP diz como enfrentar a crise em NY

Marketing digital, programas de fidelização, eventos e redes de relacionamento social são algumas das armas que poderão ser usadas com mais força para enfrentar crise que irá atingir o mercado publicitário mais fortemente no primeiro semestre de 2009.

Essa é a opinião de executivos do Grupo WPP, que se reuniram em Nova York para discutir esse período econômico conturbado.

Aumentar investimentos em marketing digital, nas redes de relacionamento social e melhorar os programas de fidelização são alguns dos conselhos que o Grupo dá para a indústria conseguir ultrapassar a crise de uma forma menos dolorida.

John Quelch, professor da Harvard Business School e membro do conselho de administração do WPP, acredita que a crise vá bater forte no primeiro e segundo trimestres de 2009.

O painel também reuniu nomes como Michael Kelley, partner da PricewaterhouseCoopers, Marylee Sachs, diretora global de marketing de consumo da Hill & Knowlton, Rob Norman, CEO do GroupM Interaction, e Jan Jacobs, CEO da Johannes Leonardo.

Para os executivos, é importante estar atento às oportunidades que surgem em períodos como esse, principalmente em relação ao social networking e a experiências mais profundas no universo online, muito além da veiculação de banners ou da construção de sites. “É importante que os anunciantes façam um esforço real e significativo neste meio”.

Just look at what Obama did” (Basta olhar para o que Obama fez), disse Marylee Sachs, referindo-se ao extraordinário sucesso do presidente eleito em criar um database com mais de três milhões de leais seguidores online.

“Nesta recessão vamos ver inúmeros avanços no MySpace, Facebook, YouTube e LinkedIn. Todos estes sites têm como motor o networking e é isso que as pessoas querem fazer quando há incertezas acerca do seu futuro, querem se aproximar de amigos, familiares, colegas”, disse John Quelch.

As redes sociais são o lugar perfeito para enviar mensagens corretas a consumidores preocupados ou inseguros.

Também os eventos foram tidos neste painel da WPP como uma forma interessante para os anunciantes se relacionarem com os consumidores.

Por fim, os programas de loyalty marketing são vistos como essenciais para enfrentar esse período econômico conturbado, sobretudo para empresas de varejo, de aviação e de cartões de crédito.

Em relação aos anunciantes, John Quelch disse que no atual cenário existem três tipos: os que congelaram seus planos e não vão investir um centavo, os que continuam a investir mas em conta-gotas, pensando apenas no dia seguinte, no curtíssimo prazo, e os que têm estratégias de longo prazo e não sentem pânico frente à situação atual.

Ainda segundo Quelch, esta é uma boa oportunidade para os profissionais de marketing “secarem o pântano”, livrarem-se de produtos marginais, lançarem marcas de valor e, sobretudo, protegerem seus produtos premium.

Norman disse ter aprendido a se adaptar a esse novo momento econômico e a reajustar seus objetivos e expectativas. Ele disse ter adotado um novo mantra: ”Eu acordo todo dia dizendo: ‘not bad is the new great“.

Fonte.

Bi mundial completa 45 anos, e Santos glorifica ‘chuva divina’ e ‘Pelé Branco’

Santos virou jogo diante do Milan após temporal no Maracanã. Substituto de Pelé, Almir Pernambuquinho revela doping nas finais e compra de juiz

SANTOS - “Meu amigo Geléia deixou a arquibancada do Maracanã quando perdíamos por 2 a 0. Só que ele foi embora antes da chuva…”. A lembrança é do ex-ponta-esquerda santista Pepe, relembrando a breve presença do amigo torcedor no segundo duelo das finais do Mundial Interclubes de 1963, no Rio, contra o poderoso Milan.

A chuva citada por Pepe (na verdade um dilúvio que inundou o gramado no intervalo do jogo, quando o Santos perdia por 2 a 0) foi o prenúncio da ressurreição santista no Mundial de 1963.

A tempestade acendeu o Santos, que conseguiu virar o jogo em meio a um futebol “aquático”. No lamaçal, o Santos marcou quatro gols em 20 minutos, batendo o Milan por 4 a 2. A virada heróica alvinegra levou a decisão da taça para um terceiro, e último, embate. Detalhe: Pelé, contundido, ficou fora das duas finais disputadas no Maracanã.

Dois dias depois, precisamente em 16 de novembro de 1963, novamente no Maracanã, outro triunfo alvinegro sobre os italianos, desta vez por 1 a 0 e sem chuva, deu ao Santos o bicampeonato mundial de clubes.

“Meu amigo Geléia foi ao Maracanã, mas quando o Milan fez 2 a 0 ele não agüentou e foi embora antes do intervalo, achando que o título seria do Milan. Disse que saiu xingando o time de tudo quanto é nome. Ele pegou o táxi, e no rádio do carro foi ouvindo os gols do Santos. No quarto gol nosso, ele mandou parar o carro e decidiu terminar o percurso para casa a pé. Bem feito, chegou todo molhado em casa”, diverte-se Pepe, hoje aposentado, em contato com o Pelé.Net.

Com o gramado em péssimas condições, o segundo tempo de jogo se tornou truncado, faltoso. Era tudo que o Santos queria. Em duas cobranças de falta, Pepe marcou duas vezes. Lima anotou outro gol, e Mengálvio sacramentou o êxito santista por 4 a 2.

“Eu me lembro de cada detalhe daquela decisão. Me recordo, por exemplo, que o Lula [técnico do Santos] não tinha mais o que dizer no vestiário. Perdíamos por 2 a 0 e qualquer outro resultado que não fosse a vitória nossa acabaria com o sonho do título. Só sei que o tempo fechou e começou a chover sem parar. O campo ficou totalmente alagado. E isso foi ótimo. Foi uma chuva divina”, conta Pepe.

“Quando caiu aquela chuva, pensei que o Milan se daria melhor, porque eles estavam acostumados a campos pesados. Mas foi bom para nós. O Pepe aproveitou que a bola ficava pesada por causa da água e mandava canhões ao gol deles”, acrescenta o ex-meia-atacante Mengálvio, que vive atualmente em São Vicente/SP.

“Pelé Branco”, suborno e doping

Sem sua figura principal, Pelé, para os dois jogos no Maracanã, o técnico Lula apostou em Almir Pernambuquinho, posteriormente chamado de “Pelé Branco” devido à destacada participação nas finais do Mundial de 63. Almir Pernambuquinho, sobretudo, equilibrou a disputa “no tranco” com o Milan.

“Os jogadores do Milan provocavam e davam cotoveladas. O Almir era valente, sabia lidar com isso. Adorava jogo brigado. Foi lá e encarou os italianos, infernizando”, diz Mengálvio.

Polêmico, Almir faleceu em 1973, após discussão em um bar em Copacabana. Meses antes de morrer, ele declarou à revista Placar ter se dopado para os jogos contra o Milan. Almir revelou também ter sido comunicado pelo então cartola do Santos, Nicolau Moran, de que poderia bater à vontade em campo, pois o Santos havia subornado o árbitro argentino Juan Brozzi, que apitou o terceiro jogo.

“Você pode fazer o que quiser dentro de campo, Almir. Você é rei lá dentro, faz o que achar melhor. O juiz não vai fazer nada”, relatou Almir, em trecho do livro “Eu e o Futebol”.

A revelação de um suposto esquema com a arbitragem surpreende Pepe. “Só indo ao túmulo do Almir para saber. Ninguém falava nada disso”.

Revigorado após a virada histórica sobre o Milan no segundo jogo das finais, o Santos adotou postura cautelosa para o confronto final. O time italiano também reforçou a retaguarda.

Resultado: pouco espaço para jogadas ofensivas e muita marcação de ambos os lados. Não à toa, o gol do título nasceu em jogada de Almir Pernambuquinho, acertado dentro da área. O lateral nada bajulado Dalmo marcou o único tento do jogo. “Dalmo simbolizou o futebol-coletivo aplicado pelo Santos no Rio”, entende Mengálvio.

“Não tínhamos o Pelé, o Zito, o Calvet. Foi a vitória de um grupo. Naquele momento não havia um jogador que se destacasse. mas éramos experientes. Na hora do pênalti, o Dalmo disse: ‘Deixa que eu bato’. Ninguém contestou, pois ele sempre foi uma pessoa espiritualmente forte, de personalidade. Sabíamos que ele faria o gol”.

Fonte.

Vazamento na imprensa tira Vivo do São Paulo

A declaração do presidente Juvenal Juvêncio de que a Vivo poderia ser a operadora de telefonia celular do São Paulo pode ter tirado a marca do clube. A divulgação prévia, feita em um momento em que as conversas ainda não estavam tão adiantadas, acabou afetando a negociação, que está prestes a ser concretizada com uma outra companhia.

O “anúncio” do mandatário do clube do Morumbi foi feito no dia 17 de outubro, em reunião na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) sobre a Copa do Mundo de 2014. Na ocasião, extasiado pelo discurso de Ricardo Teixeira, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) de que o Morumbi seria a abertura da competição, Juvenal Juvêncio revelou à imprensa que, além da Vivo, a Visa estaria próxima de um acordo.

A negociação com a bandeira de cartões de crédito por três setores premium e uma propriedade menor no projeto de patrocínio do São Paulo foi oficializada na última segunda-feira, quando o plano final foi apresentado. Já a Vivo acabou, neste período, distanciando-se do Morumbi.

“Nós temos esse contrato de telefonia fechado comercialmente, mas posso te garantir que não é com eles. [A divulgação na imprensa] tem a ver porque lá dentro existe uma disputa interna muito forte. Além disso, quando isso aparece sempre tem algum clube que liga se oferecendo pela mesma coisa, e isso também tumultua”, disse Adalberto Baptista, diretor de marketing do São Paulo.

E a exclusão da Vivo não reduziu muito as opções do clube do Morumbi. Segundo o dirigente, todas as operadoras, inclusive a Nextel, teriam tentado um acordo. Além da telefonia celular, o São Paulo também está fechado comercialmente com a Volkswagen, uma empresa da indústria farmacêutica e uma quarta marca de um ramo não revelado. Em todos os casos, a assinatura do contrato só depende de acertos entre os departamentos jurídicos de ambas as partes.

Fonte.

Lance! faz promoção em Belo Horizonte

O jornal “Lance!” fará uma promoção exclusiva para os moradores de Belo Horizonte. O veículo dará aos leitores o livro “História Completa do Brasileirão – As Glórias Completas” em troca de selos.

O início desta ação publicitária acontecerá no próximo dia 20 e os interessados em ganhar o livro terão de reunir os 15 selos e pagar mais R$ 45 para obtê-lo.

Além disso, os 200 primeiros torcedores do Cruzeiro e do Atlético Mineiro terão direito a uma capa personalizada com as cores de suas agremiações.

Apesar de restringir o projeto ao público mineiro, o “Lance!” pretende utilizar a ação no estado como um piloto para uma promoção do tipo em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Fonte.

Lotto patrocina jogo em Santos

A marca de material esportivo Lotto será a patrocinadora oficial da “Jogada de Craque”, partida de futebol que reúne empresários e ex-jogadores do Santos na Vila Belmiro. A empresa italiana será a responsável por fornecer os uniformes do jogo.

Na edição deste ano estão previstas as participações dos ex-atletas santistas Serginho Chulapa, Neto, Narciso, Dodô, Joãozinho, Gilberto Costa e Paulinho McLaren.

“O futebol é um esporte que consegue reunir torcedores de todas as idades e classes sociais. Para a Lotto, é uma honra poder participar de um evento como esse, que dá ao verdadeiro amante do futebol a oportunidade de ver alguns dos maiores ídolos desse esporte usando produtos com a nossa marca e jogando em um dos principais estádios do País”, afirmou Luciano Augusto, gerente de marketing e relações esportivas da Lotto no Brasil.

O evento, que é organizado pela agência de marketing F2T Marketing, acontecerá no próximo dia 20 e aberto apenas a convidados.

Fonte.

Futebol continua em baixa na Globo

O futebol continua registrando baixos índices de audiência na Globo . No último domingo, a goleada do Flamengo sobre o Palmeiras por 5 a 2, em jogo decisivo para o Campeonato Brasileiro, teve 16,9 pontos, segundo a coluna Outro Canal, da “Folha de S.Paulo”, desta terça-feira.

Na semana anterior, a partida entre Palmeiras x Grêmio, fundamental para as pretensões dos dois times na reta final do torneio, marcou 19 pontos. Até o último mês, a média do canal carioca era de 19,7 pontos.

Nem o titulo do Corinthians na Série B ajudou a “turbinar” a audiência. O jogo contra o Criciúma, que assegurou a faixa de campeão aos paulistas, obteve apenas 14 pontos no Ibope. Até outubro, a média corintiana era de 17,7 pontos.

Durante todo o primeiro semestre, as partidas disputadas às quartas-feiras tiveram melhores resultados na emissora. Das 15 maiores audiências do período, apenas quatro foram no sábado ou domingo.

O confronto entre Brasil e Argentina, válido pelas eliminatórias sul-americanas da Copa do Mundo de 2010, foi o campeão do primeiro semestre, com média de 40 pontos e 58% de share. Cada ponto no Ibope equivale a 54 mil domicílios na Grande São Paulo, região de referência para o mercado publicitário.

A queda brusca nos números, no entanto, não ficou restrita ao futebol. O sábado, de acordo com Daniel Castro, que assina a coluna, teve a pior média de TVs ligadas das 7h à 0h na Grande São Paulo, com taxa de 38%. O baixo rendimento é atribuído, principalmente, ao calor e à realização da Virada Esportiva em São Paulo.

Fonte.

Marketing do Corinthians lançará kit para o fim de ano

Dentro da estratégia de “fidelização” do torcedor, os cartolas do Corinthians preparam um novo projeto de marketing. Desta vez, o tema será o Réveillon.

A idéia é a venda de um kit contendo uma camisa branca com um discreto símbolo do Corinthians, uma garrafa de champanhe e duas taças.

“Queremos estar sempre com o torcedor corintiano. Essa sintonia é a maior força do Corinthians, é ela que nos faz um time diferenciado. E queremos estar juntos também na passagem do ano. Por isso, estamos lançando o kit”, disse Luis Paulo Rosenberg, vice-presidente de marketing.

Ele espera ter nesta terça-feira os detalhes finais da festa de sábado, após o jogo com o Avaí, no Pacaembu.

“Vai ter um trio elétrico e muita música comandada por uma rádio que ainda não posso dizer o nome. Vamos mostrar a nossa nova taça para a torcida. Vai ser uma festa muito legal, sem briga e em harmonia”, disse Rosenberg.

O local ainda não foi definido. O sambódromo e o Anhangabaú estarão ocupados com outros eventos. “Nesta terça, sem falta, já teremos definido o local da comemoração. Seja onde for, a nossa torcida vai poder festejar”, afirmou.

As federações, a Uefa e a NBA

A Federação Paulista de Futebol anunciou ontem o Paulistão 2009, dentre as novidades a manutenção do mesmo trio de arbitragem para os jogos. A Federação Carioca neste ano fez com que todos os jogos dos grandes times fossem mandados no Maracanã.

No inicio deste ano a Federação Goiana lançou um grande projeto de marketing voltado ao torcedor. E ainda fez uma campanha de votação para inserir jogadores destaques nos times participantes.

Percorrendo outras federações vemos um ranking de clubes no Ceará, uma transmissão via internet tentada recentemente no Paraná, e por ai vai.

Trago essas breves informações para refletirmos os papéis das federações e o modelo utilizado no Brasil. Fala-se tanto em profissionalismo, inovação e pioneirismo, mas até que ponto as federações no Brasil são profissionais, aliás o que é ser profissional ?

Friso bem que não assumo uma postura de defesa ou ataque a qualquer uma das federações estaduais, apenas utilizo os exemplos e faço a provocação comparando com outros modelos.

Existem diversas variáveis que podem ser exploradas neste assunto, direcionarei o foco para as possibilidades de cunho tecnológico sobre tudo no que se refere a internet, com a devida insistência de que os recursos tecnológicos só refletem os processos elaborados pelos interesses do ser humano.

Vou pegar dois exemplos de excelência, podem alguns se apegar nas diferenças culturais, econômicas e tantas outras para fundamentar sua posição contrária a essa comparação, cada qual com sua parcela de razão. Mas vamos lá…

Você sabe me dizer ao menos um patrocinador oficial da Copa dos Campeões da Uefa? Muito provável que a maioria deva lembrar de um ou alguns deles, eu confesso não consigo esquecer do urubu da Playstation nas vinhetas dos jogos.

E na NBA você consegue me dizer quem é melhor: Lebron James ou Carmelo Anthony? Lebron faz quase 10 pontos a mais por jogo e ainda ganha em assistências e roubadas de bola. Lógico cada um tem seus critérios e preferências, mas tem tudo lá no site para ajudar nas conclusões.

São nessas ações “sutis” que provoco sobre o modelo de federações no Brasil, que dizem ser representantes dos clubes, sendo que os próprios clubes muitas vezes não discursam desta maneira, e tentam ao mesmo tempo serem entidades modernas voltadas ao profissionalismo.

Respeitando suas peculiaridades, tanto NBA como Uefa, prezam pelo espetáculo e tem o consumidor/torcedor como alvo direto de suas ações. Afinal são eles que financiam o espetáculo tanto diretamente (ingresso e souvenir, por exemplo) como indiretamente (patrocinadores, direitos de transmissão).

A relação com a imprensa também é mais afinada, afinal os direitos de transmissão não são coisas das mais baratas, e a Uefa, por exemplo, sabe como agregar valor. Aqui no Brasil é comum ouvirmos, digo isso pelos meus próprios “ouvidos”, que a “TV” manda e desmanda, que ela “perturba”. “enche”, que ela desrespeita as normas em busca de informações, que fere os códigos de conduta, etc, etc, etc.

Enquanto isso a Uefa disponibiliza em seu site press releases jogo a jogo, informações completas e riquíssimas. Ou seja, lá eles tratam não como perturbadores e sim como grandes parceiros e investidores, e fazem isso valorizando e aperfeiçoando cada vez mais seu produto.

E o papel da tecnologia neste processo? Vêem a utilização da internet como eficaz ferramenta de comunicação e interação, tudo disponibilizado ao público e a imprensa, além dos inúmeros outros serviços específicos que destinam a eles e inclusive aos próprios clubes.

Daí faço a provocação: nós aqui do Brasil estamos preocupados com torcedor? Com a qualidade do produto oferecido pela federação? Pelo clube? Com a devida atenção, sem exageros (leia-se entregar tudo de bandeja) para a imprensa?

É verdade tem surgido algumas tímidas tentativas, mas convenhamos, a internet (para ficarmos no exemplo focado) possibilita muito mais coisa, o que será que falta, visão, investimento, vontade política?

Não sei, mas com certeza o que está por ai não me convence… ou:

Você lembra rapidamente de um patrocinador de sua federação? De uma vinheta vinculada ao campeonato e ao patrocinador?

Ou ainda, quando você quer informação sobre futebol o site da federação está entre os sites que você procura primeiro?

Fonte.

São Paulo assume limite de 30 dias para definir patrocinador

Julio Casares, vice-presidente de marketing e comunicação do São Paulo, afirmou que o clube deve definir a empresa que patrocinará a agremiação a partir de 2009 em no máximo 30 dias. O sonho dos dirigentes são-paulinos é que alguém aceitasse a proposta de R$ 30 milhões, mas isso ainda não aconteceu.

Mesmo sabendo que a crise financeira mundial prejudicou bastante o objetivo do time do Morumbi de angariar um novo patrocinador, Casares sabe que o clube tem potencial para conseguir um bom patrocínio.

“Vamos começar a fazer um planejamento mais concreto sobre isso a partir da próxima semana, e essa decisão deve sair na primeira quinzena de dezembro ou, no máximo, até o dia 20″, afirmou o vice-presidente de marketing e comunicação do São Paulo.

A proposta mais alta que chegou ao Morumbi foi da Phillips que, apesar de não ter divulgado oficialmente os valores apresentados ao clube, estaria disposta a investir R$ 25 milhões para ter o seu nome na camisa do São Paulo.

Além da Phillips, o São Paulo ainda conversa com a LG. A multinacional, no entanto, já afirmou que não pagará os R$ 30 milhões exigidos pelo clube para renovar e, com isso, um novo acordo está praticamente descartado.

Fonte.

Piraquê patrocinará base da Portuguesa

A Portuguesa anunciou a Piraquê, empresa do ramo alimentício, como sua nova patrocinadora para as categorias de base em 2009. O pontapé inicial da parceria será dado na Copa São Paulo de Futebol Júnior, no mês de janeiro.

“A Piraquê é uma marca tradicional no cenário nacional e todo patrocínio sempre agrega valores e serviços ao time”, afirmou Roberto dos Santos, vice-presidente de marketing do clube paulistano.

O logo da empresa será estampado no peito e nas costas da camisa da equipe. Além disso, a Piraquê cuidará do abastecimento do refeitório do alojamento e também financiará a construção de um novo parque infantil na parte social do clube, localizado ao lado das piscinas. Os valores do investimento não foram divulgados.

“A parceria com a Lusa é fundamental para mostrar a seriedade com que a Piraquê quer crescer no mercado de São Paulo. Queremos nos aproximar do consumidor paulista”, disse Alexandre Colombo, diretor de marketing da empresa carioca.

Fonte.

Saga do Corinthians na Série B vira livro

A trajetória que levou o Corinthians de volta à Série A do Campeonato Brasileiro será “eternizada” em um livro fotográfico, intitulado “Eu Voltei – O ano em que a Fiel não abandonou o Timão”, cujo lançamento está previsto para meados de dezembro.

As imagens de treinos, jogos, concentrações, viagens e bastidores foram captadas pelo fotógrafo Daniel Augusto Jr., da Agência Corinthians, ao longo de toda a temporada, do Campeonato Paulista à reta final da Série B.

Corintianos ilustres, como Serginho Groisman, Hortência, Neto, Washington Olivetto, entre outros, ficarão responsáveis pelos textos. A comercialização dos exemplares será feita no site oficial do clube.

A obra, editada pela Gutenberg, é o terceiro lançamento alusivo ao acesso, conquistado há cerca de um mês. Desde então, o clube colocou à venda a camisa “Eu Voltei” e o kit ” O Coringão voltou!”, com camiseta, caneta e adesivo. Os preços variam de R$ 39,90 e R$ 44,90.

Para o fim do ano, o Corinthians prepara o lançamento de um kit comemorativo que terá como tema o Reveillón. Segundo informações do jornal “Agora” desta terça-feira, serão comercializadas uma camisa branca com o símbolo do clube, uma garrafa de champagne e duas taças no pacote.

Fonte.

Sportv faz ação com Mega Rampa em São Paulo

Emissora oficial da Oi Mega Rampa, que acontece no próximo fim de semana em São Paulo, o “Sportv” irá aproveitar o evento para fazer uma ação direta com o público jovem. Chamado de Garagem Sportv, o espaço do canal de TV paga irá contar com DJ’s, performances musicais e até camisas personalizadas para os espectadores no Sambódromo do Anhembi.

O grande atrativo para o público, que ainda poderá responder a um quiz sobre o “Sportv”, é a interatividade com o som ambiente. Os interessados que estiverem com seus aparelhos Ipods poderão comandar as atividades por alguns minutos. No fim, receberão uma camiseta estilizada por um grafiteiro.

Todo o aparato é um complemento para as atividades diante das câmeras. O evento, inédito na América Latina, será transmitido na sexta-feira e no sábado dentro do programa Zona de Impacto. No domingo, a “Globo” transmite a final da disputa dentro do Esporte Espetacular.

Fonte.

São Paulo oficializa acordo com Visa

De olho na Copa do Mundo de 2014, o São Paulo oficializou um acordo com a bandeira de cartão de crédito Visa. O acerto, que terá duração de três anos, é para a comercialização de 20 mil lugares do Morumbi.

O acordo, que havia sido antecipado pela Máquina do Esporte, prevê a venda de ingressos com local escolhido pela internet. Após isso, os torcedores passarão o cartão nas catracas do estádio para entrar nas partidas.

“Isto é uma parceria, o estádio não esta sendo arrendado, ele continua pertencendo ao clube. A Visa é o meio de pagamento do ingresso e não tem porcentagem sobre as compras. O valor do ingresso do setor é definido pelo clube, que fica com toda a renda”, afirmou Rubén Osta, diretor da Visa.

Como parte do projeto, a bandeira de cartões de créditos construirá cadeiras nos seguintes setores: arquibancada vermelha superior, Morumbi Premium, áreas vermelha e azul da parte térrea e na parte intermediária. Além disso, será feita uma cobertura contra a chuva.

O espaço deverá estar disponível a partir do Campeonato Brasileiro do próximo ano, e os valores que serão cobrados pelos ingressos ainda não foram definidos.

Além do clube paulista, a Visa possui parcerias com outras agremiações nacionais, como o Santos, Palmeiras, Botafogo, Portuguesa e Figueirense.

Fonte.

Tricolor lança parceria, cria setores e vislumbra fim da ação de cambistas

Novo sistema é visto por Juvenal Juvêncio como uma ‘carta de alforria’

Em dia de folga para o elenco, Rogério Ceni e Hernanes foram ao Morumbi. Mas não para entrar em campo. O goleiro e o volante estiveram no estádio para acompanhar o anúncio oficial da parceria entre São Paulo e Visa, que tem como principal atrativo a criação de novos setores que “fogem” da ação de cambistas. A união faz parte do planejamento de adequar o local para jogos da Copa de 2014, de acordo com as exigências da Fifa. O arquiteto Ruy Othake, autor do projeto, apresentou as principais mudanças e, claro, pediu a opinião do ídolo são-paulino.

- Está perfeito, eu gostaria de estar vivo e jogando para ver isso – brinca o goleiro. Ao saber que o projeto deve estar concluído até o fim de 2012, seis meses antes da Copa das Confederações, o capitão fica satisfeito – Não imaginei que fosse tão rápido. Que ótimo!

Entre estas mudanças está a criação de setores específicos para clientes da empresa de cartões de crédito. Serão 20 mil lugares, distribuídos em uma parte da arquibancada superior, outra da intermediária e duas faixas grandes no térreo, englobando ainda o Morumbi Premium, atual setor vip do estádio. Os preços das entradas ainda não foram definidos.

Os clientes poderão comprar ingressos pela Internet de qualquer lugar do mundo e usar o próprio cartão de crédito para o acesso ao estádio. Os assentos são marcados e cada cartão permite a compra de cinco entradas, evitando a ação de cambistas. O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, vê na ação a esperança de liberdade para o torcedor.

- Chegava aqui e via filas, era informado da ação de cambistas. Hoje vejo uma carta de alforria. O que vocês viram hoje é o novo tratamento ao público de futebol. Quando colocamos este sistema, damos o primeiro passo da maioridade, do respeito dos dirigentes ao seu oxigênio, que é o público – ressalta Juvenal Juvêncio, presidente do São Paulo, ressaltando a importância do novo sistema de compra para estes setores.

Para o Paulista de 2009, a arquibancada superior vermelha já estará em funcionamento no novo sistema, mas as cadeiras só serão colocadas no setor no segundo semestre. A partir de maio serão inaugurados o Morumbi Premium e o setor térreo. Ceni e Hernanes simularam a compra do ingresso e até a passagem na “catraca” do estádio.

Outras mudanças também serão feitas no Morumbi para receber jogos da Copa de 2014, como a criação de uma cobertura para o estádio, por exemplo, e a criação de mais áreas de entretenimento e comércio dentro do estádio. O objetivo do São Paulo é também receber o jogo de abertura do Mundial.

Fonte.

Tectoy Mobile lança jogo do São Paulo

A Tectoy Mobile lançará outro game envolvendo o São Paulo. Após o jogo “5-3-3″, que faz ilusão aos títulos do clube, a empresa anunciou o pebolim da agremiação para telefones móveis.

“Trazer os jogos do São Paulo Futebol Clube com exclusividade para celulares só é possível graças à parceria que a Tectoy Mobile mantém com a Warner Bros. Consumer Products, licenciada master do time”, afirmou João Marcos de Oliveira, gerente da Tectoy Mobile.

O jogo de pebolim do São Paulo já está disponível para download nos sites das operadoras de celular do país pelo preço de cerca de R$ 10.

O game do clube disponibilizará a integração entre duas pessoas, porém a escolha do adversário será escolhido automaticamente pelo jogo da Tectoy Mobile.

Fonte.

Patrocínio a equipes de futebol é a arma das construtoras na briga pelo cliente

Em meio à avalanche de crédito que há na praça para a compra da casa própria, a disputa entre construtoras rivais está ganhando fôlego em outros palcos: nos campos de futebol. Férteis para a publicidade, os gramados são cenários de competição acirrada, via patrocínio a grandes equipes. Pois bem, duas empresas mineiras em forte crescimento, com lançamentos imobiliários em vários estados brasileiros, largaram na frente: enquanto a Tenda financia o Cruzeiro, a MRV Engenharia, que até dezembro custeava o arqui-rival Atlético Mineiro, em fevereiro deste ano virou patrocinadora do Vasco da Gama.

A aposta no futebol, tanto por parte da Tenda quanto da MRV – duas construtoras que apostam na população de classe média baixa – vem da crença de que a exposição da marca durante os jogos, na cobertura da imprensa e nas milhares de camisas vendidas a torcedores garantem publicidade eficiente. Não só pela popularidade do futebol, mas pela freqüência com que os times aparecem na mídia.

Classe média baixa é o alvo das empresas

A escolha de um esporte de massa, como o futebol, em vez de um esporte de elite, não foi à toa. As duas empresas têm produtos voltados para a classe média baixa: enquanto o preço dos imóveis da Tenda varia entre R$ 60 mil e R$ 120 mil, os valores das unidades lançadas pela MRV Engenharia ficam entre R$ 70 mil e R$ 140 mil.

Nenhuma das duas empresas revela o valor do patrocínio, pois os contratos, dizem os executivos, têm cláusula de confidencialidade. Mas fontes do setor garantem que não é pouco – algo em torno dos R$ 6 milhões. As companhias apóiam, ainda, times menores em cidades onde estão investindo: a MRV financia o Uberlândia Futebol Clube, de Uberlândia (SP); e a Tenda, o Boa Vista, de Saquarema (RJ).

Os modelos de negócios da MRV e da Tenda também são parecidos. Ambas adotam a padronização – todas as casas e os apartamentos seguem o mesmo projeto, uma forma de baixar custos e reduzir o tempo da obra – e têm uma política agressiva de vendas. Contam com verdadeiros exércitos, formados por centenas de “consultores”, que saem em busca de clientes.

Fonte.

Crise econômica pode fazer São Paulo iniciar Paulistão sem patrocínio no peito

Contrato com a LG termina no fim do ano, e clube admite, em pequena escala, iniciar competição estadual sem principal apoio financeiro na camisa

Crise tem afetado negociações com patrocinadores, afirma Júlio Casares

A crise econômica mundial pode não ter reflexos no elenco que tem entrado em campo pelo São Paulo neste Campeonato Brasileiro. Mas ela pode começar a aparecer nos cofres do clube em breve. Com contrato de patrocínio com a LG até o fim do ano, o clube do Morumbi estuda renovar seu vínculo com a empresa por mais uma temporada. No entanto, a instabilidade do mercado financeiro começa pode atrapalhar as negociações.

- Estamos com a LG há algum tempo e ela diz que chega até um certo valor. Temos uma proposta melhor, mas essa crise econômica pode nos prejudicar um pouco no andamentos das conversas – afirma Júlio Casares, vice-presidente de comunicações e marketing do São Paulo.

Comenta-se nos corredores do Morumbi que a tal proposta seja da Philips, empresa que também comercializa equipamentos eletrônicos. Atualmente, o Tricolor recebe cerca de R$ 16,5 milhões da LG para estampar sua marca nas camisas do time. Pela exposição que a marca tem na mídia com o Tricolor, a diretoria pleiteia um novo contrato em torno de R$ 30 milhões.

- Estamos conversando com outras empresas. Eles têm prioridade, mas nada está definido. Sem não acertarmos nada, podemos começar o Campeonato Paulista sem patrocínio na camisa. Essa possibilidade é pouco provável, mas existe – pondera Casares.

Fonte.

Itaú será novo patrocinador da seleção brasileira

O banco Itaú e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciaram nesta quarta-feira um acordo de patrocínio com duração de seis anos, que cobrirá o período da Copa do Mundo de 2014 a ser realizada no país.

Em comunicado, o Itaú informou que o acordo, sem valor revelado, abrange tanto a seleção brasileira principal como os times de base e a seleção feminina.

O contrato prevê que o banco passe a ter sua logomarca estampada nos uniformes de treino e demais trajes e acessórios utilizados pelos jogadores e comissão técnica das equipes, assim como a possibilidade de promover ações promocionais e de publicidade fazendo associação à seleção brasileira.

Atualmente, a seleção brasileira já carrega em seu uniforme de treino os logos de dois outros patrocinadores, Vivo e Guaraná Antártica, da Ambev. A TAM também patrocina a seleção, mas não tem a marca nos uniformes. A camisa de jogo da seleção brasileira não carrega a marca de nenhum patrocinador.

“O Itaú é muito bem-vindo, e é um motivo de grande satisfação ter essa instituição como um dos nossos patrocinadores”, disse o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, em nota no site da entidade.

Fonte.

Clubes do Brasil não dão tanta importância à crise da economia mundial

No máximo, alguns dirigentes mostram cautela ao prever o que acontecerá no mercado num futuro próximo

Grave crise na economia mundial ainda não assusta os clubes brasileiros

A crise que tem abalado as bolsas de valores pelo mundo ainda não tira o sono dos dirigentes do futebol brasileiro, pelo menos a maioria deles. Muitos dizem que, sendo o Brasil um país formador de jogadores, só tem a ganhar com a subida da cotação do dólar. Outros, no entanto, preferem a cautela e acham que ainda é cedo para se fazer uma previsão sobre o que pode acontecer e como os cofres e as transações financeiras podem ser afetados.

Para Marco Aurélio Cunha, superintendente de futebol do São Paulo, não há motivo para alarde, pois ele lembra que, pelo menos seu clube não costuma ser importador.

- Somos exportadores e para nós não tem problema. Nossa realidade independe do dólar. É melhor para exportar e aqui não influencia em nada. Talvez o São Paulo tenha vantagem para vender. A crise vai fazer efeito em clubes do exterior, que têm dinheiro em fundos de investimentos.

O mesmo diz o vice-presidente do Flamengo, Kleber Leite. Segundo ele, os clubes brasileiros não precisam se desesperar, já que a situação não é tão diferente de outras crises recentes.

- Essa crise não é muito diferente de outras que vivemos. É um momento que interfere, mas nada que seja o fim do mundo. É igual quando você descobre que tem uma doença. Não adianta sucumbir. Tem de encará-la.

No futebol gaúcho, os dois maiores clubes têm até motivos para comemorar. Internacional e Grêmio dizem que vão lucrar mais com a alta cotação do dólar.

- O Grêmio não tem problemas com essa crise. Os jogadores que trouxemos de fora (Morales e Orteman) pagamos à vista. Não temos compromissos financeiros em dólares ou euros. Sempre tomamos muito cuidado com isso, fixando uma variação máxima de 5% no câmbio. A crise não vai afetar o clube. Aliás, temos dinheiro a receber das negociações de Ronaldinho Gaúcho e Emerson. Um percentual cabe ao Grêmio, que é o clube formador, e o valor é fixado em euros. Como houve valorização da moeda, ganharemos mais dinheiro do que ganharíamos há alguns dias – diz Túlio Macedo, vice-presidente do Tricolor gaúcho.

Pedro Affatato, vice-presidente do Inter, vai na mesma toada do dirigente de seu maior rival.

- O Internacional está encontrando uma situação favorável com toda essa questão da variação cambial. Comercializamos alguns atletas, e o dinheiro que temos a receber é em dólares ou euros. Já os jogadores que compramos de fora, basicamente o D’Alessandro, estão quitados. Os demais são negociações nacionais. Por outro lado, é interessante que a situação econômica fique estável, já que o clube sempre precisa negociar atletas, e o câmbio desfavorável pode inibir a compra.

No Cruzeiro, a diretoria se mostra atenta ao que pode acontecer, caso a crise mundial se estenda por mais algum tempo. Porém, a atual situação financeira do clube é confortável.

- O presidente (Alvimar Perrella) considera que no momento esta crise não nos afetará em nada. Mas vamos ter que sentar e ver como ela vai afetar o Brasil, o que pode nos trazer conseqüências. O valor do dólar também não é uma preocupação no momento, já que os contratos são feitos com a cotação do dia em que foi assinado. Valores de patrocinador e cotas de TV também são em real – explica Guilherme Mendes, diretor de comunicação do Cruzeiro.

O Goiás pode perfeitamente se orgulhar de não ser afetado pela crise econômica, pelo menos em relação à alta do dólar. É o que diz o diretor financeiro, Altamiro Gonçalves.

- Não temos um dólar para ganhar e nem para pagar. O Goiás não deve nada para ninguém e tem pouca coisa para receber. Pode ser que essa crise nos afete em outras coisas, como renda e receita, mas em dólar não.

O Vitória, por outro lado, está dividido, com motivos para festejar, mas também para se preocupar: por ser um clube formador de jogadores, ganhará mais dinheiro nas transações para o exterior; mas tem uma dívida dolarizada de U$ 3 milhões com um parceiro e a alta da moeda americana torna a pendência mais cara. O Rubro-Negro baiano paga esta dívida em parcelas mensais, sem valor fixo.

- Não sentimos o recesso, mas com certeza vamos sentir em breve. Infelizmente, temos uma dívida dolarizada com um parceiro argentino. Nosso maior problema é a alta do dólar. Tomara que com a eleição do novo presidente americano o dólar caia para um valor mais razoável. O lado positivo é que somos um clube formador, e a venda de atletas para o exterior vai ser valorizada – afirma o vice-presidente financeiro, José Perdiz.

Há alguns clubes mais preocupados e bem menos otimistas, como Palmeiras, Corinthians, Sport e Botafogo. Nada desesperador, mas todos eles falam com bastante cautela quando se referem à crise.

- Não podemos fazer algumas operações, antes regulares, por causa da crise econômica internacional. Nós levávamos 48hs para realizar alguns empréstimos que agora são impossíveis. Acho que essa crise é mais grave do que a 1929 porque agora o mundo é global. O jeito é esperar a poeira abaixar. Isso não está acontecendo só com o Botafogo. Afeta todos os clubes do Brasil – diz Ricardo Rotenberg, colaborador da diretoria.

No Corinthians, há três casos em que o clube terá de pagar em dólar se não quiser perder atletas que têm contratos com término nos próximos meses : Herrera, Diogo Rincón e Morais. Segundo o diretor técnico, Antônio Carlos, há, sim, a necessidade de se ter cautela em relação a negociações feitas em moeda estrangeira.

- São situações complicadas, principalmente agora que o dólar está subindo. Mas vamos deixar para analisar isso quando chegar mais perto. Não tem como pensar agora. De qualquer maneira estamos atentos e negociando.

Para Toninho Cecílio, gerente de futebol do Palmeiras, as receitas do clube podem ser afetadas, pois, segundo ele, a torcida será mais cautelosa, pensará duas vezes antes de comprar artigos relacionados ao time.

- Num médio prazo, esperamos uma diminuição nas receitas do clube causada por essa crise. Principalmente na venda de ingressos e de camisas. Acredito que as pessoas vão segurar e não ir tanto aos jogos, nem comprar produtos do clube. No que se refere a contratações, teremos de ter cautela, pois certamente o mercado do futebol vai sentir os efeitos dessa crise.

O vice administrativo do Sport, Coronel Cerqueira, cita as negociações para renovações de contrato como um possível problema, mas torce pelo bom senso dos jogadores.

- Não teremos problemas na hora de renovar os contratos dos jogadores e o nosso presidente saberá encaminhar todo o processo. Os jogadores entenderão, que, se a crise vier, ela afetará a todos os clubes. É claro que eu torço para que isso não aconteça.

Fonte.

Clubes europeus negam, mas crise mundial já atinge o futebol

Gigantes da Itália perdem até 40% de seu valor de mercado em dez dias

Salva da falência pelo governo americano, AIG paga R$ 221,5 milhões ao Manchester

A idéia do clube-empresa nunca andou no Brasil, e por isso a crise nas bolsas de valores do mundo inteiro só tem efeitos indiretos no futebol brasileiro, como o encarecimento de contratações de jogadores fora do país por causa da alta do dólar (o que é contrabalanceado com a valorização das vendas para o exterior).

Na Europa, onde boa parte dos clubes é LTDA (limitada – pequeno grupo de sócios) ou AS (sociedade anônima – empresa com ações na bolsa), o desespero dos economistas contaminou o futebol, ou pelo menos, as torcidas.

Um dos marcos do início da crise, a nacionalização da seguradora americana AIG para evitar a sua falência, gerou rumores de que o contrato de patrocínio do gigante inglês Manchester United poderia estar ameaçado. O clube assinou um contrato de quatro anos de patrocínio em 2006, no valor de €72 milhões (R$221,5 milhões), mas não demorou a desmentir o boato e tranqüilizar os torcedores.

- O Manchester United é um clube sem problemas econômicos, e a crise na AIG não afeta o clube – diz o porta-voz do presidente do Manchester.

O West Ham, cujo dono, Bjorgolfur Gudmundsson, era um dos sócios do segundo maior banco da Islândia, o Landsbanki – que quebrou e também foi assumido pelo governo do país -, também veio a público desmentir rumores de problemas financeiros no clube. Chegou a circular na imprensa inglesa a notícia de que todo o elenco do time iria ser vendido para salvar a fortuna de Gudmundsson.

- Ele não vai tirar dinheiro do cluibe, se é isso que aflige a torcida. Gudmundsson ainda não sabe direito como isso (a falência do Landsbanki) vai afeta-lo, mas ele tem certeza de que não haverá implicações em outros investimentos seus e de sua família – diz Asgeir Fridgeirsson, vice-presidente do West Ham.

O Real Madrid também nega que esteja enfrentando qualquer dificuldade econômica, já que lidera o ranking de clubes com maior receita e seu orçamento anual passa dos €400 milhões (mais de R$1 bilhão).

- É um número muito alto. Há um esforço para conter as despesas e oferecer bons resultados. Somos uma das poucas exceções na indústria do futebol, um clube que tem uma boa situação financeira e econômica – diz o diretor executivo do clube, em entrevista ao canal “Real Madrid TV”.

Italianos não podem se esconder

Na Itália, não há desmentido que resolva. Alguns dos principais times do país – Roma, Lazio e Juventus – têm ações na bolsa e qualquer um pode ver seus valores despencando.

No dia 30 de setembro, cada papel do clube romano valia € 0,51. Só na última sexta-feira, 10 de outubro, as ações do Lazio caíram 9,73% e fecharam o dia sendo vendidas a € 0,33 – uma queda acumulada em dez dias de 40%.

Mantendo o padrão de comparações entre o último dia de setembro e o dia 10 de outubro, as ações do Juventus despencaram de €0,90 para €0,67, uma queda acumulada de 36%. E nada indica que a situação esteja mudando. O Roma até conseguiu dar uma levantada no final da semana, mas em dez dias passou de €0,71 para €0,65, tendo batido nos €0,60 no dia 6. Vale frisar que, em maio, os papéis do clube de Juan e Julio Baptista eram vendidos a €1,56.

Ninguém sabe aonde a crise vai parar, e quem mais ela vai derrubar, mas é bom os clubes de futebol em todo o mundo se precaverem, ou vai ter time de tradição quebrando por aí, como já aconteceu com o Bahia, no Brasil, e outros pelo mundo.

Crise pode atrasar início da construção do novo estádio do Liverpool

Segundo a imprensa inglesa, o Liverpool, que pretende construir um novo estádio, já teria um segundo plano nas mangas. Com o medo da crise da economia mundial crescer, o time aumentaria a capacidade do Anfield, reduzindo os elevados custos do clube.

No entanto, o porta-voz do Liverpool informou que a intenção é de erguer um novo estádio, mas o início poderá sofrer atraso.

Fonte.

Mesmo depois de 45 anos, bi mundial do Santos ainda emociona ‘Canhão da Vila’

Aos 73 anos, Pepe relembra conquista do Alvinegro e afirma que torcida carioca foi o 12º jogador da equipe

- Quando o telefone toca nessa época do ano e falam que é de uma equipe de reportagem eu até já sei que é por causa disso. É sempre assim, todo ano. Já estou acostumado.

O senhor ainda com a voz firme que afirma ouvir as mesmas perguntas há 45 anos é José Macia, o Pepe. E a “causa” das ligações, embora esteja habituado a responder praticamente as mesmas coisas, ainda lhe deixa emocionado.

Há exatos 45 anos, o mundo via, pela segunda vez consecutiva, um time de futebol encantar com uma conquista. Em 16 de novembro de 1963, o Santos vencia o seu segundo Mundial Interclubes, desta vez contra o Milan.

Depois de uma derrota por 4 a 2 em Milão, o time de Pelé e companhia tentava uma virada histórica para chegar ao bicampeonato. E conseguiu. Depois de sair atrás no placar ao sofrer gols de Mazzola e Mora, o time da Vila Belmiro, que na ocasião resolveu adotar o Maracanã como a sua casa, conseguiu uma virada espetacular. Em um verdadeiro dilúvio, virou a partida para 4 a 2, igualando a decisão em uma vitória para cada lado.

Amizade garante pênalti para Dalmo

Dois dias depois, em 16 de novembro, as equipes voltariam a se encontrar no mesmo palco. O jogo foi amarrado e o Santos não contava com Zito, Calvet e seu astro principal, Pelé, desde o segundo duelo. Coube a Dalmo, autor do gol de pênalti que deu a vitória ao Santos, a condição de herói ao lado de tantos outros.

- Eu sempre batia os pênaltis quando o Pelé não estava. Mas sou muito amigo do Dalmo e ele disse que tinha condições de fazer. O Maracanã estava lotado e a decisão de fazer o jogo lá foi uma das mais acertadas. O torcedor carioca foi o nosso 12º jogador. Acabou dando tudo certo - relembra o ex-ponta Pepe, 73, em entrevista por telefone ao GLOBOESPORTE.COM.

Apesar do tempo, as memórias ainda aparecem muito recentes na cabeça do “Canhão da Vila”, apelido que ganhou pela potência do seu chute. E, mesmo depois de contar tantas vezes a mesma história, Pepe ainda consegue se lembrar de passagens curiosas, nunca ditas antes, mas que os anos não apagaram.

Pepe correu risco de ser barrado

E uma dessas histórias envolve o amigo Dalmo. De acordo com Pepe, o ex-lateral-esquerdo do Peixe lhe dissera, dias antes do segundo jogo contra os italianos, que o ponta poderia não ser escalado para o confronto.

- Eu não era um ponta muito habilidoso, mas tinha um chute muito forte. Se o Lula não me colocasse para jogar, quem colocaria? O Batista? Com todo respeito ao meu reserva, mas eu resolvia o jogo - diz, em tom irônico, o velho ídolo alvinegro, autor de dois dos quatro gols que deram a vitória ao alvinegro na ocasião.

- Foi a nossa melhor exibição, o jogo mais brilhante e me emociono com isso até hoje. O Milan era um time muito bom e nós conseguimos vencê-los e levar a decisão para o terceiro jogo. E o meu melhor jogo foi bem no dia do aniversário de 68 anos do meu pai.

Quarenta e cinco anos depois, o ídolo santista vê seu clube sofrer no Campeonato Brasileiro. E, para quem fez parte do tão famoso “ataque dos sonhos”, não é nada fácil acompanhar o Santos no atual momento.

- Se tivesse uma frente com Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe, já estaria tudo mais ou menos resolvido - diz, aos risos.

Fonte.

Brasil e Itália deve gerar 10 mi euros

Os últimos dois campeões mundiais se enfretarão em fevereiro do próximo ano, em Londres. Com nove títulos ao todo, Itália e Brasil farão um amistoso no Emirates Stadium, estádio do Arsenal, cuja estimativa é de que gere 10 milhões de euros, segundo a agência Ansa.

Esse valor seria arrecadado com os possíveis parceiros da partida, que terá a transmissão para cem países do mundo inteiro, além dos ingressos, que no caso do setor VIP custarão 1,4 mil euros.

Para obter um bom público, o Arsenal começará a vender os ingressos mais caros já na próxima segunda-feira. Já o restante terá sua comercialização no dia 4 de dezembro.

A intenção dos organizadores do evento é contar com a presença de grandes nomes do futebol como Fabio Capello, Pelé e Thierry Henry, além de outras celebridades da Inglaterra.

Fonte.

Ação recupera 3 mil sócios do Santa Cruz

Em meio a uma complexa crise financeira, o Santa Cruz, que vai disputar a Série D do Campeonato Brasileiro no ano que vem, conseguiu um alento nos últimos dias. Com uma campanha de “anistia”, o clube do Arruda conseguiu recuperar cerca de três mil sócios inadimplentes.

“No início da campanha, nós estávamos com algo em torno de 800 sócios em dia. Hoje o nosso quadro associativo já está em torno de 3,5 mil atualizados. Nós esperamos concluir a primeira fase da campanha até o fim de novembro com seis mil sócios regularizados”, disse José Nivaldo Brayner, diretor de marketing do clube.

A ação, que começou há cerca de três semanas, permite que os inadimplentes quitem seus débitos ao pagarem, de uma só vez, as mensalidades de outubro, novembro e dezembro. Tudo faz parte de uma preparação de terreno para um trabalho mais próximo dos associados, que deverá ser implantado em breve.

“No fim de novembro nós estrearemos uma nova campanha, que irá contemplar os fãs com pontos de pagamentos em locais diferentes. Hoje a única opção do sócio é se deslocar até a sede do Santa Cruz para fazer o pagamento”, disse Brayner, em entrevista ao site oficial da agremiação.

Fonte.

Inter garante 9001 e projeta novos ISOS

Anunciado na última segunda-feira com pompa e circunstância, a recomendação do Inter para o certificado ISO 9001:2000 tornou-se realidade na última quarta-feira. Depois de receber a resposta positiva definitiva, o clube gaúcho, que se prepara para adotar o selo a partir da semana que vem, já projeta novas condecorações.

“Nós já estamos trabalhando para ampliarmos esse escopo atual [organização de eventos no Beira-Rio] também para a administração e para finanças. Além disso, já estamos pleiteando o 8000, que se refere a trabalhos sociais, e o 14000, de cuidado com o meio ambiente”, disse Pedro Affatato, vice-presidente de patrimônio do clube.

Mais que a ampliação, o clube também tem de se preparar para manter a classificação nos próximos anos. Para o dirigente, o novo certificado só vai ajudar o clube a manter o status recém-adquirido.

“O nosso crescimento está baseado no quadro associativo, e percebemos que para manter o torcedor aqui sem ligação direta com os resultados de campo, precisávamos oferecer serviços de qualidade. Com o ISO 9001, nós teremos uma cobrança muito forte para isso”, disse Affatato.

Os exemplos negativos não faltam. Em 2001, o Coritiba conseguiu a façanha pela primeira vez entre os clubes brasileiros, mas as mudanças administrativas mudaram o panorama em menos de dois anos. Posteriormente, o Atlético Paranaense também atingiu o patamar, mas logo perdeu o direito.

Fonte.

Pescador passa apuro, mas realiza sonho de conhecer o time do coração

O pescador Francisco Guilarindo, pernambucano de Venturosa, a 249 km de Recife, realizou um sonho de criança nesta quarta-feira. Após juntar dinheiro por seis meses, ele partiu do Agreste, em direção a São Paulo. Na cabeça, o firme objetivo de chegar a Santos e ao CT Rei Pelé.

O problema é que ele calculou mal e o dinheiro acabou no meio do caminho. Foram sete dias cortando o Brasil, dormindo em rodoviárias, em pontos de táxi. Para comer na estrada, pedia ajuda às pessoas. Em São Paulo, conseguiu uma carona para chegar a Santos.

- O pessoal das peruas de lotação me trouxe a Santos. Eu expliquei a minha história e eles me ajudaram – conta.

Ao chegar à Baixada Santista, outro problema: como entrar no CT Rei Pelé, cujo acesso é restrito?

- Na rodoviária, me indicaram um apresentador da TV Santa Cecília (canal de televisão de propriedade da família do presidente do Santos, Marcelo Teixeira). Eu fui lá, conversei com o pessoal e vim para cá. O segurança não queria deixar eu entrar, mas aí ligaram lá da televisão e acabaram me liberando – explica.

Francisco, de 30 anos, agora voltará à sua cidade de alma lavada. Para isso, porém, vai precisar contar mais uma vez com a ajuda dos amigos de estrada.

- Não tenho dinheiro para voltar. Nem para comer. Nem tomei café da manhã hoje. Mas tudo bem. Vou dar um jeito de voltar para São Paulo. Lá no Brás (Zona Leste da capital paulista), eu peço carona em algum ônibus clandestino. Nem que eu fique em uma cidade perto da minha. Importante é que realizei o meu sonho – vibra.

Fonte.

Timemania não decola e perde apostadores a cada domingo

Anunciada como a salvação dos grandes clubes brasileiros, a Timemania ainda não decolou. Em nove meses, a loteria esportiva não se transformou em passatempo nacional, como previam o Ministério do Esporte, a Caixa e os 80 times inscritos no jogo controlado pelo governo federal.

Os R$ 101.926.970 arrecadados até o último domingo estão bem longe dos R$ 250 milhões estimados inicialmente para o primeiro ano. No entanto, o gerente nacional de loterias da Caixa Econômica Federal garante que o desempenho da Timemania está dentro do previsto.

- A Timemania está em fase evolutiva.Toda loteria, quando nasce, passa por um processo de maturação. Não sei quando ela vai deslanchar. Espero que seja o mais rápido possível. Nós lidamos com fatores incontroláveis, por isso não tem como prever o futuro deste jogo – afirma Paulo Toncovitch.

No entanto, há quem esteja impaciente com a tal fase evolutiva da Timemania e até sugira a criação de uma nova loteria:

- Estamos recebendo um valor muito abaixo do que estávamos prevendo. Esperamos que haja um novo estudo da Timemania, pois está faltando uma campanha publicitária maciça. O Clube dos Treze trabalha com duas hipóteses para o ano que vem: ou se cria uma nova loteria, ou terá que ser feita uma reformulação total da Timemania atual – avisa Humberto Palma, gestor financeiro do Fluminense.

Em 37 sorteios, somente duas pessoas acertaram os sete números sorteados. Talvez pela escassez de contemplados, a arrecadação e os apostadores despencam a cada domingo. No primeiro concurso, em março deste ano, o valor arrecadado foi de R$ 4.119.464, com 2.059.732 apostas. Porém, no sorteio do dia 9 de novembro, o montante foi de R$  R$ 1.566.352, com 783.176 jogadores.

- No caso do Cruzeiro, temos conseguido pagar nossos compromissos. Mas talvez alguns clubes não estejam conseguindo. Por isso, acho que os times têm de fazer uma maior propaganda da Timemania. Sabemos que a Caixa pode fazer mais – destaca o diretor de futebol do Cruzeiro, Eduardo Maluf.

Sem mudanças para 2009

Apesar de seguir ladeira abaixo, por enquanto, a Caixa não pretende modificar a Timemania, pois crê que a loteria vai dar a volta por cima.

- Estudamos permanentemente todas as loterias, incluindo a Timemania. Recentemente, alteramos a Mega-Sena e a Quina. Mas não existe, no momento, nenhuma alteração prevista para a Timemania – pondera Toncovitch.

Na contramão dos principais clubes do país, o Santos resolveu intensificar a divulgação da Timemania por confiar no sucesso desta loteria.

- Estamos inclusive finalizando uma campanha de TV para aumentarmos os nossos apostadores – revela o supervisor de marketing do clube, Alex Fernandes.

Arrecadação mês a mês

Março R$ 18.108.446
Abril R$ 14.021.104
Maio R$ 17.079.278
Junho R$ 11.810.864
Julho R$ 9.411.886
Agosto R$ 12.471.262
Setembro R$ 8.893.464
Outubro R$ 7 milhões
Não foram computados os dois sorteios de novembro referentes a 36ª e 37ª edições da loteria

Loteria ajuda mais o governo do que os clubes

Embora abrace 80 times espalhados por todo o Brasil, a Timemania é criticada por ajudar mais o governo federal do que os clubes nela inscritos. O primeiro morde 29% da arrecadação contra 22% das agremiações.

- Minha cota é de R$ 260 mil. Eu até pago mais que isso, só que não sei como conseguiremos aumentar a nossa arrecadação em 2009 – afirma Túlio Macedo, vice-presidente de finanças do Grêmio.

Polêmica à parte, Paulo Toncovitch explica que as regras da Timemania foram criadas pelo governo, e não pela Caixa - assim como acontece com qualquer Loteria Federal.

- A Caixa não opina sobre os repasses sociais quando uma loteria é criada pelo governo. A gente apenas cumpre o que a lei determina. E quem a elabora decide qual porcentagem será repassada ao Fundo Nacional de Saúde, à Seguridade Social, aos clubes e assim por diante. O importante é que todas as loterias têm um cunho social – diz o gerente nacional de loterias.

Finalidade da loteria

A Timemania foi criada para ajudar os clubes brasileiros a quitar suas dívidas com o INSS, o FGTS, a Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.

Os criadores da loteria defendem a idéia de que os clubes ficaram livres das dívidas com o governo federal e, nesse momento, passaram a ter mais verbas para realizar contratações, pagamentos e melhorar a infra-estrutura. A previsão é de que em até 240 meses (ou 20 anos) todos os times estejam quites com a União.

Fonte.

Baleião e baleinha ganham hino do Peixe

O Santos vai homenagear seus dois mascotes, Baleião e Baleinha, com uma música que deverá ser lançada em breve. A idéia era para ser mantida em sigilo, mas acabou vazando na principal comunidade santista no Orkut. O samba é de autoria de Ricardo Peres e interpretadao por Zinho, da escola de samba União Imperial, de Santos.

A criação dos mascotes já rendeu frutos ao alvinegro, que em 2007 ganhou o prêmio Marketing Best. Os jurados consideraram o case Baleinha e Baleião: Rejuvenescimento Constante da Torcida do Santos FC um dos melhores do ano passado. O Peixe foi a única organização ligada ao esporte entre os 20 finalistas.

Fonte.

Passaporte para a Taça Libertadores pode render quase R$ 14 milhões

Quanto você pagaria para realizar um sonho? Imagine então poder alcançar seu objetivo e ainda receber, e bem, para isso. Pois é. Objeto de desejo de dez em cada dez torcedores brasileiros, a Taça Libertadores da América deixou de ser apenas o maior campeonato entre equipes do continente para se transformar também em salvação para os combalidos cofres dos clubes tupiniquins.

Com o Sport, campeão da Copa do Brasil, garantido, São Paulo, Grêmio, Palmeiras, Cruzeiro e Flamengo disputam as quatro vagas restantes do Brasil, e o GLOBOESPORTE.COM fez um levantamento de quanto cada um pode deixar de ganhar caso termine o Brasileirão na quinta posição.

Entre cotas de publicidade e TV, rendas, premiação por participação e avanço de fases e bônus do patrocinador do torneio, estima-se que um clube que chegue à decisão arrecade cerca de R$ 13,7 milhões, fora o lucro indireto.

Único brasileiro tricampeão da competição e prestes a carimbar o passaporte para a sexta participação consecutiva, o São Paulo é quem melhor aproveita os recursos proporcionados pela Libertadores. Ações de marketing no Brasil e no exterior entram na lista das receitas extras do Tricolor.

- Temos ganhos indiretos diversos. Quando estamos na Libertadores, temos uma exposição muito forte. Estaremos pela sexta vez seguida, se Deus quiser, e isso se torna uma coisa mais cotidiana. No preço do patrocínio é bem significativo, porque a marca vai aparecer muito. Outro ganho indireto é a vitrine internacional, para mostrar o clube, o que traz vantagens comerciais grandes. Além dessa projeção internacional, tem a visibilidade do exterior para os jogadores – explica o diretor de futebol do clube, João Paulo de Jesus Lopes.

ESTIMATIVAS DE RECEITA
Nas cotas de TV em R$:
Fase de grupos: 237 mil por jogo + 23,7 mil de placas de publicidade
Oitavas-de-final: 331,8 + 71,1 mil de placas de publicidade
Quartas-de-final: 426,6 mil + 94,8 mil de placas de publicidade
Semifinal: 592,5 mil + 118,5mil de placas
Final: 2,37 milhão ao vencedor e R$ 1,18 milhão ao vice
Bônus do patrocinador da competição:
Em cada jogo, os times ganham ainda R$ 23,7mil, menos na final
Renda com média de público de 50 mil torcedores:
R$ 8 milhões bruto, R$ 5 milhões líquido
Total: 13,7 milhões

Por outro lado, Kléber Leite, vice-presidente de futebol do Flamengo e experiente no ramo de marketing esportivo, lembra que há fatores em que a Conmebol ainda precisa evoluir e aponta onde o próprio mercado nacional se sobressai.

- Financeiramente, a Libertadores não é a oitava maravilha do mundo. Alguns itens são absurdos, como a publicidade estática. O que os clubes recebem é ridículo. No Brasileiro e no Carioca estamos em outro mundo. As cotas também são de ruins para razoáveis. Só quem vai ao Japão é que tem uma vantagem enorme porque pode usufruir de cotas extraordinárias.

Senso comum, entretanto, é a força que a Libertadores tem quanto à atratividade. Normalmente, os clubes que disputam a competição são os preferidos pelos jogadores em todo início de temporada, tornando o mercado mais acessível.

- No lado da visibilidade e esportivamente falando a Libertadores é nota dez. Sem dúvida alguma fica mais fácil convencer os jogadores a jogar no clube. Embora a gente pretenda manter quase todo time – reforça Kléber Leite.

O dirigente, por sinal, fala com conhecimento de causa. Caso não se classifique para a competição, o Rubro-Negro pode perder a oportunidade de contar com Ronaldo “Fenômeno” em 2009, além da provável aposentadoria do capitão Fábio Luciano.

Bônus da Fifa

Muito mais rentável que a Libertadores é o Mundial de Clubes da Fifa. Disputado tradicionalmente no Japão, a disputa está marcada para Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, em 2009, e pode render até R$ 10,6 milhões para o participante.

- Outro ganho com a Libertadores é o fato de classificar para o Mundial. E, no Mundial, a cota é entre US$2 milhões e US$4,5 milhões. Esse envolvimento todo é importante. Nisso tudo, o menos significativo, são as cotas da Conmebol – diz João Paulo de Jesus Lopes.

Por fim, Kléber Leite resume o sentimento de quem luta desesperadamente por uma vaga no G-4 nas últimas quatro rodadas do Brasileirão.

- Ficar fora da Libertadores não seria uma tragédia financeira. Mas esportivamente, sim.

Fonte.

Clubes e Caixa divergem sobre razões para Timemania não decolar

Com uma arrecadação de apenas 28,5% do previsto inicialmente, a Timemania não se transformou no sucesso esperado pela Caixa Econômica Federal e pelos clubes brasileiros, que ganham 22% da arrecadação e, com isso, pagam débitos fiscais com o governo. Apesar de concordarem com o fracasso da loteria, agremiações e a instituição financeira divergem sobre os motivos que levaram o jogo a não cair nas graças do público.

ARRECADAÇÃO DOS CLUBES ATÉ O 35º CONCURSO

Flamengo – R$ 4.162.705
Corinthians – R$ 3.230.345
Palmeiras – R$ 2.516.681
São Paulo – R$ 2.311.520
Grêmio – R$ 2.045.310
Santos – R$ 1.991.958
Internacional – R$ 1.746.586
Vasco – R$ 1.679.086
Cruzeiro – R$ 1.459.836
Botafogo – R$ 1.410.465
Fluminense – R$ 1.289.948
Atlético-MG – R$ 1.176.856
Bahia – R$ 1.075.741
Vitória – R$ 723.424
Goiás – R$ 642.905

Para a Caixa, por exemplo, falta apelo à Timemania, ou seja, um prêmio que seja equiparado ao de outras loterias de sucesso no país.

“Na verdade, os torcedores receberam bem a Timemania. O que ocorre é que nas outras loterias, quanto maior o prêmio, maior o número de apostadores. A Timemania ainda não tem oferecido prêmios como o da Mega-Sena. A tendência é que os prêmios da Timemania cresçam, assim como o número de apostadores”, afirmou Roberto Derziê de Sant’Anna, superintendente nacional de Loterias da Caixa Econômica Federal.

Os clubes brasileiros concordam com essa análise, mas não apontam apenas a baixa premiação como motivo para a falta de apostadores. Segundo um dos beneficiados pela loteria, o trabalho de marketing criado para divulgar o jogo teve falhas, colaborando para o fracasso do projeto.

“Para o clube, a Timemania é essencial, pois estancou o processo de execução de penhora que tínhamos. Nos preocupa a arrecadação não estar no patamar estimado e, por isso, devemos fazer alguma coisa no curto prazo, algumas campanhas de mídia que mostrem que a loteria ajuda os clubes”, apontou Eduardo Antonini, vice-presidente de planejamento do Grêmio.

“A Caixa realizou uma grande campanha de lançamento da Timemania e manteve, ao longo do tempo, um grande investimento na divulgação do produto. Atualmente, apostamos em uma pesada linha de divulgação para a consolidação da Timemania na mente do torcedor”, rebateu o superintende da instituição financeira.

Inicialmente, a Caixa apostou na figura de Pelé para tentar atrair os apostadores para a nova loteria. Além disso, incentivou os clubes a criarem ferramentas próprias para ajudar na divulgação. Assim como banners em seus portais, alguns, como o Santos, por exemplo, criaram até hotsites para mostrar ao torcedor as vantagens da Timemania.

Mesmo assim, os clubes defendem uma postura mais “agressiva” para a massificação da loteria. Uma das sugestões é que a Timemania ganhe destaque durante as partidas das equipes, tendo assim mais visibilidade junto a público-alvo desejado pelos dois lados, que é o torcedor.

“A idéia é continuar no processo da Timemania, mas precisamos revitalizá-la. Dessa forma, podemos fazer os sorteios durante os jogos, nos próprios estádios, além de criar atrativos com o número dos volantes”, revelou Delair Dumbrosck, vice-presidente geral do Flamengo.

Pelos números projetados inicialmente pela Caixa, a Timemania teria arrecadado R$ 340 milhões até o 34º sorteio. Esse número, porém, foi de apenas R$ 97,1 milhões. Com isso, os clubes discutem com o governo um prolongamento do prazo para que o pagamento da parcela fixa de R$ 50 mil siga além de fevereiro de 2009, como está previsto.

Fonte.

Corinthians vê centenário com estádio, festa “monstruosa” e filme

O sonho do estádio engatilhado, um milhão de pessoas reunidas, um filme e a fiel torcida com voz ativa. A quase dois anos de seu centésimo aniversário, o Corinthians já definiu os principais pilares da aguardada festa. A data é tratada com muito cuidado pelos alvinegros, contagiados pela boa temporada de 2008 e otimistas com o futuro.

Torcedores vibram com volta da equipe e podem ganhar ‘presentes’ no centenário

Data é tratada com cuidado; bom ano deixa alvinegros otimistas com o futuro da equipe

A atual diretoria já tem em mente o que pretende fazer em 2010 para celebrar o centenário do clube. Para isso, é claro, depende de vitória na eleição presidencial no início do próximo ano. Mas confiante na vitória, a situação alvinegra estabeleceu os pilares do que promete ser uma comemoração histórica.

“Algumas iniciativas são os marcos da festa. Queremos ter algo do estádio, teremos um filme do centenário, já que este do acesso [chamado Fiel] será um treino, faremos uma festa monstruosa, como nunca se viu em São Paulo, e acima de tudo vamos apoiar todas as iniciativas que a fiel sugerir”, adiantou o diretor de marketing Luis Paulo Rosenberg, no hotel que o Corinthians se hospedou em Caxias do Sul.

O tão sonhado estádio alvinegro, segundo ele, pode ser um velho conhecido da torcida. Depois de classificar o Pacaembu como “plano H” entre suas prioridades, a diretoria corintiana já admite assumir o estádio municipal em vez de levantar uma nova arena.

“Não sou um faraó para construir um monumento de R$ 400 milhões. Queremos uma casa toda reformada para a nossa torcida”, disse Rosenberg. A confiança do diretor é tanta que ele já começou a convencer o presidente Andres Sanchez do plano.

Nos últimos meses, a prefeitura de São Paulo e a secretaria de Esportes insistiram em oferecer o Pacaembu ao Corinthians, que até então tinha o projeto da Egesa/Seebla como prioritário. “Uma das virtudes do Andres é aceitar um bom argumento”, ponderou Rosenberg.

Mas o estádio não é o único atrativo previsto pela atual diretoria. A idéia é promover uma festa histórica. “Pensei em algo com um ou dois milhões de pessoas”, opinou o diretor. O centenário também terá um filme e o memorial no Parque São Jorge será atualizado.

Outra característica almejada para a comemoração é a interatividade com os torcedores. Rosenberg diz que não haverá uma comissão ou um grupo responsável pelo tema: os corintianos terão voz ativa. “Acima de tudo, apoiaremos todas as iniciativas que a fiel sugerir. Atualmente está sendo preparada uma enciclopédia sobre o Corinthians, é o tipo de iniciativa que queremos”, completou o responsável pelo marketing alvinegro.

Fonte.

Lance! terá aplicativo com patrocínio

O termômetro das torcidas da rede social do Grupo Lance!, o Lance! Activo 2.0, terá um widget, um tipo de aplicativo, com patrocínio. Agora, o Torcidômetro estará disponível para negociar com novo parceiros.

“Ao virar widget, o Torcidômetro passa a estar disponível para download e, com isso, a marca do patrocinador será replicada, alcançando blogs, perfis e outras redes sociais além do L! Activo”, afirmou Paulo Henrique Ferreira, gerente de produtos do Lancenet!.

A agência responsável por desenvolver esse projeto será a Red Cub, que também é quem cuida dos projetos do Lance! Activo e do Torcidômetro.

Fonte.

CBF confirma contrato com a Hugo Boss

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou nesta sexta-feira que a grife Hugo Boss irá fornecer trajes sociais para a seleção pentacampeã mundial até 2014, ano da Copa no Brasil. O contrato prevê o aporte de US$ 200 mil anuais, mais US$ 250 mil em roupas.

Com o acordo, a marca, que veste os jogadores de Real Madrid e Bayern de Munique no futebol internacional, une-se a Vivo, Itaú, Ambev, Tam e Nike no grupo de parceiros oficiais da entidade.

A ligação com o esporte, no entanto, vai além das quatro linhas. No passado, a Hugo Boss já investiu em boxe e automobilismo, por intermédio dos pilotos Ayrton Senna e Emmerson Fittipaldi, atual representante da grife no Brasil.

A CBF, por sua vez, comemora o terceiro contrato de patrocínio em menos de um mês. Vivo e Itaú anunciaram recentemente que pagarão, cada um, US$ 15 milhões anuais à entidade nas próximas seis temporadas.

Segundo matéria publicada no “Portal Exame” nesta sexta-feira, a organização dirigida por Ricardo Teixeira pede o mesmo montante à Ambev para renovar até a Copa de 2014.

Procurado pela reportagem da Máquina do Esporte, Rodrigo Paiva, assessor de imprensa da CBF, negou a negociação com a marca de bebidas, que paga US$ 10 milhões anuais até 2019.

Fonte.

Premier League é liga que mais lucra

O merchandising no futebol das seis principais ligas européias gera uma receita de 615 milhões de euros de acordo com uma pesquisa realizada no continente. Segundo as empresas responsáveis, a Sport + Markt e a PR Marketing European Football Merchandising Report, os ingleses são os que mais ganham.

O estudo aponta que os 20 clubes da Premier League geram uma renda de 171 milhões de euros. Logo a seguir, aparece o Campeonato Espanhol com um lucro de 145 milhões de euros.

Na sequência aparecem a Bundesliga, com 127 milhões de euros, o Campeonato Francês e o Italiano, com 64 milhões de euros cada um, e por último o Holandês, com 22 milhões de euros.

A mesma pesquisa aponta que a diferença de arrecadação dos 20 principais clubes desses seis países para os 116 restantes é muito grande. O grupo menor gera 21,2 milhões de euros cada, contra 5,3 milhões de euros de cada um dos menores.

“Os atendimentos nos jogos dentro de casa são fundamentais. A venda da mercadoria, no estádio, as receitas dos torcedores nos jogos é um fator importante para muitos clubes”, afirmou Hartmut Zastrow, diretor-executivo da Sport + Markt.

Fonte.

Aprimoramento do Milan conduz projeto

Conforme revelou a Máquina do Esporte na semana passada, o Palmeiras Camp foi inspirado no Milan Junior Camp, que faz sucesso no Brasil há cerca de três anos. Mais que uma cópia, a relação com o trabalho italiano é vista no clube do Palestra Itália um aprimoramento do projeto inicial.

“Quando a gente anunciou a idéia em uma coletiva nós dissemos que a nossa base foi com ações como a do Milan, a do Sporting e a da própria Roma. São planos muito bem feitos, muito bem elaborados, e que podem ser complementados”, disse Juan Rafael, gerente de planejamento do Palmeiras.

O não-ineditismo da iniciativa, que afastou muitos clubes grandes da prática no passado, não assusta os dirigentes. A demanda do palmeirense, que ainda não teve a possibilidade de participar de uma ação do tipo, é o grande tranqüilizador.

“O nosso torcedor ainda não fez isso. Hoje ele tem essa oportunidade de fidelização com o seu clube próprio clube. Às vezes ele tem a camisa do Milan e não a do time que torce, e essa é a chance dele mudar isso”, concluiu Juan.

Fonte.

Camp “lança” novo foco do Palmeiras

Antigo dono da segunda maior torcida de São Paulo, o Palmeiras se viu ultrapassado pelo São Paulo nos últimos anos, e pode iniciar uma recuperação a partir de 2009. Apesar de não trabalhar com essa mentalidade, o clube do Palestra Itália lança, em janeiro próximo, o primeiro projeto de uma sequência que vai trabalhar a aproximação com o torcedor.

O Palmeiras Camp, que acontece entre os dias 17 e 24 de janeiro na estância Santa Filomena, em Jarinu, no interior de São Paulo, vai reunir crianças em um acampamento temático com direito a treinamentos e convívio com o dia-a-dia do clube.

“Esse é um piloto para um grande projeto, por exemplo, para interação com clubes de fora, que queiram vir treinar aqui no Brasil. A gente vai ter toda uma estrutura formada de uma maneira diferente ali”, disse Juan Rafael, gerente de planejamento do clube.

A iniciativa, inédita neste formato entre os clubes brasileiros, vai movimentar um setor da torcida que há tempos não era trabalhado pelo marketing do Palmeiras. E o ineditismo da ação chega a ampliar o público alvo.

“Nós já chegamos a receber e-mails de torcedores de 18 anos que queriam participar. A idéia é ativar alguns pontos que estavam parados. Acho que esse é o projeto para o público infantil que atinge mais em cheio esse setor”, concluiu Juan.

Fonte.

CBF quer rever contrato com AmBev

Depois de brigar por cerca de um ano com a Vivo e conseguir triplicar o valor que recebia da operadora de telefonia celular para 15 milhões de dólares por ano, agora a CBF prepara-se para rever o contrato que tem com a AmBev.

A AmBev paga atualmente 10 milhões de dólares por ano. Ricardo Teixeira, presidente da CBF, já avisou que quer os mesmos 15 milhões de dólares anuais pagos pela Vivo e pelo recém-chegado banco Itaú.

Mas, diferentemente da postura de litígio que marcou a negociação com a operadora, Teixeira já se mostrou mais compreensivo com a AmBev. A bondade de Teixeira tem um motivo: a empresa, que faz parte da InBev, está sendo afetada pela compra da americana Anheuser-Busch e pela crise financeira mundial. A CBF deu quatro meses para voltar a falar sobre o reajuste.

Fonte.

Agente de Kléber Pereira e presidente do Santos não se entendem sobre multa

Daniel Pereira contesta valores divulgados. Custando US$ 70 milhões, artilheiro seria mais caro que Robinho e Ronaldinho

Kléber Pereira: mais caro que Robinho e Ronaldinho Gaúcho? Após ser desmentido pelo presidente do Santos, Marcelo Teixeira, o irmão e procurador do atacante Kléber Pereira, do Santos, Daniel Pereira, responde e contesta as informações do mandatário alvinegro sobre os valores de multa para a rescisão de contrato do artilheiro do Brasileirão.

Daniel havia dito que a multa custava US$ 5 milhões (R$ 11,55 milhões) para clubes do exterior e US$ 10 milhões (R$ 23 milhões) para equipes nacionais. Teixeira, por sua vez, rebateu afirmando que os valores são muito maiores: US$ 70 milhões (R$ 161 milhões) para o exterior e US$ 30 milhões (R$ 69,3 milhões) para o Brasil. O contrato de Kléber Pereira com o Santos vence no dia 31 de dezembro de 2009.

O agente garante que os seus valores estão corretos e afirma que não tem o menor cabimento um jogador de 33 anos custar tanto.

- Eu não ouvi o que o presidente falou. Estou com o contrato aqui na minha frente. Onde já se viu uma multa dessas pela liberação de um jogador de 33 anos, que não custou nada ao clube? – questiona Daniel Pereira ao “Jornal da Tarde”.

O agente de Kléber Pereira usa exemplos do próprio mercado de transferências internacionais para sustentar o seu argumento. Se a multa para clubes estrangeiros custa US$ 70 milhões, como sustenta Marcelo Teixeira, Pereira seria mais caro que Robinho (que custou US$ 51 milhões ao Manchester City) e que Ronaldinho Gaúcho (que rendeu US$ 26 milhões ao Barcelona quando se transferiu para o Milan).

Segundo Daniel Pereira, Kléber tem propostas de clubes do exterior e do Brasil e garante que uma delas – estrangeira – é “irrecusável”. Ele não divulga o nome desse clube.

Fonte.

Narciso e Denílson promoverão jogo beneficente na Vila Belmiro

O tradicional jogo beneficente promovido pelo ex-zagueiro Narciso, atualmente treinador do time sub-20 do Santos, será disputado no dia 11 de dezembro, a partir das 19h, na Vila Belmiro. O adversário será uma equipe formada por amigos do atacante Denílson, do Palmeiras.

- O Denílson jogou em vários dos jogos beneficentes que eu promovo desde 2005. Dessa vez, ele disse que gostaria de ter uma participação mais direta no evento e montar um dos times. Eu topei na hora e tenho certeza que a festa será muito bonita – afirma Narciso, cuja carreira de jogador foi interrompida precocemente por causa da leucemia.

Os torcedores que quiserem assistir à partida e participar da festa poderão adquirir os ingressos em troca de alimentos não-perecíveis. Nos próximos dias, haverá divulgação dos locais para que o público possa fazer a troca antecipada.

Fonte.

Cristiano Ronaldo para Nike por Nitro

Cristiano Ronaldo é a estrela do novo filme da Nike Pro, criado pela Nitro.

A trama rola no vestiário do Manchester United e mostra o ”kitman” Albert Morgan experimentando uma camiseta de Cristiano Ronaldo e fazendo peripécias com a bola no gramado do Old Trafford.

A exibição do roupeiro do clube acaba quando Ronaldo decide ir à procura da sua camiseta.

Fonte.

McCann estuda reação das classes C e D à crise

A McCann Erickson divulgou, nesta quarta-feira (12), os principais resultados da pesquisa “Retrato da Crise: as classes C e D em estado de alerta”.

A partir do estudo, foi concluído que a crise ainda não é tão percebida no dia-a-dia dos brasileiros das classes C e D: 85% dos entrevistados declararam que a vida está de regular a boa, 17% acham que a vida está melhorando e 58% acreditam que as coisas continuam iguais em sua vida.

No entanto, quando é a realidade do país a ser avaliada, a situação muda: 80% consideram que a situação do Brasil está “igual” ou “pior” do que estava há seis meses. De qualquer forma, quando a crise não é citada, 74,4% enxergam com otimismo o futuro do país, acreditando que daqui a um ano as coisas estarão “melhores” (50,3%) ou “iguais” (24,1%).

Quando a crise é inserida no questionamento, a preocupação aparece: 76% se dizem “preocupados” ou “muito preocupados” com o problema global, já que 90% acham que o Brasil sofrerá as conseqüências das dificuldades financeiras mundiais. Na América Latina em geral, o índice de entrevistados que acreditam que a região sofrerá com a crise também é alto: 80%.

Os brasileiros, entretanto, se vêem menos vulneráveis que seus vizinhos latino americanos: 52% dizem que os outros países sofrerão mais.

De qualquer forma, os entrevistados no Brasil enxergam a crise para além do institucional, já que 88% acreditam que a própria família não passará incólume pela situação mundial. Do total dos entrevistados, 36% acreditam que haverá queda no consumo e 32% acham que haverá desemprego como conseqüência da crise.

Outro dado interessante apurado pela pesquisa é que, apesar de as pessoas das classes C e D não sentirem os problemas da situação global no dia-a-dia, todo o barulho da mídia em torno do tema está as levando a acreditar que em breve a crise chegará aos seus lares.

A idéia de crise induz as pessoas a adiarem compras e investimentos: 61% consideram postergar seus planos e projetos.

A “cara da crise” carrega o perfil dos “mais preocupados” com ela, ou seja, aqueles que terão um “comportamento de crise“, que vão deixar para depois suas compras ou investimentos. Segundo o estudo, a crise tende a ser uma “senhora interiorana“, já que no interior ela é mais imediata: a vida já está pior para 47% dos interioranos versus para 36% dos moradores das capitais.

A crise também é mais feminina, segundo a pesquisa, uma vez que 63% das mulheres estão muito preocupadas contra 49% dos homens.

Em relação à faixa etária, a preocupação de que a crise atingirá a família avança conforme a idade: 38% dos mais preocupados têm 46 anos ou mais e 39% dos nada preocupados têm menos de 35.

O estudo foi realizado com 1720 pessoas das classes C e D, em sete países da América Latina: Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Honduras, México e Panamá, entre 25 a 31 de outubro.

Nos últimos dois anos, a McCann Erickson tem estudado os hábitos de consumo e comportamento dos consumidores das classes emergentes. Um dos produtos dessa especialização será o lançamento, no final deste ano, de um estudo sobre esse público, realizado pela McCann na América Latina e Brasil.

Com a atual crise financeira mundial, no entanto, a McCann realizou esse estudo específico, em caráter emergencial, sobre a reação desses consumidores diante do novo cenário global.

Fonte.

YouTube anuncia sua primeira transmissão ao vivo

O site de vídeos YouTube, do Google, vai se aventurar nas transmissões ao vivo pela internet. No dia 22 deste mês, o portal vai exibir sua primeira atração própria em tempo real, no “YouTube Live”, com músicos como Will.i.Am (do Black Eyed Peas) e Katy Perry.

De acordo com Chris di Cesare, diretor mundial de marketing e comunidade do YouTube, a apresentação vai contar também com pessoas que se tornaram famosas no próprio site. O evento será uma mistura de show, festa e programa de variedades, de acordo com ele.

O portal não deu detalhes se pretende tornar esse tipo de transmissão parte de sua “grade”, segundo a agência Reuters.

Fonte.

Estudo aponta que torcidas podem salvar futebol da crise financeira

Na última quarta-feira (12), a consultoria Sport+Markt divulgou um documento denominado “Relatório sobre o Merchandising no Futebol Europeu”, o qual afirmou que a lealdade das torcidas e o sucesso dos clubes-marca devem fazer com que o futebol sinta menos os efeitos da crise financeira global.

De acordo com o estudo, os times dos seis mais importantes campeonatos europeus geram anualmente 615 milhões de euros (776 milhões de dólares) com a venda de camisas e outros produtos ligados à marca dos clubes. Segundo os autores da pesquisa, a falta de crédito gerada pela crise não deve afetar esses números de maneira significativa.

“Para muitos, futebol é uma paixão, inclusive em tempos economicamente difíceis. Não esperamos que as pessoas cortem muito na sua paixão. Vão apertar os cintos em outras áreas”, comentou Hartmut Zastrow, diretor executivo da Sport+Markt.

Os primeiros colocados em faturamento com os produtos ligados aos clubes de futebol são os ingleses, que arrecadam juntos 171 milhões de euros por ano. Na segunda colocação estão as agremiações espanholas, com 145 milhões de euros anuais. Em seguida vêm Alemanha (127 milhões de euros) e França (86 milhões de euros). Em quinto estão os clubes da Itália, com 64 milhões de euros anuais e, em sexto estão os times da Holanda, com 22 milhões de euros por ano.

“Os fãs italianos vestem menos produtos. Na Holanda e na Alemanha, lenços baratos são muito populares, assim como as camisas”, disse Peter Rohlmann, executivo da consultoria e co-autor do relatório.

Fonte.

Empresários ligados ao Inter de Milão de olho em revelação do Peixe

Padrasto do jogador já se encontrou com representantes do clube italiano em Santos. Diretoria alvinegra nega ter recebido qualquer contato

Victor é meia atacante e treina no time sub-13. Empresários seguem de olho nos garotos das categorias de base do Santos. Depois de Neymar, do time sub-17, e Jean Carlos Chera, que treina no sub-15, agora é a vez do garoto Victor, de 13 anos, ser assediado por um grupo que está disposto a levá-lo para a Itália, para treinar no Internazionale de Milão. Victor não tem empresário. Seu padrastro, Nelson, e a mãe, Christiane, é quem negociam. Eles estiveram reunidos com representantes do clube italiano em um restaurante de Santos.

Os italianos querem pagar 200 mil euros (R$ 569,5 mil) para tirar o garoto do Peixe e ainda oferecem um salário mensal de 4 mil euros (R$ 11,39 mil) aos pais do jogador para que eles fiquem morando na Itália.

A diretoria santista, por outro lado, nega que tenha recebido qualquer proposta pelo jogador e afirma que Victor tem um contrato de cessão de imagem que prevê multa em caso de rescisão. O valor não é revelado. A intenção do Peixe é fazer com Victor o que fez com Neymar: segurá-lo até os 16 e, então, formalizar um contrato profissional com o garoto.

Victor Andrade é meia-atacante e chegou à Vila Belmiro em setembro de 2007. Ele foi descoberto durante a Copa Aveiro, disputada em Portugal no ano passado, da qual foi vice-artilheiro e melhor jogador, defendendo o Vitória. Em seguida, o garoto foi procurado por dirigentes do Peixe e acabou acertando contrato com o Alvinegro.

Fonte.

Clubes sofrem para renovarem patrocínios

A Petrobrás, empresa que possui o contrato de patrocínio mais longo com um time de futebol, no Brasil, afirmou que a quantia pedida pelo Flamengo para a continuidade do acordo entre as partes é impossível de ser pago. O clube carioca teria pedido cerca de R$ 20,2 milhões por temporada.

“Nós não iremos pagar R$ 20 milhões ao Flamengo. Isso é algo muito difícil, principalmente em um momento de crise como esse. Mas estamos conversando e está em um bom andamento”, contou Cláudio Thompson, gerente de patrocínio esportivo da Petrobras.

Outro clube que também está enfrentando dificuldades em relação à renovação dos contratos de patrocínio é o São Paulo. De acordo com Júlio Casares, vice-presidente de comunicações e marketing, a expectativa de conseguir-se um acordo de R$ 30 milhões para o próximo ano está cada vez mais longe.

Temos uma proposta de renovação com a LG e outra, que é superior. Ainda estamos discutindo valores, mas essa situação da crise fez todas as empresas ficarem preocupadas. E o São Paulo, como empresa, também está medindo os efeitos disso”, disse Casares.

No atual cenário brasileiro, apesar de estar na segunda divisão do Campeonato Brasileiro, o Corinthians tem o maior patrocínio do futebol brasileiro, com R$ 16,5 milhões anuais pagos pela Medial. Na seqüência aparecem os contratos entre o Flamengo e a Petrobras (R$ 16,2 milhões) e entre o São Paulo e a LG (R$ 16 milhões).

Fonte.

Timemania 2008 divide opiniões de dirigentes

A Timemania, loteria que passou a funcionar em 2008, é uma questão que divide a opinião dos dirigentes de clubes pelo Brasil. Com o objetivo de ajudar a sanar as dívidas das agremiações brasileiras, ela é tida como um negócio que tem potencial para crescer no ano que vem, principalmente se a sua divulgação for realizada corretamente.

Túlio Macedo, vice-presidente do Grêmio, afirmou que a Timemania tem tudo para ser uma febre em 2009. No entanto, ressaltou que, para que isso ocorra, a Caixa, responsável pela loteria, deve mudar a maneira pela qual vem divulgando o produto.

“É preciso reavaliar o processo feito para o ano que vem. Os clubes precisam usar seus ídolos para chamar a torcida, e os presidentes também devem fazer isso. Um exemplo foi o uso do Pelé como garoto-propaganda. Ele é indiscutivelmente um ídolo brasileiro, mas acho que no Sul poderiam ter colocado outro ex-jogador, como o Falcão”, sugeriu Macedo.

Outro aspecto levantado por ele foi em relação ao tempo de carência, que atualmente é de 20 anos. “Hoje (o insucesso da loteria) não afeta o clube, mas, a partir de janeiro, a coisa pode se complicar para muita gente. Nós estamos com um valor fixo para pagar e acho que o governo poderia dar uma carência maior para isso”, disse o dirigente.

Não só o Grêmio está insatisfeito com os valores acumulados até o 37º concurso, realizado no mês de novembro deste ano. O Cruzeiro também critica a loteria. “A Timemania está abaixo das expectativas. Creio que tem de haver algumas mudanças, porque essa loteria realmente pode nos ajudar. É um pouco cedo para fazer uma avaliação mais completa. Porém, os times, a Caixa e a mídia precisam investir em uma ação mais forte de divulgação”, afirmou Eduardo Maluf, diretor de futebol do time mineiro.

Um dos poucos que está comemorando o arrecadado nos nove meses de funcionamento da Timemania é o Santos. Ao contrário da maioria das agremiações, os índices de arrecadação do time da Vila Belmiro estão crescendo em ritmo satisfatório, principalmente no mês passado.

“Estamos fazendo as nossas estratégias para atrair os torcedores que querem apostar no Santos. E conseguimos aumentar em 8% o nosso número de apostadores. Fazemos isso com placas nos estádios, banners e distribuindo ingressos em lotéricas”, contou Alex Fernandes, supervisor de marketing do Santos.

Fonte.

Coritiba cria site e selo para o centenário

O Coritiba deu o pontapé inicial às ações de marketing para as comemorações dos seus 100 anos, que serão completados em 12 de outubro de 2009, com o lançamento de um hotsite e de um selo alusivos à efeméride.

logo-selo
A marca do centenário tem elementos que remetem à fundação do clube, aos títulos e a uniformes antigos nas cores verde, branco, azul e amarelo. No “rodapé”, o slogan “Ontem – Hoje – Eternamente” faz uma homenagem à fidelidade dos torcedores.

Já a página www.coxa100anos.com.br traz o calendário de eventos programados para o ano que vem, além de fotos, vídeos e informações sobre a história do Coritiba.

A festa de apresentação dos símbolos do centenário contou com as presenças de Orlando Silva Jr., ministro do Esporte; Hortência, ex-jogadora de basquete; Renata Fan, apresentadora da Rede Record; Beto Richa, prefeito de Curitiba; além de jogadores e dirigentes.

“O objetivo principal da festa foi colocar o Coritiba na imprensa nacional, bem como mostrar às autoridades brasileiras o quanto será importante a marca do Coritiba em 2009 no cenário nacional”, disse Eduardo Jaime, diretor de marketing do clube.

Fonte.

Santistas que querem impedir futuro negro do Santos têm até o dia 30 para se associar

Após mais uma derrota, desta vez para o Vasco, fica claro que efetivamente não há milagres quando a administração é direcionada contra os interesses do Clube. Após o inacreditável 7º lugar no Campeonato Paulista, a lamentável e precoce eliminação na Libertadores deste ano, o máximo que podemos aspirar no Campeonato Brasileiro é escapar de um humilhante rebaixamento e, quem sabe, a última vaga para a Sul Americana.

Já ouvi comentários no sentido de que o rebaixamento seria uma ótima lição para Teixeira e seus aliados. Discordo veementemente dessa posição. Somos contra o “quanto pior melhor”. O rebaixamento não condiz com a gloriosa trajetória do Santos FC. Ademais, o clube teria imensas dificuldades para se recuperar após quase uma década de descalabro administrativo e endividamento sem precedentes.

Considero equivocado imaginar que somente um cenário catastrófico nos permitiria derrotar Teixeira e seus cúmplices. Para seu fiel colégio eleitoral, é indiferente que o time vá bem ou mal, ou que o Clube seja hoje mero executor dos interesses dos vários empresários de jogadores que freqüentam a Vila Belmiro e CT Rei Pelé.

Teixeira dispõe de dezenas de diretores, com seus subalternos, à disposição para se preparar para cada eleição, todos os dias do ano, sem qualquer necessidade de elaborar programa, planos, metas. Todos eles já sabem que se avizinhando a eleição, devem mobilizar todos os sócios que puderem, que em geral são seus próprios familiares e amigos. Isso sem contar outras tantas centenas de beneficiários de clientelismo, que também são sócios e invariavelmente votam em Teixeira sob qualquer circunstância.

Nesse contexto, cabe aos santistas não comprometidos com esse sórdido esquema político agirem positivamente para derrotar Teixeira em 2009 ou em 2011. Não será o rebaixamento ou a falência do Clube que alterará significativamente quadro eleitoral, mas sim a ação concreta dos santistas realmente interessados em defender o futuro do Clube. Para tanto é preciso sair da inércia da mera crítica, ou do ódio inconseqüente.

Vamos formar uma sólida maioria de sócios capaz de derrotar quase uma década de incompetência, má fé e provincianismo. Da mesma forma que nossos adversários, devem os santistas se tornar sócios do Clube, bem como associarem os alvinegros de suas famílias e amigos. Gente que entenda que o esforço de pagar as mensalidades em dia e se dirigir à Vila Belmiro para votar uma vez a cada dois anos é o mínimo que devemos fazer para salvarmos o Clube de ficar mais uma gestão refém de Teixeira e seus aliados.

É inconcebível que se possa assistir, de braços cruzados, a que em 10 anos o Clube não revele um só bom jogador, que tenha torrado mais de 150 milhões advindos do desmanche da geração de 2002 (formada quando havia trabalho sério nas categorias de base), ou que, mais recentemente e já afundado em dívidas e sem receitas suficientes para manter um time competitivo, algumas dezenas de jogadores saiam do Clube sem render um único centavo por conta da não renovação de contratos ou do fracassado sistema de “contratos de gaveta”.

Até o dia 30 de novembro será possível filiar novos sócios para votarem em 2011. Santistas: esse é o mês de decisão e nesse momento, é o que de mais importante podemos fazer em prol do nosso Santos FC.

Fonte.

Corinthians inaugura nova loja em São Paulo

O Corinthians ganhará mais uma loja na cidade de São Paulo. Após construir duas na capital e uma no interior, o clube anunciou a inauguração do estabelecimento no Shopping Interlagos.

O evento de abertura da loja, que faz parte da rede Poderoso Timão, acontecerá na próxima sexta-feira e terá a participação dos dirigentes do Corinthians e do atacante Acosta.

O clube já conta com estabelecimentos no Parque São Jorge, no Shopping Metrô Itaquera e no Shopping Center Vale, em São José dos Campos.

Até o fim de 2008, o clube paulista projeta inaugurar mais nove lojas. Os locais já confirmados são os shoppings SP Market, Aricanduva, Penha, Mauá e Tatuapé.

Fonte.

Franquias da MLS não geram lucro

Os times de franquias que disputam a Major League Soccer não têm dado lucro para a maioria de seus donos. Pelo menos é o que garante um estudo da revista “Forbes”, que analisa financeiramente os times norte-americanos.

Das 16 franquias que disputam o principal campeonato de futebol dos Estados Unidos, apenas três não tiveram perdas em seus resultados operacionais.

Uma dessas franquias é a que conta com o inglês David Beckham. O Los Angeles Galaxy teve um resultado positivo de 3 milhões de euros. Na seqüência aparecem o Toronto FC com 1,6 milhão de euros e o FC Dallas com 300 mil euros.

Confira abaixo os números de dez franquias divulgados pela revista “Forbes”:

Los Angeles Galaxy
Valor: 77 milhões de euros
Receitas totais: 27 milhões de euros
Resultado Operacional: 3 milhões de euros

Toronto FC
Valor: 34 milhões de euros
Receitas totais: 13 milhões de euros
Resultado Operacional: 1,6 milhão de euros

Chicago Fire
Valor: 31 milhões de euros
Receitas totais: 12 milhões de euros
Resultado Operacional: -2,4 milhões de euros

FC Dallas
Valor: 30 milhões de euros
Receitas totais: 11 milhões de euros
Resultado Operacional: 300 mil euros

NY Red Bulls
Valor: 27 milhões de euros
Receitas totais: 7 milhões de euros
Resultado Operacional: -3,4 milhões de euros

D.C. United
Valor: 27 milhões de euros
Receitas totais: 10 milhões de euros
Resultado Operacional: -2,3 milhões de euros

Houton Dynamo
Valor: 25 milhões de Euros
Receitas totais: 7 milhões de Euros
Resultado Operacional: -1,3 milhão de euros

Colorado Rapids
Valor: 24 milhões de euros
Receitas totais: 8 milhões de euros
Resultado Operacional: -1,7 milhão de euros

Real Salt Lake
Valor: 23 milhões de euros
Receitas totais: 5 milhões de euros
Resultado Operacional: -1,6 milhão de euros

New England Revolution
Valor: 20 milhões de euros
Receitas totais: 7 milhões de euros
Resultado Operacional: -1,1 milhão de euros

Fonte.

Red Bull veta patrocínio e foca parceria

Marcada por evitar entrevistas de qualquer tipo à imprensa, a Red Bull fez uma rara aparição pública no penúltimo painel do 3º ABA Esportes. Um dos segredos de sucesso é a relação da marca com suas ações, que se diferenciam da grande maioria até na nomenclatura.

“Nós não temos patrocínio, mas parcerias. Isso é importante ressaltar porque 80% das nossas ações são organizadas por nós mesmos”, disse Pedro Navio, diretor geral de marketing da Red Bull.

Durante a apresentação, o executivo apresentou detalhes sobre as várias ações da fabricante de energéticos nos últimos anos. Para Navio, o segredo para a fidelização do cliente é a preocupação com os detalhes de cada um desses eventos.

“Nós temos o cuidado de fazer tudo perfeito independente do que for. Se tiver só 50 pessoas assistindo, queremos que eles lembrem daquilo para o resto de suas vidas”, avaliou.

Fonte.

Petrobras refuta R$ 20 mi para Flamengo

A pedida do Flamengo para um novo contrato de patrocínio com a Petrobras está descartada. Em entrevista concedida durante o 3º ABA Esportes, no hotel Sheraton, no Rio de Janeiro, Cláudio Thompson, gerente esportivo da estatal, descartou a possibilidade, e chegou a questionar qualquer tipo de aumento no meio de uma crise.

“Não seriam R$ 20 milhões por ano. É difícil pensar em qualquer aumento neste momento de crise, mas as coisas estão caminhando”, disse o executivo. A Petrobras atualmente paga R$ 16,2 milhões aos cariocas.

O valor, que já é o segundo maior do Brasil, à frente do São Paulo (R$ 16 milhões da LG) e atrás apenas do Corinthians (R$ 16,5 milhões da Medial Saúde), foi um dos principais motivos do início da crise instaurada nos últimos tempos entre os parceiros e, aparentemente, já solucionada. Atualmente, o próprio clube sabe que o montante está fora de cogitação.

O ápice do imbróglio aconteceu no começo de outubro, quando acabou o prazo estipulado pelo Flamengo para que a Petrobras apresentasse uma proposta de R$ 20 mi. Poucas semanas depois, as partes se reaproximaram com a entrada de Márcio Braga na discussão.

“Hoje estamos em um bom andamento. Está tudo caminhando para um novo acerto. Até onde a gente entende, a crise aconteceu por causa do prazo do Flamengo”, disse Claudio Thompson.

No novo contrato, a situação dos esportes olímpicos pode ser modificada. Sem revelar detalhes, o executivo da Petrobras admite que esportes como remo, basquete e ginástica estão sendo negociados, assim como fizera Márcio Braga anteriormente.

Fonte.

Pesquisas avalizam abertura do 3º ABA

Ferramenta de avaliação de estratégia e resultados de diversas áreas, inclusive do marketing esportivo, as pesquisas foram utilizadas, no primeiro dia do 3º ABA Esportes, como comprovação das teorias apresentadas. Com dados da pesquisa Sport Track, o especialista em marketing esportivo José Carlos Brunoro mostrou, por exemplo, que o Pan pode ser um bom cartão de visitas para a campanha pelos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro.

A pesquisa apresentada mostrou o recall da população do Rio de Janeiro e de São Paulo em relação ao maior evento poliesportivo das Américas. Segundo a aferição, 94% dos entrevistados consideraram os Jogos Pan-Americanos positivos para a capital carioca.

“Eu fiquei surpreendido com esse resultado. Ele mostra a importância que a boa organização teve para o esporte do país”, disse Brunoro, presidente da Brunoro Sport Business.

Em sua apresentação, o especialista ainda relembrou a frase de Peter Kentie, diretor de marketing do PSV, que no último painel da manhã disse que o clube deve concentrar as ações de marketing, em vez dos ídolos, que permanecem pouco tempo.

“Essa pesquisa mostra que o atleta mais admirado do Brasil é o Kaká, e em segundo lugar vem o Pelé, que parou de jogar há trinta anos. Isso mostra que o Peter tinha razão”, disse Brunoro, que contou com Rafael Plastina, sócio-diretor da Sport Track, como moderador.

Fonte.

São Caetano muda mascote e símbolo

O São Caetano irá comemorar 20 anos em 2009 e, para marcar a data, o clube mudará seu escudo e sua mascote. A partir da próxima temporada, a agremiação ganhará um símbolo com três estrelas na parte superior.

As estrelas farão referência aos títulos do time nas três principais divisões de São Paulo. A primeira delas foi conquistado em 1991, na Série A-3, feito repetido em 1998. A segunda é da Série A-2, de 2000. Já a principal é do Campeonato Paulista de 2004.

Já a mascote do clube ganhará características mais atuais do time, fazendo referência a determinação da agremiação e a forte marcação.

Fonte.

Marketing “sai” da pauta do Atlético-MG

Centro das atenções no ano do centenário do clube, o departamento de marketing do Atlético Mineiro não está nos planos imediatos da atual diretoria. Eleito o novo presidente atleticano no dia 30 de outubro passado, Alexandre Kalil admitiu que dará mais atenção às finanças e ao futebol nos primeiros meses, setores cuja situação é tida como caótica pelo mandatário.

“Eu peguei uma terra arrasada. O clube tem três meses de salários atrasados, eu tenho de planejar o futebol para 2009. É complicado. Eu não posso pensar em marketing agora”, disse o dirigente, em entrevista exclusiva à Máquina do Esporte.

Engana-se, porém, quem acredita que o “descaso” inicial tem a ver com uma má avaliação do trabalho do setor na gestão de Ziza Valadares ou mesmo que ele será constante. No meio de um discurso marcado por muitas críticas à situação do clube, o tom ameno de Alexandre Kalil sobre o marketing é sintomático.

“Eu acho que foi um bom trabalho sim, acho que sim. E no ano que vem seria a mesma linha. A única coisa é que não dá para fazer marketing sem um time de futebol. Não tem quem suporte”, concluiu.

Até o fim do ano, porém, o Atlético Mineiro deve despertar para as negociações do setor. Patrocinadora do peito da camisa do clube, a Fiat tem contrato apenas até o fim de 2008, e as negociações só estão sendo retomadas agora, após a eleição presidencial.

Fonte.

Nutrilite cria produto com Ronaldinho

A Nutrilite fará uma ação para ativar seu patrocínio ao meia Ronaldinho Gaúcho, do Milan. A empresa de alimentos nutritivos dará uma caixa personalizada com o jogador para quem comprar o produto Daily 90 até o fim do ano.

A parceria entre o atleta e a empresa foi firmada em outubro último, quando a empresa realizou uma ação promocional com o slogan “Libere todo o potencial que existe em você”.

Além desse acordo com Ronaldinho, a marca acertou com o Milan. A empresa usa em suas ações a imagem de suplementos nutricionais oficial do clube italiano.

Fonte.

Panini lançará álbum da UCL

A editora Panini lançará nesta segunda-feira (10) o álbum da Liga dos Campeões da Uefa da temporada 2008/2009. O livro ilustrado contará com imagens de todas as 32 equipes que disputam a fase de grupos da competição continental.

O álbum, que custará R$ 3, contará com pelo menos 60 figurinhas de jogadores do Brasil. Entre eles estão alguns atletas da seleção brasileira, como Júlio César, Juan, Adriano, Maicon e Lúcio.

Para o diretor de marketing da Panini no Brasil, Márcio Borges, lançar o livro ilustrado da Liga dos Campeões da Uefa no país é uma boa ação devido à popularização da competição.

Fonte.

Marketing esportivo pode ser escape da crise

Grande estrela do segundo painel do 3º ABA Esportes, que acontece até está terça-feira, o publicitário Washington Olivetto fugiu do discurso comum, e apresentou uma visão diferente da crise financeira mundial. No momento em que o marketing esportivo sofre perdas importantes em todo o mundo devido à instabilidade, o especialista entende que, ao mesmo tempo em que pode ser um item supérfluo, o setor tem condições de transformar-se no diferencial das empresas.

“O fato de eu não estar com vocês tem a ver com essa crise. A nossa atividade, que tem de passar por uma adequação de linguagem neste momento, pode ser o primeiro item a ser cortado ou pode ser a solução. Grandes fortunas foram construídas em situações como essa, e nós temos um know how impressionante”, disse o publicitário, que não pôde comparecer ao evento por compromissos profissionais e gravou um depoimento em vídeo.

O pensamento, que é acompanhado por outros especialistas do setor, tem a ver com a ligação afetiva do consumidor com o esporte. Sem nenhum caráter pejorativo, modalidades que movimentam grandes massas, como o futebol, podem salvar grandes empresas no momento em que a instabilidade financeira chega próximo ao seu ápice.

“O esporte pode ajudar de duas formas, como negócio e, querendo ou não, levantando o astral da população. Sem o lado negativo, o esporte pode ajudar na coisa do pão e circo”, disse Olivetto.

A declaração do publicitário, que foi acompanhada de diversos vídeos relacionados ao esporte produzidos recentemente, ganhou repercussão na mesa, que ainda contou com a presença de Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira de futebol e criador do projeto social Bola Pra Frente, que atende crianças em uma comunidade carente do Rio de Janeiro.

“O que me chamou a atenção foi a capacidade de levantar o astral. Às vezes, nos nossos seminários internos, nós reconhecemos que somos o elo mais fraco da corrente. O anunciante e o veículo vivem sem a agência, mas não sem as idéias. As três pontas tem de ser fortalecidas nesse processo”, disse Clóvis Speroni, presidente da Associação Brasileira das Agências de Publicidade no Rio de Janeiro (ABAP-RJ).

Fonte.

Culto ao clube é saída contra êxodo

Uma das grandes produtoras de talentos da Europa, a Holanda tem uma realidade de vendas de jogadores muito parecida com o Brasil. Para Peter Kentie, diretor de marketing do PSV, a valorização do clube pode ser uma solução inteligente para a falta de ídolos no futebol local.

“Hoje nós, provavelmente, não temos nenhum ídolo. Nós investimos mais no clube, para que eles seja a marca principal, e não o atacante e o goleiro”, disse o dirigente, no segundo painel do 3º ABA Esportes, que acontece até a próxima terça-feira no hotel Sheraton, no Rio de Janeiro.

A superação dessas limitações não indica, porém, que o clube está satisfeito com a situação. Apesar de entender que dificilmente conseguirá competir com as grandes forças do continente, o PSV briga por uma janela de transferências menor e uma pré-temporada mais amena, pedido que se adéqua à realidade brasileira.

“Nosso presidente quer que as negociações acabem no fim de julho, e não em agosto, como acontece hoje. Durante a pré-temporada, nós tiramos uma foto geral e alguns dias depois ela não serve mais, porque alguns atletas já saíram”, disse Kentie.

Na conversa, a estratégia adotada pelos grandes europeus há alguns anos e copiada recentemente pelo Internacional foi colocada em xeque. Insatisfeito com um torneio amistoso na temporada passada na Rússia, que rendeu muito dinheiro mas atrapalhou a preparação técnica, Kentie crê que retiros menos tumultuados sejam mais satisfatórios.

“Nós conseguimos uma grande valor com a ida à Rússia. Mas ao mesmo tempo é muito melhor formar um time brigando com clubes locais. E tem um lado social, porque os fãs gostam de ver o time tão perto, o que não acontece sempre”, concluiu.

Fonte.

Pirataria não é prioridade para Warner

Dona de um dos principais contratos de licenciamento do São Paulo, a Warner Bros foge à regra e não foca sua atenção no combate à pirataria. Apesar de demonstrar certa preocupação com a prática, Marcos Bandeira, gerente geral de produtos da companhia, entende que uma boa estratégia de atuação pode superar razoavelmente o problema.

“Nós nunca discutimos muito isso com o São Paulo. O principal foco de pirataria está na porta do estádio, e o clube resolveu grande parte disso com a loja no Morumbi. Além disso, temos a carreta que acompanha o time em alguns jogos que também cumpre esse papel”, disse o executivo, principal estrela do penúltimo painel desta segunda do 3º ABA Esportes, que acontece até está terça no hotel Sheraton, no Rio de Janeiro.

O principal temor da Warner está relacionado à mistura de duas marcas fortes. Preocupado com a repercussão que um Pernalonga são-paulino pode ter para outras torcidas, Bandeira evita que os produtos cheguem ao consumidor comum.

“Nós mantemos esse tipo de material em lojas do clube e no estádio. No Brasil a gente sabe que é complicado para o corintiano ver alguma coisa assim, porque ele faz a ligação direta”, disse Bandeira, em entrevista exclusiva à Máquina do Esporte.

Essa relação delicada com os diversos públicos é, inclusive, uma das razões que afastam a Warner Bros de um contrato de patrocínio com o São Paulo. “Isso realmente é uma das coisas que interferem. E nós também não temos intenção de entrar nisso porque é uma questão de estratégia. Nós somos bons em licenciamento”, concluiu o executivo, que contou com Ingrid Buckmann, gerente da marca Shell no Brasil, como mediadora.

Fonte.

Título corintiano não “turbina” Globo

A conquista do título da Série B pelo Corinthians contra o Criciúma, em Santa Catarina, não refletiu em um aumento da audiência da Globo. Com 14 pontos na Grande São Paulo, a emissora carioca teve uma queda em sua média na competição.

Até o mês passado, os globais obtinham uma média de 17,7 pontos com as transmissões dos jogos do Corinthians na Segundona. Outra emissora que televisionou a partida que marcou a conquista do título do clube foi a RedeTV!. A emissora teve de média 3 pontos na audiência com 4 de pico.

Outra decepção para o canal carioca foi a “decisão”, no domingo, da Série A entre Palmeiras e Grêmio no Palestra Itália. O jogo, que marcou o duelo entre o segundo e o terceiro colocados da competição, na ocasião, registrou a audiência de 19 pontos.

Esse número também é inferior a marca dos globais na competição nacional. Até o último mês, a média do canal carioca era de 19,7 pontos.

No mesmo período, outra emissora transmitiu a partida entre Palmeiras e Grêmio. Assim como no caso da Globo, a Band registrou números próximos da média de 4,9, com a marca de 5 pontos e 6 de pico.

O número é inferior à maior audiência do canal paulista no Campeonato Brasileiro. O recorde da emissora foi na partida entre Grêmio e São Paulo no Rio Grande do Sul que registrou 7,4 pontos de média.

Uma hora antes da partida entre Palmeiras e Grêmio, a Band transmitiu uma reprise do jogo entre Portuguesa e São Paulo, que foi disputado no sábado. A partida entre as agremiações paulistas teve marca de 4 pontos de média e 5 de pico.

Cada ponto registrado pelo Ibope equivale a 54 mil domicílios na região da Grande São Paulo.

Fonte.

São Paulo cria loja homenageando Telê

O São Paulo vai inaugurar, nesta segunda-feira (10), sua nova loja no Shopping Center Norte. A Sao Store, como é chamado o estabelecimento, terá um espaço especifíco para homenagear Telê Santana, treinador já falecido bicampeão da Libertadores e do Mundo pelo clube.

Na inauguração da loja, que contará com diversas caricaturas do técnico pelas paredes, estará presente Renê Santana, filho de Telê. Além disso, o estabelecimento terá produtos que fazem referência ao treinador.

A receita que o São Paulo adquirir na venda desses artigos será doada para o Memorial Telê Santana, que fica localizado em Itabirito, Minas Gerais.

Essa é a segunda Sao Store inaugurada neste ano. Antes, o clube havia apresentado uma loja no Shopping Ibirapuera. Até o fim do ano, a agremiação promete outro estabelecimento no Shopping Paulista.

Fonte.

Cruzeiro pretende implantar “plano gaúcho” de sócio-torcedor

Sucesso no que diz respeito à arrecadação de recursos para o clube, o modelo de sócio-torcedor dos clubes gaúchos, Grêmio e Internacional, são o exemplo que o Cruzeiro pretende implantar a partir de 2009.O principal objetivo da agremiação mineira é diminuir ao máximo a dependência do time em relação à venda de jogadores para manter as suas contas em dia, o que é um desafio da maioria dos times brasileiros.

“Hoje o Cruzeiro arrecada de oito a dez milhões de renda só, enchendo o estádio muito mais que Inter e Grêmio. Eles têm uma arrecadação de 24 milhões por ano, é sinal que temos que copiar”, comentou Zezé Perrella, vice-presidente do clube mineiro.

Uma das idéias do dirigente cruzeirense é que, nos dias de jogos no estádio do Mineirão, o time enchesse a arena de sócios-torcedores, os quais comprariam seus ingressos por um preço menor do que aquele cobrado ao torcedor comum.

“Acho que temos que fazer isso aqui de imediato. Temos que criar um programa com um diferencial de preços com relação aos ingressos, incentivando o torcedor a ser sócio, colocando o preço para o jogo mais caro e para o sócio mais barato”, afirmou Perrella.

Com a colaboração dos sócio-torcedores, o Cruzeiro quer livrar-se da obrigação de vender seus atletas para sanar suas contas. “O Cruzeiro tem condição de ter 50 mil sócios e vender 14 mil só por jogo. Com a receita do sócio torcedor de 24 milhões, mais as receita fixa que temos hoje, sem contar renda, o Cruzeiro vai ter uma receita de mais de 50 milhões e a gente pode passar a depender menos de renda de jogador”, informou Perrella.

Fonte.

Lula recebe Paulo Odone por estádio

Buscando afastar o Beira-Rio da Copa de 2014, o Grêmio trabalha na confecção de sua futura arena. Na tarde da última quinta-feira, o presidente Paulo Odone encontrou-se, em Brasília, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e apresentou o projeto gremista.

No encontro, Odone ainda presentou Lula com uma camisa do Grêmio e com todo o projeto do estádio. Indagado sobre quando a futura casa gremista estaria pronta, o cartola gremista garantiu que o clube já atuará no local a partir de 2012. Em contrapartida, o presidente Lula garantiu que olharia o projeto com atenção.

Recentemente, o diretor de marketing do Internacional, Jorge Avancini, criticou a iniciativa gremista, valorizando o Beira-Rio para a Copa de 2014. “Eles só têm um projeto que ninguém sabe se vai vingar, enquanto nós temos um estádio moderno, em constantes reformar e pronto para receber o Mundial”, falou à Máquina do Esporte.

Fonte.

Em festa ‘bagunçada’, presidente afirma que Setor Visa ‘é pra quem quiser ver o jogo’

A festa referente ao novo nome da Estação do Metrô, antes Imigrantes e agora Santos-Imigrantes, uma homenagem aoPeixe, foi bonita, com a presença de ex-jogadores ilustres, como Zito, Pepe, Edu, Gilberto Sorriso, Dorval e Pelé, e de alguns dos que mais honram a camisa santista atualmente, como Fábio Costa, Adaílton, Kleber, Rodrigo Souto e Kleber Pereira.

Ao som dos hinos santistas tocados pela afinada bateria dos Meninos do Morumbi e cantados pelo apaixonado pelo Santos Kiko Zambianchi, vimos uma justa homenagem a este time que rompeu fronteiras ser prestada ao meio de muita bagunça e desorganização.

De qualquer forma, um prato cheio para a reportagem do Santista Roxo esclarecer alguns pontos que tanto nos intrigam. Infelizmente, em função da desorganização do evento – a assessoria santista culpou a assessoria do metrô pelo fato – não será possível que passe aos amigos, integralmente, o que os entrevistados disseram, pois em meio à confusão, tive o meu gravador roubado.

Sendo assim, transcreverei da melhor maneira possível, o que disseram as pessoas ouvidas pelo Portal.

O primeiro foi Márcio Fernandes, e sobre o que falta para ela acertar a sua permanência no Santos: apenas um contato da diretoria, o que ainda não aconteceu, mas que ele segue trabalhando e, claro, quer ficar.

Sobre a utilização dos garotos, o treinador disse confiar muito na base santista, treinada e formada por ele, mas que não os vêm utilizando para poupá-los, haja vista o momento ruim do time.

Logo depois, Marcelo Teixeira chegou. Perguntado por colegas da imprensa sobre a chegada de reforços e as possíveis permanências de Bida e Wendell, disse que a prioridade é a permanência do treinador. Perguntado por mim, sobre as possibilidades de o Santos mandar jogos no Pacaembu, agora com a existência do setor Visa, como já era de se esperar, foi lacônico. “São as mesmas. Os ingressos comprados para o setor podem facilmente ser deslocados para o estádio”, concluiu. Existe setor Visa no Pacaembu? Que me recorde, ainda não… Sobre o que pode ser feito para evitar que torcedores rivais comprem ingressos no setor, afirmou que nada será feito, pois o setor é para quem quiser ver o jogo.

No mesmo tema, o superintendente do Santos na Capital, José Carlos Peres, confirmou que não há nada a ser feito que impeça a compra de ingressos pelas torcidas adversárias e previu confusão caso isso aconteça, pois certamente terão problemas caso torçam abertamente por seus clubes.

Vereador da cidade de São Paulo, Celso Jatene admitiu que a homenagem é justa, no entanto é bem pouco para a representatividade que o Santos merece na capital paulista.

No mais, José Luís Portela, secretario de transportes do Estado, fez campanha e depois lembrou de alguns fatos marcantes da história santista, entre eles a vitória sobre o Fluminense por 5 a 2, em 1995, o que suscitou gritos do nome de Giovanni por parte da torcida, inclusive pedindo a sua volta.

Entre os atuais jogadores santistas, falaram Kleber Pereira e Fábio Costa. Em meio a protesto de um integrante da principal torcida organizada do clube, que reclamava o fato de o artilheiro não ter feito o passe no lance decisivo do clássico contra o Palmeiras, o camisa 9 foi questionado sobre os boatos de sua ida para o Corinthians. “Não fala isso nem de brincadeira”, sentenciou, com um constrangido sorriso no rosto.

Já nosso goleiro, que foi bastante festejado aos gritos de melhor goleiro do Brasil, brincou ao dizer que no futuro, pretende ser presidente do Santos. “E vai ser logo”, sorriu.

Fonte.

Cruzeiro realiza ação em prol da paz

A equipe do Cruzeiro é patrocinada pela distribuidora de materiais esportivos Puma, a qual apóia a ONG denominada “Peace one day”. Por isso, em continuidade às ações da organização, os atletas entrarão no estádio do Mineirão com uma camisa branca, neste domingo (9), em um pedido de paz.

Na camisa branca com que os atletas entrarão estará estampado “One Day, one goal” (Um dia, um objetivo – em português). Após o aquecimento, os atletas enviarão as camisas para a torcida azul. Os jogadores também carregarão um banner em prol da paz.

Para os torcedores serão distribuídos balões e faixas brancas. Além disso, haverá uma chuva de balões e o vôo de dezenas de pombos brancos simbolizando a paz, e pedindo o auxílio da torcida por esse objetivo.

A “Peace one day” tem como objetivo engajar os setores da sociedade, para alcançar um mundo sustentável, apoiando o cessar fogo e contrariando as práticas de violência, e tem o futebol como uma maneira de divulgação. Alguns clubes da Europa já aderiram à ONG.

Todos os anos, a Puma realiza esse tipo de ação e, em 2008, escolheu o Cruzeiro como parceiro nessa iniciativa, entre outras razões, por conta da sua boa colocação no Campeonato Brasileiro e da conseqüente repercussão disso para a sociedade.

Fonte.

Palmeiras copia Milan Junior Camp

Base para todas as iniciativas de acampamentos de clube no Brasil, o pioneiro Milan Junior Camp foi mais que isso para o Palmeiras. Lançado oficialmente na semana passada, o Palmeiras Camp segue a linha de sucesso do “rival” italiano, mas a inspiração é tão grande que a menção à fonte não foi totalmente apagada do projeto.

A imagem ao lado, que data da semana passada e é exclusiva da reportagem da Máquina do Esporte, mostra o setor de esclarecimento de dúvidas do site oficial. Uma das perguntas frequentes que são respondidas pelo endereço é “como receberei o termo de adesão ao Milan Junior Camp?”.

A resposta também cita o projeto do clube italiano, que há três anos e meio domina o mercado no Brasil e já estende seus braços para outros países latino-americanos, como a Argentina.

A mecânica também não foge à regra. Tratado com sigilo até sexta passada pela diretoria do Palmeiras, o camping acontecerá nas próximas férias escolares, e preço a ser pago por criança é de cerca de R$ 1,9 mil.

Fonte.

Jogo do Milan dá 11 pontos à Record

O Milan continua rendendo bons índices de audiência à Record. Na última quinta-feira, a partida do clube italiano contra o Braga, de Portugal, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa da Uefa, alcançou 11 pontos de pico. A média ficou em 7 pontos, com 13% de share.

O primeiro jogo do time dos brasileiros Kaká, Ronaldinho e Alexandre Pato, disputado no dia 23 de outubro, rendeu 6 pontos de média e 8 de pico.

As transmissões da Copa da Uefa têm dado melhores resultados à emissora paulista do que a Liga dos Campeões. Na quarta-feira, Real Madrid e Juventus obteve média de 5 pontos, 10 de pico e 9% de share. Na rodada anterior, Chelsea e Roma teve audiência máxima de 7 pontos.

Normalmente, os índices do período vespertino da Record, ocupado pelo “Programa da Tarde” e “SP Record”, não ultrapassam os 4 pontos.

Cada ponto no Ibope equivale a 54 mil domicílios na região da Grande São Paulo, região de referência para o mercado publicitário.

Fonte.

Nike patrocina jogador no “estaleiro”

Revelado pelo Santos durante o Campeonato Brasileiro da Série A, o atacante Maikon Leite acertou nesta sexta-feira seu primeiro contrato de patrocínio. O jogador é o novo patrocinado da multinacional americana Nike, que fechou um acordo pelos próximos dois anos.

O contrato, que não teve valores divulgados, ocorre no momento em que Maikon Leite, de 20 anos, está na fase mais difícil da carreira. Em agosto deste ano, ele sofreu ruptura de todos os ligamentos do joelho. Em fase de recuperação, ele espera voltar aos gramados apenas no final de 2009.

Curiosamente, a difícil situação vivida por Maikon Leite foi o que motivou a Nike a buscar fechar o acordo com o atacante do Santos, que chegou a ter o futuro como jogador colocado em dúvida pelos médicos.

“Com o patrocínio, a Nike reforça o comprometimento com o atleta em qualquer momento da sua carreira. Ele é uma jovem promessa do futebol e esperamos que se recupere logo para retomar o sucesso que teve neste ano”, afirma David Grinberg, gerente de comunicação da empresa no país.

A aposta em patrocínio a atletas em início de carreira é um dos maiores motivadores das fabricantes de material esportivo. Recentemente, Adidas e Nike brigaram pelo direito de ser o patrocinador de Lionel Messi, jovem estrela do Barcelona. A fabricante alemã venceu o duelo nos tribunais e “tirou” o argentino da Nike, empresa que apoiava o atleta ainda como amador.

Fonte.

Inter presenteia 2 mil sócios no domingo

Partida de pouco apelado para o clube, Internacional e Ipatinga, domingo às 19h10, contará com uma iniciativa para atrair maior público ao Beira-Rio. Já sem perspectivas no Campeonato Brasileiro, o clube gaúcho recebe o lanterna da competição, mas presenteará 2 mil sócios para torcer gratuitamente.

Em um sorteio proporcional por região, o clube sorteou 2 mil sócios que estão com os pagamentos em dia para ir, sem custos, ao Beira-Rio neste domingo. A relação dos colorados premiados está no site oficial do Internacional.

Atualmente, o Internacional tem a maior quantidade de sócios entre os clubes brasileiros – aproximadamente 76 mil. Para o ano do centenário, o clube projeta chegar aos 100 mil cadastrados. Segundo a CBF, a média de público colorada no Campeonato Brasileiro é de 21.274, quinto melhor índice da competição.

Fonte.

Mal na tabela, Santos faz promoção para lotar Vila

Após a derrota para o Palmeiras, na última quarta-feira, o técnico Cuca pediu o apoio da torcida e, se depender da vontade da diretoria santista, seu desejo será atendido. Ciente da importância que a Vila Belmiro lotada terá para o Santos superar o Vasco, no próximo domingo, às 16h (de Brasília), a direção do clube repetiu a promoção de ingressos realizada na vitória diante do Sport.

Em qualquer setor do estádio, santistas com a camisa oficial do time alvinegro pagarão meia-entrada, enquanto as mulheres que estiverem junto, nos setores de arquibancadas ou de sócios, entrarão de graça. A promoção da meia-entrada com camisa se estende aos associados do Santos.

As vendas acontecem nos guichês da Vila Belmiro, das 9 às 18h, e nos pontos de venda autorizados. As entradas para o setor de arquibancada custam R$ 20, enquanto os bilhetes para cadeiras de fundo e lateral saem a R$ 40 e R$ 50, respectivamente.

A meia-entrada pode ser comprada por estudantes e aposentados, desde que apresentem os devidos documentos de identificação, tanto na compra quanto ao entrar no estádio. Sócios do clube com mensalidade em dia e carteirinha em mãos pagam R$ 10 na fatura enviada via boleto, como ocorre regularmente nos jogos realizados na Vila Belmiro.

A torcida vascaína deverá efetuar a compra de ingressos nos guichês do Portão 21 (rua José de Alencar) da Vila Belmiro. As entradas custam R$ 20 e a meia-entrada sai a R$ 10. O acesso no dia do jogo acontecerá pelo mesmo local.

FONTE

Santos perto de fechar novo patrocinador para as mangas

O Santos deve anunciar em breve um novo patrocinador para estampar as mangas do manto. A empresa que deve fechar com o Peixe é a marca de tintas Universo. A empresa é de Diadema-SP e atua no ramo de tintas desde 1971. O valor que deve ser acertado é de 150 mil mensais. A Bombril, última empresa a utilizar as mangas alvinegras para propaganda, pagava a quantia de 110 mil.

 

Dizem que a idéia era de fechar por um valor maior, o que a diretoria não conseguiu. Quem está agilizando o acordo é uma empresa de marketing esportivo de propriedade do empresário Juan Figger, velho conhecido da torcida Santista.

 

Update: 03/04 – O contrato já está fechado e abaixo estão as camisas já com a logomarca do novo anunciante.

 

id_27264_camisabrancageral 

FONTE

Banco Central condena Peixe a pagar multa

Multa é de US$ 1,665 milhão referente a fraude fiscal. Clube aguarda notificação oficial

 

O Banco Central condenou o Santos a pagar uma multa de US$ 1,665 milhão (aproximadamente R$ 3,5 milhões) referente a parte do valor de uma transação de US$ 3 milhões considerada ilegal, em 17 de junho de 1999, quando o atacante Alessandro “Cambalhota” foi vendido para o Porto (POR).

 

A multa foi aplicada pelo Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional, em sessão realizada no último dia 28. A conclusão chegada foi a de que houve fraude fiscal, já que a transferência foi feita em dólares, mas o dinheiro não passou por um banco brasileiro, como era exigido pelas leis da época.

 

A transação ocorreu durante o último ano da gestão de Samir Jorge Abdul-Hak, e foi contestada pelos opositores, encabeçados por Marcelo Teixeira. Na época, a alegação da administração era a de que US$ 1,665 milhão, o que representa parte do total da venda, foi destinado ao pagamento do jogador Paulo Rink e a empresários. Transação que teria sido feita diretamente pelo Porto.

 

FONTE

Torcida fará “hino” dos 100 anos do Inter

O centenário do Internacional será embalado por uma canção composta por torcedores. No próximo dia 17 de dezembro, data que marcará os dois anos da conquista do Mundial Interclubes, a agremiação gaúcha promoverá um festival, a exemplo daqueles realizados pela TV Record na década de 1970, para eleger o tema musical dos 100 anos, que serão completados no dia 4 de abril de 2009.

O envio das músicas acontecerá por intermédio do site oficial do clube até 20 de novembro. Um dia depois, os aúdios ficarão disponíveis para que os colorados possam votar no seu tema favorito. Os dez mais votados farão a apresentação no festival aberto ao público, no qual passarão pela “peneira” de um júri formado por cinco músicos e cinco membros da direção do Inter.

O autor campeão ganhará o troféu Nelson Silva, em homenagem ao compositor do hino oficial, e mais R$ 5 mil. Segundo e terceiro lugares serão premiados, respectivamente, com R$ 3 mil e R$ 2 mil.

“A entrada para o evento será 1kg de alimento ou brinquedos, que irão para as ações sociais do clube. A banda Nenhum de Nós fará um show após as apresentações. As três favoritas voltarão para a decisão. Nosso objetivo é envolver cada vez mais a torcida nas celebrações do centenário. Somos um clube do povo e não podemos renegar as nossas origens”, afirma Jorge Avancini, vice-presidente de marketing do clube gaúcho.

Em parceria com a G7 Cinema, o Inter irá gravar o festival para produzir um CD, com tiragem inicial de 15 mil exemplares, que será colocado à venda no ano que vem. O objetivo é fazer com que a música vencedora seja tocada nas rádios locais e em todos os eventos oficiais do clube, inclusive antes dos jogos no estádio Beira-Rio.

“É um projeto inovador e não será caro. Além disso, estamos criando um produto totalmente identificado com a data comemorativa, um novo tema. O hino oficial é estatutário e não pode ser modificado”, completa Avancini, sem revelar o montante que será investido.

A crise econômica, no entanto, pode fazer com que a ação não seja tão lucrativa pra o clube. O Inter está no mercado à procura de patrocinadores que diminuam os custos do evento, mas não obteve retorno até o momento. A única receita poderá vir da venda dos CDs em 2009.

“Ainda não temos patrocinador porque fomos prejudicados pelo momento difícil que o mundo está passando. As empresas estão receosas em investir qualquer quantia. Mas o evento acontecerá de qualquer jeito, mesmo sem apoio. Isso já foi decidido pelo clube”, conclui o vice de marketing do Inter.

Fonte.

São Paulo acerta com Volkswagen

O São Paulo está próximo de fechar mais três parcerias para o seu projeto de cotas menores de patrocínio. Acertado comercialmente, o clube do Morumbi depende apenas da finalização jurídica do contrato com as empresas, sendo uma delas a Volkswagen, para anunciar seus primeiros novos.

Além desses novos acordos, o São Paulo deve anunciar em breve a criação de três setores diferenciados no Morumbi em parceria com a Visa e a Outplan, em projeto semelhante ao existente em outros clubes do país. Os contratos fazem parte do pacote de 25 espaços comerciais que serão negociados para o próximo ano, além da manga e do peito no uniforme de jogo são-paulino.

Atualmente, o grande entrave para o acerto final é a quantidade de propriedades que estão em jogo. Além de negociar, por exemplo, a condição de montadora oficial do clube com a Volkswagen, a diretoria ainda abrirá espaços no andar térreo do Morumbi para as parceiras. Uma loja e um show room estão previstos, mas o marketing são-paulino não revela qual empresa teria cada um dos benefícios.

Atualmente, o pacote de 25 cotas menores conta com apenas dois parceiros. A Coca-Cola, fornecedora oficial de bebidas do clube, e a Life Fitness, fabricante de equipamentos para ginástica e fisioterapia “estrearam” a nova política do São Paulo, que sonha com arrecadação de R$ 100 milhões por ano com o marketing.

A onda de novos acertos ainda deve trazer mudanças ao Morumbi. A parceria com a Visa, que também depende apenas de detalhes jurídicos, vai criar três setores diferenciados no estádio, um no anel inferior inteiro, outro na arquibancada vermelha superior e o último no atual setor VIP Premium.

FONTE

Globo acerta telefonia e exterior com C13

Os últimos dois contratos do próximo triênio do Campeonato Brasileiro foram fechados. Há cerca de duas semanas, o Clube dos 13 bateu o martelo e fechou com a Globo pelos direitos de transmissão da competição em telefonia móvel e no exterior.

A maior parte das assinatura dos contratos, porém, foi feita na última terça-feira, em ruenião da entidade. A asssessoria de imprensa do Clube dos 13 não soube precisar se todos os filiados já fecharam com a emissora carioca.

A decisão final pela Globo decretou a derrota do portal Terra e do diário Lance!, que também brigaram pelos contratos até o fim. Assim, a rede de televisão termina todo o processo como única parceira do Clube dos 13, tendo vencido também as concorrências pelos direitos de transmissão para TV aberta, fechada e pay-per-view, além dos contratos de placas de publicidade.

Vistos como novidades com potencial de crescimento na entidade, os contratos de telefonia celular e exibição no exterior serão acompanhados com atenção por uma comissão nos próximos três anos.

Athaíde Gil Guerreiro, do São Paulo, presidirá o grupo de estudo, que ainda contará com Mauro Holzman, diretor de marketing do Atlético Paranaense, César Pacheco, vice-presidente da área do Grêmio e um representante do Botafogo.

FONTE

Coritiba exibe “novo Couto” com WTorre

O Coritiba apresentou à Prefeitura da capital paranaense, nesta quinta-feira, seu projeto de construção de uma nova arena no lugar do Couto Pereira. Apoiado pela empresa WTorre, que viabilizará o projeto orçado em R$ 200 milhões, o clube precisa do aval do governo para começar a colocar em prática as obras, que resultariam em uma nova praça com 45 mil lugares.

“Falamos em, além do estádio multiuso com um anfiteatro para 15 mil pessoas, uma torre comercial para destinações diversas, hotel, escritórios e um centro de convenções, muito arrojado e pretensioso”, disse Marcos Hauer, vice-presidente do Coritiba.

Além dele, estiveram presentes à reunião o prefeito reeleito da cidade, Beto Richa, Solano Neiva, superintendente da WTorre, e Luis Fernando Davantel, diretor da empresa, além de Jair Cirino, presidente do clube.

“A princípio, sou simpático à idéia. É um grande benefício, uma conquista da cidade de Curitiba. Uma arena multiuso podendo ter uma série de utilidades que não apenas os eventos futebolísticos. Agora só temos de observar se ela se enquadra dentro das exigências e da legislação municipal”, disse Beto Richa.

A principal preocupação é com a lei de saneamento da cidade, que desde 2006 regulamenta a construção de praças esportivas no município. Um comissão será formada pela Prefeitura para avaliar se a construção poderá ocupar o lugar em que hoje está situado o Couto Pereira.

Caso o projeto seja aprovado, o Coritiba terá ainda de vencer suas próprias limitações políticas. Antes de lançar a pedra fundamental, a atual diretoria terá de aprovar o novo estádio em seu Conselho Deliberativo.

O projeto com os paranaenses já é o terceiro da WTorre no Brasil. Principal parceira do Palmeiras na reforma do Palestra Itália, a construtora paulista também faz parte do plano do Sport, que pretende erguer uma nova Ilha do Retiro.

Curiosamente, os três projetos podem ficar fora da Copa do Mundo de 2014. Tanto o Palestra Itália quanto o novo Couto Pereira sofrem com a forte concorrência de Morumbi e Arena da Baixada, que foram, respectivamente, as escolhas prévias de São Paulo e Curitiba nas apresentações à CBF e à Fifa. Já a Ilha do Retiro tem chances, mas ainda depende de vários desenlaces burocráticos para vencer a proposta de um estádio na região limítrofe entre Recife e Olinda e mais dois outros projetos na capital pernambucana.

FONTE

La Boca tem coleção de Maradonas, mas também abre espaço para Pelé

Os dois maiores jogadores da história do futebol estão presentes em La Boca, o tradicional reduto xeneize, onde o Inter encara o Boca Juniors às 21h desta quinta-feira, buscando vaga nas semifinais da Copa Sul-Americana. O segundo melhor é reproduzido em cada canto, com fotos, painéis e estátuas de madeira. Maradona é onipresente por ali. Mas Pelé não é esquecido. No Museu da Paixão Boquense, os argentinos rendem uma homenagem ao Rei. Está exposta ali a camisa que ele vestiu em 1963, quando pisou em La Bombonera para ajudar o Santos a conquistar a Libertadores da América.

O bairro onde fica o lendário estádio é colorido com o amarelo dourado e o azul do clube argentino. É um espaço temático, totalmente dedicado ao Boca. Nos prédios, geralmente com não mais do que quatro andares, bandeiras e camisetas do clube fazem parte da paisagem. Por ali, difícil mesmo é ver algo referente ao River Plate. Alguns quiosques até têm camisas e mantas do rival à venda, mas elas ficam escondidas, largadas em um canto. Só são resgatadas se algum turista desavisado pede.

A paixão dos moradores do bairro com o Boca vai além do futebol. É uma questão de tribo, de orgulho local. No Restaurante do Carlitos, que faz esquina com o estádio, torcedores do River não são bem-vindos.

- Aqui não entram “gallinas”. Eles têm restaurantes por lá (em Nuñez). Até porque aqui não é lugar de clube rebaixado. No Brasil, sei que clubes importantes já caíram. Aqui, tem um que vai cair também – sorri Carlitos, em referência à péssima situação do River na tabela do Apertura.

Turismo boquense

A paixão do bairro pelo Boca Juniors faz com que a região seja invadida por turistas – especialmente os brasileiros. São várias atrações para os visitantes. Quiosques oferecem todos os tipos de produtos sobre o Boca – desde a camisa oficial até canecas de chopp. As imagens de Maradona permitem que os estrangeiros se deleitem com fotos ao lado da lenda. E a própria Bombonera é ponto turístico.

O Boca, claro, aproveita. Os turistas não podem reclamar de falta de opções. Há dois pacotes de tour pelo estádio, um reduzido, apenas nos principais pontos, e outro maior, com uma hora de duração, passando por todos os cantos da Bombonera, inclusive o gramado.

O Museu da Paixão Boquense, onde está a camisa de Pelé, é outra atração. Pagando 20 pesos argentinos, o visitante mergulha na história do Boca. São taças, painéis gigantes, réplicas de camisas antigas e Maradonas, muitos Maradonas. Um circuito com dezenas de televisores conta a história do clube, década a década. São três aparelhos em cada bancada, um contando o que aconteceu com o clube no período, outro falando da situação da Argentina na época e um último lembrando os principais acontecimentos mundiais na mesma década. Computadores permitem que o turista interaja na busca de detalhes sobre o clube multicampeão.

Na saída, é preciso passar pela lojinha do Boca, onde são vendidos produtos oficiais do clube. Uma espécie de estúdio permite que as pessoas, em montagens, saiam ao lado dos ídolos xeneizes em fotos gigantes. Cada pequeno deleite dos turistas, claro, representa alguns pesos a mais na conta do clube.

Nesta quinta, La Boca receberá a visita de aproximadamente 1,5 mil colorados, alguns interessados em conhecer os segredos do local, mas a maioria disposta mesmo a ver o Inter avançar às semifinais da Copa Sul-Americana. O time gaúcho venceu o jogo de ida, no Beira-Rio, por 2 a 0. Pode até perder por dois gols de diferença, desde que faça um. O GLOBOESPORTE.COM acompanha o jogão em Tempo Real. O SporTV mostra ao vivo para todo o Brasil.

FONTE

Rogério Ceni estrela linha da Penalty

Intitulada Sniper, a nova linha de produtos para futebol da Penalty tem a participação de Rogério Ceni. O goleiro são-paulino estrela a campanha, criada pela Z+, em que o objetivo central é unir os conceitos de tecnologia e modernidade.

No filme, se utilizando de efeitos especiais, Rogério Ceni aparece em um campo de treinamento virtual mostrando suas habilidades com o material esportivo da linha Sniper.

O slogan da série é “Linha Penalty Sniper – Precisão para quem decide”, e tem comerciais de 30 e 60 segundos.

Fonte.

Ponte Preta traça perfil de freqüentadores de site oficial

A Ponte Preta volta suas atenções ao mundo virtual a fim de atender a um público cada vez mais crescente e que interage entre si e com o próprio clube. O “Ponte Pesquisa” é uma ferramenta criada pelo departamento de marketing campineiro para estimular essa relação e vislumbrar novos projetos pontuais.

“Como já temos um cadastro substancial de torcedores, a idéia é colher informações junto a eles para que tracemos um perfil do pontepretano que usa a internet, bem como possamos planejar ações mais voltadas para os interesses deste público”, explica André Barros, representante desse setor na agremiação.

A partir de agora, os 18 mil internautas cadastrados no site oficial receberão regularmente um convite para entrar em uma área do www.pontepretaesportes.com.br e responder a perguntas sobre variadas abordagens.

Responsável pela comunidade da Ponte Preta no site de relacionamento Orkut, Barros aponta que os primeiros “convites” aos aficionados cadastrados, a fim de que eles participem dessa pesquisa, já foram disparados.

“Dessa primeira vez, fazemos cinco perguntas distintas, abordando, por exemplo, o valor do ingresso no estádio”, aponta.

“No Ponte Responde, o torcedor questiona e nós respondemos. No Orkut, o fórum é mais amplo, há um diálogo equilibrado. Com a Pesquisa, a Ponte é que perguntará, de modo a conhecer ainda melhor o torcedor que utiliza a internet e delinear um perfil mais acurado do internauta alvinegro”, completa DJota Carvalho, coordenador da assessoria de imprensa da Ponte Preta e responsável pela seção “Ponte Responde”.

Os levantamentos são realizados junto apenas a cadastrados, para que respostas duplicadas sejam evitadas. Fora isso, a busca por um maior comprometimento se faz presente na empreitada.

“Se disponibilizássemos a pesquisa aberta no site, por exemplo, qualquer um poderia votar, sendo ou não torcedor, e o faria várias vezes, o que tornaria nulo o valor das respostas. Como o torcedor é cadastrado, sabemos que é ele que está votando realmente”, finaliza Carvalho.

Fonte.


Ministro dos Esportes defendeu mudanças para evitar a saída precoce de atletas

Na última quarta-feira (5), Orlando Silva, ministro dos Esportes, defendeu que devem ser feitas algumas alterações na legislação, além do fortalecimento da economia do futebol brasileiro, para que se evite que garotos muito jovens sejam transferidos precocemente para clubes do exterior. Uma das medidas sugeridas pelo ministro foi a elevação da idade mínima para que os atletas sejam vendidos a agremiações estrangeiras, de 18 para 21 anos.

Em audiência pública na comissão especial destinada a revisar a Lei Pelé (9.615/98), Orlando Silva afirmou que uma das prioridades deve ser o estabelecimento de regras que protejam o clube formador do jogador.

Outro aspecto evidenciado pelo ministro dos Esportes foi a necessidade de reduzirem-se os inúmeros processos trabalhistas que envolvem os clubes, diferenciando a atividade futebolística, em suas particularidades, da jornada trabalhista comum. Para isso, Orlando Silva propôs fortalecer a atividade empresarial dos clubes e suas fontes de arrecadação de receita.

No entanto, a alteração proposta para a transferência de atletas ao exterior esbarra nas regras internacionais da Fifa, maior instituição do futebol mundial. Já a questão trabalhista é polêmica, como lembraram os parlamentares presentes à audiência. Contudo, Orlando Silva defendeu que o que há de contraditório entre a lei brasileira e a lei internacional deve ser enfrentado numa negociação com a Fifa, pois já existe um canal de diálogo com a entidade.

“O Parlamento brasileiro deve se posicionar, provocando o Parlamento Europeu, de forma a buscar a harmonia entre as leis nacionais e as normas de organismos como a Fifa”, afirmou o ministro. “No que diz respeito à legislação trabalhista, são ajustes para adequar a lei trabalhista às características da atividade futebol, as quais são específicas e merecem ser consideradas”, completou.

Corinthians vende só 20% de espaços para fotos em camisa promocional

05/11/2008 – 10h24

Do UOL Esporte
Em São Paulo

 

Quem desembolsou R$ 1.000 para ter uma foto 3 x 4 estampada na camisa do Corinthians saiu lucrando. Isso porque apenas 20% dos 4.910 espaços foram comprados, e as imagens dos que já pagaram serão repetidas aleatoriamente até que sejam preenchidas todas as camisas que serão usadas no jogo contra o Avaí, no Pacaembu, dia 22.
Logo, aqueles que já garantiram o seu rosto na camisa do Corinthians não aparecerão em apenas uma foto, mas EM diversas. Se valer a pena para os poucos torcedores que prestigiaram a promoção “O Timão É a Sua Cara”, quem pode sair no prejuízo é o clube de Parque São Jorge.

Se todos os espaços fossem vendidos, o time poderia lucrar cerca de R$ 5 milhões. Mas, além da pequena adesão, o clube terá que arcar com os custos da campanha publicitária e da confecção das dez camisas especiais, que serão usadas pelos jogadores de linha na penúltima rodada da Série B.

Além disso, casos de torcedores inadimplentes também prejudicam a ação de marketing, mesmo com planos de pagamento facilitado oferecidos pela diretoria. Com tudo isso, o montante que vai sobrar para os cofres do Corinthians pode não passar de R$ 800 mil, segundo estudo levantado pelo jornal Folha de S. Paulo.

“Não fizemos essa conta ainda, mas sabemos que há essa inadimplência”, afirmou o gerente de marketing Caio Campos à Folha. “Mas nós ainda vamos tentar ir atrás de quem não pagou, para saber se foi um acidente ou se houve desistência mesmo”, completa.

Os espaços para fotos estão sendo comercializados há um mês, e apenas 994 dos 4.910 lugares têm dono. Serão 491 em cada uma das dez camisas. Todas têm um padrinho. E o mais prestigiado é o argentino Carlitos Tevez, astro da conquista do Brasileirão de 2005, que alavancou a venda de 36,3%, ou 178 preenchimentos.

Por outro lado, o ex-lateral-esquerdo Wladimir foi o menos cotado. Seu espaço teve apenas 56 lugares completados, 11,4% do total. Cada padrinho também terá a sua foto reproduzida, assim como o jogador que vestir a camisa.

Apesar de tudo, o time considera positivo o resultado da ação que vai marcar o retorno do Corinthians à Série A e quem sabe o título da segunda divisão. “Estamos felizes com a promoção. Foi dentro do esperado”, garantiu Campos.

“Colocamos esse número de espaços por dois motivos. Primeiro, para que o tamanho da foto fosse o 3 x 4, que é mais comum. Depois, porque as camisas tinham que obedecer a um padrão visual”, justifica o gerente.

 

ESPAÇOS PREENCHIDOS*
Tevez 36,3% 178
Marcelinho 30,3% 149
Neto 29,2% 143
Rivellino 20,4% 100
Ronaldo 18,3% 90
Basílio 17,3% 85
Biro-Biro 14,1% 69
Rincón 13,2% 65
Zé Maria 12,1% 59
Wladimir 11,4% 56
*Dados: Folha    
Padrinho % Total

 

FONTE

Experiente, Fila vê caminho inverso

A crise financeira que atinge o mundo não assusta a Fila. Na contramão da maioria do mercado esportivo, a marca aposta na experiência adquirida em momentos semelhantes do passado para apostar em um crescimento do setor têxtil.

“É nesse momento que a gente mostra a força das marcas, é a hora de tirar o lado bom da coisa toda. Não vamos achar que é uma marolinha, mas o crescimento da Fila nos últimos tempos garante a gente até, pelo menos, janeiro”, disse Milton Souza, diretor de marca da Fila.

A aposta é feita na queda do tíquete médio brasileiro. Sem dinheiro para gastar com grandes compras no Natal, o consumidor partiria para soluções mais acessíveis, como o setor de confecção. A teoria é embasada na experiência da última grande crise mundial, de 2001, quando a Argentina chegou a declarar moratória de sua dívida.

“Da outra vez foi assim também. As pessoas vão deixar de entrar em dívidas grandes e não vão poupar, porque esse não é o perfil do brasileiro. Ele vai gastar, mas em tênis, camisetas e outras coisas do tipo”, avaliou Souza.

“Nossos grandes concorrentes atualmente não são Adidas e Nike, mas as concessionárias, as televisões de LCD e tela plana. Esses produtos consomem a renda das classes mais baixas por um período muito longo, então devemos ser favorecidos”, concluiu.

Fonte.

Corinthians homenageará Neto com camisa

O Corinthians reluta em oferecer detalhes à imprensa, mas é certo que lançará, ainda em 2008, uma ou duas réplicas do uniforme do time campeão brasileiro em 1990 em homenagem a Neto, principal herói da primeira conquista corintiana em nível nacional. A informação foi confirmada pelo próprio ex-jogador no programa Propaganda Futebol Clube, no Bandsports.

“Ainda temos uma reunião com o Neto para definir alguns detalhes e fechar fatores como modelos, preço, data do lançamento, mas a camisa será lançada”, informou Alex Watanabe, do departamento de marketing corintiano, à Máquina do Esporte.

A camisa, que deve ser lançada como grande cartada do clube para as festas de fim de ano, também terá autógrafo de Neto e, provavelmente, dois modelos: um preto e branco e outro só branco.

Fonte.

São Paulo cria camisa para Kassab

O São Paulo voltou a fazer uma camisa para uma personalidade. Após os jogadores do clube entrarem vestidos com o número um às costas e o nome do piloto de Fórmula 1 Felipe Massa no último fim de semana, a agremiação fez um uniforme dedicado ao prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, com 60,72% na parte de trás.

O número escolhido e entregue ao político nesta terça-feira, em evento fechado no Morumbi, faz referência à porcentagem de votos alcançados por Kassab no segundo turno do pleito para a prefeitura de São Paulo, disputado no mês passado. Na ocasião, o candidato derrotou Marta Suplicy.

A ação do clube vai além de uma simples homenagem ao candidato. Afinal, Kassab já havia apoiado o projeto para que a abertura da Copa do Mundo de 2014 fosse realizada no Morumbi.

O prefeito anunciou também que estádio de Palmeiras e Corinthians só seriam sedes de jogos do Mundial se a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definir dois locais de jogos em São Paulo.

Outro prefeito que também ganhou uma camisa foi o eleito em Curitiba. Beto Richa, que foi reeleito com 77% no primeiro turno, recebeu um uniforme com a númeração referente aos votos.

Fonte.

Ponte Preta “cria” perfil da torcida

Para aproveitar a presença de 18 mil cadastrados em seu site, a Ponte Preta lançou uma nova ação para criar uma interação entre os usuários e o clube. O projeto, que ganhou o nome de Ponte Pesquisa, mandará perguntas para os participantes responderem sobre o seu perfil e e em relação a melhorias que o clube, o estádio e os planos da agremiação poderiam ter.

“Queremos aproveitar essa interatividade para buscar melhorias para o time, criando um perfil dos nossos torcedores. Após isso, utilizaremos o perfil traçado para aprimorar nossas ações de marketing”, afirmou Djota Carvalho, coordenador do projeto em parceria com o departamento de marketing da agremiação campineira.

Para avisar os cadastrados, um e-mail será enviado pelo clube para todos os usuários, em um prazo entre 15 dias e um mês, para eles entrarem na área exclusiva criada para a pesquisa e responder as questões daquele período.

Essa ação é a terceira parte de um projeto da Ponte Preta que começou em 2007. Antes, o clube criou um setor de dúvidas para esclarecer perguntas dos torcedores e uma comunidade no Orkut para a interação da torcida.

Ainda com chances de chegar ao retorno para a Série A do Campeonato Brasileiro, o clube já começa a traçar um planejamento para a próxima temporada. Para o fim de 2008, a agremiação negociará a renovação dos contratos de patrocínio com a Sika, a Ems e a Fym.

Outro parceiro da Ponte Preta é a Lupo, mas o acordo com a marca de roupas tem uma duração mais longa, terminando apenas após o Campeonato Paulista de 2009.

Fonte.

SP “vence” Palmeiras e capitaliza Massa

O Palmeiras armou, com dois meses de antecedência, uma grande festa para receber a Ferrari no Brasil, mas o jogo comemorativo, o patrocínio diferenciado e até a camisa para a torcida foram por água abaixo a poucas semanas do grande evento. Em cima da hora, quem “venceu” o jogo foi o São Paulo, que apostou no apelo de Felipe Massa e usou o piloto brasileiro em ações após o GP Brasil de Fórmula 1.

Disputada às 19h10, pouco mais de duas horas após o fim da corrida, a partida contra o Internacional, no Morumbi, teve seu início marcado pela homenagem. Todos os jogadores do São Paulo entraram em campo vestindo uma camisa com o nome de Massa e o número 1.

Nem mesmo a perda do título do brasileiro horas antes desanimou os dirigentes do clube. Como a derrota foi a poucos metros do fim da prova em Interlagos, o reconhecimento da torcida e da mídia pelo esforço de Felipe Massa compensaram a ausência do título mundial.

Prova disso foi a recepção da torcida já no segundo tempo de jogo. Quando os comandados de Muricy Ramalho já venciam o Inter por 3 a 0, as arquibancadas começaram a cantar o nome do piloto, que ainda foi novamente homenageado no placar eletrônico do Morumbi.

São-paulino declarado, Felipe Massa é figura recorrente no clube, já treinou com o elenco atual e tem contato pessoal com alguns jogadores, como Rogério Ceni e o próprio técnico Muricy Ramalho. Essa relação próxima, que afastou a estrela da Ferrari dos projetos rivais enquanto eles ainda existiam, transformou o atual líder do Campeonato Brasileiro no vencedor da “disputa” com o Palmeiras.

Ainda longe da perspectiva de um título e sem autorização nenhuma da Ferrari, o clube do Palestra Itália não fez ação nenhuma na última quarta, quando recebeu o Goiás, e no domingo passado, quando venceu o Santos na Vila Belmiro logo após o GP Brasil. Patrocinadora oficial da escuderia italiana, a Puma não gostou de ver sua parceira estampando modelos prévios da Adidas na época da negociação, e vetou qualquer tipo de ação no Brasil.

Fonte.

Libertadores faz Sport focar turismo

A participação na Copa Santander Libertadores da América motivou o Sport a investir em turismo. Seguindo os exemplos recentes de Santos e Corinthians, o clube apresentará até o fim deste ano a Sport Tour, que funcionará como agência de viagens oficial para a competição continental.

A empresa responsável pela logística do negócio será a Fontour, com sede em Recife. O contrato, que ainda não foi assinado, terá duração de doze meses e abrangerá também o Campeonato Brasileiro.

“Já está tudo acertado, só falta oficializar. Vamos ficar com uma porcentagem do que for vendido, mas nosso objetivo não é transformar a agência em uma fonte de receita. Nosso foco é o marketing e a aproximação com a torcida”, afirma Kelli Jahn, gerente de marketing do Sport.

Segundo a executiva, os torcedores que comprarem os pacotes da Sport Tour poderão viajar com a delegação ou se hospedarem nos mesmos hotéis que os jogadores. Além da agência, o clube já estuda a viabilidade outros produtos ligados ao turismo, mas não revela quais serão essas ações.

Apesar de refutar a obtenção de lucro com a agência, o Sport segue com a meta de “capitalizar” a participação no torneio e faturar R$ 8 milhões com marketing na próxima temporada. Um dos principais aliados nessa empreitada será o aumento da gama de produtos licenciados oferecidos pela loja oficial.

“Não temos artigos suficientes na loja. Já estamos estudando com a Roxos & Doentes, nossa parceira, a criação de novos produtos para dar conta da demanda que teremos com a Libertadores. Queremos apresentar alguns lançamentos até o Natal”, revela Kelli.

O patrocínio de camisa também poderá sofrer alterações devido à valorização do clube com a Libertadores. A gerente de marketing destaca que o Sport já conversou com empresas que oferecem o dobro do que a Cimento Nassau paga atualmente. Os valores e os nomes dos possíveis futuros parceiros, no entanto, são mantidos em sigilo.

A Lotto também estuda a renovação do contrato por mais três anos, segundo matéria publicada recentemente na “Gazeta Mercantil”. A fabricante comemora o aumento de 135% nas vendas de camisas do clube após o título da Copa do Brasil.

Fonte.

Vivo pagará US$ 90 mi à CBF até 2014

A Vivo colocou fim à disputa jurídica travada com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e anunciou nesta terça-feira a renovação do contrato de patrocínio à entidade até 2014. O novo acordo prevê o aporte de US$ 15 milhões anuais, totalizando US$ 90 milhões até o fim da parceria.

No ano passado, a CBF solicitou um reajuste considerado abusivo pela empresa, que pagava aproximadamente US$ 4 milhões por ano. Insatisfeita, a entidade chegou a retirar a marca da operadora de todos os painéis durante os treinos da seleção brasileira em Teresópolis, no Rio de Janeiro. O caso foi à Justiça.

A CBF também se queixava de falta de promoção e de comercialização de produtos via telefonia celular relacionados à seleção brasileira, fazendo com que a entidade deixasse de ter uma receita estimada em R$ 12 mi por ano. As turbulências e o “flerte” da CBF com a Oi, no entanto, fazem parte do passado.

“O patrocínio da Vivo à seleção brasileira é muito mais do que uma simples ação de marketing. É a materialização do envolvimento da empresa com o Brasil e com os milhões de brasileiros, muitos deles nossos clientes, que têm no futebol a afirmação da cultura nacional. Aliado a isso, a realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, traz uma nova dimensão a esta relação”, afirmou Roberto Lima, presidente da operadora, em nota oficial.

Além da presença da marca em uniformes, a parceria entre Vivo e CBF permitirá que os clientes da operadora acessem conteúdos exclusivos da seleção brasileira por meio de um Wapsite especial, no qual poderão conferir os melhores momentos dos jogos, informações sobre os atletas, além da tabela das competições e as últimas informações das equipes.

Os usuários também poderão entrar em campo e testar suas habilidades no esporte baixando diretamente no seu celular, pelo portal Vivo Downloads, um dos diversos jogos sobre futebol disponíveis.

“Estamos reafirmando uma parceira bem sucedida entre dois líderes em seus setores que , com certeza, vai se ampliar ainda mais nos próximos anos”, disse Ricardo Teixeira, presidente da CBF, sobre a renovação. A entidade também conta com os patrocínios de Nike, Itaú, Tam e Ambev.

Fonte.

Valor “reposiciona” Medial no Corinthians

A situação da Medial Saúde no Corinthians continua indefinida para 2009. Embora a permanência da empresa seja dada como certa nos bastidores, a propriedade que terá seu logo estampado na próxima temporada ainda é uma incógnita.

O principal “entrave” nas negociações é o valor pedido pelo Corinthians pela camisa. De volta à Série A do Campeonato Brasileiro, o clube quer R$ 22 milhões pelo patrocínio principal no ano que vem. Para se associar ao time do Parque São Jorge em 2008 e ter direito a esse espaço, a Medial pagou R$ 16,5 milhões.

“Ainda estamos conversando com a Medial, que tem a preferência para a renovação. Eles querem continuar com a gente. Estamos pedindo um acréscimo, afinal vivemos um momento diferente daquele que nos levou à assinatura no ano passado”, afirma Caio Campos, gerente de marketing do Corinthians.

A solução para a continuidade do acordo pode ser a “migração” da marca para outra parte do uniforme. Uma das opções pode ser a manga da camisa, atualmente ocupada pelo Total Laboratórios, braço de diagnósticos do plano de saúde.

No primeiro semestre, a Medial registrou crescimento de 12% no número de vendas. Desde o “casamento” com o Corinthians, a empresa conseguiu 220 mil novos clientes, que representam 15,7% de todos os planos.

Enquanto aguarda as definições sobre o patrocínio, o Corinthians comemora os dividendos gerados pelo acesso. A camisa comemorativa “Eu Voltei” vendeu 30 mil peças desde a semana passada. O preço sugerido é de R$ 39,90.

Essa, no entanto, é a última ação alusiva ao retorno à elite do futebol brasileiro prevista pelo clube. A produção de outros artigos nessa linha está descartada. O tema só será tratado novamente em uma festa comemorativa programada para o final do ano, que deve acontecer no Campo de Marte ou no Vale do Anhangabaú.

Fonte.

Camapanhas da Topper para o futsal

Desorganizado e com problemas estruturais, Setor Visa vê confusão entre torcidas

A primeira prova de fogo do Setor Visa desagradou muitos santistas, ontem, na Vila Belmiro. O espaço recém-inaugurado foi alvo de críticas, principalmente, porque possibilitou a entrada de mais de 300 palmeirenses, que compraram os ingressos pelo site http://www.futebolcard.com.br/. Mesmo com o policiamento reforçado no setor, houve princípio de confusão logo no início da partida, quando os palmeirenses comemoraram o primeiro gol do jogo.

A bagunça afetou inclusive os santistas que tentavam entrar na partida com o jogo em andamento. Foi o caso de Marcelo Pinheiro, de Osasco (SP), que ficou indignado com a desorganização no local. “Primeiro havia uma fila enorme. Segundo, apenas duas catracas para 1.500 pessoas. Terceiro, falta de informação. Quarto, informaram que o atraso era devido a uma confusão dentro do estádio, onde um grupo de palmeirenses que estavam no setor comemoraram o primeiro gol. Moral da história: entrei no estádio e o primeiro tempo estava por acabar. É um absurdo pagar R$ 50,00 por essa falta de organização!”, protestou.

Como os lugares do Setor são numerados, o torcedor entra no site e compra o número que bem entender. O lado bom, no entanto, contrasta com a possibilidade de torcedores de outras equipes também comprarem lugares numerados. Ou seja, o Setor Visa, em grandes jogos, será um convite à confusão.

O lado bom é a renda. Os 14.214 torcedores que foram ao campo geraram uma renda de R$ 362.250,00, que há muitos meses – possivelmente mais de uma no - não se via na Vila. Só com o Setor Visa, que tem 1833 lugares a R$ 50,00, a renda foi de aproximadamente R$ 90 mil.

Problemas estruturais
Uma matéria veiculada no site UniSanta Online, exatamente a universidade de propriedade da família Teixeira, mostra que existem problemas estruturais no Setor Visa. Segundo a reportagem de Roberto Aló Filho, as entradas são estreitas com apenas duas catracas, apresentam uma escada que dificulta a entrada de idosos e portadores de necessidades especiais, a maioria dos lugares é descoberta, apesar de custar o mesmo valor das cadeiras cobertas, e existem cadeiras situadas nas últimas fileiras que não permitem visualizar todo o campo, entre outros problemas.

Fonte

Segundo UOL Esporte, Santos tem segundo pior custo-benefício do Brasileirão

Matéria realizada pelo site UOL Esporte mostra que o Santos tem o segundo pior custo-benefício do Campeonato Brasileiro na relação salário pago e ponto conquistado. O Peixe só perde para o Internacional, que gastou cerca de R$ 400 mil por ponto ganho no Brasileirão 2008. Na Vila, cada ponto custou R$ 300 mil neste Campeonato, já que o portal UOL calculou a folha salarial do Peixe em R$ 2 milhões. No entanto, os salários somados de Fábio Costa, Fabão, Kleber, Rodrigo Souto, Roberto Brum, Molina, Cuevas e Kleber Pereira, segundo fontes, já estariam muito perto da marca de R$ 2 milhões.

Segundo o especialista consultado pela matéria, o analista Amir Somoggi, da Casual Auditores, Grêmio e Cruzeiro são considerados os times com o melhor custo-benefício do Campeonato. Os gaúchos, por exemplo, desembolsaram R$ 85 mil por cada ponto conquistado.

Fonte


Confira a lista:

LISTA DE GASTOS POR PONTO
Folha salarial

Gasto por ponto

Internacional R$ 3,2 mi

R$ 400 mil

Santos R$ 2 mi

R$ 300 mil

Fluminense R$ 1,7 mi

R$ 300 mil

Palmeiras
R$ 2,8 mi

R$ 275,4 mil

São Paulo R$ 2,3 mi

R$ 225,5 mil

Flamengo R$ 2 mi

R$ 210,5 mil

Atlético-MG R$ 1,2 mi

R$ 175,6 mil

Atlético-PR R$ 1 mi

R$ 171,4 mil

Cruzeiro R$ 1,5 mi

R$ 155,2 mil

Botafogo R$ 1,2 mi

R$ 146,9 mil

Sport R$ 800 mil

R$ 114,2 mil

Coritiba R$ 890 mil

R$ 108,9 mil

Náutico R$ 650 mil

R$ 108,3 mil

Vitória R$ 800 mil

R$ 106,6 mil

Vasco R$ 600 mil

R$ 105,8 mil

Goiás R$ 700 mil

R$ 87,5 mil

Grêmio R$ 850 mil

R$ 85 mil

Santos e Pelé batizam estação do Metrô

Agência/Agencia Estado
Pelé, atletas do atual elenco e dirigentes do Peixe participam da solenidade que dá o nome do clube ao local

A partir desta terça-feira (4), a estação Imigrantes do Metrô passa a chamar Santos-Imigrantes. Nos próximos 30 dias, funcionará no local uma exposição alvinegra, com vídeos de momentos históricos, fotos do Rei Pelé e modelos de camisas históricas do Peixe. A estação da linha verde, que fica na zona sul da capital paulista, é a quarta a levar nome de time de futebol. Antes dela, já funcionavam a Corinthians-Itaquera, a Palmeiras-Barra Funda e a Portuguesa-Tietê. A São Paulo-Morumbi está em construção na futura linha amarela

FONTE

Com clubes brasileiros, game on-line de hooligans causa polêmica na Europa

Um game de gosto duvidoso anda dando o que falar na Europa. Desenvolvido por uma empresa britânica, ‘Little Hooliganz’ é um jogo on-line cujo objetivo é se tornar o maior hooligan da cidade. Para isso, é necessário comprar armar, fazer arruaças e agredir torcedores adversários. E clubes da “vida real”, entre eles os brasucas Ipatinga, Palmeiras, São Paulo, Santos, Vasco e Botafogo, são reproduzidos no game. Para evitar qualquer tipo de processo, a empresa alteral os nomes das equipes (confira mais abaixo algumas delas).

E apesar de toda a violência, o jogo, que conta com mais de 22 mil usuários registrados, está classificado para crianças a partir dos sete anos.

FONTE

Band renova com a Globo e terá Carioca

A Bandeirantes confirmou a extensão da parceria no futebol com a Globo por mais dois anos. Além do pacote tradicional, com Brasileiro, Paulista, Copa do Brasil e Sul-Americana, o canal paulista terá o direito de transmitir o Campeonato Carioca em 2009 e 2010.

Outra novidade do acordo recém-firmado é a ampliação do número de partidas exclusivas que serão transmitidas pela Band a partir do ano que vem. Os valores do contrato não foram revelados.

Band e Globo assinaram o primeiro contrato no fim de 2006, após o rompimento dos cariocas com a Record, sua antiga parceira no futebol. As restrições em relação aos jogos que seriam exibidos pelo canal de Edir Macedo foram o estopim para o término do acordo.

Segundo a Máquina do Esporte apurou no início do mês, as duas emissoras também negociam a “divisão” dos direitos da Copa do Mundo de 2010, que será disputada na África do Sul.

O Mundial será o último evento de grande porte transmitido pela Globo, no mínimo, até 2014, quando o torneio será disputado no Brasil. Os direitos dos Jogos Pan-Americanos de 2011, que será realizado em Guadalajara, e dos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres, pertencem à Record.

Fonte.

São Paulo deve anunciar Volkswagen

O São Paulo está próximo de anunciar o seu primeiro patrocinador para 2009. O clube do Morumbi depende apenas da finalização jurídica do contrato com a Volkswagen para que a montadora seja a primeira cotista são-paulina no ano que vem, segundo a Máquina do Esporte apurou com pessoas envolvidas na negociação.

Além da Volks, o São Paulo deve anunciar em breve a criação de três setores diferenciados no Morumbi com a Visa, em projeto semelhante ao existente em outros clubes do país. Os novos acordos fazem parte do pacote de 25 espaços comerciais que serão negociados para o próximo ano, além da manga e do peito no uniforme de jogo são-paulino. Atualmente, o grande entrave para o acerto final é a quantidade de propriedades que o São Paulo oferece.

Além de negociar, por exemplo, a condição de montadora oficial do clube com a Volkswagen, a diretoria ainda abrirá espaços no andar térreo do Morumbi para as parceiras. Uma loja e um show room estão previstos, mas o marketing são-paulino não revela qual empresa teria cada um dos benefícios.

Atualmente, o pacote de 25 cotas menores conta com apenas dois parceiros. A Coca-Cola, fornecedora oficial de bebidas do clube, e a Life Fitness, fabricante de equipamentos para ginástica e fisioterapia “estrearam” a nova política do São Paulo, que sonha com arrecadação de R$ 100 milhões por ano com o marketing.

A onda de novos acertos ainda deve trazer mudanças ao Morumbi. A parceria com a Visa, que também depende de detalhes jurídicos, vai criar três setores diferenciados no estádio, um no anel inferior inteiro, outro na arquibancada vermelha superior e o último no atual setor VIP Premium.

Fonte.

Fiat criará vagas próprias no Palestra

De maneira independente, a Fiat fará, já nos próximos jogos do Palmeiras no Palestra Itália, um estacionamento próprio para torcedores que possuam carros da montadora. A informação, confirmada pela reportagem da Máquina do Esporte, ainda é tratada como falsa pela assessoria de imprensa da empresa, que nega a ação.

A idéia é facilitar o acesso de clientes à praça esportiva com um espaço privado, em frente à entrada da avenida Francisco Matarazzo. O “Fiat Park” daria gratuidade aos clientes, que costumam encontrar problemas no acesso ao estádio.

A iniciativa, revelada pelo diário “Lance!” nesta quinta-feira, já é conhecida do Palmeiras, que não tem nenhuma participação no acerto da ação. Ainda segundo a publicação, a Fiat poderia estender a promoção aos outros estádios da cidade dependendo do sucesso da ação.

Fonte.

Interlagos vira “outdoor” para Rio 2016

O circuito de Interlagos será palco de mais uma ofensiva do Ministério do Esporte para divulgar a candidatura do Rio de Janeiro à sede dos Jogos de 2016. A pasta de Orlando Silva irá aproveitar a realização do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, neste final de semana, para promover uma série de ações ligadas ao projeto olímpico.

Os 120 mil torcedores esperados para os três dias de evento acompanharão pelos telões do autódromo um vídeo de 60 segundos sobre a candidatura carioca. A peça será veiculada 20 vezes por dia.

Além disso, o ME terá um centro de hospitalidade para recepção de convidados durante treinos e corrida. O local irá receber autoridades como Tessa Jowell, ministra responsável pelas Olimpíadas de 2012, que serão disputadas em Londres. A inglesa tem encontro marcado com Silva para conversar sobre a experiência londrina na condução do evento.

Para aproveitar a audiência dos 380 milhões de telespectadores de 140 países foram fixadas na pista, de frente para as câmeras, duas placas publicitárias com a logomarca Rio 2016 – Cidade Candidata e com o símbolo do governo federal. A revista oficial do GP também conta com um anúncio do Ministério.

“O país que organiza com reconhecida competência o GP Brasil de F-1 quer mostrar ao mundo que será um anfitrião à altura da magnitude das Olimpíadas, do mesmo modo que recepciona com brilhantismo os apaixonados pela velocidade nestes três dias de emoção da prova em Interlagos”, disse o ministro Orlando Silva, em comunicado oficial, destacando que o objetivo da iniciativa é mobilizar a opinião pública e angariar apoio internacional.

Segundo informações da edição de segunda-feira da coluna Painel FC, da “Folha de S.Paulo”, o custo total da ofensiva é de R$ 595 mil.

A entrega do dossiê de candidatura ao Comitê Olímpico Internacional (COI) está marcada para o dia 12 de fevereiro de 2009. Entre 27 de abril e 3 de maio, a comissão de avaliação da entidade fará a inspeção na cidade. A eleição da cidade-sede dos Jogos de 2016 está marcada para 2 de outubro, em Copenhague, na Dinamarca.

Fonte.

Torcida “revela” acordo Felipe e Adidas

A comemoração do acesso à Série A do Campeonato Brasileiro teve um gostinho especial para Felipe. Empolgado com a conquista, o goleiro do Corinthians não se satisfez com a festa dos gramados, e foi para as arquibancadas para pular com a torcida. Só que os puxões e agarrões do público revelaram mais que a alegria do camisa 1, que vestia, por baixo do uniforme oficial da Nike, uma camisa branca da Adidas, sua nova patrocinadora pessoal.

O acordo foi cercado de mistério. Depois de meses de negociações com várias empresas, inclusive a própria fabricante norte-americana, Felipe fechou com a Adidas e vem utilizando as chuteiras da empresa alemã nos últimos jogos do Corinthians.

O detalhe, porém, passou desapercebido de toda a imprensa, e só veio à tona no último sábado. Só que o ato intempestivo, que resultou a na perda das duas camisas para a massa exacerbada, não desfez todo o mistério.

A assessoria de imprensa da Adidas confirma o acordo, mas não revela mais nada sobre o contrato com Felipe. A marca faz segredo até sobre o início do compromisso, cuja data final também não é conhecida.

Toda a segurança é explicada pela proximidade da “conquista” do Corinthians na Série B. A Adidas esperava aguardar algumas semana para lançar Felipe como novo contratado em uma ação especial.

Fonte.

Inter faz promoção para torcedores

Os torcedores do Internacional poderão adquirir a nova camisa do clube com desconto no dia 1º de novembro. Os responsáveis pela agremiação farão uma ação para os fãs trocarem seus uniformes antigos pelos atuais ao pagarem mais R$ 50 e uma cesta básica.

“Trata-se de uma forma de manter o sócio sempre alinhado ao uniforme de jogo atual, fato prioritário para o torcedor apaixonado que vive o dia-a-dia do Internacional”, afirmou Jorge Avancini, vice-presidente de marketing do clube.

A ação será limitada e apenas os primeiros 300 torcedores terão direito de trocar a camisa antiga por uma nova, e as trocas só poderão acontecer uma vez a cada associado.

As camisas que estiverem em um bom estado de conservação serão doados para a Secretaria Municipal de Esportes, Recreação e Lazer da capital do Rio Grande do Sul. Já as cestas básicas de R$ 30 pedidas pelo Internacional são para dar para as entidades de caridade que possuem relação com a agremiação gaúcha.

Fonte.

Pelé e Mauricio de Sousa lançam candidato a mascote da Copa-2014

Pelé e o desenhista Mauricio de Sousa, da “Turma da Mônica”, vão lançar um candidato a mascote da Copa de 2014 (que será realizada no Brasil): Pelezinho, personagem criado pelo cartunista em 1976.

A dupla vai se reunir na próxima semana para discutir a proposta a ser levada aos organizadores da Copa.

Segundo o desenhista, a mascote representaria “tudo do mundo do futebol, incluindo nosso maior atleta e a lembrança que os estrangeiros têm do Brasil”.

Pelé autorizou ainda Mauricio a reeditar o gibi do Pelezinho, com histórias dos anos 70 e 80.

O cartunista também planeja lançar a revista do “Pelé Jovem”, mostrando a chegada do jogador ao Santos e à seleção brasileira, em estilo de mangá –já utilizado na série da “Turma da Mônica Jovem”.

Fonte.

MySpace lançará portal Futeboleiros

Famoso principalmente entre os internautas do mundo da música, o MySpace pretende ampliar seu público no Brasil com o lançamento de um portal dedicado à maior paixão do brasileiro. Por isso, será oficialmente lançado, em janeiro, o portal Futeboleiros, centralizado em torno dos campeonatos Paulista e Carioca.

Segundo os planos do MySpace Brasil, a intenção é criar portais e páginas temáticas para atrair diferentes segmentos de público. Recentemente, foi lançado o NightLife, tratando de música eletrônica. O Futeboleiros, para atrair mais temas de discussão a respeito do esporte, virá nessa esteira.

A estratégia de eventos fechados para membros do MySpace será mantida. Além disso, o site pretende oferecer uma interface DHTML com recursos bastante simples para os internautas utilizarem o Futeboleiros e os outros nichos do portal.

Fonte.

São Paulo faz ação no Sócio Torcedor

O programa Sócio Torcedor do São Paulo completará dez anos na próxima temporada e a diretoria do clube quer aproveitar a data para promover ações de marketing envolvendo o programa.

A primeira delas é dar aos participantes do projeto a possibilidade de desenhar a camisa do Sócio Torcedor de 2009.

Os interessados em participar deverão enviar um e-mail para o clube até o próximo dia 15 de novembro com desenho do seu modelo predileto.

Cinco dos modelos enviados serão expostos no site do São Paulo e a torcida poderá votar no que considerar mais bonito.

Os cinco vencedores da ação ganharão uma camisa autografada do goleiro Rogério Ceni, uma visita ao centro de treinamento da Barra Funda e também ao vestiário após uma partida da agremiação.

Fonte.

Recall faz advergame dominar GP Brasil

Recursos cada vez mais recorrentes em todos os esportes, os advergames foram especialmente explorados às vésperas do GP Brasil de Fórmula 1. Antes da prova que vai decidir a principal categoria automobilística mundial, nada menos que três empresas, em busca de recall e uma experiência única, adotaram os jogos de publicidade como estratégia de marketing.

Ligadas de algum modo à Fórmula 1, Petrobras, Bridgestone e Intel utilizaram o expediente para angariar novos clientes. A primeira ação foi da marca de processadores, que montou uma corrida virtual no fim de setembro como parte de um plano que ainda incluiu paddock virtual na Daslu e ação no shopping Villa-Lobos.

Na semana passada, foi a vez da Bridgestone lançar o seu advergame. No “Pit Stop Potenza”, a empresa promove o novo tipo de pneu, que é a grande estrela do jogo, que simula uma troca rápida na Fórmula 1. Assim como a Intel, a Bridgestone premia os mais bem colocados até a prova em Interlagos.

A iniciativa foi logo adotada pela Petrobras. Patrocinadora da equipe Williams, a estatal criou uma disputa em cinco etapas que vai ceder credenciais individuais para os vencedores. “Projeto piloto”, o expediente pode virar rotina em caso de sucesso.

“Essa é uma aposta da Petrobras nessa área. A gente está monitorando o mercado, e vê que os games estão ganhando espaço. Precisamos atingir um público diferenciado, que talvez não se interesse nos postos de venda ou ações do tipo. Além de tudo, esses internautas são formadores de opinião dentro das redes sociais”, disse Diego Pila, coordenador de promoções da Petrobras.

A grande mudança para a possível segunda versão é a extensão do projeto. Atualmente com tiro curto, o advergame pode ser alongado, com direito a disputas ao longo dos meses. Nesse caso, a tendência de consolidação da estratégia será consolidada.

“Acho que num primeiro momento é uma tentativa de criar uma lembrança de marca num público que não está diretamente envolvido com aquele evento. E aí você cria uma experiência única com a marca, que é muito interessante”, disse Felipe Barroso, da Sportion Marketing e Esporte.

A ordem dos fatores, porém, não deve ser alterada. Apesar do sucesso, os advergames ainda são, para o especialista, um artifício das marcas na briga com as concorrentes, mas não devem assumir o ponto principal tão cedo.

“Ela pode ser uma das estratégias, pois é mais uma mídia que está surgindo. Só que ela é só mais um pilar, um complemento. Pode até ser o principal para algumas empresas especializadas, mas para o restante nem tanto”, concluiu Barroso.

Fonte.

Santos renova contrato com fornecedora Umbro por mais 3 anos

02/09/2008 – 08h01

O Santos acertou a extensão do contrato com a fornecedora de materiais esportivos Umbro por mais três temporadas. A empresa inglesa mantém parceria com o time da Vila Belmiro há mais de 13 anos, uma das mais antigas no futebol brasileiro.
O contrato antigo terminava no final do ano. A diretoria santista não informou valores do novo acordo, mas destaca ser bem superior ao vínculo passado.

Paralelamente à renovação de contrato, algumas ações de marketing serão desenvolvidas em parceria com a Umbro, entre as quais a criação de um bar temático do Santos, provavelmente na Baixada.

Atualmente, o Santos conta também com o patrocínio da Semp Toshiba, cuja parceria é válida até o final de 2009 (R$ 8,5 mi por ano), e com a Universo Tintas, que estampa sua logomarca na manga do uniforme (contrato até dezembro).

Além do Santos, a Umbro fornece material esportivo para as equipes do Figueirense e Atlético

FONTE

Santos FC – 96 Anos – Marketing Best 2007

“Um case encantador”

O Santos Futebol Clube foi um dos vencedores do Marketing Best 2007. O prêmio é concedido às empresas brasileiras que se destacam no planejamento e execução das estratégias de marketing de seus produtos e serviços. O clube apresentou o case Baleinha e Baleião: Rejuvenescimento Constante da Torcida do Santos FC. O concurso é uma realização da Editora Referência, da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP) e da Consultoria Madiamundomarketing.

O Santos FC foi a única organização ligada ao esporte relacionada entre os 20 melhores cases premiados. O júri do Marketing Best avaliou as ações alusivas às mascotes desenvolvidas pelo clube, entre elas os produtos licenciados, o crescimento da adesão de crianças e jovens ao quadro assocativo, o aumento do número de visitantes mirins ao Memorial das Conquistas, participação das baleias em jogos e eventos do clube e aparições espontâneas na mídia.

Mascotes são empregadas em
diversas ações do Santos FC

O presidente do Santos FC, Marcelo Teixeira, conceitua o prêmio como o reconhecimento do mercado ao trabalho do departamento para rejuvenescer a torcida do Peixe. “O Santos FC está entre as principais organizações do Brasil no tocante às estratégias de Marketing. Essa conquista mostra ao mercado que exploramos de forma eficiente nossa marca, uma das mais fortes do mundo no segmento esportivo. Com a chancela do Marketing Best, o interesse das empresas e parceiros nas mascotes do clube deve aumentar. Consequentemente, nossa imagem corporativa ganhará ainda mais credibilidade e criaremos novas fontes de receitas para a agremiação”.

Diretor presidente da Editora Referência, uma das criadoras do prêmio, Armando Ferrentini explica que o júri é composto por experts da área de Marketing. O case das mascotes impressionou pela estratégia e aplicação eficiente de ferramentas de Marketing Esportivo, área que cresce no mundo todo. “Os clubes de futebol são letárgicos e não dão a devida importância às técnicas do Marketing. O futebol é rentável, mas nesse processo são os clubes que menos ganham. O Santos FC é um exemplo para os demais, pois apresentou um case encantador, que demonstra preocupação com a conquista de novos torcedores”.

Este ano, o júri foi presidido por Jomar Pereira da Silva (Jornalista e Presidente da Associação Latino-Americana de Agências de Propaganda) e os jurados foram: Zilla Patricia Bendit (Assessora de Desenvolvimento Institucional e Professora da Cadeira de Marketing da FGV-EAESP); Francisco Alberto Madia de Souza (Diretor Presidente do MadiaMundoMarketing e da Academia Brasileira de Marketing); Marcos Henrique Nogueira Cobra (Diretor Presidente da Cobra Editora e membro da Academia Brasileira de Marketing) e João De Simoni Soderini Ferracciù (Presidente do Grupo De Simoni e membro da Academia Brasileira de Marketing).

Os outros cases vencedores foram das sequintes instituições: Banco Bonsucesso, Banco do Brasil, Banco Itaú, Bradesco Capitalização, Brasilcap, Caixa Econômica Federal, Cervejaria Petrópolis (Itaipava), Samsung, Cia Ultragáz, Consórcio Scania, Editora Abril – Quatro Rodas, Jornal O Liberal, Jornal Panorama, Mastercard, Nestlé, Petrobrás Sundown Motos, Tbwa, Unimed e Vivo.

O Santos FC contou com parceiros importantes para apresentar o case, como a Publishouse, Big Format e a Ki-Legal.

O Marketing Best é o segundo prêmio corporativo conquistado pelo Santos FC em 2007. O primeiro foi concedido em julho deste ano, quando o Peixe foi eleito como uma seis instituições mais responsáveis socialmente do Brasil. O prêmio, denominado Mário Henrique Simonsen, é uma iniciativa da Fundação Nacional de Apoio Gerencial (FUNAGER), da Associação Comercial do Rio de Janeiro e do Rotary Clube. O balanço social do clube foi analisado a partir de publicação nos principais veículos da mídia nacional.

Case Baleinha e Baleião: Rejuvenescimento Constante da Torcida do Santos FC
O departamento de Marketing do Santos FC abordou, no case entregue à comissão julgadora, as estratégias utilizadas para reverter o processo de envelhecimento da torcida do clube. O time da Vila Belmiro junto com o Flamengo, em 1968, constituíam as duas maiores torcidas do Brasil (Fonte: Revista Veja – Edição n°1).

O público se encantava com a geração brilhante do Rei Pelé e pelos títulos conquistados pelo clube na década de 60. Com o fim da Era Pelé, em 1974, o Peixe passou a sofrer com o jejum da sequência de títulos e conquista de novos torcedores.

Esse quadro mudou radicalmente a partir de 2000, com a valorização das categorias de base, revelação de craques como Robinho e Diego, e conquistas importantes.

Em consonância com as tendências do Marketing Esportivo, o clube realizou um planejamento eficiente e percebeu que era o momento ideal para reverter o cenário negativo delineado nas décadas anteriores.

O primeiro passo foi a contratação da Publishouse, consultoria e produtora de linguagem de marcas com know-how em futebol. A partir daí, nasceram Baleinha e Baleião, criadas pelo publicitário Caco Machado, e todo universo lúdico explorado pelo clube em fantasias, produtos, ações promocionais e eventos.

 

Fonte alfredopassos.wordpress.com

Marketing do Santos FC cria novos artworks para Baleinha e Baleião

TEXTO PUBLICADO EM 11 DE JANEIRO DE 2008 ÀS 16H51

Preocupado em padronizar as marcas e submarcas do Santos Futebol Clube, o Departamento de Marketing vem constantemente desenvolvendo manuais de identidade para o escudo, nome e outras marcas do clube. Com Baleinha e Baleião não é diferente. No momento da criação dos personagens, em 2006, foi criada uma série de artworks (artes para trabalhos) e um manual de uso dos mesmos, que são utilizados em todas as peças em que os personagens aparecem, como produtos licenciados, publicações do clube, entre outras. Como as imagens deste primeiro álbum de artworks já estão massificadas nos dois primeiros anos de vida da dupla de baleias, o Departamento de Marketing solicitou a Publishouse (empresa responsável pela criação dos personagens) a elaboração de um novo álbum de artwors com os personagens em posições diferentes.

Na tarde da última quinta-feira (10), o diretor da Publishouse, Caco Machado entregou ao gerente de Planejamento, Projeto e Negócios do Santos FC, Dagoberto Fernando dos Santos, e ao coordenador de Marketing, Alex Fernandes, o novo album de artworks do Baleinha e Baleião. “Estes novos artworks tem as personagens em posições diferentes, dando novas opções de uso para o Baleinha e Baleião”, explica Machado.

Caco Machado (à direita) explica a utilização
dos artworks para Alex Fernandes e Dagoberto Fernando

Dagoberto Fernando explica que esta preocupação com a padronização das marcas do clube é uma característica da atual gestão. “Nossas marcas são fortes por causa da paixão envolvida nelas. Se conseguirmos padronizar nossas imagens, facilitamos a indentificação com o clube e ainda atrai mos novos parceiros para o clube, pois eles percebem esta preocupação em mostrar a marca o mais perfeito possível. Por isso este trabalho é importante”, destacou.

Já o coordenador Alex Fernandes lembrou que os licenciados do clube (empresas que produzem produtos com a marca Santos FC) irão receber estes novos artworks. “Os licenciados já recebem o nosso Manual de Indentidade e os primeiros artworks assim que assinam contrato com o clube. Agora terão novas opções de imagens do Baleinha e Baleião, o que é muito importante, pois estamos disponibilizando mais opções para as empresas desenvolverem produtos com a imagem do clube”.

Alex Fernandes, Dagoberto Fernando e Caco
Machado com os novos artworks de Baleinha e Baleião

O gerente de Planejamento complementou parabenizando a Publishouse pelo trabalho desenvolvido, acrescentando que novos projetos serão desenvolvidos em conjunto com a empresa. “Estamos finalizando um acordo com a Publishouse para o desenvolvimento de um hotsite do Baleinha e Baleião com muitos jogos e interatividades para a garotada interagir com a personagem. Além disso, vamos usar o Baleinha e Baleião em um grande projeto de ensino ambiental que pretendemos desenvolver em conjunto com a Publishouse e a Prefeitura de Santos, utilizando o universo das personagens para passar a preocupação com a poluição e preservação de espécies para a garotada. Enfim, vamos potencializar ainda mais o Baleinha e Baleião, que em 2007 renderam ao clube o Prêmio Marketing Best e que com certeza estão colaborando na conquista de novos torcedores para o Santos FC”.

 

Reflexo do acesso: 2 mil camisetas e mais de 14 mil ingressos vendidos

Dois dias depois do retorno à elite, torcida do Corinthians vai às compras

GLOBOESPORTE.COM São Paulo

Empolgada com o acesso antecipado do Corinthians à Série A, a torcida alvinegra colocou a mão no bolso. Segundo números oficias do clube, mais de 2 mil camisetas com a frase “Eu voltei…agora pra ficar” foram comercializadas em dois dias e já foram vendidos 14.400 ingressos para o jogo de sábado, contra o Paraná.

Com o fim do primeiro lote das camisetas, o Timão informa que nesta terça-feira vai colocar à disposição dos torcedores mais uma remessa do modelo, que custa R$ 39,90 e pode ser adquirido pelo site oficial do clube e também nas lojas oficiais.

Já para a partida contra o Paraná não tem mais ingressos nas arquibancadas amarela e verde. A tendência é que, mais uma vez, o Pacaembu esteja lotado de alvinegros. O duelo acontece às 16h20m do sábado.

As bilheterias abrem das 11h às 17h (à exceção do estádio Bruno José Daniel, em Santo André, que vai das 10h às 16h) nos seguintes pontos de venda: Parque São Jorge, Morumbi, Pacaembu, Canindé, Ginásio do Ibirapuera e José Correa (Barueri). 

Puma inviabiliza Ferrari no Palmeiras

odo o projeto do Palmeiras de uso da marca Ferrari no jogo do próximo dia 29, contra o Goiás, pelo Campeonato Brasileiro, está cancelado. O clube ouviu, na última terça-feira, um “não” da escuderia italiana, que recusou a proposta de uma ação conjunta às vésperas do GP Brasil de Fórmula 1 por pressão da Puma, sua fornecedora de material esportivo, que não gostou de ver o logo da montadora em camisas da rival Adidas.

O imbróglio deve ser esclarecido oficialmente em breve, quando a Fiat divulgará uma nota sobre o caso, explicando o porquê da recusa da Ferrari. Segundo a Máquina do Esporte apurou, existia a possibilidade de o acordo acontecer sem a entrada da marca na camisa, mas a divulgação de modelos prévios na imprensa melou o negócio.

O vazamento da camisa aconteceu no início de outubro, na revista “Veja”. Mesmo antes disso, a direção do Palmeiras já falava do projeto de ter a Ferrari na camisa palmeirense no jogo contra o Goiás.

Além do “patrocínio”, o clube do Palestra Itália também esperava organizar um jogo com a presença de nomes importantes da escuderia, como, por exemplo, o heptacampeão de Fórmula 1 Michael Schumacher, que hoje é diretor da montadora.

A pressão da Puma, porém, assustou a Ferrari, que tem um contrato de cerca de 60 milhões de euros com a fabricante alemã. Quando tomou conhecimento dos acontecimentos no Brasil, a empresa chegou a fazer uma retificação à escuderia, que decidiu não aumentar o atrito.

Fonte.

Globo “recupera” audiência com Série A

A partida entre Fluminense e Palmeiras, realizada no Maracanã no último final de semana, fez com que a Globo “recuperasse” a audiência do futebol no sábado. O jogo rendeu 18 pontos à emissora, três a mais do que a média obtida no primeiro turno das eleições municipais, quando o canal também foi obrigado a escolher entre as Séries A e B do Campeonato Brasileiro, mas optou pela segunda divisão.

Na primeira ocasião, a Globo – que apostou em Corinthians x Marília – encarou a concorrência da Band, que transmitiu o jogo entre São Paulo e Ipatinga e obteve a segunda melhor marca do ano, com média de 6,5 pontos, conforme noticiado pela Máquina do Esporte.

Dessa vez, porém, o canal carioca não teve a concorrência de um jogo diferente por parte dos paulistas. Por possuir apenas os direitos da Série A, a Band também transmitiu Fluminense e Palmeiras, registrando a marca de quatro pontos de média.

Contabilizando os finais de semana “comuns”, a Série A tem média de 19,7 pontos no canal carioca, contra 17,7 dos jogos do Corinthians. O Ibope mede a audiência na região da Grande São Paulo e a cada ponto registrado equivale a 54 mil domicílios.

Fonte.

Nike em camisa que homenageia o Corinthians

Em parceria com o Corinthians, a Nike lança camisa em homenagem ao clube, que está de volta à primeira divisão do Campeonato Brasileiro de forma antecipada, após vitória neste sábado (25).

Em algodão e gola careca, a camisa exibe o escudo do clube do lado esquerdo do peito e a logomarca da Nike do lado direito.

Tudo na cor dourada, que representa o ‘início de uma nova fase’. Nas costas, a frase “Dar a volta por cima” sob as cinco estrelas das principais conquistas do clube.

O produto será comercializado nas cores branca, preta e roxa.

Fonte.

Philips pode substituir LG no SPFC

A Philips está próxima de firmar acordo para substituir a LG Electronics e se tornar a principal patrocinadora do São Paulo Futebol Clube.

Se a parceria for acertada, a marca holandesa aparecerá no peito da camisa e nas mangas.

A proposta da Philips envolve investimento de cerca de R$ 25 milhões por ano, incluindo bônus por título e ações de marketing.

A LG tem preferência na renovação, mas já disse ao São Paulo que não tem como bater a oferta da concorrente. Atualmente, a empresa paga R$ 15 milhões por ano.

Fonte.

Twitter é comunidade social que mais cresce nos EUA

RIO – O Twitter é a comunidade social que mais cresce nos EUA, segundo pesquisa da Nielsen divulgada nesta quinta-feira pela CNet News, que aponta que site de microblogging cresceu 343% desde setembro de 2007. Em segundo lugar aparece o Tagged (330%), seguido pelo Ning, LinkedIn, Last.fm, Facebook, MyYearboock, Bebo, Multiply e Reunion.com, que segundo a Nielsentem seu público principal pessoas na faixa de 55 e 64 anos.

O MySpace ainda é a rede social mais popular nos EUA, mas teve um crescimento de apenas 1% diante dos números de setembro de 2007, se mantendo um pouco abaixo dos 60 milhões de visitantes. O Facebook, que ocupa a segunda posição, subiu 116% no mesmo periodo. Na seqüência, vem o Classmates, LinkedIn, Windows Live Spaces, Reunion.com, o infantil Club Penguin (da Disney), AOL Hometown, Tagged e o site de comunicação da AOL.

FONTE

Cruzeiro e Tenda “dão” apartamento

A Tenda, patrocinadora do Cruzeiro, anunciou uma promoção para ativar seu patrocínio ao clube mineiro. A construtora de imóveis fará uma ação que dará aos vencedores, dois apartamentos, duas camisas e dois cartões cinco estrelas do time.

A campanha, que recebeu o nome de Apaixonados pelo Cruzeiro, terá um site para os torcedores do clube colocarem álbuns de fotografias com sua família e os melhores serão os vencedores.

“Nós temos uma parceria com o Cruzeiro desde junho do ano passado, e conhecemos a torcida do clube. Nós sabemos o quanto ela é apaixonada. Essa promoção vem como forma de prestígio para esses torcedores, que apoiaram a Tenda, e estão sempre juntos com o Cruzeiro”, afirmou Paulo Mendes, gerente de marketing da Tenda.

No próximo domingo, os torcedores poderão começar a colocar suas fotos na página disponibilizada. A promoção será encerrada no dia 21 de dezembro.

“Temos que cumprimentar a Tenda por essa iniciativa. É uma atitude ímpar no futebol brasileiro, o patrocinador busca se aproximar ainda mais do torcedor, além do nome na camisa. Essa questão foi anunciada quando foi firmado o patrocínio da Tenda para o Cruzeiro. Agora o torcedor cruzeirense, mesmo que já tenha o apartamento, tem a chance de ganhar mais um, ou realizar o sonho da casa própria. O cruzeirense deve participar, pois a chance é única”, completou Antônio Claret, diretor de marketing do clube.

Fonte.

Web rende R$ 11,5 mi a clubes ingleses

A FL Interactive, responsável pela exploração on-line da Football League, entregou resultados financeiros significativos para os clubes britânicos que a integram. Os números são de aproximadamente R$ 11,5 milhões e se referem à temporada 2007/08. Segundo a FLi informou à imprensa, isso significa um acréscimo de 50% em relação à época retrasada.

As receitas para a Football League, que compreende as três divisões abaixo da Premier League, tiveram esse acréscimo em razão de melhorias e reformulações nos sites dos clubes, entregando um serviço melhor para os 4,5 milhões de torcedores que acessam regularmente essas plataformas.

Responsável pela FL Interactive, Ian Ritchie, vê o aumento com muita animação. “Esses números devem encorajar os clubes em ser cada vez mais criativos nessa área. Essa nova fórmula da FLi propicia um aumento grande de receita aos clubes”, afirmou.

A FLi desenvolve e administra os diretos de internet e móveis para 65 clubes da Football League, seis outros da Premier League e ainda oito da Football Conference. Isso gera, segundo a empresa, 55 milhões de visitações de página por mês.

Fonte.

São Paulo revela negociação “nova” com Vivo

A notícia de que o São Paulo negociava uma parceria com a Vivo na sexta-feira passada pegou toda a imprensa e a própria operadora de surpresa. Apesar da negativa da empresa, o clube do Morumbi deu mais detalhes da tratativa, mas revelou que a possibilidade de acerto está muito mais longe do que a fonte da informação fez parecer. O problema é que o autor da declaração, no caso, foi o presidente Juvenal Juvêncio.

“O contato com a Vivo ainda é muito incipiente. Na verdade a história foi antecipada, até porque ainda estávamos conversando com outras empresas. Hoje ainda estamos no início da negociação”, disse Adalberto Baptista, diretor de marketing do São Paulo.

A revelação de Juvenal Juvêncio aconteceu durante o evento realizado na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que foi marcado pelo aval de Ricardo Teixeira, presidente da CBF, à abertura da Copa do Mundo de 2014 no Morumbi.

Na sequência da entrevista coletiva, o presidente do São Paulo, empolgado com a novidade, adiantou que Vivo e Visa seriam parceiros do clube em algumas semanas. A bandeira de cartões de crédito, como antecipou a Máquina do Esporte, está perto de acertar a construção de três setores diferenciados no Morumbi.

Além disso, a empresa também preencherá uma das cotas de patrocínio do pacote de 25 espaços que o São Paulo pretende comercializar para 2009 e com isso faturar até R$ 60 milhões. A Visa está muito próxima de ser a parceira de cartões de crédito oficial do clube. Já a Vivo poderia ser o braço de telefonia celular.

“Somado com os R$ 42 milhões da camisa [R$ 30 mi o peito e R$ 12 mi a manga], o São Paulo pode arrecadar R$ 100 milhões com marketing. Nós queremos ter um parceiro em cada área, com plano de sáude, montadora de veículos e outras propriedades, como já temos atualmente com a Coca-Cola e a LifeFitness”, concluiu Baptista.

Fonte.

O naming rights mais caro do mundo

Há algum tempo eu escrevi sobre a nova arena dos Giants e dos Jets, que será o maior contrato de naming rights de todos os tempos, que esteve perto de ser consumado no mês passado,quando o Allianz Group, uma das maiores companhias seguradoras do mundo mostrou interesse em adquirir o nome da venue.

As conversas tiveram uma reviravolta quando a notícia das negociações aparecereu na imprensa, pelo fato da Allianz, empresa de origem alemã, ter dado apoio ao nazismo, fazendo o seguro de campos de concentração e se recusando a pagar as indenizações aos judeus vitimados pelo holocausto.

A empresa que está construindo a venue achou por bem encerrar as negociações temendo a repercussão negativa do negócio para a mega arena, que está sendo construída em Nova York.

O que impressiona é o fato de empresas como a Daimler-Benz e o Deutsche Bank que também tiveram ligações com o Terceiro Reich não terem sofrido nenhuma manifestação contra seus naming rights nos EUA.

Fonte.

Globo, vítima do êxodo dos jogadores

No início de outubro o jornalista Ricardo Feltrin, colunista do UOL publicou dados referentes à queda da audiência das transmissões da Globo com a Série A. Na matéria o jornalista afirma que embora a emissora venha sofrendo com a redução de suas audiências com futebol no últimos anos, os valores das cotas negociadas com seus anunciantes continuam crescendo.

Ao meu ver uma das explicações para isso é o fato dos anunciantes saberem que o “Pacote Futebol” é extremamente interessante para as empresas, visto que pelo número alto de inserções na programação da emissora, o investimento acaba sendo bastante satisfatório.

A minha intenção nesse post é mostrar que a redução das audiências com a Série A nos últimos anos para a Globo pode estar diretamente relacionada ao grande volume transferências internacionais de jogadores realizadas pelos clubes brasileiros, fazendo com que a emissora detentora dos direitos seja umas das principais vitimas desse êxodo dos atletas para o exterior.

Audiência Média e Share – Rede Globo – Transmissão Série A- 2004-2008

Fonte- UOL

*2008 – Até setembro (dados preliminares)

Analisando os dados percebe-se que a audiência média medida pelo Ibope nas transmissões da Série A apresentaram uma redução de 24% nos últimos cinco anos (até setembro / 2008) e o share, que representa o total de televisores ligados na emissora durante as transmissões, registrou uma redução de 23% no mesmo período. Nesses cinco anos somente em 2005 houve uma evolução da audiência média, que cresceu 8% em relação a 2004.

Transferências Atletas para o Exterior- 2004-2007

Fonte- CBF

No período compreendido entre 2004 e 2007 o mercado brasileiro transferiu para o exterior 3.597 atletas, o que representa uma média de cerca de 900 atletas por ano. Quando analisado o período de 2004 a 2007 houve uma ampliação de 27% no número de atletas transferidos para o exterior. O gráfico acima demonstra que somente em 2005 houve uma redução na quantidade de atletas transferidos, que caiu 6% em relação a 2004.

Detalhe, segundo a imprensa internacional o mercado brasileiro transferiu 1.246 atletas em 2007, o que resultaria em uma ampliação de mais de 45% em comparação com 2004.

Entre 2004 e 2007 a média de público da Série A passou de 8.073 torcedores / partida, para 17.461 torcedores / partida, uma evolução de 116,3%, provando que torcedor não está desinteressado pelo futebol.

Será mera coincidência a queda de audiência televisiva e a falta de ídolos em nosso futebol?

FONTE

Copa 2014 e jogo da Itália na nova arena

Verdão apresenta projeto de reforma no estádio e sonha em receber a seleção italiana

O Palmeiras apresentou nesta sexta-feira pela manhã o projeto em conjunto com a empresa de engenharia e arquitetura WTorre para transformar o estádio Palestra Itália em uma arena multiuso. O acordo prevê a reforma, com base em projeto feito pelo Verdão nos anos 90, já aprovado pela prefeitura de São Paulo e que será atualizado. A previsão é que o novo estádio esteja pronto no final de 2010.

Apesar de desvincular a obra da Copa 2014, já que o projeto é anterior à escolha do Brasil como sede, o Palmeiras e seu novo parceiro pretendem que o estádio, depois de pronto, seja sede de jogos do Mundial e devem fazer um pedido especial: receber partidas da seleção da Itália. O clube também pretende oferecer o seu Centro de Treinamento, no bairro da Barra Funda, para os treinos desta equipe em 2014. O clube foi fundado pela comunidade italiana.

- O projeto sai do papel sem ou com Copa do Mundo. Mas esta arena que levantaremos vai contar com todos os requisitos que a Fifa pede para o Mundial e a localização do estádio, com dois metrôs próximos (estação Palmeiras-Barra Funda e Sumaré), também é uma vantagem - diz o diretor administrativo do Palmeiras, José Cyrillo Jr.

Não há data para o início da obra, mas segundo Luís Davantel, diretor administrativo e financeiro da WTorre, a intenção é começar a reforma no primeiro semestre de 2008.

- Como está aprovado pela prefeitura, já poderíamos começar a obra amanhã. Mas vamos fazer alguns ajustes no projeto, que é muito bom e sempre tem o que melhorar. E vamos começar a procurar investidores - afirma Davantel.

Investidores

Segundo Cyrillo Jr, caso não haja investidores interessados em injetar dinheiro, a WTorre tem capacidade de arcar com a obra sozinha, que deve custar R$ 250 milhões. Mas a intenção é ter parceiros, que depois lucrariam com a realização de shows e eventos.

- A WTorre pode arcar com tudo. E aí eu lamentaria pelos investidores que perderiam a chance de participar de um grande projeto - diz Cyrillo.

O projeto prevê um estádio para 42 mil pessoas, para jogos de futebol, e 60 mil pessoas em eventos múltiplos. Haverá auditório e anfiteatro, que juntos podem receber 12 mil pessoas, além de camarotes (250), 4 restaurantes e lanchonetes, ainda com número indefinido. O acordo prevê que a sociedade valerá por 30 anos.

FONTE

Morumbi será coberto para a Copa. Morumbi 2014

São Paulo, que quer abrir o Mundial, vai construir, até 2013, cobertura para arquibancadas

Para receber jogos da Copa do Mundo de 2014 no Morumbi, o São Paulo
promete várias reformas em seu estádio até o Mundial. Nesta
terça-feira, a Fifa anunciou, na Suíça, que o Brasil será sede da
competição daqui a sete anos. Até lá, o Tricolor paulista vai remodelar
o estádio Cícero Pompeu de Toledo. Entre as principais mudanças está a
cobertura das arquibancadas.

A informação foi dada pelo arquiteto Ruy Ohtake durante o programa “Arena SporTV”. Ohtake,
contratado pelo São Paulo para comandar o projeto, apresentou desenhos
de como ficará o estádio tricolor. Com a cobertura, os quase 70 mil
torcedores que cabem no Morumbi não ficarão expostos ao sol ou à chuva.

Na tarde desta terça-feira, o São Paulo Futebol Clube, através do seu
presidente, Juvenal Juvêncio, apresenta oficialmente o projeto de
adequação. Além da estrutura para cobrir as arquibancadas, outras obras
serão feitas, como a ampliação da sala de imprensa e a construção de um
edifício-garagem.

- O planejamento é para que a cobertura da arquibancada fique pronta até 2013 – informa Ruy Ohtake.

FONTE

Sócio-Torcedor terá stand no Morumbi

Antes e durante o jogo contra o Vitória, equipe Sócio-Torcedor estará na arquibancada azul do estádio para atendimento personalizado

SPFC – 22/10/2008

Antes da partida contra o Vitória, a partir das 18h30 desta quinta-feira, no Estádio do Morumbi, uma equipe do projeto Sócio-Torcedor estará com um stand montado no setor de arquibancada azul para atendimento personalizado aos são-paulinos.

O atendimento será feito até o final do intervalo do jogo e visa tirar dúvidas sobre os planos, solucionar problemas e cadastrar novos Sócios-Torcedores.

Outra ação que será feita é por conta da regularização dos pagamentos atrasados.  Sócio que estiver em débito poderá pagar as mensalidades na bilheteria 4 (exclusiva do Sócio-Torcedor) e em seguida comprar seu ingresso com comodidade e o respectivo desconto.

FONTE

Seria a tentativa de achar um novo Robinho?

Márcio Fernandes ainda não sabe se continua no Santos no próximo ano, mas anunciou que estuda antecipar o debute do promissor atacante Neymar, 16 anos, no time profissional caso siga à frente no comando técnico

Razões não faltam para o treinador apostar no jovem no elenco principal alvinegro: Neymar completa 17 anos em fevereiro, idade considerada boa para o ingresso no time de cima.

Então como treinador do time sub-20 do Santos em janeiro deste ano, Márcio Fernandes aprovou o primeiro teste de Neymar com atletas mais velhos (ele tinha apenas 15 anos quando defendeu o Santos na Copa São Paulo, que reuniu basicamente atletas entre 17 e 18 anos).

Um terceiro argumento para o aproveitamento de Neymar envolve a questão contratual. O jovem atacante tem contrato com o Santos até fevereiro de 2011, quando ele completa 19 anos. Mesmo menor de idade, Neymar passou a ter contrato profisisonal, permitido assim que completa 16 anos.

Adiar a estréia de Neymar no Santos poderia encurtar sua vida no clube, entende Fernandes. Uma cláusula no atual contrato dá preferência ao Santos na renovação do contrato por outros três anos.

“Quando disputamos a Copa São Paulo deste ano, avisei que precisávamos quebrar barreiras com o Neymar. O Santos investiu muito nele. Quando ele estiver com 19 anos vai ficar livre. Por isso, eu fui colocando o Neymar quando ele tinha condições de jogar, para ganhar mais experiência. E fui muito criticado por isso”, declarou Márcio Fernandes à rádio Globo.

Ex-treinador da equipe de base, de 2001 a 2008, Fernandes puxou nesta semana os zagueiros Thiago e Alex para a equipe principal. No entanto, do time considerado titular, apenas Domingos é cria santista.

FONTE

Venda de camisas de futebol movimenta R$ 200 mi por ano

Mercado cresce 30% ao ano com a compra de camisetas por torcedores

Não adianta contrariar. Torcedor que é torcedor é também apaixonado. E como tal acaba movimentando um mercado de cerca de R$ 200 milhões por ano no Brasil, para, literalmente, vestir a camisa do time do coração. “É um big negócio”, afirma o especialista em marketing e gestão de clubes da Casual Auditores, Amir Somoggi. Ele explica que não existem dados oficiais sobre o comércio das camisetas. Os fabricantes pagam cerca de 10% do faturamento com os produtos a título de royalties. Esse montante, por sua vez, representa perto de 1% da receita total dos times. A partir daí dá para fazer esse cálculo aproximado da movimentação do mercado. Os clubes brasileiros ganham com as vendas de camisetas cerca de R$ 15 milhões. E os fabricantes e o comércio faturam acima de R$ 150 milhões, pois também vendem opções de seleções e times internacionais.

O negócio com a venda de camisetas oficiais já cresce 30% ao ano e tende a ficar ainda melhor. Os produtos são caros. Custam, em média, R$ 150. “Eram para torcedores das classes A e B, mas, com a expansão do crédito, chegaram à classe C”, diz Somoggi. Ele lembra que os torcedores são movidos por paixão e não medem esforços para comprar a camisa oficial, que tem “apelo e tecnologia”. Com a aquisição, por causa dos royalties, também dão “força extra” aos times.

No país, as camisetas mais vendidas são as de times cariocas e paulistas. Segundo o gerente de Desenvolvimento e Coordenação do Grupo SBF (Centauro), Renato Ribeiro Leite, este ano, as líderes do campeonato de vendas da rede são: Flamengo, São Paulo, Corinthians, Palmeiras e Fluminense. Entre os internacionais, as campeãs são do Manchester, Milan, Chelsea, Barcelona e Real Madrid. “As posições se alternam de acordo com o desempenho dos times nos campeonatos e dos jogadores brasileiros que estão fora do país”, afirma Leite. Mesmo as vendas das camisetas da Seleção Brasileira têm seus picos. “A melhor época é a da Copa do Mundo, mas, no mês passado, com o jogo do Brasil contra Argentina em BH, também fizemos bons negócios”, afirma o gerente da Centauro do BH Shopping, Sandro Moreira. Normalmente, ele vende cerca de 20 camisetas por dia, número que dobra perto da final de campeonatos.

Na rede de lojas Roxos e Doentes, as camisetas mais vendidas são as de times paulistas. Mas na unidade do Minas Shopping, em BH, a gerente Renata Barcelos afirma que há um revezamento entre Atlético e Cruzeiro. No lançamento da camiseta comemorativa do centenário do Galo, ela foi um dos destaques. O professor de educação física Paulo Eduardo Silva de Souza, de 28 anos, fez questão de garantir a sua, por R$ 169,90. Agora, como o Cruzeiro está entre os líderes do Campeonato Brasileiro, suas camisetas estão na frente.

Alguns torcedores se dedicam tanto à paixão pelas camisetas que se transformam em colecionadores. É o caso do ilustador André Filipe Dutra Siqueira, de 31 anos. Ele calcula que sua coleção, com camisas de vários países, vale perto de R$ 4 mil. “Compro sempre”, conta. E é esse tipo de torcedor que movimenta negócios com outras camisetas, como as retrôs. O empresário Diogo Antônio Ferreira, que também é colecionador, observou esse movimento e abriu a Naftalina Esporte Clube, que produz e vende reproduções de camisetas históricas. A preferida é a da Seleção Brasileira de 70. “Meus clientes são caboclos exigentes”, afirma.

FONTE

Promessa de grande público desafia Corinthians contra Ceará

Na terça-feira, quatro dias antes do jogo contra o Ceará, a torcida do Corinthians já havia esgotado os ingressos para arquibancadas da partida que será realizada no Pacaembu. E com a iminência de casa cheia, o time do Parque São Jorge vê uma missão complicada para a partida que pode sacramentar seu acesso à primeira divisão: aprender a atuar com o estádio lotado.

Com média de 22.328 pagantes por jogo, o Corinthians lidera as estatísticas de público na Série B do Campeonato Brasileiro. Além disso, o clube esteve em oito dos dez jogos com mais ingressos vendidos na competição nacional. O problema é que os comandados de Mano Menezes só venceram duas dessas partidas, contra CRB (3 a 2 na primeira rodada) e Barueri (1 a 0 na 24ª rodada).

Nas outras seis partidas que figuram entre os dez maiores públicos da Série B, o Corinthians amealhou quatro empates e duas derrotas. Uma dessas igualdades aconteceu justamente diante do Ceará, jogo realizado em Fortaleza que lidera a estatística de ingressos vendidos na divisão de acesso. Na 13ª rodada, diante de 47.308 pessoas, os paulistas saíram de campo com o placar mostrando 2 a 2.

o Pacaembu, os dois maiores públicos do Corinthians na Série B foram registrados nos jogos contra Bahia e Santo André. A primeira dessas partidas representou o primeiro revés dos paulistas no certame (1 a 0) e a segunda acabou empatada por 2 a 2.

O histórico de tropeços em jogos de arquibancadas cheias gera preocupação para este sábado. Na terça-feira, a diretoria do Corinthians anunciou que já havia comercializado 16 mil ingressos para a partida contra o Ceará. Restam entradas apenas para o tobogã (R$ 15), arquibancada especial (R$ 40) e numerada (R$ 50).

Diante de tantos números negativos, o técnico alvinegro Mano Menezes tentou minimizar a missão do Corinthians para este sábado. “É apenas coincidência”, resumiu, para depois admitir que a tarefa será árdua diante do Ceará: “É um tabu para ser quebrado. Fazia 11 anos que não ganhávamos do Bahia, mas ganhamos [3 a 0 no último sábado, em Feira de Santana]“.

Um argumento utilizado por Mano Menezes para tentar minimizar a missão do Corinthians para este sábado é o histórico da equipe alvinegra em outra competição desta temporada. O time alvinegro jogou para arquibancadas lotadas nas fases agudas da Copa do Brasil, mas teve desempenho diferente do que registra na Série B e chegou ao vice-campeonato (o título ficou com o Sport).

“Foram os jogos com os maiores públicos do ano e ganhamos todas as partidas. Às vezes os adversários têm méritos, como já aconteceu ,e outras vezes não fizemos bons jogos. Mas acho importante que a torcida vá agora. Esse é o momento”, finalizou o treinador alvinegro.

FONTE

Palmeiras aponta dobro de receitas; oposição e auditor alertam sobre dívida

Com a venda de quatro jogadores, o principal deles Valdivia, o Palmeiras informa que vai encerrar 2008 com uma receita duas vezes maior do que a obtida no ano passado. Entretanto, a oposição e um especialista em gestão de contas dos times brasileiros alertam sobre a dívida do clube.

Em 2007, o time de Parque Antarctica apresentou oficialmente uma receita de R$ 86,3 milhões. Quem mais arrecadou no Brasil foi o São Paulo – aproximadamente R$ 190 milhões.

“Com os cerca de 20 milhões obtidos com a venda do Valdivia, vamos mais que duplicar as nossas receitas em relação ao ano passado”, afirma o diretor de planejamento, Luiz Gonzaga Belluzzo. “Estamos caminhando para arrecadar mais, com a renovação com a Adidas, Fiat, contrato com a televisão…”

Já o conselheiro da oposição Piraci Oliveira adverte para o aumento da dívida do time paulista, principalmente devido a empréstimos bancários. Ele se apóia no último balanço, apresentado no mês de agosto.

“Nossas dívidas foram incrementadas, apenas neste mês [agosto], em 10 milhões, ultrapassando, pela primeira vez na história, os 90 milhões”, aponta.

Esses números ainda não contabilizam o dinheiro obtido com a venda de Valdivia para o Al-Ain, dos Emirados Árabes Unidos. “É certo que a liquidez gerada pela rescisão de Valdívia poderá fazer com que parte das dívidas sejam quitadas em outubro, mas nada que possa aliviar a sensível situação vivida”, observa Piraci.

Belluzzo contesta esses valores e afirma que a dívida palmeirense é de cerca de R$ 16 milhões. “Temos um endividamento baixo. A administração financeira do Palmeiras é normal para uma entidade não lucrativa. Se você considerar 13 milhões de empréstimos bancários para uma receita de 100 milhões, está dentro da normalidade”, argumenta.

Opinião de fora

Com base no balanço de 2007, o especialista em gestão da Casual Auditores, Amir Somoggi, rechaça que o Palmeiras esteja “quebrado”. Entretanto, afirma que a dívida do clube cresceu nos últimos três anos, durante a gestão do presidente Affonso Della Monica.

“O patrimônio líquido foi reduzido assustadoramente desde 2005, quando era de 139,6 milhões. No ano passado o patrimônio apresentado foi de 71,1 milhões”, aponta Somoggi.

Para o especialista em gestão, o time alviverde precisa incrementar suas receitas principalmente na área de marketing, e não só com a venda de atletas. “A diferença de receitas em relação ao São Paulo, seu rival, é exorbitante. Pelo que o clube tem, a sede, a marca, deveria faturar mais. É preciso investir em ações de marketing”, opinou.

Somoggi não tem os números da dívida atual porque só vai receber a prestação de contas no ano que vem. “Em 2006, o Palmeiras teve um gasto de 62,2 milhões, e manteve esse gasto em 2007. Acompanhando de fora, a impressão é que o clube aumentou seus gastos no futebol, com a comissão técnica, por exemplo, mas também aumentou as receitas. É preciso ver o saldo. Ano passado, o clube apresentou um passivo de 75 milhões”, finalizou.

FONTE

Santos estréia setor VIP da Vila e espera potencializar renda

Criticados pela “ala povão” da Vila Belmiro, contrária à glamorização do estádio, mas atraente aos olhos de representantes da Copa de 2014, os novos camarotes térreos do estádio trouxeram boa impressão inicial à diretoria alvinegra nesses primeiros dias de comercialização de cadeiras.

Levando-se em conta as poucas perspectivas do Santos neste Brasileirão (projeta no máximo uma vaga à Copa Sul-Americana), somado ao pouco apelo do Figueirense na Baixada, a venda de cadeira VIP para o duelo entre os alvinegros paulista e catarinense tem sido considerada expressiva pela diretoria do Santos.

Até terça-feira, 300 das 1500 cadeiras disponíveis para o novo setor VIP (criado em parceria com empresa de cartão de crédito) foram negociadas para o jogo contra o Figueirense, representando antecipadamente R$ 15 mil ao Santos (R$ 50 cada cadeira).

Apesar de parecer pequena, a quantia já arrecadada, mesmo ainda faltando três dias para o duelo na Vila Belmiro, corresponde a quase 20% do que o Santos fatura em média por jogo em casa neste Campeonato Brasileiro. Os ingressos para arquibancada, por exemplo, ainda não estão sendo comercializados.

A expectativa do Santos, porém, é que os novos camarotes caiam definitivamente no gosto do público alvinegro para o clássico contra o Palmeiras, dia 2 de novembro, na Vila. Para o reencontro entre Vanderlei Luxemburgo e a torcida santista, 250 entradas já foram negociadas, gerando R$ 12,5 mil.

“Já houve uma boa procura para o jogo contra o Figueirense, mas o mais interessante é que as vendas para o clássico contra o Palmeiras estão muito boas, mesmo com o jogo marcado para novembro. O torcedor rapidamente valorizará esse novo espaço”, conta o supervisor administrativo do Santos, Modesto Roma Júnior.

A previsão é que os 1.500 lugares sejam vendidos para o clássico paulista. Setor VIP lotado significa R$ 75 mil garantidos de renda. Atualmente, o Santos tem renda média de R$ 86 mil em jogos na Vila, a 4ª pior do Brasileiro. O valor integral da venda das cadeiras pertence ao Santos. Torcedores com uniforme de outro time não pode entrar no espaço VIP.

FONTE

Santos “imita” rival e terá agência

Às vésperas do lançamento do setor Visa da Vila Belmiro, o Santos quer viabilizar a ida dos torcedores paulistanos para o litoral. Na próxima semana, o clube deve fechar as negociações pela Santos Tur, que funcionará como agência de viagens oficial da agremiação.

A iniciativa é semelhante à do Corinthians, que lançou, no primeiro semestre de 2008, a Timão Tur. Quase acertado com a mesma empresa que cuida do plano no clube do Parque São Jorge, o Santos deve focar suas ações no traslado até o litoral, apontado como principal motivo da escassez de público nos últimos anos na Vila Belmiro.

“Nossa torcida tem uma característica diferentes das outras. Acredito que 90% do nosso público esteja em São Paulo, que não está distante do nosso estádio. Acho que a Santos Tur vai facilitar essa ida até a Vila Belmiro”, disse José Carlos Peres, responsável pela sub-sede do clube na capital paulista.

O acerto definitivo ainda depende de detalhes sobre a divisão dos lucros. Sem custos com a operação, o Santos deve ganhar parte da renda arrecadada, mas o montante ainda não foi definido.

O único detalhe já superado, na verdade, é o foco principal da ação. Tratado como um setor diferenciado na Vila Belmiro, o espaço Visa, que “estréia” no dia 25 de outubro, contra o Figueirense, deve ser bastante explorado pela Santos Tur, que deve vender pacotes casados.

Fonte.

Inter inaugura área vip no Beira-Rio

Diante do Boca Juniors, nesta quarta-feira, o Internacional terá uma novidade a apresentar no Complexo Beira-Rio. Trata-se da inauguração da Área Vip Colorada, um novo espaço de alimentação e entretenimento a funcionar em jogos realizados no estádio. Na estréia, o setor deve receber cerca de 2 mil pessoas, entre autoridades, imprensa, sócios e dirigentes.

Segundo informa o clube, o setor terá o conceito similar ao de uma sala vip, oferecendo conforto e petiscos e bebidas gratuitos em um ambiente diferente e climatizado antes do início das partidas. O funcionamento da Área Vip Colorada será das 19h30 até 0h30, se estendendo então após o fim do jogo.

O setor ficará localizado no Centro de Eventos do Beira-Rio, localizado ao lado do estádio e do Gigantinho, e o Internacional promete disponibilizá-lo em alguns outros jogos da temporada. No local, parceiros do clube poderão, ainda, expor produtos e serviços para os convidados presentes.

Fonte.

Milan vê em Beckham “receita extra”

Fora da Liga dos Campeões da Uefa, o Milan foi atrás de uma “fonte de receita” extra para suprir a ausência na maior competição da Europa em termos financeiros. O clube italiano confirmou, nesta quarta-feira, o empréstimo de David Beckham por cerca de três meses. Os valores que envolvem a negociação ainda não foram divulgados.

O inglês atuará pelo Milan, cedido pelo Los Angeles Galaxy, durante a pausa da Major League Soccer (MLS). O time californiano já foi eliminado desta temporada e só voltará a jogar em abril de 2009. A apresentação de Beckham está marcada para janeiro.

“O Milan perde muita renda fora da Liga dos Campeões. Essa é uma estratégia do clube para suprir essa perda. Levando em conta o histórico do Beckham, essa é uma contratação muito mais mercadológica do que esportiva”, afirmou Maurício Fragata, sócio da Fragata Marketing de Entretenimento.

Segundo o último levantamento da empresa de consultoria britânica Deloitte, o Milan é o sexto clube mais rico do mundo, com arrecadação de 227,2 milhões de euros no ano fiscal 2006/07, quando ficou com o título europeu. Na ocasião, os “rossoneri” foram premiados com 40 milhões de euros pela conquista. No mesmo ano, o Sevilla, campeão da Copa da Uefa – torneio disputado pelo Milan nesta temporada – ganhou apenas 6,5 mi de euros.

O próprio presidente do Milan, Adriano Galliani, deixou escapar nas entrelinhas que o clube pretende usá-lo como “chamariz” midiático, principalmente para a torcida.

“Beckham escolheu o Milan. Nossa equipe é muito competitiva e seguirá assim, ou até melhor, porque ele nos dará mais opções. Levamos 65 mil pessoas ao estádio no jogo contra a Sampdoria. O Milan já é um grande produto. Sem dúvida, é mais provável que o Beckham traga mais torcedores ao clube”, disse o dirigente.

Aos 33 anos, o ex-capitão da seleção inglesa deve repetir o fenômeno visto na chegada de Ronaldinho Gaúcho ao clube. Em apenas uma semana, o Milan faturou R$ 310 mil com a venda das camisas com o número 80, utilizada pelo brasileiro.

Beckham pode ainda igualar ou superar o próprio feito no Real Madrid, quando vendeu 3,2 mil camisas e “rendeu” 250 mil euros em seu primeiro dia de clube. Para Fragata, o jogador também elevará o Campeonato Italiano a um novo patamar no marketing.

“Por mais que muita gente aqui não tenha essa noção, o Beckham é um grande atrativo. Com ele, o Milan vai turbinar sua venda de camisas, vai poder falar com o público feminino, entre outras coisas. E isso é um efeito dominó que vai acabar beneficiando a própria competição”, concluiu o especialista.

Fonte.

Atlético-MG leva TV Galo para a Net

Quase dois anos após a sua criação, a TV Galo, canal oficial do Atlético Mineiro na Internet, fechou parceria com a Net para exibir seu conteúdo na rede fechada. As matérias e vídeos serão veiculados no Canal 14, espaço institucional da operadora de TV a cabo em Belo Horizonte.

Com o acordo, o clube pretende abrir uma nova fonte de receita. Nesse primeiro momento, a TV irá operar sem apoio financeiro. No entanto, a idéia é seguir os passos da “matriz” virtual, que conta com os patrocínios de Cemil, Loja do Galo, Lotto, Vitallis e Portal Veículos, e se tornar lucrativa.

“É uma nova propriedade de patrocínio e um local de comunicação importante com nosso torcedor e, principalmente, com futuros parceiros comerciais”, afirma Emmerson Maurílio, gerente de mídia do Atlético e idealizador da TV Galo.

O entusiasmo está baseado na expansão do alcance do canal. Atualmente, a TV Galo tem 25 mil acessos por dia na rede mundial de computadores. A base de assinantes da Net na capital mineira ampliará esse universo para 200 mil domicílios e 700 mil pessoas, segundo Maurílio.

Por contrato, o Atlético o tem direito a 50 inserções diárias na Net, além de duas faixas de 30 minutos por semana. O material exibido será igual ao do site até a noite desta terça-feira, quando entrará no ar a primeira reportagem feita exclusivamente para a “nova” mídia. As logomarcas e vinhetas também serão adaptadas para a TV.

A programação terá atrações dedicadas ao cotidiano atleticano, como entrevistas, matérias de jogo, treino, categorias de base e bastidores, além de um espaço voltado para a história do clube, outro institucional e uma seção exclusiva com notícias sobre o departamento médico.

Fonte.

Itaú é novo patrocinador da seleção brasileira

O Itaú é o novo patrocinador da seleção brasileira de futebol. Pelo acordo, o banco investirá US$ 15 milhões anuais, num total de US$ 105 milhões nos sete anos de contrato.

A instituição financeira terá direito a estampar seu logotipo no ombro da camisa da seleção.

Nas mangas, continua a Vivo, que está reajustando seu contrato com a CBF pelos mesmos US$ 15 milhões por ano. Atualmente, investe US$ 4 milhões anuais. Guaraná Antarctica permanece estampado na parte frontal da camisa.

Fonte.

São Paulo patrocina homens em feira feminina

A feira “Só Para Mulheres”, que acontece entre os dias 24 e 26 no Palácio de Convenções do Anhembi, terá o patrocínio do São Paulo. Só que, ao contrário do que se poderia esperar, o alvo da ação não é o público feminino, mas sim os homens, que têm um espaço reservado no ambiente.

O “Maridódromo” vai funcionar como uma espécie de passatempo para os acompanhantes das personagens principais da festa. Com cerveja, futebol e sinuca, temas ligados ao universo masculino, o setor da feira foi o escolhido pelo clube do Morumbi.

“Ficamos muito felizes em contar com a parceria. Futebol é uma paixão nacional e o São Paulo é um dos maiores clubes do país. Acredito que essa ação será muito interessante tanto para os homens que estiverem na feira quanto para o clube”, diz Maria Luiza Sevieri, diretora do Grupo Cipa, empresa organizadora do evento.

O apoio ao evento faz parte de uma estratégia recente do São Paulo, que vem apoiando feiras do tipo, especialmente de negócios, para expor seus projetos de marketing.

Fonte.

A verdadeira China está em Gamarra, o megapólo de confecção de Lima

 
Valor Econômico
29/7/2008
 
Pense rápido numa loja na sua cidade onde você encontra camisetas de times de futebol de vários Estados brasileiros. Não é fácil. Em São Paulo, pode ser difícil achar a camisa do Fluminense ou a do Cruzeiro. No Rio deve haver pouca demanda pela do Grêmio. Em Porto Alegre ou Belo Horizonte, quem vai vender a nova camiseta cor amarelo “marca texto” do Palmeiras? Bem, em Lima, no Peru, é fácil encontrá-las. Basta ir a Gamarra. Não são as camisetas oficias, mas estão todas lá. As dos mais importantes times brasileiros e sul-americanos, de todos as grandes equipes européias, das principais seleções mundiais. Mesmo times europeus pequenos, como o italiano Catania, têm sua camiseta à venda numa das muitas lojas especializadas em esporte de Gamarra. Os modelos das camisas são atualizados, com os patrocinadores corretos das equipes. Em muitos casos, há a camisa principal e a reserva. 

Mas o que é Gamarra? 

Segundo Diogenes Alva Alvarado, presidente da Coordenadoria de Empresários local, Gamarra é “o maior pólo têxtil e de confecção da América Latina. Quem faz moda tem de vir a Gamarra.” Provavelmente ele não está exagerando. 

Esse pólo engloba 34 quarteirões no distrito de La Victoria, uma área pobre ao leste da capital peruana, junto a uma das maiores favelas da cidade. O nome Gamarra vem da principal rua de acesso. 

O centro de Gamarra, vários quarteirões de calçadão, cercado por grades, é tomado por prédios de dois a seis andares. São construções envelhecidas, mal cuidadas, com evidentes sinais de que os andares superiores foram sendo acrescentados ao longo do tempo. Alguns anos atrás houve uma anistia para as áreas construídas sem autorização. 

No térreo e nos primeiros andares funcionam lojas, principalmente de roupa, mas também de tecidos e insumos para confecção. 

Nos andares de cima dos prédios estão as oficinas de confecção, onde se produz quase tudo que está à venda mais abaixo. 

Nos quarteirões ao redor desse centro funcionam centenas de lojas de equipamentos para confecções, desde máquinas de costura a bordadeiras automáticas. Há ainda assistência técnica, armazéns, depósitos e, claro, mais pequenas fábricas de roupas. 

Os números, fornecidos por Alva, são superlativos. Gamara hospeda cerca de 26 mil empresários e 100 mil trabalhadores. Num dia normal, a região recebe entre 150 mil e 200 mil visitantes. Na alta temporada, entre 400 mil e 500 mil. Há venda de varejo e atacado. 

Esses dados podem estar inflados (não há estatísticas oficiais), mas não muito, como a reportagem do Valor pôde verificar em duas visitas a Gamarra, num sábado e numa sexta-feira. No sábado, todo a região central lembrava um dia movimentado na rua 25 de Março, no centro em São Paulo. 

O trânsito na região que cerca a área de calçadão de Gamarra é caótico. As ruas são parcialmente tomadas por vendedores ambulantes. Não há metrô em Lima e quase todo o transporte público é feito por velhos micro-ônibus e por pequenas vans, igualmente velhas e fumacentas. Junto à rua Gamarra, principal acesso ao centro-calçadão, centenas de carros – também velhos e fumacentos – se aglomeram, carregando e descarregando pessoas e coisas. 

No calçadão cercado, quase não há ambulantes. Uma guarda privada cuida da segurança. Mesmo assim, orientam os visitantes a segurar bem bolsas e pertences e a evitar usar máquinas fotográficas. Por toda parte há cambistas, devidamente identificados com coletes, oferecendo-se para trocar dinheiro, não só para os poucos turistas e os compradores estrangeiros, mas também para muitos peruanos. O Peru é um país quase bimonetário, onde as pessoas podem ter contas bancárias e sacar em dólares. Curiosamente, como medida de controle, os cambistas ambulantes carimbam sua identificação nas notas de sol, a moeda local, que dão aos clientes. Assim, se alguma delas for falsa, é possível saber quem fez a operação. 

O empresário Alva Alvarado recebeu o Valor para uma entrevista no seu pequeno escritório, lotado de sacos de produtos de suas lojas e localizado ao final de um corredor labiríntico. Ele fala com orgulho da ressurreição de Gamarra após a crise do final dos anos 90. “Em 1998, Gamarra era uma zona de prostituição e delinqüência. O contrabando e a crise econômica tinham liquidado os negócios.” 

A repressão ao contrabando, a melhora do clima dos negócios e o retorno do crédito nesta década ajudaram a retomada. “Mas crescemos sem apoio do governo.” 

“Nós começamos empiricamente. Quase todos aqui vieram do interior, da agricultura, não tinham experiência. Eu mesmo vim da Amazônia [peruana] com a roupa do corpo”, disse Alva. “As micro e pequenas empresas se capacitaram em corte, design e controle de qualidade.” 

Gamarra recebe entre 150 mil e 200 mil visitantes por dia. Na alta temporada, entre 400 mil e 500 mil.
 
Segundo ele, o faturamento anual oficial (“com recibo”) do complexo Gamarra é de US$ 1,2 bilhão, com crescimento de dois dígitos há alguns anos. 

Há um pouco de tudo por lá: de roupa de cama, de bebê, cortinas, confecções populares até grifes internacionais, cujo produção é terceirizada para empresas locais ou simplesmente pirateada. “Muita coisa que se compra nas lojas chiques de Miraflores [o bairro nobre de Lima] são feitas aqui”, disse o empresário. 

Ele diz que todo mês de fevereiro, um grupo de empresários locais viaja pelo mundo em busca de modelos, inspiração, produtos e insumos. “Precisa andar na onda da globalização”, explica Alva. 

O setor têxtil e de confecções tem ganhado importância na economia peruana e já é o principal entre os setores não tradicionais. As exportações cresceram em médio 12% ao ano nos últimos oito anos e devem chegar a US$ 2 bilhões este ano. 

Parte dessas exportações saem de Gamarra. “Temos alguns mercados ganhos, como Equador e Venezuela. Os cubanos estão comprando muito, e as vendas aos EUA estão crescendo. Muitas pessoas que antes iam comprar em Miami, agora vêm a Gamarra”, disse Alva. 

Para exportar, é preciso concorrer com a produção chinesa. “Os chineses vão chegar de todo modo, por terra, ar e mar. Mas podemos competir com a China com um produto melhor, o nosso algodão”, acredita Alva. 

O algodão peruano é a maior vantagem comparativa da indústria têxtil do país. “O Peru é competitivo com a China nos EUA em alguns produtos devido a sua marca. O algodão peruano, de fibra longa, é um produto de alta qualidade, já posicionado no mercado dos EUA, mais caro. É uma marca como o café da Colômbia”, disse o economista Efraim Gonzales de Olarte, vice-reitor da PUC peruana. Os EUA são o maior mercado para tecidos e confecções peruanos. 

Parte da competitividade de Gamarra, porém, se deve a condições “chinesas” de produção. 

A reportagem do Valor visitou algumas oficinas de confecção, mas foi avisada por Alva de que seria melhor não conversar com os operários nem fotografar as instalações, pois eles poderiam ficar constrangidos. 

A circulação pelo interior dos prédios é precária, devido ao acúmulo de lojas, produtos, gente e aos corredores pequenos e escadas ainda menores. A primeira oficina visitada estava fechada por uma porta de aço. Dentro, em pequenas salas, dezenas de operários (em sua maioria mulheres) cortavam, costuravam, davam acabamento a roupas. O espaço é exíguo, quase não há área de circulação, não há saída de emergência. Come-se no local de trabalho. Não há uniformes nem equipamento de proteção. No verão, a temperatura deve ser elevada, como denotam os muitos ventiladores, ligados em tomadas com fiação à mostra. Um incêndio seria devastador. 

Como a maioria dos trabalhadores peruanos, os de Gamarra são informais, não registrados. Não têm direitos trabalhistas e não oneram as empresas. Trabalham até 12 horas por dia, pois a remuneração é em parte ligada à produtividade. O salário é o mínimo no Peru, 550 sóis (cerca de US$ 190). 

Gamarra é, possivelmente, o que há de mais parecido com um pólo de produção chinês na América do Sul. 

Ah, as camisetas de times de futebol. Elas estão expostas e à venda em Gamarra, mas seu destino principal é a exportação. No balcão, elas custam pouco mais de R$ 4. No atacado, deve ser bem menos. Camisetas semelhantes são vendidas nas portas dos estádios de São Paulo por R$ 25. 

A falsificação, outra fator de competitividade de Gamarra, não preocupa o empresário Alva. “Falsificação ocorre em toda parte. Todo mundo tenta fazer igual um produto de sucesso e alguns acabam copiando. Mas não incentivamos a falsificação, pelo contrário. Se você tem qualidade, pode fazer a sua própria marca e ganhar mais com isso. Há muitas marcas próprias aqui em Gamarra.” 

Ainda assim, circulando por Gamarra, é comum ouvir nas ruas ofertas de roupas de grife, vendidas semiclandestinamente. As marcas mais propostas eram Lacoste, Calvin Klein e Pierre Cardin, que têm produção no Peru. 

Alva também não se preocupa com a entrada em vigor do tratado de livre comércio com os EUA, talvez ainda este ano. Ele acredita que o acordo vai fazer com que as empresas locais aprimorem a qualidade e se tornem mais ágeis, para suprir demanda “on time” nos EUA. “Não creio que haverá mais repressão contra a falsificação. Vamos acabar vendendo para eles. Eles compram drogas da América Latina, podem comprar nossas falsificações também”, disse. (HS) 

 

 FONTE

Mercado da Pirataria

Reportagens Especiais

Terça-feira, 13 de Julho de 2004

Mauro Tagliaferri, São Paulo

O Jornal da Globo inicia uma série de reportagens sobre a pirataria no futebol. Quanto perdem os clubes com o material falsificado? Quanto ganham aqueles que burlam a lei?

Qual o caminho para que os grandes craques joguem mais tempo em gramados brasileiros? A máquina borda os símbolos de um futebol cinco estrelas. Uma fábrica de craques e de títulos, mas não de dinheiro.

Veja o exemplo do Corinthians, que se aplica à maioria dos times grandes do país. De todo o dinheiro que o futebol arrecada, mais da metade vem dos direitos de televisionamento dos jogos e dos patrocinadores; 18% vêm dos empréstimos; 10% de bilheteria e apenas 3,5% vêm de franquias, como escolinhas de futebol e do licenciamento da marca do clube.

Porém, no cenário atual, as verbas de televisão e de patrocínio bateram no limite. Assim, resta ao clubes buscar novas formas de ganhar dinheiro, assim como aprender a parar de perder dinheiro.

A máquina borda os símbolos do futebol cinco estrelas está em São Paulo na única no país autorizada a produzir camisas da seleção brasileira e uniformes do Corinthians e do Flamengo.

Agora, observe o trabalho dessa confecção em Santa Cruz do Capibaribe, em Pernambuco: camisas da seleção do Corinthians, do Flamengo, do Cruzeiro, do São Paulo. Tudo sem autorização. Em uma palavra: pirataria.

São funcionários sem camisa, em vez dos uniformes usados nas fábricas oficiais. Na empresa legal, quem corta o tecido protege a mão com uma luva de aço. Na outra, o trabalhador conta com a sorte.

Se a gente acha que ele está gerando empregos, é uma falsa impressão. Ele está explorando as pessoas, numa cadeia que só ele se beneficia”, diz Fábio Espejo, diretor da fábrica.

Se a fábrica lembra um esquema amador, o estoque revela uma produção em grande escala e dá uma idéia do tamanho do mercado pirata de camisas de futebol.

“A gente tem como estimativa que, para cada camisa oficial vendida, a gente tem entre 2 e 3 camisas piratas sendo vendidas”, comenta Luciano Kleiman, gerente de marketing.

Segundo os fabricantes e lojistas, vendem-se por ano, no Brasil, três milhões de camisas oficiais. Isso pode significar, então, um consumo de  nove milhões de camisas piratas por ano.

Num cálculo conservador, os times de futebol estariam deixando de arrecadar anualmente até 34 milhões de reais em royalties, que são os valores pagos pelo uso da marca do clube.

Se os clubes não escapam, o que dizer do maior objeto de desejo do torcedor brasileiro? Segundo uma estimativa otimista do fabricante, para cada camisa da seleção vendida oficialmente existe uma outra comercializada no mercado pirata.

Um mercado nacional. Não há porta de estádio sem produtos irregulares à venda no Rio de Janeiro, em Porto Alegre, em Belo Horizonte, em Curitiba.

Em São Paulo, acompanhamos a distribuição das camisas piratas. Os vendedores armam varais nas imediações do estádio do Morumbi.

Dois esticam a corda perto de um caminhão da Polícia Militar. Os distribuidores chegam de carro. Eles são intermediários. Trabalham para que os fabricantes jamais apareçam.

Um distribuidor tira bandeiras e gorros do porta-malas, depois anota o material entregue. Os vendedores pegam as camisas e as penduram nos varais. Prontas para o consumo.

“O canal de distribuição desse tipo de produto é oportunista. Ele está na porta do estádio. É como vender água no deserto. Imagina se for barato, o quanto não vai consumir”, diz João Augusto Simone, diretor de marketing.

E é barato. “Essas aqui maiores estão 20 reais, e as menores, 10 reais”, diz um vendedor.

Barato em relação à camisa oficial. Cada peça sai da fábrica por cerca de 75 reais. Nas lojas, não custa menos de 110 reais. Para confeccionar cada camisa do Cruzeiro, por exemplo, são usados quatro tecidos diferentes.

“O problema não é só o royaltie. Isso corresponde a uns 6%, 7%. A grande parte é a carga tributária, o custo da produção, que envolve empregados, equipamentos, maquinários”, diz Antônio Carlos Corsione, diretor-executivo do Palmeiras.

Produto oficial com preço alto mais população com baixo poder aquisitivo é igual a aumento da pirataria. Uma equação simples. Um problema de solução complexa.

     

 

(((Matéria de 2004..preços mudaram mas servge ainda como parametro!!!)))

El maracanazo de “El Negro”

El “maracanazo” que el equipo de fútbol Liga Deportiva Universitaria le propinó al mítico brasileño Fluminense en la última final de la Copa Libertadores de América, en Rio de Janeiro, fue un hito. Y el punto más alto en el ascenso que el combinado ecuatoriano inició en 1998, cuando su presidente, Rodrigo “El Negro” Paz, le prometió al país que Liga iba a ser campeón de la Copa Libertadores en 10 años.

Y lo logró. Desde aquella fecha, el ascenso de Liga Deportiva Universitaria, el único equipo ecuatoriano que ha logrado alzar el trofeo continental, ha sido imparable: se coronó cinco veces campeón nacional, jugó siete Copas Libertadores, cinco campeonatos sudamericanos y una Copa Conmebol.

Lejos están los años en que el club, fundado en 1930, cayó a la división B. Ahora, Liga es una aceitada máquina dirigida por Paz, un exitoso banquero, ex alcalde de Quito y ex ministro de Finanzas. “El Negro” lleva 52 de sus 75 años vinculado a Liga, a la que ha logrado convertir, a punta de paciencia, tozudez e inversiones en “el modelo a seguir para los demás equipos ecuatorianos”, dice Sebastien Melieres, director de la revista especializada en fútbol Estadio.

La gestión de Rodrigo Paz trajo orden y estabilidad a un club que se jacta de haber tenido sólo cuatro técnicos en la última década: el uruguayo Jorge Fossati, el chileno Manuel Pellegrini, el peruano Juan Carlos Oblitas y el argentino Edgardo Bauza. Pero la llegada del hijo de “El Negro”, Esteban Paz, a la dirigencia en 2003 convirtió a Liga en un equipo grande y rentable.

Esteban Paz se hizo cargo del manejo comercial del equipo, que integró a su nómina jugadores caros y prestigiosos como el ex capitán de la selección ecuatoriana Alex Aguinaga. Claro que la dolarización de la economía en 2000 también les dio una mano.

“Antes había que comprar dólares para adquirir y pagar a los jugadores y eso nos afectaba al pensar en traer extranjeros de calidad”, dice Esteban Paz. Después de la dolarización y a partir de 2003, “ya pudimos hablar en términos económicos de igual a igual con jugadores de renombre”. Ahora Liga se da el lujo hasta de exportar cracks como Joffre Guerrón, vendido recientemente al Getafe de España, por US$ 5,5 millones.

Ídolo infantil

En 2000 los dirigentes de Liga golpeaban las puertas de los auspiciantes y recibían un no como respuesta, pero a partir de 2003, cuando los jugadores de renombre empezaron a militar en las filas del equipo, los Paz vieron la posibilidad de convertirlo en un medio de comercialización. Hoy, el club es el más ganador de la década y muchos niños se identifican con él.

Con un presupuesto de apenas US$ 8 millones, Liga es un equipo pequeño en comparación con los gigantes de Argentina y Brasil. Pero todavía tiene mucho espacio para crecer. Aunque aún no ha desbancado al guayaquileño Barcelona como líder de la afición en su país, trabaja a los más jóvenes para asegurarse una buena hinchada en el futuro: ocho de cada 10 niños en los colegios de Quito son liguistas.

Fonte.

Santos lança terceiro uniforme nas cores preto e prata

21/10/2008 – 12h13
Bruno Thadeu
Em Santos
A diretoria do Santos e a fornecedora de materiais esportivos Umbro desenvolveram o uniforme 3 do clube, que ainda não tem data oficial para ser utilizada pelo time principal. O novo modelo tem como destaques as cores preto e prata, combinação inédita na história do Santos.
Para ser apresentado oficialmente à imprensa e torcida, o uniforme preto com detalhes em prateado precisou ser aprovado pelo Conselho Deliberativo do clube, que desta vez não colocou obstáculos para o desenvolvimento da nova linha.

O uniforme azul anterior, na cor azul marinho, gerou crítica por parte de conselheiros, que tentaram impedir sua utilização na Justiça, citando norma do estatuto interno em que proibia outra cores que não fossem o preto e branco.

O uniforme azul marinho, foi utilizado apenas uma vez, em compromisso válido pelo Campeonato Paulista, vitória santista frente ao Mirassol, 2 a 1, na Vila Belmiro, em 13 de março. Desde então, a camiseta azul marinho virou apenas artigo para coleção de torcedores.

A queixa de conselheiros era de que o uniforme azul marinho remetia à cor da Universidade do presidente do Santos, Marcelo Teixeira. O pedido para proibição do uniforme foi indeferido judicialmente.

São Paulo pode ter três espaços Visa

Em negociações com a Visa e a Outplan há pelo menos um mês, o São Paulo deve fechar um contrato com as empresas nas próximas duas semanas. O possível acordo foi divulgado por Juvenal Juvêncio, presidente do clube, em evento sobre a Copa do Mundo de 2014, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

No evento, o mandatário do clube do Morumbi desconversou sobre o que seria incluído no contrato. A Máquina do Esporte apurou que a parceria deve criar três setores Visa dentro do estádio, que terão serviços diferentes entre eles.

A idéia é que os espaços ocupem o anel inferior inteiro, a arquibancada vermelha superior o setor VIP Premium. Somados, os três locais representariam 20 mil lugares do Morumbi, cerca de 25% da capacidade total do estádio, que, oficialmente, abriga 80 mil pessoas.

O acerto já está sendo avaliado pelos departamentos jurídicos das partes, e a carta de intenção incluiria o início das obras até o fim do ano. A tecnologia da venda de ingressos, que já funciona nos estádios de Figueirense, Botafogo e Palmeiras, e em breve em Santos e Portuguesa, será a mesma, com a compra no site e a validação com o cartão de crédito.

A negociação com a Visa, porém, não foi a única revelada por Juvenal Juvêncio. Segundo o presidente, o São Paulo estaria perto de um acerto com a operadora de telefonia Vivo para “completar o caderno de encargos” da Copa de 2014.

Procurada pela reportagem, a empresa negou a possibilidade e afirmou que esta não é a sua estratégia. Em entrevista à Máquina do Esporte, Ronan Soares, gerente de esportes da Vivo, explicou que a idéia da operadora é ter um patrocínio de peso nas três modalidades principais do país. No futebol, a vaga está preenchida até 2015 pela CBF.

Fonte.

Bluetooth vira fonte de renda no futebol

Cerca de seis anos após desembarcar no Brasil, a tecnologia Bluetooth – ferramenta de comunicação sem fio entre dispositivos eletrônicos – se tornou a nova aposta dos clubes de futebol para incrementar suas fontes de renda. Atlético Paranaense, Sport, Náutico, Coritiba, Internacional e Corinthians são, até o momento, os principais exemplos do “Bluetooth marketing” no futebol.

A receita é simples: após fechar parcerias com empresas de mídia “mobile”, os clubes ganham uma rede para a comunicação virtual em seus estádios nos dias de jogos. Durante a partida, o torcedor que deixa o Bluetooth habilitado em seu celular recebe um pedido de autorização prévia para o download de imagens, áudios ou mensagens relacionadas ao jogo. O dinheiro vem dos anunciantes.

Há um ano no mercado brasileiro, a Yes Mobile Media negocia suas cotas – três por jogo – a R$ 15 mil cada. Desse montante, os clubes recebem de 30% a 50%. Parceira de Coritiba, Internacional e Corinthians, a empresa conta com apoios Net e IG nessa empreitada. A rodada do final de semana deve ganhar dois novos patrocinadores, cujos nomes são mantidos em sigilo.

“A maturação desse mercado ainda está por vir, mas é inegável que estamos crescendo numa velocidade muito rápida. E o retorno disso tem sido muito bom. Em média, 25% dos celulares que recebem a chamada aceitam o download. É um ótimo número”, afirma Amauri Monge Fernandes, diretor de marketing da Yes, que não cobra nada dos clubes.

O cenário é tão animador que a empresa negocia com Cruzeiro, Flamengo e Fluminense para o ano que vem. A idéia, porém, é fechar com o Clube dos 13 para chegar ao maior número possível de equipes na próxima temporada.

“Estamos em plena negociação, mas não podemos ficar esperando pelo C13. Por isso, já temos conversas engatilhadas com essas equipes para 2009. Porém, se o acordo vingar, nem todos os clubes participarão, porque isso depende da vontade do anunciante”, destaca Fernandes.

Pioneiro na exploração da nova mídia, o Atlético Paranaense – que iniciou a “transmissão” via celular em dezembro de 2007 – adotou, em um primeiro momento, uma postura institucional. Os torcedores presentes à Arena da Baixada recebem informações sobre apostas na Timemania ou sobre o programa de sócio-torcedor, além de mensagens publicitárias. A parceira dos paranaenses para essa ação é a Color.

Em breve, o clube quer disponibilizar replays e narração dos gols, entrevistas e reportagens sobre o jogo. No entanto, essa nova fase do uso do Bluetooth depende das definições do Clube dos 13 a respeito dos direitos de imagem para telefonia celular. Segundo a Máquina do Esporte apurou, uma nova comissão – sob o comando de Athaíde Gil Guerreiro, do São Paulo – foi criada para avaliar o relatório sobre as propostas já recebidas.

“A importância de ter um mecanismo desse é integrar o torcedor cada vez mais com o clube. Mas também é uma parceria muito rentável da forma como foi estruturada. Parte da verba vai para a tecnologia, outra para a Arena e a última fica com quem fecha o anunciante (clube ou Color)”, diz Roberto Pinto, diretor comercial do Atlético, que já teve a Caixa Econômica Federal como patrocinadora nas mensagens sobre a Timemania.

No Nordeste, a btSimples foi responsável pela implantação do Bluetooth em jogos de Sport e Náutico. Para o primeiro, por exemplo, a “vedete” foi a distribuição da música Caza-Caza aos torcedores que compareceram à Ilha do Retiro. A campanha registrou mais de 696 envios.

Os adeptos do Náutico, por sua vez, receberam o hino do clube pelo celular. A ação, que teve como parceiro o Jornal do Commercio, registrou 1.905 envios.

No Reino Unido, a empresa Bluepod Media instalou redes de Bluetooth em nove estádios ingleses e escoceses para enviar anúncios dos patrocinadores, notícias e comunicados dos presidentes dos clubes que aderiram ao projeto. Desses, cinco concederam à empresa os direitos de exploração exclusivos de marketing com essa tecnologia: o Birmingham City, o Wigan Atlhetic, o Portsmouth, o West Ham United e o Celtic, de Glasgow.

Fonte.

Nike não fará camisa corintiana

A Nike e o Corinthians, em decisão conjunta, decidiram que a fabricante americana não será a responsável pela produção da camisa comemorativa com a foto dos torcedores. O material será produzido pela Filon, que entre outras coisas é representante da marca Lotto no Brasil.

Com isso, o logotipo da Nike não estará estampado no uniforme, que será formado por 400 fotos de torcedores. No protótipo apresentado à imprensa (foto ao lado), a camisa do Corinthians tinha o “swoosh”, o símbolo da empresa americana, estampado no lado direito do peito da camisa.

Um dos motivos para a decisão tomada, segundo a Máquina do Esporte apurou, é a dificuldade que a Nike teria em produzir a camisa em tempo hábil dentro de todos os seus padrões de qualidade para a partida do dia 22. Por contrato, uma peça produzida pela empresa, quando aprovada pelo clube, tem até três meses para ficar pronta e ser usada.

Em compensação, se não terá a marca na camisa, a Nike será “detentora” de 20 espaços no uniforme. A empresa pagou R$ 20 mil para o clube para ter direito a realizar algumas ações e ajudar o Corinthians na iniciativa. A empresa, porém, não diz o que fará com a propriedade adquirida.

Essa é a primeira vez desde 2003, quando começou a parceria entre Nike e Corinthians, que uma camisa que será usada em campo (o time deve jogar com esse uniforme no dia 22 de novembro, contra o Avaí, pela Série B do Brasileiro) não terá o logotipo da empresa estampado.

Em breve clube e empresa divulgarão um comunicado à imprensa afirmando a decisão conjunta de não usar a marca.

Fonte.

Participantes do ‘O Timão é a sua cara’ vão receber camisa em caixa estilizada

Embalagem apresenta rostos dos maiores ídolos da história do Corinthians

GLOBOESPORTE.COM São Paulo

O departamento de marketing do Corinthians apresentou nesta quinta-feira a caixa que os torcedores receberão suas camisas adquiridas na campanha “O Timão é a sua cara”. A embalagem apresenta o rosto dos dez ídolos do clube que apadrinharam os uniformes. A previsão é de que as camisas sejam entregues 30 dias depois da utilização, dia 22 de novembro, contra o Avaí, no Pacaembu.

Corinthians comemora sucesso das ações de marketing

Somente neste ano, clube paulista já lucrou R$ 3,5 milhões; promessa é de outras novidades em 2009
Assim que assumiu a presidência do Corinthians, um ano atrás, Andrés Sanchez convidou Luiz Paulo Rosemberg para a vice-presidência de marketing. Queria colocar a marca do Corinthians em evidência. Nesse período, o clube já lançou seis diferentes modelos de camisa, agência de turismo, filme (entra em cartaz no próximo ano), TV via internet, o programa Fiel torcedor e segue na promessa de muitas outras novidades pela frente. Resultado: lucrou cerca de R$ 3,5 milhões e comemora o sucesso da divulgação de seus produtos.

“Todo dia eu durmo pensando em criar algo que possa render dinheiro para o clube”, revela Caio Campos, gerente de marketing, feliz da vida por receber carta branca de Rosemberg para ousar. “Ele acredita nas pessoas do ramo, dá liberdade para fazermos acontecer. Isso colabora demais. Somos apenas seis pessoas, mas criativas.”

A “ousadia” começou no fim do ano passado. Logo após a queda do time para a Série B, o pessoal do marketing resolveu investir na disputa. A estratégia era se aproximar da torcida, apelar para o amor do corintiano para reerguer a auto-estima o mais rapidamente possível. Foi aí que veio a idéia de lançar a camisa “Eu nunca vou te abandonar”, aproveitando um refrão da torcida, numa das claras demonstrações de paixão por um time de futebol.

“Tínhamos acabado de cair. Então, fizemos um teste: colocar uma pré-venda no site para ver como seria a repercussão do corintiano após a queda. Não podíamos errar”, revela Caio. “Foi a maior loucura que fiz na vida. No primeiro dia o lote de três mil camisas se esgotou, colocamos o segundo, com cinco mil, e também vendeu tudo, um sucesso.”

A camisa até hoje é recordista de vendas. Em 10 meses de lançamento, já rendeu aos cofres do clube impressionantes R$ 1,2 milhão. Num único dia, foram negociadas 20 mil peças. No total, mais de 200 mil. Atualmente, são entre 5 e 10 mil por mês. O problema é que gera lucro de apenas R$ 6 por peça comercializada. Seu preço sugerido nas lojas é de R$ 39,90.

Agora está em foco uma jogada destemida: o torcedor que quiser participar da campanha “O Timão é sua cara”, terá de pagar R$ 1 mil para colocar a sua foto em uma das 10 camisas do time, que serão utilizadas no dia 22 de novembro, diante do Avaí, o último jogo em casa na segunda divisão. Em cada venda, são R$ 680 de lucro. Até esta sexta-feira, pouco mais de 500 espaços já haviam sido vendidos.

“Triplicamos as vendas em menos de um ano”, comemora Caio, satisfeito com os cerca de 25% de ajuda na redução da dívida alvinegra em R$ 14 milhões – sem contar o pagamento de dívidas trabalhistas com Emerson Leão, Daniel Passarella, Nilmar e o clube Lyon, avaliadas em pouco mais de R$ 10 milhões. “Em novembro, faremos um balanço final, mas com certeza vamos superar, em muito, o planejamento inicial. Vamos dedicar o mês de dezembro para pensar em 2009.”

ROXO
A camisa roxa também brilhou, rendendo pouco mais de R$ 120 mil de lucro com a venda de 150 mil peças. Hoje, por incrível que possa parecer, é mais vendida do que a branca e a preta. “Todos os torcedores perguntam quando vamos jogar com ela e se eu tenho uma para presenteá-los”, conta o zagueiro e capitão William. “Ela não substituirá as cores tradicionais do clube, mas é bem bonita e acho legal jogar com ela.” Até agora, foi usada em apenas duas partidas – contra o Fortaleza, na Copa do Brasil, e o Brasiliense, na última terça-feira.

Até o Timão Tur, um pouco sumido da mídia, segue dando lucro. O clube fechou em no máximo 40 pacotes por jogo, e passa dos 50% de retorno, levando entre 20 e 26 torcedores para as partidas.

Decepção mesmo ocorreu com a TV Timão. “Estipularam 100 mil assinaturas. Mas quem gosta de internet não se dispõe a pagar pelos serviços”, lamenta Caio. Hoje, são 6 mil cadastrados e 2,6 mil assinantes. Cada um paga R$ 10 pelo serviço. Diante do fracasso, o projeto passará por reavaliação. No fim do ano, deixará de ser pago e passará para a grade de quem tem TV via satélite. “Vamos ganhar com os anunciantes”, diz, em primeira mão, o gerente de marketing. No primeiro dia na rede, de graça, o TV Timão teve 1,2 milhão de acessos – e o sistema saiu do ar.

MAIS NOVIDADES
Três projetos estão na pauta e podem ser lançados ainda esta temporada: Nascer Fiel, Miss Fiel e miniaturas dos jogadores. O Nascer Fiel seria uma espécie de batismo corintiano, como já faz o São Paulo. A diferença é que o bebê seria realmente batizado no clube. “A iniciação seria na bica de São Jorge”, conta Caio.

O Miss Fiel será um concurso para eleger a mais bela corintiana e o lucro viria dos SMS (mensagens de texto via celular) com os votos que o torcedor daria. A miniatura seria negociada nas lojas oficiais e apenas os direitos de imagem estão sendo analisados para que haja o lançamento. Os bonecos seriam confeccionados na China.

O técnico Mano Menezes também está ganhando uma homenagem. A camisa “Mano do Mano” já começa a ir para as lojas. “Todo este sucesso só foi possível porque fizemos coisas destinadas aos torcedores”, emenda Caio, com largo sorriso no rosto.

PIRATARIA
Responsável pela confecção de vários produtos oficiais do Corinthians, a Nike, em parceria com o marketing corintiano, vai lançar nos próximos dias uma linha de produtos a preços populares para tentar combater a pirataria. Tudo o que o clube lança, em poucos dias é possível encontrar, com qualidade inferior, mas preços convidativos, com marreteiros.

Até na frente do Parque São Jorge é possível comprar imitação da camisa oficial. “A pirataria atrapalha muito, faz com que a gente tenha um bom prejuízo”, informa a assessoria da Nike, sem precisar qual o tamanho da perda.

O torcedor mais desatento pode comprar camisas imitações com algumas falhas bisonhas. No lugar da “Eu nunca vou te abandonar”, já fizeram um clone com “Eu não te abandonarei.” A camisa roxa é a com pior imitação. Alguns ambulantes negociam o produto nas cores azul-marinho e lilás, mas anunciam que é roxa. Os preços são 80% menores aos da camisa oficial.

Fonte.

Barcelona fará oferta para entrar na MLS

O Barcelona pode se tornar o primeiro clube europeu a participar da Major League Soccer (MLS). O clube apresentará nesta quarta-feira, em Miami, uma oferta para controlar uma das novas equipes da liga a partir de 2010. As informações são do diário “Sport”.

O projeto tem como parceiro o empresário boliviano Marcelo Claure, do setor de telefonia celular, que é dono do FC Bolívar, com o qual o time de Lionel Messi, Samuel Eto’o (foto) e Thierry Henry já possui um acordo de colaboração.

A sede das partidas do Barcelona nos Estados Unidos seria a Universidade da Flórida, em Miami, que teria referências no escudo do novo time. A diretoria do clube, porém, afirma que a equipe terá clara identificação com a Catalunha e com sua “matriz”, além de fazer alusão às Américas.

A possível entrada dos Barcelona na MLS faz parte da estratégia do clube para se consolidar no mercado norte-americano. Em maio, os catalães firmaram um acordo estratégico com a entidade responsável pela liga dos EUA para promover sua marca no país, incluindo ações comerciais e de patrocínio.

Pelo contrato, o Barcelona se comprometeu ainda a disputar um mínimo de seis amistosos no país durante os próximos cinco anos.

Fonte.

Globo fecha cotas do futebol 2009

A Rede Globo confirma que já comercializou as cinco cotas de patrocínio para o Futebol 2009, pelo valor de R$ 121 milhões cada, totalizando R$ 605 milhões.

AmBev, Casas Bahia, Itaú, Vivo, Volkswagen, mesmos parceiros de 2008, são os anunciantes que adquiriram cotas para 2009.

Fonte.

Femsa fecha acordo com Corinthians

O Grupo Femsa acaba de anunciar que fechou contrato de parceria com o Sport Club Corinthians Paulista.

A empresa passará a ser responsável pelo fornecimento de todo portfólio de bebidas do clube e dos Centros de Treinamento de Itaquera e Parque Ecológico do Tietê, em São Paulo, tornando-se a fabricante de bebidas oficial do time.

O acordo de preferência para comercialização dos produtos se estenderá até 31 de julho de 2011 e contará com ações de comunicação no clube, que incluem exploração dos espaços de merchandising e imagem no banco de reservas e equipe técnica.

Fonte.

Parceiros da Uefa lançam game no Brasil

Patrocinadores da Uefa Champions League, Heineken e Adidas são algumas das marcas presentes no Hive Champions, o game não-oficial da competição que acaba de ganhar uma versão brasileira, criada pela produtora Hive. Sem usar nenhuma marca, a ferramenta oferece uma alternativa local ao jogo da própria entidade européia.

A legalidade do Hive Champions passa pela estratégia da Fantasy League, tradicional empresa de entretenimento britânica que está no ramo há dez anos com modelos de games para várias competições e modalidades. Para poder atuar, a criação utiliza apenas informações de domínio público em seus programas